quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Guerras religiosas voltam ao mundo cristão

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Na Ucrânia, presentemente, existentes três igrejas ortodoxas (a do Patriarcado de Kiev, a Autocéfala e a do Patriarcado de Moscovo) e ninguém sabe como irão elas repartir os templos ortodoxos do país.


Normalmente, os políticos, a imprensa e grande parte dos cidadãos comuns só reagem ao que se passa no mundo no momento em que rebenta um forte conflito. Mesmo que já se adivinhe que a situação vai ser muito grave, a prioridade vai para as lutas políticas internas ou para o futebol. Por isso, muitos ficam “espantados” como é que políticos como, por exemplo, Donald Trump ou Jair Bolsonaro podem chegar ao cargo de presidente dos seus países eleitos pela maioria dos votantes.


Mas esta “surpresa” passa-se em muitas outras esferas, incluindo o campo da religião. Que os muçulmanos se matem uns ou outros por motivos religiosos já não surpreende ninguém, mas guerras entre cristãos na actualidade? Como será possível? Isso é coisa da Idade Média!, dirão muitos. Mas não é verdade: a guerra entre cristãos ortodoxos já está instalada, e não algures muito longe de nós, ali logo na Europa do Leste, podendo as repercussões chegar a Portugal.


A Igreja Ortodoxa Russa decidiu romper com o Patriarca Bartolomeu, chefe da Igreja Ortodoxa de Constantinopla, que é considerado tradicionalmente como a figura mais importante no cristianismo ortodoxo (embora esteja a léguas de distância do poder do Bispo de Roma no seio da Igreja Católica), e este decidiu conceder a autocefalia (autonomia) à Igreja Ortodoxa Ucraniana, desferindo um rude golpe na parte que depende do Patriarca Ortodoxo Russo. A Igreja Ortodoxa Russa condenou imediatamente essa decisão, proibiu os seus membros de participarem em cerimónias religiosas conjuntas com os ortodoxos que obedecem ao Patriarca de Constantinopla e de visitarem os templos destes, nomeadamente o Mosteiro de Athon, na Grécia, muito popular entre os russos.


O metropolita Ilarion, chefe do Departamento Internacional do Patriarcado de Moscovo que recentemente visitou Portugal, já considerou este conflito uma crise pior do que o Cisma de 1054, que levou à separação entre ortodoxos e católicos.


Na Ucrânia, presentemente, existentes três igrejas ortodoxas (a do Patriarcado de Kiev, a Autocéfala e a do Patriarcado de Moscovo), sendo que as duas primeiras irão ser a base da nova Igreja Ortodoxa Ucraniana independente. E aqui reside um dos principais problemas: como irão ser repartidos os templos ortodoxos entre as várias igrejas. O Patriarcado de Moscovo receia que os “autocéfalos” comecem a ocupar à força os templos que ele diz pertencerem-lhe, tendo-se já registado várias tentativas. Uma das principais batalhas terá lugar em torno da Laura Petcherski, em Kiev, um dos lugares mais sagrados para os ortodoxos do Leste da Europa.


O ideal seria dar aos prelados e paroquianos o direito de opção mas, num país dilacerado por uma guerra contra a Rússia, será um princípio de difícil realização. Alguns dos membros da Igreja Ortodoxa Ucraniana do Patriarcado de Moscovo já anunciaram a passagem para o outro lado, como é o caso, por exemplo, do conhecido metropolita (arcebispo) Alexandre. E qual será a decisão dos crentes e dos sacerdotes das paróquias dessa metrópole? Dificilmente todos irão seguir o seu exemplo e, à guerra política, económica e militar entre a Rússia e a Ucrânia, pode vir a juntar-se a religiosa.


A Igreja Ortodoxa Russa não quer perder um dos seus mais numerosos rebanhos (segundo dados aproximados, cerca de 15 milhões num total de 180 milhões). Além disso, esta separação enfraquece fortemente a tentativa do Patriarcado de Moscovo se tornar no principal centro da ortodoxia no mundo, pois este exemplo poderá ser seguido pelas igrejas ortodoxas da Moldávia e da Letónia.


Como não podia deixar de ser, os apologistas da política do Kremlin e do actual casamento entre o Estado e a Igreja na Rússia de Putin não só encontraram os autores da divisão da Ortodoxia entre os “nazis” e “forças de extrema-direita” na Ucrânia, mas também nos Estados Unidos e Canadá.


Não é segredo para ninguém que a extrema-direita ucraniana tenta tirar frutos desta divisão, radicalizando formas e meios de solução do problema: ocupação de templos. Também é verdade que a principal base de apoio em termos de rebanho do Patriarca Bartolomeu se encontra nos Estados Unidos e no Canadá, países onde a diáspora ucraniana tem bastante influência. A actual direcção dos Estados Unidos não esconde a sua vontade de ter um regime aliado forte às portas da Rússia.


Porém, o Patriarcado de Moscovo parece considerar que os ucranianos têm a memória curta, pois é sabido que a Igreja Ortodoxa Russa apoiou a invasão da Crimeia e do Leste da Ucrânia, abençoa os separatistas pró-russos, é um dos canais da política externa agressiva de Vladimir Putin em geral.


A formação do Estado ucraniano moderno é um fenómeno muito recente, processo que avança e se consolida numa base anti-russa, como aconteceu na Estónia, Letónia e Lituânia, bem como noutros países da zona de influência soviética. Todos eles receiam que a história se repita.


Vladimir Putin não pode perder este combate em defesa do “mundo russo” e contra os cismáticos. Por isso, é de prever um envolvimento crescente do poder político russo neste conflito religioso. Os resultados poderão ser desastrosos para o Leste da Europa, tanto mais que os actuais dirigentes políticos ucranianos também não perdem a oportunidade para ganhar pontos, pois as eleições gerais irão realizar-se no início de 2019 e o conflito religioso será um dos centrais na luta política.


PS. Em Portugal, há várias comunidades ortodoxas e uma forte diáspora ucraniana, por isso, o conflito pode também manifestar-se aqui.


José Milhazes, aqui

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A Fé não é sentimentalismo

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A fé não é uma simples impressão ou emoção do coração. Sem dúvida, o cristão sente a sua fé, experimenta e desfruta dela, mas seria um erro reduzi-la ao "sentimentalismo". A fé não é algo que depende dos sentimentos: eu não sinto mais nada, devo estar perdendo a fé. Crer é uma atitude responsável e racional.
A fé também não é uma opinião pessoal. O crente compromete-se pessoalmente a acreditar em Deus, mas a fé não pode ser reduzida ao "subjetivismo": eu tenho as minhas idéias e acredito no que penso. A realidade de Deus não depende de mim, nem a fé cristã é a criação de uma única pessoa. Ela brota da ação de Deus em nós.
A fé também não é um costume ou tradição recebida dos pais. É bom nascer em uma família cristã e receber desde a infância uma orientação espiritual da vida, mas seria muito pobre reduzir a fé ao "costume religioso": na minha família sempre fomos muito ligados à Igreja. A fé é uma decisão pessoal.
A fé também não é uma receita moral. Acreditar em Deus tem as suas demandas, mas seria um erro reduzir tudo ao "moralismo”: eu respeito a todos e não magoo ninguém. Fé é, além disso, amor a Deus, compromisso com um mundo mais humano, esperança na vida eterna, ação de graças e celebração.
A fé também não é um "tranquilizante". Acreditar em Deus é, sem dúvida, uma fonte de paz, conforto e serenidade, mas a fé não é apenas um "abraço" para momentos críticos: quando estou com problemas, recorro à Virgem Maria. Acreditar é o melhor estímulo para lutar, trabalhar e viver de maneira digna e responsável.
A fé cristã começa a despertar em nós quando nos encontramos com Jesus. O cristão é uma pessoa que encontra Cristo e n’Ele descobre um Deus amoroso que o atrai mais a cada dia. João fala sabiamente sobre isso: "Conhecemos o amor que Deus tem por nós e acreditamos n’Ele, Deus é Amor" (1 João 4:16).
Esta fé cresce e frutifica somente quando permanecemos, dia após dia, unidos a Cristo, isto é, motivados e sustentados pelo Seu Espírito e pela Sua Palavra: aquele que permanece unido a Mim como Eu sou unido a ele, produz muitos frutos, porque sem Mim não pode fazer nada.
Fonte: aqui

domingo, 14 de outubro de 2018

Beatas, ratas de sacristia, ou santas


Há quem lhes chame beatas do padre, ratas de sacristia, e por aí fora. Nomes que se ouvem por todas as paróquias e que, às vezes, até a  padres ocorre repetir. Mas são aquelas mulheres que sustentam a paróquia com a sua oração, todos os dias, à mesma hora, na Igreja. Guardam essa hora para estar com Ele e para rezar por todas as necessidades, por todos e toda a paróquia. São meia dúzia de senhoras com uma certa idade que quase nunca faltam a esse compromisso que assumiram diante de Deus e da comunidade. Se calhar nem sempre são pessoas que na vida diária têm as melhoras condutas. Apontam-lhes, com frequência, o dedo, como sendo pessoas que batem no peito ou colocam as mãos juntas para rezar, mas pouco fazem, de mãos abertas, para ajudar os outros. Não sei se isso é verdade ou não. Também me parece que esse tipo de juízo é demasiado exagerado. Não há ninguém perfeito. Mas uma coisa é certa: elas raramente falham ao compromisso de rezar pela comunidade toda. Por isso hoje queria dirigir-lhes o meu Bem hajam, e chamar-lhes de minhas santas, ou santas da minha comunidade cristã. Vós suportais, em muito, a nossa comunidade. Não há casa sem fundações. Não há árvore sem raízes. Não há intimidade com Deus sem oração. Não há Igreja sem oração. Não há comunidade cristã sem oração.
Fonte: aqui

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Sínodo dos Bispos 2018,

Para já, "nada de novo sobre a terra"!
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Grupo de língua portuguesa faz primeiras propostas após sete dias de trabalhos. Aqui
Será que o Espírito Santo não se faz ouvir em Língua Portuguesa!? É que, pelo que nos é dado ler, nada de novo ou de relevante aparece nestas propostas.
Na abertura do Sínodo, o Papa Francisco havia pedido ' um Sínodo com «capacidade de sonhar e esperar»'.
Também alimentei - e continuo a alimentar - a esperança na surpresa do Espírito para que algo de novo surja, renove a esperança e liberta a Igreja para a surpresa do Evangelho. 
Não imagino um sínodo com as mesmas respostas, embora involucradas  de roupagens diferentes, para problemas novos. "Para vinho novo, odres novos", adverte Jesus.
Peço que rezemos todos para que os que participam no Sínodo escutem "aquilo que o Espírito diz à Igreja".

11 de outubro - São João XXIII

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João XXIII tornou-se uma figura querida porque assumiu, sem o menor constrangimento, o espírito de Jesus.
Para ele, todos, incluindo os ateus, eram filhos e irmãos. A justiça sempre o preocupou e mobilizou.
Conta-se que, um dia, terá perguntado a um trabalhador como ia a sua vida. Ele respondeu que ia mal. Então, o Papa garantiu que ia tratar do assunto.
Houve, no entanto, quem objectasse que, aumentando o salário aos trabalhadores, teria de haver um corte nas obras de caridade.
Resposta pronta do Pontífice: «Então é o que teremos de fazer. Porque a justiça está antes da caridade».
São estas atitudes que definem uma vida. E fazem com que as pessoas que as tomam brilhem. Mesmo nas sombras. Sobretudo nas sombras.


O Papa Bom não podia deixar de insistir na centralidade da bondade. «Não há nada mais excelente que a bondade. A inteligência humana pode procurar outros dons eminentes, mas nenhum deles se pode comparar à bondade». E, atenção, «o exercício da bondade pode sofrer oposição, mas acaba sempre por vencer porque a bondade é amor e o amor tudo vence».


