sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Recordações de férias



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Um mar de algas
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O camaleão
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Cacela Velha
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Eucaristia em Cacela
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Castelos na areia
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No fim da Eucaristia campal
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A noite, o luar e o mar
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O nascer do Sol
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O mar é desafio e descanso
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Atravessando a Ria Formosa

A piscina que dá um aspeto fresco à casa

Com os companheiros de férias
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Praia muito familiar
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Festa de São João da Degola e "banho santo"


Uns dias de descanso. Com familiares.
Ressalto:
- O  meu  agradecimento pela forma como fui tratado, o acolhimento, o cuidado e a gratuitidade. Obrigado.
- A muita gente que se movimentava naquele local, uma praia tipicamente familiar.
- A temperatura sempre agradável da água.
- As férias  de Deus que tanta gente faz! Multidões na praia. Pouca gente nas Eucaristias dominicais. Penso que o Algarve, especialmente no Verão, deveria merecer um empenhamento da Igreja que está em Portugal. A diocese algarvia, por si só, não terá possibilidades de dar as respostas pastorais necessárias. Congregações religiosas, movimentos juvenis, grupos cristãos, sacerdotes de outras dioceses, seminários, pastoral familiar… muito poderiam fazer em prol da dinamização pastoral que esta avalanche de pessoas precisa.
- A carestia de vida na zona algarvia e o demasiado tempo de espera em restaurantes e  noutros locais
concorridos.
- Cada vez mais gente a passear e a correr à beira da água. Normalmente em grupo. Bom.
- O acentuar dos cuidados paternos em relação aos filhos pequenos. Pai transporta, pai cuida, pai brinca enquanto a mãe descansa ou conversa com amigas. Há 50 anos isto era impensável. Afinal há mudanças positivas…
- A paz que se sentia. Não me apercebi de qualquer desacato. Ótimo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

"Há uma campanha organizada pelos ultraconservadores para ferirem de morte o Papa Francisco"

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Veja aqui a entrevista que o Cardeal D. António Marto concedeu ao Observador. O Bispo de Leiria-Fátima aborda várias questões referentes à Igreja que andam presentemente nas "bocas do mundo" e fá-lo com clareza e frontalidade.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Li, gostei e partilho com os amigos

A vida, a nossa vida, tem diversas fases. Em cada uma delas alguém nos cuida ou cuidou. Eu não recordo propriamente como foram os primeiros tempos e primeiros passos da minha vida. Não recordo como foi a primeira fase da minha vida. Não tinha a consciência do que fazer. Alguém a tinha  e teve por mim, e hoje sou muito do que fizeram da minha vida aqueles que dela cuidaram. 
A minha mãe já faleceu e já está onde um dia quero estar, junto de Deus. O meu pai, por seu lado, está agora naquela fase da vida que precisa dos meus cuidados, dos cuidados dos filhos. Está naquela fase em que a consciência da vida já não é o que era. Não interessa aqui o que isso dói. Porque não há como medir a dimensão dessa dor e da impotência perante a situação. Dói simplesmente. Dói como se tivesse uma espinha cravada no coração e constantemente a sangrar. O que interessa é que chegou a hora de cuidar dele. A hora de recompensar tudo o que fez de nós aquilo que somos. Não há comparação para explicar o que recebemos dos nossos pais. Por isso não há medida para os cuidar. Não há medida, ou tempo a medir, ou disponibilidade a avaliar, ou quantidade de amor a realizar. Esta é a oportunidade que Deus nos dá para cuidar quem de nós cuidou, e para ajudar a ser mais quem nos fez ser o muito do que somos.
Escrevo, neste momento, a chorar e a sorrir. A chorar pela impotência e dor. A sorrir pelo dom que Deus me deu de cuidar quem de mim cuidou.
Fonte: aqui

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

 "Ore como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como tudo dependesse de si".
(Santo Inácio de Loyola)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Oração a Nossa Senhora da Assunção

"...no meio de tanta glória, a vossa compaixão, longe de diminuir, aumenta cada vez mais para connosco!"

