sexta-feira, 22 de junho de 2018

Capela de São Tiago em obras


A bela capela de São Tiago, em Arguedeira, encontra-se em obras.
Há poucos anos, toda a estrutura do templo e respectivo telhado receberam obras de recuperação e melhoramentos (novo altar, bancos, paramentos, cadeiras, etc).
Neste momento, decorrerem os trabalhos visando a recuperação do altar  que se encontrava em péssimo estado, ameaçando ruína. Recuperar talha é para quem sabe e tem competência para orientar e executar as tarefas. Após a estabilização da estrutura, caberá a técnicos recuperar e trabalhar a talha.
Pensamos que, para o Dia de São Tiago, as obras estarão praticamente concluídas. Porventura poderão faltar os gavetões, já que os que estavam não condiziam com a envolvência.
Uma bela e importante iniciativa da Comissão da Capela de Arguedeira, com o apoio do povo e da autarquia.
Este pequeno templo é muito visitado pelo inédito de ter o púlpito da parte de fora. Noutros tempos, não havia instalação sonora e como as pessoas não cabiam dentro do edifício, os nossos antepassados puxaram pela imaginação e colocaram o púlpito do lado de fora. Assim ouviam os que estavam dentro e os que estavam fora.
Lembramos que, noutros tempos, a Missa era em Latim. A única parte da Eucaristia que se pronunciava em Português era a homilia (ou sermão). Daí que, para ser escutada por todos, fosse pronunciada no púlpito. Nas Igrejas maiores, ficava pelo meio do espaço, normalmente mais alto. Aqui, tendo em vista o espaço pequeno e as muitas pessoas, colocaram-no da parte de fora.
Por fim, saliente-se que a Capela de S. Tiago era a única capela pública de Arguedeira. A de Santo António surgiu no último quartel do séc. XX.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Pensamentos de Albert Camus


"O que finalmente eu mais sei sobre a moral e as obrigações do homem devo ao futebol…"

"Não ser amado é falta de sorte, mas não amar é a própria infelicidade."

"Não é nenhuma vergonha ser-se feliz; vergonhoso é ser feliz sozinho."

"Se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo."

"Somos responsáveis por aquilo que fazemos, o que não fazemos e o que impedimos de fazer."

"Os homens só se convencem das nossas razões, da nossa sinceridade, da sinceridade  dos nossos sofrimentos, quando morremos."

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Lamego: chuva, vento e granizo inclementes

Foto de DN DomingosNascimento.

Foto de João António Pinheiro Teixeira.
(Vídeos e fotos, facebook)

Estive em Lamego na hora deste vendaval de chuva, vento e granizo.
Impressionante a força do vento e o volume do granizo! Chão coberto de folhas, estradas atapetadas de granizo. Debaixo das ramadas, o chão pejado de pequeninos cachos enrolados à folhagem. Culturas partidas e/ou derrubadas. Estradas ladeadas de árvores, tornadas tapetes de folhas. Vias cheias de água …

Em tão pouco tempo, a natureza revelou quão cruel pode ser...Muitas culturas, naquela zona, foram à vida…

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O MELHOR E MAIS BARATO RESTAURANTE DE LISBOA

ar.jpgQuando forem a Lisboa, aproveitem para almoçar bem e barato e, sobretudo, para conhecer o melhor restaurante de Lisboa (preço/qualidade)
Reparem na ementa do dia 17/03/2018<. 
ENTRADA:
Caviar beluga - 1 €
EMENTA: 3€
Gambas, camarão tigre, lavagante, sapateira, queijo da Serra, presunto de Barrancos, garoupa e bife do lombo - vinho: Palácio da Bacalhoa.
NOTA: Naturalmente nos outros dias a ementa varia mas é igualmente boa, garantidamente!
 
BEBIDAS: (obviamente são pagas à parte, nada de confusões…
Mini - 0,10€
Vodka Eristoff - 1,50€
Gin Bombay Sapphire - 1,65€
Whisky Famous Grouse - 2€ (mas temos outros, novos e de mais idade)
1 garrafa de champanhe Krug - 3 €
Café - 0,05€ (não, não me enganei - os zeros estão no sítio certo, são mesmo 5 cêntimos ...)
 
MORADA:
Palácio de S. Bento (Assembleia da República)
1249-068 LISBOA

NOTA: Apareçam sempre que quiserem - mas tragam um deputado se não, não entram, que isto "não é para o povo".
Fonte: aqui

Brilhante


quinta-feira, 14 de junho de 2018

O garrafão pulava de mão em mão...

Foto de Carlos Lopes.
Quando se contam estas coisas à gente nova, pensa que estamos a delirar, que não é possível que tal tivesse sucedido há tão poucos anos. E os mais novos reagem à nossa narração, exclamando: "Que nojo!"
Ainda há sessenta anos era assim.
No mundo rural nortenho, as pessoas comiam todas do mesmo prato (um enorme prato colocado no centro da mesa). E o garrafão ou a cabaça pulava de mão em mão, de boca em boca. Como guardanapo, a suja manga da camisa ou da blusa. Quando pais e filhos  trabalhavam para o mesmo patrão, à mesa lá se notava o amor paterno ao empurrar discretamente o melhor pedacito de carne para o lugar do filho...
O mesmo acontecia durante os trabalhos agrícolas, ceifas, malhadas, sementeiras, arranca da batata, desfolhadas, etc.  Volta e meia, o catraio ia buscar o garrafão conservado sob a água da fonte ou metido no rego da água para não aquecer e começava o jogo. Era solto de mão em mão, de boca em boca, como refrigério da sede e aditivo para as forças que iam faltando. Claro que às vezes, sobretudo nos trabalhos e nos tempos mais secantes, o garrafão era intercalado com o jarro da água (ou refresco). Mas a dança era a mesma.
Naquele tempo, acreditava-se que o vinho dava força, tornava menos penoso o duro esforço do campo. Pura ilusão, sabemos todos hoje. Como aquele comprimido que tira as dores mas não cura a doença, assim funcionava o vinho. Como a droga que transmite uma sensação de euforia, assim agia aquela bebida no corpo mirrado dos pobres trabalhadores do campo.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Trump e Kim Jong-un assinam acordo histórico e prometem ao mundo “uma grande mudança”


Veja aqui


Depois de vermos tantos pacifistas envolvidos em guerras, eis dois temperamentos beligerantes comprometidos com a paz. A história é mesmo tecida de surpresas. Sai o mais inesperado Nobel para os dois?
(João António Teixeira)

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Portugal entre os cinco piores países da Europa a tratar os idosos

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Anda-se tão distrído neste País que, mesmo esbarrando todos os dias com esta crua realidade, passa-se o tempo a discutir as crises do futebol, o PIB para 2019, leis parlamentares que os arautos da pseuda modernidade teimam aprovar com justificações, dizem, humanistas, que já nem a dor dos outros faz inverter políticas assumidas que possam debelar este câncro social. Ignorar ou não querer ver, hoje, esta realidade é que é um verdadeiro retrocesso civilizacional: Portugal entre os cinco piores países da Europa a tratar os idosos. ACORDEM, senhores e senhoras deputadas! Não foram eleitos para se "governarem" com ordenados chorudos e tantas vezes sonegados ao erário público, mas para cuidarem daqueles que votaram nos vossos partidos para que os possais defender e olhar por eles, principalmente os mais pobres e indefesos.
José Abrunhosa, in facebook
 
VEJA A NOTÍCIA AQUI

sábado, 9 de junho de 2018

São as mulheres que fazem caminhar a Igreja


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De facto, olhamos para o grupo de catequistas e são, na maioria, mulheres. Olhamos para o grupo dos ministros extraordinários da Comunhão e são, na maioria, mulheres.
Olhamos para os corais e são, na maioria, mulheres.
Olhamos para os grupos de leitores e são, na maioria, mulheres.
Olhamos para os grupos sócio-caritativos e são, na maioria, mulheres.
Olhamos para os diversos serviços, eventos paroquiais, e constatamos que, na maioria, são sustentados por mulheres.
Tirando porventura os conselhos económicos paroquiais, concluiremos que grupos, movimentos, associações, irmandades, dinâmicas e ações apostólicas têm um cunho feminino indelével.
Bem vistas as coisas, só a hierarquia da Igreja é que não é composta por mulheres. Bem vistas as coisas, são elas que fazem caminhar a Igreja. Ou então experimentem acabar com a sua participação ou deixar de contar com elas nas comunidades paroquiais e logo verão que acontece. Eu sei que não é fácil imaginar estas comunidades sem padres. Mas também não é fácil imaginá-las sem mulheres que, tão generosamente, as fazem caminhar.
A Igreja deve muito às mulheres e ao génio feminino.
E os homens? Que há-de ser feito para envolver mais e mais os homens na vida da Igreja? Por um lado, nas nossas comunidades, o homem, geralmente, tem respeito humano, vergonha de aparecer, estar, participar, assumir a sua fé. Por outro lado, pelo seu espírito mais prático e materialista, julga-se menos propenso para compromissos de ordem mais espiritual. Depois existe o maldito preconceito. “Estas coisas de devoções e missas da semana são para as mulheres…”
Penso que a Igreja deve fazer uma séria reflexão sobre a vivência cristã do género masculino e que os homens, em pleno século XXI, se devem deixar de preconceitos, respeitos humanos, vergonhas e materialismos endeusados, assumindo plenamente a fé que liberta.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Diocese de Lamego - Paróquias-sede mais populosas

A Diocese de Lamego é constituída por 14 concelhos (Lamego, Tarouca, Armamar, Tabuaço, Moimenta da Beira, Sernancelhe, Penedono, Meda, Vila Nova de Foz Coa, S. João da Pesqueira, Vila Nova de Paiva, Castro Daire, Resende e Cinfães).
Certas paróquias de alguns concelhos não pertencem à Diocese de Lamego. É o caso de Castro Daire, Vila Nova de Paiva, Vila Nova de Foz Coa. Também há paróquias que integram a Diocese de Lamego e que pertencem a concelhos que não fazem parte desta diocese. Alvarenga, por exemplo.Nem sempre a freguesia coincide com a paróquia. Na freguesia de Castro Daire existem 3 paróquias: Castro Daire, Lamelas e Farejinhas. 

Segundo o censo de 2011, eis as Paróquias -sede de Concelho com mais população:
- Almacave: 8750 habitantes
- Castro Daire: 4674 habitantes (1)
- Tarouca: 3556 habitantes
- Sé: 3464 habitantes
- Foz Coa: 3437 habitantes
- Cinfães: 3395 habitantes
- Resende: 3166 habitantes
(1)Como a população referida corresponde às paróquias  de Castro Daire, Lamelas e Farejinhas, não  sei qual é realmente a população da paróquia-sede



10 de junho: Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Açores
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Açores recebem, este ano, as comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
As celebrações do Dia de Portugal vão ter início este sábado na cidade de Ponta Delgada, com o içar da bandeira nas Portas da Cidade; no dia 10, uma comitiva segue para os EUA para celebrações comemorativas que vão passar pelas cidades de Boston, Providence e New Bedford, no Estado norte-americano de Massachusetts, onde se encontram várias comunidades portuguesas, essencialmente açorianas, cuja emigração começou no final do século XIX.
Estas celebrações, ao levarem o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro António Costa e alguns membros do governo regional às comunidades portuguesas na costa leste dos Estados Unidos da América (EUA), são sinal de “unidade e comunhão nacional”.


10 de junho - Anjo Custódio de Portugal
10 de junho  é o dia consagrada ao Anjo de Portugal, data inserida no calendário litúrgico pelo Papa Pio XII após as visões que os Pastorinhos de Fátima tiveram daquele Santo Anjo preparando-os para as aparições de Virgem Maria. 0 dia 10 de junho foi escolhido por ser também o Dia Nacional de Portugal, quando a nação portuguesa celebra a morte de seu maior génio que foi Camões.
A pedido do rei Dom Manuel e dos bispos portugueses, o Papa Leão X instituiu em 1504 a festa do «Anjo Custódio do Reino» cujo culto já era antigo em Portugal.
 Durante os séculos XVI, XVII e XVIII, a festa do Anjo de Portugal era equiparada à festa do Corpo de Deus, já então a maior festa religiosa de Portugal, em que toda a nação afirma a sua Fé na presença real de Cristo na Eucaristia.
De acordo com o testemunho dos Pastorinhos de Fátima, em 1915 e 1916 o Anjo de Portugal apareceu por diversas vezes a anunciar as aparições de Nossa Senhora nesta sua Terra de Santa Maria e deu aos Pastorinhos a comunhão com o «preciosíssimo corpo, sangue, alma e divindade de Jesus Cristo» como ele próprio declarou.
No tempo de Pio XII a festa do Anjo de Portugal foi  transladada para o dia 10 de Junho a fim de que o Dia de Portugal fosse também o Dia do Anjo de Portugal.
Anjo de Portugal (Santo Anjo da Guarda de Portugal, Anjo Custódio de Portugal , Anjo da Paz), protegei a nação portuguesa!

terça-feira, 5 de junho de 2018

Direito à decisão e direito à discordância

Quando se trata de arte e da localização de eventos ou monumentos, as opiniões são muitas. Só que alguém tem que decidir. E fá-lo quem tem autoridade para tal.
Não será difícil constatar uma realidade. A formação e sensibilidade artísticas da população são baixas. As pessoas agraram-se àquilo que lhes entra de imediato pelos olhos dentro, têm muita dificuldade em gostar do simbólico, do abstrato, do mais elaborado. Ao fim e ao cabo da arte na sua essência.
Quanto à localização de eventos/monumentos, a diversidade de opiniões é igualmente muita. Uns  por interesse, outros por mania, outros porque simplesmente estão contra, ainda alguns por razões políticas, certas pessoas por razões muito válidas e elaboradas.
Compete a quem está à frente ver mais longe e mais além. Tantas vezes que aquilo que é inicialmente contestado é  posteriormente elogiado.
É certo que, em certos momentos, quem decide, para não dividir irremediavelmente as pessoas, acolhe o parecer da grande maioria. Até porque, no caso de monumentos, é relativamente fácil mudá-los de lugar quando tal parecer oportuno face à maturação da opinião da comunidade.
Pensamos  ser sempre importante que haja debate sobre estas coisas, que se proceda a esclarecimentos públicos  por parte de quem tem competência para os dar, que os cidadãos estejas disponíveis para aprender e evoluir.
Pensamos igualmente que quem tem a responsabilidade de decidir que decida.
Por fim, não troquemos o essencial pelo acessório. Importante é termos as coisas. O acessório  pode ser mudado e/ou reenquadrado.

domingo, 3 de junho de 2018

Motocross - Campeonato Regional Pentacontrol

Foto de José Damião.
Hoje, em Tarouca, entre as 9 e as 17 horas decorreu mais uma prova do Regional da PentaControl nas classes de MX Elite e MX Promoção e campeonato nacional de Iniciados e infantis de Motocross no Complexo Motorizado Makito Cardoso.
Muita gente demandou a Serra neste dia, apesar do tempo menos simpático.. A competição esteve animada e o público manteve-se focado nos competidores.
Foto de José Damião.
Foto de José Damião.









quinta-feira, 31 de maio de 2018

A catequese e as "chuvas de trovoada"

Imagem relacionada
Diziam os antigos que as chuvas de trovoada molham mas não encharcam. É a chuva miudinha e persistente que penetra na terra e a torna fecunda.
Claro que as festas da Catequese são sempre momentos bonitos, fantásticos. Basta serem crianças…
Mas nego-me a  aceitar que as festas da Catequese sejam "chuvas de trovoada". Momentos intensos, mas apenas momentos.
Se valorizo estas festas, valorizo muito mais a chuva miudinha, persistente, fecundante da catequese familiar e paroquial. Não dando nas vistas, são elas que fecundam o coração dos pequenos e os ajudam a produzir frutos.
Estas festas da catequese não são apenas momentos, são passos na caminhada humana e cristã dos catequizandos. Inserem-se num processo evolutivo.
Os catequizandos não podem fazer belas festas e logo depois, nos domingos seguintes, ninguém os vê na Igreja. Que sentido terão tais festas???
Os pais e famílias não podem vibrar com estas festas e depois esquecer Deus nos seus lares, deitar para canto a educação cristã diária dos filhos, deixar de lados os valores, esquecer-se que os testemunho de vida é a forma mais nobre de educar… Um bom, empático e afetivamente rico ambiente familiar é meio caminho andado.
É preciso nunca esquecer: a Fé nasce e cresce ao colo da mãe com o exemplo do pai!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

«Como é bom, como é agradável os irmãos viverem em unidade!» (Sl 133, 1).

31 de maio
DIA DOS IRMÃOS
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A vida constrói-se em torno de acontecimentos, afetos, aprendizagens, compromissos, ideais e de muitas outras realidades. De todas as experiências vividas, ressalta a importância dos irmãos, pois eles são os nossos mais próximos. Crescemos com eles em família e juntos construímos uma teia de vivências comuns únicas, irrepetíveis e marcantes. Por isso, a importância de um dia dedicado aos irmãos, a quem saudamos e dirigimos esta mensagem fraterna.
  
Unidos a todas as famílias, desejamos valorizar o que de tão importante acontece entre irmãos: crescer juntos, apreciar as descobertas em comum, compartilhar a proximidade e a solidariedade; consolidar a identidade que é diferença e diversidade, a entreajuda e a cooperação, a tolerância e a reconciliação; reavivar a memória comum que faz parte das histórias de vida e de família. Os irmãos integram-se na história pessoal de quem os tem e habitualmente são os primeiros amigos, por isso, Irmão é o que de mais feliz podemos ser!
 