O Papa Bom, João XXIII, proferiu o «Discurso da Lua» neste dia 11 há 56 anos.
Foi quando enviou aos filhos dos que estavam a ouvi-lo a «carícia do Papa».
Vale a pena ler, meditar e reter. Não é longo. E é espantosamente belo!
«Caros filhinhos, oiço as vossas vozes. A minha é apenas uma, mas condensa a voz do mundo inteiro. Todo o mundo está aqui representado.
Parece que até a lua antecipou-se esta noite – observai-a no alto – para contemplar este espectáculo. É que encerramos uma grande jornada de paz. Sim, de paz: Glória a Deus e paz aos homens de boa vontade.
A minha pessoa não conta para nada, quem vos fala é um irmão, que se tornou pai por vontade de Nosso Senhor, mas tudo junto – paternidade e fraternidade – é graça de Deus, tudo, tudo.
Continuemos, pois, a amar-nos, a querer-nos bem, a querer-nos bem; olhando-nos mutuamente no encontro, recolhendo aquilo que nos une, deixando de lado qualquer coisa que nos possa criar dificuldade: nada. Fratres sumus .
Esta manhã aconteceu um espectáculo que nem a basílica de São Pedro, que tem quatro séculos de história, alguma vez pôde contemplar.
Honremos as impressões desta noite. Que os nossos sentimentos permaneçam sempre como agora os manifestamos diante do Céu e da terra. Fé, esperança, caridade, amor de Deus, amor de irmãos. E assim, todos juntos, mutuamente apoiados, na santa paz do Senhor, nas obras do bem.
Quando regressardes a casa, encontrareis os vossos meninos. Fazei uma carícia às vossas crianças e dizei: «esta é a carícia do Papa». Encontrareis algumas lágrimas por enxugar, fazei alguma coisa… dizei uma boa palavra: «O Papa está connosco, especialmente nas horas de tristeza e de amargura».
E assim, todos juntos, animemo-nos, cantando, suspirando, chorando mas sempre, sempre cheios de confiança em Cristo que nos ajuda e nos escuta, para avançarmos e retormarmos o nosso caminho.
E, agora, tende a gentileza de atender à bênção que vos dou e também à boa-noite que me permito desejar-vos».

Concílio Ecuménico Vaticano II iniciou-se faz hoje 56 anos
Neste dia 11 de Outubro, faz 56 anos que se iniciou em Roma o Concílio Ecuménico Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII. O Concílio decorreu em Roma (entre 1962 e 1965), mas parece que nunca terá chegado verdadeiramente até nós. Apercebemo-nos, seguramente, de alguns dos seus sinais (nomeadamente a Missa em português), mas creio que ainda não chegamos a penetrar no coração das suas propostas.Sucede que o principal contributo do Vaticano II foi redespertar a nossa atenção para a centralidade de Deus e de Jesus Cristo. Reconduziu-nos, portanto, para as fontes da fé.
João António Teixeira

domingo, 7 de outubro de 2018

Este OUTUBRO marca o início do....

1. ANO MISSIONÁRIO
TODOS, TUDO E SEMPRE EM MISSÃO

***
2. PLANO PASTORAL 2018/2019
Somos Igreja chamada e enviada em missão







sábado, 6 de outubro de 2018

Momentos de Deus, momentos com Deus


Nos dias 4, 5 e 6 de outubro, um grupinho de Convivas desta Paróquia, a que se juntaram algumas pessoas da comunidade, dinamizou na Igreja Paroquial momentos de oração pelos bons frutos do Convívio Fraterno que então decorria no Seminário de Resende, com a presença de jovens de várias partes da diocese.
Assinale-se:
- A participação dos presentes na oração. Para isso contribuiu muito o projector da Igreja, já que possibilitou o acesso de todos a leituras e a cânticos.
- A postura das pessoas: serena, alegre, compenetrada, sentida.
- O guião da oração foi bem concebido, porque partindo da Palavra de Deus, ajudou a ler e a projectar luz sobre situações e pessoas.
- O sentido de Deus. Esta gente já interiorizou a Palavra de Jesus: "Sem Mim nada conseguis fazer." Por isso rezaram ao Senhor para que a Sua Graça abrace e abarque todos os que estão no Convívio.
- Em Ano Missionário e no início do novo Ano Pastoral, os presentes foram rezando: "Todos, tudo e sempre em Missão", porque "somos Igreja chamada e enviada em Missão."
- O compromisso que os  Convivas assumiram de, em cada 1ª sexta-feira, se associarem à oração que a paróquia realiza, ao fim da tarde, na Igreja Paroquial.


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Acríticos, acéfalos, superficiais

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No facebook circula uma pseudonotícia. Esta que pode ver aqui.
Na redação da "notícia" há claros indícios de que a mesma é falsa. Mas vamos admitir que algumas pessoas não se aperceberam de tais indícios. Ao menos poderiam reparar na nota final onde diz isto: "... a informação aqui veiculada  não corresponde à realidade…"
Mas qual quê!?
Muitas pessoas leem pouco, leem mal, leem o que lhes interessa, leem segundo a intenção do seu coração.
Para muita gente o que interessa é a oportunidade de "deitar faladura", destilar ódio e preconceito, marcar posição, manifestar ignorância, chamar a atenção para si mesma… O coro enorme de comentários que a "notícia" em causa provocou!!!
Isto alerta para o facto de ser cada vez mais necessário  prestar  atenção ao que é dito nas redes sociais. Não comamos gato por lebre!
"Vi Facebook", "vi no Twitter" , ouve-se a cada passo, como se fosse um dogma, uma verdade irrefutável.
Prestar atenção ao que está escrito, a tudo, sendo críticos, usando a inteligência e, na dúvida, procurar a confirmação ou não do que foi visto.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Bombi Challenge

Diversão, adrenalina e espírito de camaradagem marcaram a I edição do Bombi Challenge, que durante a manhã do dia 30 de setembro pôs à prova a destreza e condição física dos cerca de 100 atletas que abraçaram este desafio. 
Ao longo de cerca de  10 km, mais de 20 obstáculos obrigaram os atletas mostrar a fibra que os caracterizava, desafiando-os a correr, saltar, escalar e rastejar em terrenos lamacentos, tanques de água, entre outros, sempre usufruindo ao máximo das condições naturais privilegiadas que o Concelho de Tarouca proporcionou à realização do evento. 
A prova de obstáculos, organizada pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tarouca e  Município de Tarouca, garantiu a promoção do território tarouquense, a sua paisagem e natureza, destacando-se, nesta edição, as passagens entre o rio e a serra.
A todo o staff e participantes endereçamos o nosso sincero agradecimento por todo o empenho e calor humano, que foi garante do sucesso desta primeira edição.
Cátia Rocha

sábado, 29 de setembro de 2018

Estão a chegar ao fim as Festas de S. Miguel 2018


As festividades em honra de S. Miguel, em Tarouca,  formalmente inauguradas em 21 de setembro, chegam ao fim em  30 de setembro. A cidade de Tarouca encheu-se de animação, com inúmeras atratividades que marcaram a época festiva.
O  desfie "Associações com Vida", que percorreu em 23 de setembro as principais ruas da cidade, numa mostra do movimento associativo tarouquense; a música que diariamente ecoou pelo Centro Cívico; as barraquinhas das associações; os comes-e-bebes com sabor regional; o fogo de artifício do dia 28; a  tradicional feira de S. Miguel a 29; o bazulaque e a marrã intimamente ligados a S. Miguel pela tradição; o convívio e a paz social verificados… São alguns dos pontos altos destas festividades.
Recorde-se que o dia de S. Miguel - 29 de setembro - é o feriado municipal, embora este ano mal se tivesse dado por isso, pois calhou num sábado.  Por isso estas festas são de organização camarária.

domingo, 23 de setembro de 2018

sábado, 22 de setembro de 2018

Festas Miguelinas em Tarouca

Festas de S. Miguel em Tarouca
Centro Cívico:
- Inauguração das festividades
- As barraquinhas das Associações
-Comes e bebes...

- A Música
- Participantes
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em palco e noite

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O rasto dos passos de Deus


 Obras do Senhor, bendizei o Senhor, *
louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
Céus do Senhor, bendizei o Senhor! *
Anjos do Senhor, bendizei o Senhor!
Águas do alto céu, bendizei o Senhor! *
Potências do Senhor, bendizei o Senhor!
Lua e sol, bendizei o Senhor! *
Astros e estrelas, bendizei o Senhor!
Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor! *
Brisas e ventos, bendizei o Senhor!
Fogo e calor, bendizei o Senhor! *
Orvalhos e geadas, bendizei o Senhor! *
Geada e frio, bendizei o Senhor!
Gelos e neves, bendizei o Senhor! *
Noites e dias, bendizei o Senhor!
Luzes e trevas, bendizei o Senhor! *
Raios e nuvens, bendizei o Senhor!
Ilhas e terra, bendizei o Senhor! *
Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
Montes e colinas, bendizei o Senhor! *
Plantas da terra, bendizei o Senhor!
Mares e rios, bendizei o Senhor! *
Fontes e nascentes, bendizei o Senhor!
Baleias e peixes, bendizei o Senhor! *
Pássaros do céu, bendizei o Senhor!
Feras e rebanhos, bendizei o Senhor! *
Filhos dos homens, bendizei o Senhor!
Filhos de Israel, bendizei o Senhor! *
Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
Sacerdotes do Senhor, bendizei o Senhor! *
Servos do Senhor, bendizei o Senhor!
 Almas dos justos, bendizei o Senhor! *
Santos e humildes, bendizei o Senhor!
 Jovens Misael, Ananias e Azarias, *
louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
(Bíblia, Daniel 3,57-88.56)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

