segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

O Alentejo sabe a liberdade


Há 5 locais  deste nosso país que me encantam, seduzem, elevam. O Minho, o verde das suas paisagens, a alegria das suas gentes. O Alto Douro, os seus vinhedos suspensos pelos encostas do Douro a quem parecem fazer eterna continência. Lisboa, a cidade encantada. O Alentejo, a amplitude das suas paisagens, a planície, o silêncio, a especificidade das suas gentes. ´Na planície alentejana, a liberdade ressoa por todos os poros. Absolutamente deslumbrante! A Serra de Santa Helena. Ai, Santa Helena, só de recordar, parece que uma onda magnética me envolve e eletriza... Única a vivência da fé naquele lugar. Eloquente o silêncio falante da Serra. Fascinante a paisagem que de lá se vislumbra.
Nesta semana, em que a Cáritas celebra semana nacional centrada na pobreza e cuidado da natureza, combatamos a pobreza humana e a degradação paisagística. Para que a natureza nos possa continuar a encantar, elevando-nos. Para que a dignidade humana seja um prato servido na mesa da vida de cada pessoa.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Downhill – Taça de Portugal – Internacional C1

Foto de José Damião.
Foto de José Damião.
 Foto de Artur Silva.
A serra de Santa Helena recebe este fim de semana os melhores pilotos de downhill da atualidade. A prova inicial do troféu português é também uma corrida do calendário internacional Union Cycliste Internacionale - UCI, estando registada como prova de classe 1 internacional.
Esta é sem duvida a prova mais importante que recebemos até hoje nas  pistas do DhTarouca, contando com mais  de 250 pilotos  inscritos, cerca de 80 estrangeiros e de 8 nacionalidades diferentes - