terça-feira, 22 de maio de 2018

“Igreja supermercado”

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"Já aqui utilizei uma expressão da qual não sou propriamente dono, embora me tenha apoderado dela, a “Igreja supermercado”. É com base nessa expressão que hoje reflecti sobre esta Igreja que as pessoas procuram apenas quando querem algum sacramento, e que, no restante espaço das suas vidas, não procuram nem pretendem procurar. Essa Igreja que alimenta serviços mas não alimenta a fé. Essa Igreja que alimenta tradições, mas não se preocupa com o anúncio da Boa Nova. Essa Igreja a que se vai quando se precisa de alguma coisa materialmente ou ritualmente falando. 
É essa Igreja-loja que hoje me ocorreu comparar com a loja dos chineses na medida em que as pessoas a procuram, independentemente da qualidade da oferta e exigindo preços de saldo ou preços baixos. Apetece-me manifestar a minha tristeza por um tipo de pessoas que não vivem na e para a comunidade cristã, não contribuem ou partilham com a comunidade paroquial, e exigem todas as regalias possíveis, quando bem lhes apetece, só porque no escaparate se pode ler “Igreja”. 
Na conjectura de alguns, a Igreja tem de ser desprendida, pobre, miserável, e assim o mais injusto que ela poderia fazer era tentar manter uma gestão equilibrada das suas contas, da sua administração e dos seus bens. Como Igreja que é, teria de ser espaço gratuito e aberto para todas as necessidades, mesmo que se esvazie de conteúdo e se aproxime da falência.
Enfim, eu também gostava que tudo fosse como nas primeiras comunidades cristãs, que tudo fosse partilhado e tudo fosse gratuito."
Fonte: aqui

segunda-feira, 14 de maio de 2018

"Ter um amigo é bom, vê-lo partir faz sofrer"

Foto de Carlos Lopes.
Diz a canção:
"Ter um amigo é bom, vê-lo partir faz sofrer".
Apenas por isto: pressentir claramente que o caminho é errado, não tem saída e acarretará enorme sofrimento para o amigo que o segue.
Mas a liberdade humana acima de tudo...



PARA O ABISMO...
Foto de Carlos Lopes.
 Decidida e obstinadamente, aquela pessoa caminha para o abismo. Nada se pode fazer, porque... essa pessoa não quer nem aceita.
Mistérios da liberdade humana!
Alguns apoiam, incentivam, concordam, porque é fixe, porque gostam alinhar na onda, porque é socialmente correcto...
Na hora do desastre, muitos destes "assobiarão para o lado", outros olharão de banda, uns tantos rirão de gozo, e outros fingirão que não conhecem a vítima...

domingo, 13 de maio de 2018

Quando recordar sabe a sonho...

De 2010 a 2016
Nas imagens escorre o sonho, a luta, a esperança.
A utopia tornou-se realidade e, por isso, apagou dores, insónias, aflições, tormentos e tormentas...
Não basta sonhar, é preciso abrir caminho ao sonho...
Conseguimos! Por isso o Centro Paroquial é um hino à esperança! De muitos. De um povo.

Eutanásia: «Espera-se muito da responsabilidade ética dos nossos deputados» – Bispo do Porto

D. Manuel Linda afirma que um pedido da morte é um «grito de acusação» a quem nega «proximidade afetiva»
O bispo do Porto pediu hoje que as decisões sobre a legalização da eutanásia não sejam fruto de uma “pretensa ‘modernidade’”, mas assentem na “responsabilidade ética” dos deputados, e referiu que o pedido da morte é um “grito de acusação”.
“Tem de se perguntar se, quando alguém diz que quer morrer, essa linguagem é unívoca ou não estará antes a lançar um grito de acusação àqueles que, «criminosamente», lhe negam o conforto e a proximidade afetiva, até porque, hoje, os modernos analgésicos suprimem praticamente toda a dor física”, afirmou D. Manuel Linda.
O bispo do Porto divulgou hoje um documento, durante um encontro com jornalistas, no contexto do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que se assinala no próximo domingo, com um “contributo para um diálogo cultural sério” sobre a legalização da eutanásia, em debate no Parlamento a 29 de maio.
“Espera-se que as decisões a tomar sejam fruto de uma sadia cultura ético-social e não de qualquer pretensa «modernidade» que outra coisa não é do que o regresso ao pior dos passados. Espera-se muito da responsabilidade ética dos nossos deputados”, sublinhou D. Manuel Linda.
Para o bispo do Porto, não está apenas em causa ser “a favor e contra” a eutanásia, antes considerar a “teia de relações sociais” que se rompe ao legalizar a morte a pedido, nomeadamente “a confiança na medicina” e “o pavor de associar doença e velhice com a possibilidade de ser eutanasiado”.
D. Manuel Linda considera também que admitir a eutanásia implica a “negação do velho princípio estruturante da ética médica do “primum non nocere” (primeiro, não prejudicar)” e afeta “a desconfiança nas relações familiares, os interesses escondidos por detrás de uma falsa piedade, o remorso perante uma situação violenta e irreversível”.
“A sociedade tem de se interrogar se a frieza das relações é inevitável, se sob a capa da defesa do «direito a morrer com dignidade» não se esconde o mais cruel «descarte» daqueles em quem não se está interessado e se se gasta a mesma energia e dedicação no cuidado dos anciãos e doentes que se usa para defender a «morte a pedido»”, acrescenta o bispo do Porto.
D. Manuel Linda sublinha também no seu documento, publicado na página da internet da Diocese do Porto, a necessidade de não acentuar “a dinâmica social da fragmentação das relações familiares” de que o “recurso ao internamento dos mais velhos em lares e casas de recolhimento” é um sinal, diz que “o que mais deveria preocupar os dirigentes sociais é o desaparecimento da ética” e o facto de mais de um quarto da população portuguesa ser pobre ou viver em risco de pobreza.
“Este sim, é o tema que deveria preocupar os dirigentes sociais”, alertou o bispo do Porto.
No dia 29 de maio a Assembleia da República tem agendados debates parlamentares sobre os projetos de lei sobre a legalização da eutanásia.
Fonte: aqui

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Isto, sim, é que deveria preocupar e mobilizar os senhores políticos!

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No momento em que os políticos trazem  o tema da eutanásia para a ordem do dia, "a comunicação social está a referir um dado profundamente monstruoso: que, nos cerca de nove milhões de portugueses que habitamos o interior destas fronteiras, dois milhões e quatrocentos mil ou são pobres ou estão em risco de pobreza. Mais de um quarto da população! Este sim, é o tema que deveria preocupar os dirigentes sociais. E, para nossa desgraça, não se vislumbra um projeto mobilizador e entusiasmante que nos leve a melhorar este estado de coisas. Pelo contrário, parece dar-se como inevitável a submissão a uma crescente desigualdade social em que uns poucos ficam com quase tudo e a multidão dos jovens, dos débeis, dos velhos e de tantas famílias que têm de sobreviver com o salário mínimo apenas se contentam com «as migalhas que caem da sua mesa».
(D. Manuel Linda, Bispo do Porto)

terça-feira, 8 de maio de 2018

Um livro que estou a ler

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Papa Francisco – o homem do povo – sinaliza novos tempos na Igreja. Sua eleição é uma revolução, assim como foi a renúncia de Bento XVI, a primeira de um papa há mais de 700 anos. Mas o que realmente ocorreu nos bastidores do Vaticano diante de todos esses episódios? 
Andreas Englisch, o mais famoso correspondente do Vaticano, revela fatos inéditos de dentro da Cúria Romana e conta o que realmente levou Bento XVI à renúncia, como os favoritos da lista dos “papabili” perderam fôlego ao longo do conclave e o que terminou por ser decisivo na escolha do novo papa. Englisch ainda apresenta ao leitor detalhes nunca antes revelados sobre o novo papa e ao mesmo tempo traça um panorama sobre como (e se) ele conseguirá resolver os problemas mais urgentes da Igreja Católica e impor ordem no Estado eclesiástico.

domingo, 6 de maio de 2018

Felizmente errei nas previsões

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Em 2 de abril de 2018, após a derrota do Porto no Restelo, escrevi: "O início foi promissor. Nova alma, nova dinâmica, outro envolvimento, apoio incondicional dos adeptos.
O fim... tudo aponta para que seja igual aos últimos anos do consulado de Pinto da Costa. Zero títulos."
Enganei-me. Felizmente. Nem sempre a paixão de adepto é suficientemente racional e consistente.
O Porto defronta hoje o Feirense já campeão. E como se pode ver pelas reportagens dos diferentes canais televisivos, o entusiasmo dos adeptos é imenso. Pudera! 4 anos sem títulos! Uma novidade absoluta para os lados do Dragão no consulado de Pinto da Costa...
Logicamente que estou satisfeito e penso que as pessoas me compreenderão.
Continuo a pensar que muita coisa está mal no futebol nacional onde guerras e guerrinhas são constantes e insistentes, sobretudo fora das quatro linhas. Continuo convencido que o Porto necessita de reformas profundas, pois as vitórias não podem atirar  os problemas para debaixo da cama.
Mas penso igualmente que o Futebol Clube do Porto foi um digno e justo vencedor do campeonato.
Então que venham mais e mais títulos, limpinhos, limpinhos.
E que VIVA O FUTEBOL CLUBE DO PORTO!