O Papa Francisco lembra que “Irmão” e “Irmã” são palavras que o cristianismo aprecia muito, e que Jesus levou à sua plenitude ao dar a vida por todos. Lembra-nos também que os laços de fraternidade em família são «uma grande escola de Liberdade e de Paz (…). Em família, entre irmãos, aprendemos a convivência humana, como devemos conviver na sociedade[1]». Na família, os irmãos desenvolvem também compromissos de afeto, carinho e paciência para com os irmãos «mais frágeis, doentes e deficientes».  «No contexto da nossa sociedade tecnocrática e burocrática, urge repor a fraternidade no centro da nossa atenção e das nossas prioridades de modo a que a liberdade e a igualdade se harmonizem corretamente». Por isso, apelamos a todos os responsáveis pelo Bem Comum da Sociedade, que nos empenhemos na criação de condições para que as famílias possam experimentar «a beleza de uma ampla experiência fraternal dos filhos e filhas».
 
Unimo-nos a todos os que hoje celebram a alegria e a gratidão dos seus irmãos e imploramos a Deus para que nunca se interrompa a «cadeia da fraternidade» para exultarmos com o salmista: «Como é bom, como é agradável os irmãos viverem em unidade!» (Sl 133, 1). 
Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família para o Dia dos Irmãos

terça-feira, 29 de maio de 2018

Dia de Anos


Com que então caiu na asneira
De fazer na quinta-feira
Vinte e seis anos! Que tolo!
Ainda se os desfizesse...
Mas fazê-los não parece
De quem tem muito miolo!

Não sei quem foi que me disse
Que fez a mesma tolice
Aqui o ano passado...
Agora o que vem, aposto,
Como lhe tomou o gosto,
Que faz o mesmo? Coitado!

Não faça tal: porque os anos
Que nos trazem? Desenganos
Que fazem a gente velho:
Faça outra coisa: que em suma
Não fazer coisa nenhuma,
Também lhe não aconselho.

Mas anos, não caia nessa!
Olhe que a gente começa
Às vezes por brincadeira,
Mas depois que se habitua,
Já não tem vontade sua,
E fá-los queira ou não queira!

domingo, 27 de maio de 2018

O órgão, as opas, os catequizandos e os restauros...

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Uma semana multifacetada. Na segunda-feira, com outro elemento do Conselho Económico, fui a Vila Nova de Gaia para levar o antigo órgão da Igreja, há anos avariado, para restauro. Gostei de ouvir do técnico a informação que a marca do órgão é das mais prestigiadas  e apreciadas. Aguardamos agora pelo desenvolvimento do processo.
Na terça-feira, participei da reunião do Arciprestado Armamar/Tarouca sob a presidência do novo Arcipreste, P.e Leontino. Foi um tempo de oração, informação, debate, partilha. São sempre momentos muito belos estes de comunhão presbiteral.
Durante a semana acompanhei os catequizandos do Crisma e da Prof. de Fé em sintonia de tarefas com catequistas e ensaiadores. Um bom trabalho de equipa em prol do crescimento humano e cristão dos nossos jovens.
No sábado, além de um casamento com batizado e das usuais missas vespertinas, realizaram-se as confissões dos crismandos e dos que vão fazer a Prof. de Fé, contando com a ajuda preciosa de dois colegas.
No domingo, na Missa das 11h, teve lugar o Sacramento da Confirmação, sob a presidência de D. Jacinto. Os jovens estiveram à altura. Eles fizeram a festa e foram a festa! Que o Espírito os conduza para a vivência e testemunho da Fé em Jesus Cristo.
Além disto, o trabalho diário. Atendimento às pessoas, parte burocrática, visita a alguns doentes, trabalho no jornal, partilhas na internet, fisioterapia, vida pessoal...
Graças ao bom senso e bom gosto da Comissão de Festas do Padroeiro (2017), foi possível adquirir umas opas de que a Paróquia estava a precisar e que trouxemos quando da ida a Gaia,  bem como proceder ao restauro de duas imagens que estão na Capela de Santa Helena.
Graças ao cuidado do Conselho Económico, uma ou outra peça importante da Igreja também vai sendo restaurada. Por falar em restauro, o altar da Capela de Santa Helena está em adiantado estado de restauração, dado que a situação ameaçava ruína eminente. Foi uma opção séria do Conselho Económico.
Isto de restauros de arte são sempre complicados. Porque são muito caros e porque têm que ser executados por quem tem competência e habilitação para tal.
Com às vezes ouço: "Vocês não saem duma para se meterem outras..."
Na vida parar é  morrer. As necessidades são tantas que a comunidade não pode estacionar. Para a frente, munha gente!