"Hoje, apenas hoje", um texto de João XXIII

Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, sem querer resolver de uma só vez todos os problemas da minha vida.
Hoje, apenas hoje, terei o máximo cuidado na minha convivência: afável nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar, nem corrigir ninguém à força se não a mim mesmo.
Hoje, apenas hoje, serei feliz na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo mas também já neste.
Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias sem pretender que sejam todas as circunstâncias a adaptarem-se aos meus desejos.
Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura. Assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, assim a boa leitura é necessária para a vida do espírito.
Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custa fazer; e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.
Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção, e não o direi a ninguém.
Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.
Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente - embora as circunstâncias mostrem o contrário - que Deus se ocupa de mim como se não existisse mais ninguém no mundo.
Hoje, apenas hoje, não terei qualquer medo. De modo especial não terei medo de apreciar o que é belo e de crer na bondade.
João XXIII, Papa
Fonte: aqui

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ELOGIE EM PÚBLICO, CRITIQUE EM PARTICULAR

Famílias
Empresas
Associações
Equipas de trabalho
Organizações
Escolas
Grupos e movimentos cristãos
Amigos

Assim como apontar as falhas se faz necessário para o desenvolvimento pessoal e profissional, o elogio é uma prática que também deve integrar o quotidiano  de todo gestor, de todo o responsável. O elogio motiva as pessoas, demonstra reconhecimento e indica que a chefia não está alheia às contribuições individuais ao trabalho do grupo. “Tanto o elogio quanto a crítica são feedbacks que podem ser construtivos – depende da maneira como são feitos”, afirma Fernando Battestin, consultor de Educação Corporativa da Leme Consultoria.
A lógica é que todo estímulo dado ao ser humano produz uma resposta, que deve ser observada de acordo com o ambiente. “Se esse estímulo for saudável, a tendência é que o comportamento também o seja e se repita por outras tantas vezes”, explica Battesin. Para a empresa e o grupo os benefícios são o aumento da produtividade e um bom ambiente de trabalho.
O desafio para dirige é saber a dose exata do remédio, pois o elogio em excesso tende a soar como automático e falso, sem conteúdo. Na outra ponta – quando ele inexiste – o resultado pode ser o desestímulo e a desmotivação. Não existe fórmula certa ou errada: vale a percepção de quem dirige para identificar sinais de desmotivação, desinteresse ou de desestabilização  que possam ser combatidos com elogios pontuais, mesmo que o feito não tenha grande impacto sobre um determinado projeto, por exemplo.
  “Quando elogiar torna-se uma prática da liderança, ela acontecerá naturalmente e não soará com falsidade”, acredita Battestin.
  Ao elogiar ou criticar um colaborador é importante ter dados concretos para justificar o feedback. Quem dirige  não pode ser vago e deve sempre trabalhar com dados, assim o colaborador poderá compreender com mais clareza os resultados da avaliação. “Ao elogiar, faça-o publicamente, pois estimula os outros que estão ouvindo, mas evite criticar ou repreender em público, pois isso expõe as pessoas e tornam o ambiente desconfortável”, orienta Battestin.

Quem dirige deve sempre ter como preocupação:
- Evitar a fofoca, o diz-se, diz-se, a má língua, o dizer mal da pessoa nas costas da mesma…
- Ter horizontes largos, ver ao longe
- Evitar a mesquinhez, o ficar preso a pequenos pormenores,  ser mesquinho…
- Não confundir empatias  ou antipatias pessoais com o bem do grupo
- Não expor em público falhas e problemas de cada pessoa
- Ser corajoso, humilde e verdadeiro para um encontro pessoal com a pessoa que falhou
- Saber reconhecer os próprios erros
- Nunca funcionar como fim de estrada para com quem falhou, mas ser ponte para nova oportunidade

E LEMBRE-SE:
ELOGIE EM PÚBLICO, CRITIQUE EM PARTICULAR!