Ecos da vivência do Dia da Mãe entre nós

Na Igreja Paroquial, teve lugar a Festinha do Pai Nosso e a evocação do Dia da Mãe
Em Gondomar, a população apostou no Dia da Mãe, formando para o efeito um grupo coral que esteve à altura
Foto de Ana Patricia Teixeira.
Em Teixelo, celebrou-se a Padroeira, Senhora da Ajuda, e evocou-se o Dia da Mãe
Na Eucaristia do Lar, estiveram presentes crianças da catequese que levaram um beijinho às mães velhinhas que ali se encontram

quinta-feira, 3 de maio de 2018

A beleza do amor de mãe

Dia da Mãe
É bom, belo e justo celebrar o Dia da Mãe: agradecer a todas as mães que dia e noite, todos os dias e todos anos, ao longo da sua vida, se dedicam ao acolhimento amoroso, à educação e ao crescimento integral dos filhos.
Ser mãe não significa somente colocar no mundo um filho, mas é também uma escolha: a de dar a vida. Nada há mais nobre e mais santo!
Na sua terceira exortação apostólica, “Alegrai-vos e exultai”, o Papa Francisco recorda que a santidade é construída na vida de cada dia, com os “pequenos detalhes do amor” (n. 145). Todos sabemos, por experiência própria, que a sacralidade de tantos pequenos gestos das nossas mães deixou um sabor indizível e inesquecível no nosso coração de filhos.
As mães são verdadeiras beneméritas da sociedade, pois sabem cultivar e transmitir, mesmo nos piores momentos, a ternura, a dedicação e a força moral. São também as mães que transmitem o sentido mais profundo da vivência religiosa: nas primeiras orações, nos primeiros gestos de devoção que uma criança aprende, inscrevendo assim, indelevelmente, o valor da fé na vida de um ser humano.
Queridas mães, obrigado por aquilo que nos dais, pelo que sois na família e por aquilo que dais à Igreja e à sociedade. Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes à dos decisores políticos e económicos, dos agentes culturais e da comunicação social e todos nos empenhemos a apoiar e a proteger o dom da maternidade que começa na fecundação e nunca deixa de se manifestar.
As mães de todos os tempos têm como modelo Maria, Mãe de Jesus. Que Nossa Senhora abençoe todas as mães! As acolha e proteja sob o seu santo manto.
Como “pequena lembrança” para este dia, aqui deixamos uma singela parábola: Um anjo fugiu do paraíso para dar um passeio pela terra. No findar do dia, decidiu levar algumas lembranças daquela visita. Num jardim, viu algumas rosas: apanhou as mais bonitas e fez um belo ramo para levar para o paraíso.
Mais à frente, viu uma criança sorrir para a mãe. Encantado com a ternura daquela criança, apanhou também o seu sorriso. Estava para partir, quando viu uma mãe olhar com amor para o seu pequenino no carrinho.
O amor jorrava como uma nascente a transbordar. O anjo pensou: «O amor daquela mãe é o que de mais bonito existe na terra, portanto pegarei também nele». Voou para o céu, mas antes de passar pelos portões azuis, decidiu examinar as recordações para ver como se tinham conservado durante a viagem.
As flores estavam murchas, o sorriso da criança tinha-se esmorecido, mas o amor da mãe ainda tinha todo o seu esplendor e beleza. Pôs de lado as flores murchas e o sorriso apagado, chamou à sua volta todos os hóspedes do céu e disse: “Eis a única coisa que encontrei na terra e que manteve toda a sua beleza durante a viagem para o paraíso: o amor de mãe!”.

Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Nossa Senhora

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Tenho ao cimo da escada, de maneira
Que logo, entrando, os olhos me dão nela,
Uma Nossa Senhora de madeira,
Arrancada a um Calvário de Capela.
 
Põe as mãos com fervor e angústia.
O manto cobre-lhe a testa, os ombros, cai composto;
E uma expressão de febre e espanto
Quase lhe afeia o fino rosto.
 
Mãe de Deus, seus olhos enevoados
Olham, chorosos, fixos, muito além ...
E eu, ao passar, detenho os passos apressados,
Peço-lhe – “A Sua bênção, Mãe !”
 
Sim, fazemo-nos boa companhia
E não me assusta a Sua dor: quase me apraz
O Filho dessa Mãe nunca mais morre. Aleluia !
Só isto bastaria a me dar paz.
 
- “Porque choras, Mulher ?” – docemente a repreendo.
Mas à minh’alma, então, chega de longe a sua voz
Que eu bem entendo: -“Não é por Ele” ...
“Eu sei ! Teus filhos somos nós”.
José Régio

terça-feira, 1 de maio de 2018

DIGNIDADE DOS TRABALHADORES


A exemplo do que acontece noutros países, também os portugueses param para viver a festa dos trabalhadores, no primeiro dia de Maio, recordando as lutas sociais e a repressão sangrenta que nesse dia, em 1886, aconteceu nos EUA.
A Igreja não poderia deixar de participar nesta jornada. Por isso, em 1955, Pio XII instituiu a festa de S. José Operário, convidando à dignificação do trabalho e de todos os trabalhadores, bem como à contemplação de José, aquele a quem Deus confiou Jesus.
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E José nem será uma referência se atendermos apenas à performance do trabalho por muitos defendida: o mais rápido, o mais forte, o que ultrapassa os outros. Na carpintaria de Nazaré estamos longe do culto da competitividade, dos objectivos sobre-humanos, da idolatria da carreira, do êxito profissional a todo o custo… Isso levaria apenas ao stress ou às intermináveis horas suplementares nem sempre pagas, com as consequências negativas desse modo de vida profissional: famílias abandonadas, ausência face aos filhos, desgaste e perda de saúde, depressões… Uma carreira profissional merecerá tais sacrifícios? No fim, o que fica?
Os evangelhos dizem pouca coisa sobre José e, ele próprio, nada diz. Mas adivinhamos facilmente que ele faz o seu trabalho, sem correrias, obcecado com o sucesso ou o lucro. José é um trabalhador comum, “um bom pai de família”, no que isso tem de mais simples. Educou Jesus, ensinou-lhe a sua profissão, proporcionou-lhe uma existência tranquila, não particularmente rica, mas não necessariamente pobre. Um modelo pacífico e acessível, muito longe do culto da performance dos tempos modernos.
A idolatria do trabalho é a antítese do trabalho tal como o exemplifica S. José. O trabalho é alegria e sofrimento, serviço da comunidade e aproximação de Deus: eis o que podemos aprender na escola de Nazaré.
Fonte: aqui

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Florido mês de Maio

Andei por campos em flor,
Ouvi ao longe cantar o gaio,
Deslumbrei-me com o odor
Deste lindo mês de Maio.

E no cheiro desmedido
Que por sorte respirei,
Fiz o poema mais florido
Que algum dia já assinei.

Com seu fato domingueiro
Este mês assim tão belo,
Vestia o campo e o outeiro
De vermelho e amarelo.

Até as aves do monte
No seu terno chilrear,
Diziam à água da fonte
Para os campos ir regar.

E no meio dessa beleza
Eu fiquei maravilhado,
Respirando a natureza
A florir por todo o lado.

Pela beira do caminho
Que tão lindas rosas tinha,
Apanhei um bom raminho
Para a minha ‘’queridinha’’.

Os meus beijos lhe juntei,
E a correr como um catraio,
Lindo encanto lhe levei
Dum florido mês de Maio.
Rama Lyon, aqui

domingo, 29 de abril de 2018

Inaugurado Monumento aos Ex-Combatentes do Ultramar

UM POVO SEM MEMÓRIA É UM POVO SEM FUTURO

29 de abril de 2018 em  Tarouca . Inaugurado Monumento de Homenagem aos ex-combatentes do Ultramar, situado no largo da Capela do Mártir São Sebastião.
A Eucaristia foi  celebrada às 11h na Igreja Paroquial, uma vez que o tempo não permitiu a celebração campal como havia sido planeado. Na Eucaristia dominical, estiveram o sr. Secretário de Estado das Defesa Nacional, Dr. Marcos Perestrello, o sr. Presidente da Câmara, Valdemar Pereira, o sr. Presidente da Assembleia Municipal, Dr. Rui Pereira, vereadores, deputados municipais, autoridades  militares, presidentes de Juntas de Freguesia, antigos combatentes com famílias, amigos e comunidade paroquial.
Após a Eucaristia, os presentes dirigiram-se para o Largo do Mártir onde teve lugar a cerimónia de descerramento e bênção do Monumento. Seguiu-se a Homenagem aos Combatentes Mortos em Defesa da Pátria. Depois tiveram  lugar as intervenções do Presidente da Câmara, Representante da Liga dos Combatentes e do Secretário de Estado da Defesa Nacional.
Nas suas intervenções, sublinharam a beleza do Monumento, exaltaram a ideia da Câmara em o edificar, frisaram a justiça da homenagem a quem deu a vida pela Pátria, disseram do papel fundamental da instituição militar na defesa de Portugal, da identidade nacional e da liberdade.
Seguiu-se um almoço no salão dos Bombeiros, destinado a todos os ex-combatentes.
Informe-se, ainda, que fazem parte do Monumento placas com o nome das antigas 10 freguesias do Concelho onde consta o nome dos que tombaram nas guerras do Ultramar. O descerramento dessas placas esteve a cargo dos respetivos presidentes de Junta.
Na rotunda onde está a Capela do Santo Militar Mártir, S. Sebastião, encontra-se também agora o Monumento aos militares do Concelho que caíram em prol da Pátria.
Conforme foi sublinhado, a homenagem estendeu-se a todos aqueles que das guerras trouxeram sequelas para a vida toda, a tantas mães , esposas e noivas que choraram, aos filhos que ficaram por criar e às famílias que sofreram.

sábado, 28 de abril de 2018

Abismo

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Uma pessoa amiga caminha, decidida e obstinadamente, para o abismo. Nada se pode fazer, porque... essa pessoa não aceita.
Mistérios da liberdade humana!

sexta-feira, 27 de abril de 2018

...Porque deixamos tudo para Depois?

Depois eu ligo.
Depois eu faço.
Depois eu falo.
Depois eu mudo.
Deixamos tudo pra depois, como se depois fosse o melhor.
O que não entendemos é que...
Depois o café esfria,
Depois a prioridade muda,
Depois o encanto se perde,
Depois o cedo fica tarde,
Depois a saudade passa,
Depois tanta coisa muda,
Depois os filhos crescem,
Depois a gente envelhece,
Depois o dia anoitece,
Depois a vida acaba.
Não deixe nada para depois, porque na espera do depois,  pode perder os melhores momentos, as melhores experiências, os melhores amigos, os maiores amores, e todas as bênçãos que Deus tem para si. Lembre-se. O dia é hoje. Amanhã  nem sabe se estará vivo...

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Melhores Alunos de 2016/17


Agrupamento de Escolas Dr. José Leite de Vasconcelos
4º Ano: Beatriz Miguel Bernardo Pereira; Bianca Moura Almeida; Cláudia Cristina Almeida Bento; Daniel da Costa Mesquita; Filipa da Costa Trindade; Miguel Ye Liu; Ricardo Costa Bento; Rodrigo Melo Silva; Rui Guilherme Santos Monteiro;  Samuel Teixeira Santos; Tomás Cardoso Oliveira
5º Ano: David Filipe Coelho Vieira; Leonor Silva Ferreira; Margarida Carvalho Correia; Margarida Ribeiro Loureiro; Rúben Costa Maurício; Vitor Ying
6º Ano: Ana Carlota Mendes Gouveia; Bernardo Miguel Borges Lino; Eduardo Francisco Ferreira Castro; Guilherme Mâncio dos Santos Oliveira Gamelas; Gustavo Aguiar Guedes; Juliana Ye Liu; Laura Pereira Vingadas; Maria Inês Vitorino Pereira; Mariana Raquel Oliveira Silva; Marta Sofia Cardoso Santos; Pedro Alexandre Fernandes Botelho; Tomás Carvalho Cardoso
7º Ano: David Figueiredo Macovei
8º Ano: Ana Maria Ribeiro Pinto; Bruno Duarte Nascimento; Joice Margarete Gouveia de Sá; Margarida Silva Queirós; Susana Alexandra Bento Teixeira
9º Ano: Daniela Guedes Ildefonso
10º Ano: Ana Beatriz Vitorino Pereira
11º Ano: Inês Cristina Silva Gomes
12º Ano: Abigail Mateus Costa
Nota: 
Dos 39 melhores  alunos:  23 residem na Paróquia de S. Pedro de Tarouca; 21 são do sexo feminino e 18 do sexo masculino; a partir do 7º ano, as alunas sobressaem claramente sobre os alunos (8-2)