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A Igreja celebra em 15 de agosto a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora ao céu. Esta data é uma bela ocasião para rezarmos esta oração, embora ela possa ser rezada em qualquer dia do ano:


Ó dulcíssima soberana, Rainha dos Anjos, 
bem sabemos que, miseráveis pecadores, 
não éramos dignos de vos possuir neste vale de lágrimas,
mas sabemos que a vossa grandeza
não vos faz esquecer a nossa miséria
e, no meio de tanta glória,
a vossa compaixão, longe de diminuir,
aumenta cada vez mais para conosco.
 
Do alto desse trono em que reinais sobre todos os anjos e santos,
volvei para nós os vossos olhos misericordiosos;
vede a quantas tempestades e mil perigos estaremos, 
sem cessar, expostos até o fim de nossa vida.
Pelos merecimentos de vossa bendita entrada na vida eterna, 
obtende-nos o aumento da fé, da confiança 
e da santa perseverança na amizade de Deus, 
para que possamos, um dia, ir beijar os vossos pés
e unir as nossas vozes às dos espíritos celestes,
para louvar e cantar as vossas glórias eternamente no céu. 
Assim seja!
Fonte: aqui

domingo, 12 de agosto de 2018

Comportamentos dentro de uma Igreja

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Há dias entrei num Santuário muito conhecido para um momento de oração.  Início de agosto. Os visitantes eram mais do que muitos. Reconheço que não foi fácil concentrar-me e tive que recorrer a todas as minhas forças para o poder fazer.
Naquele templo o Importante passou por desconhecido para a esmagadora maioria dos visitantes. Sim, estava devidamente sinalizada a presença do Santíssimo Sacramento. Para quase todos os que por lá passaram durante aquela meia hora em que estive, era como se não estivesse…
Não pretendo julgar ninguém. Quem sou eu para o fazer!  Apenas partilhar o que vi.
- Houve quem se portasse como quem entra no museu. Admirasse o tecto, o espaço, os altares, as imagens, trocando aqui e ali algum comentário a meia voz com as pessoas acompanhantes. Depois, dando meia volta, saíram. Turismo.
- Houve quem, munido do inseparável telemóvel, nada mais fizesse do que tirar fotos e selfies.  Ora só ora acompanhado.
- Houve quem entrasse e, dada uma vista de olhos, começasse de imediato um bailinho de altar para altar, sozinho ou cochichando com algum acompanhante.
- Houve quem entrasse, se sentasse no banco e estendesse os braços pelo encosto como quem descansa à sombra.
- Alguns entravam faziam uma garatujem rápida pela testa e peito, imitados no gesto pelos mais novos que os seguiam. Um ou outro acompanhou este gesto com um simulacro de genuflexão, normalmente para o local para onde estava virado.
- Também vi um casal de meia idade que entrou. Ambos genufletiram  diante do Santíssimo Sacramento,  afastaram-se para o lado, ajoelharam e, de mão dada, fizeram um momento de oração. Edificante.
- Durante aquele tempo, uma coisa observei: a preocupação de quem entrava em retirar da cabeça o boné, eles e elas.
- Como católicos - acredito que a maioria o seria - deveriam, ao entrar fazer a genuflexão diante do Santíssimo Sacramento, corpo direito e joelho direito ao chão. Em seguida, retiravam-se para um banco, ajoelhavam, benziam-se e faziam um momento de oração em silêncio diante d'Aquele que está ali por nós e para nós. Sempre à nossa espera! Depois sim, com todo o respeito e serenidade podiam observar, admirar, visitar o templo, seus altares e suas imagens.
- Certamente que, se perguntassem àqueles visitantes se acreditavam na presença real de Cristo na Eucaristia, eles diriam que sim. Mas ao ver a maneira como se comportavam, estavam a dizer que não.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Cem anos de vida!

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No espaço de um mês, três senhoras celebraram, nesta zona, um século de vida. Famílias, povoações , instituições e autoridades associaram-se a estas celebrações. Foi bonito.
Com a longevidade a aumentar, serão certamente mais frequentes tais celebrações. Não deixa, contudo, de ser uma data marcante e que as pessoas sentem e vivem.
Nos três casos, houve a celebração da Eucaristia, que quer dizer "ação de graças" ao Pai por Cristo, na comunhão do Espírito Santo. Dar graças ao autor da vida pelo dom da vida.
As centenárias sentiram-se envolvidas afetivamente pelos familiares e amigos, experimentaram a alegria dos que as envolveram e participaram na festa  e no convívio que envolveram corpo e espírito.
Parabéns, caras centenárias!

International Folk Dance - Festival Vale Varosa

Foto de Município de Tarouca.
A noite de domingo, 5 de agosto, foi marcada por mais um espetáculo de folclore internacional, realizado na Casa do Paço em Dalvares, sob a organização da Associação Recreativa e Cultural Flor do Sabugueiro, com o apoio do Município de Tarouca e União de Freguesias de Tarouca e Dalvares. Um espetáculo multicultural, onde as cores e os sons marcaram a noite, tendo atuado grupos da Argélia, Georgia, Republica Checa, Quénia, Servia, Russia e em representação de Portugal, o Rancho da Associação Flor do Sabugueiro. No final, os espectadores presentes, demonstravam o seu contentamento e regozijo, afirmando a riqueza cultural deste festival de folclore.

No Auditório Municipal de Tarouca
 
 
 
  
Em 8 de agosto, a Santa Casa, no âmbito do referido  festival de folclore internacional, promoveu a vinda de 2 grupos folclóricos ao Auditório Municipal de Tarouca. Um era chileno; o outro, russo.
Foi um tempo cultural e artisticamente rico para quem teve a oportunidade de participar. A identidade nacional, revelada até fisicamente, combinou muito bem com a beleza da música, o ritmo das danças, a execução cuidada, a beleza artística.
Até os pequeninos apresentaram total silêncio, dando claro sinal de que o palco os envolveu. Os presentes manifestaram significativamente o seu agrado.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Video do Papa para agosto 2018




MAIS PROTEÇÃO E APOIO PARA AS FAMÍLIAS


Este mês, a intenção do Papa é sobre a família, “para que as grandes escolhas económicas e políticas protejam a família como um tesouro da humanidade”. Através de “O Vídeo do Papa”, Francisco aponta alguns desafios que as famílias enfrentam atualmente e adverte as empresas e os organismos públicos para a necessidade de as proteger.
“Peçamos para que as grandes opções económicas e políticas protejam a família como um tesouro da humanidade”, sustenta o Santo Padre, notando que “o ritmo da vida atual, o stress, a pressão do trabalho e também a pouca atenção das instituições podem pôr as famílias em perigo”.
O Papa chama também a atenção para a necessidade de se promover uma adequada política familiar em todas as sociedades. “Não é suficiente falar da sua importância: é necessário promover medidas concretas e fortalecer o papel da família na sociedade através de uma boa política familiar”, refere no vídeo.
Em 2014, por iniciativa do Papa Francisco, a Igreja Católica realizou um sínodo extraordinário dedicado ao tema da família, que redundou na publicação da exortação apostólica “A Alegria do Amor”. Entre as principais conclusões a que chegaram os bispos e cardeais, destacam-se a necessidade de melhorar a preparação para o matrimónio e a implicação dos pais na educação sexual dos filhos.
Este mês, propomos que:
  • se enalteça o papel essencial das famílias para um harmonioso progresso da sociedade,
  • falemos da importância do amor, do respeito, do perdão e da entreajuda no seio familiar,
  • ouçamos e aconselhemos os casais nas suas dificuldades e fragilidades,
  • rezemos, a sós e/ou em comunidade, para que a sociedade, em particular as empresas e demais entidades empregadoras, valorizem a família e lhes prestem o devido apoio.