quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ano de eleições. Em quem votar?

Ano de crise. Ano de eleições. Eleições europeias, legislativas e autárquicas.

1. Não deixe que outros decidam por si. Participe no actos eleitorais. Exerça o seu direito e dever de cidadania.

2. Esclareça-se. Esteja atento aos programas eleitorais e às pessoas que se propõem cumpri-los.

3. Tenha sempre em mente a perspectiva do bem comum. Não pense tanto no seu interesse particular. Lembre-se que se a coisa pública for bem orientada, os seus interesses estão mais salvaguardados.

4. Estamos, felizmente, em democracia. Pode escolher. Em coerência, certamente votará em quem defende os valores e princípios em que acredita.

5. "Não venda a alma ao diabo", deixando-se "comprar por um prato de lentejoulas". Não permita que façam chantagem consigo, com o seu emprego, com a sua vida, com a sua família. Denuncie quem lho tentar fazer.

6. A experiência é mestra da vida ou, como diz o Evangelho, "pelos frutos os conhecereis". Não se deixe levar por aqueles que, no passado, não cumpriram o que prometeram. À primeira, quem quer cai; à segunda, só cai quem quer.

7. Não dê o seu voto a quem pratica corrupção, clara ou disfarçadamente, ou a quem favorece pessoas sem escrúpulos.

8. Lembre-se que há pessoas que nas campanhas eleitorais se demarcam, contestam o poder, dizem que, se fossem eles, fariam desta maneira e daquela. Depois, durante o mandato, como oposição, nem uma palavra, nem uma tomada de posição, nem um público assinalar da discordância. Pelo contrário...

9. Se puder, participe nos comícios e nas sessões de esclarecimento. Não se deixe levar por propaganda "tipo banha da cobra". Exija que lhe falem claramente, lhe expliquem as metas a atingir, as medidas a tomar, os meios a utilizar e os prazos de realização.

10. Seja sempre fiel à sua consciência rectamente formada. No acto silencioso de votar, está a responder perante a história.

1 comentário:

  1. Na realidade, não me apetece votar em ninguém, mas também é certo que não podemos viver numa anarquia!O governo que vier a seguir, seja o mesmo, seja outro, não vai fazer diferente, não tem por onde fazer, tal é a situação crónica.Portanto, vamos por simpatias? Todos os são em campanha eleitoral...Vamos por quem nos cai no goto? Às vezes as "desesperanças" são terríveis...Ora bem, em quem votar? Não sei... :)

    Beijinho sereno

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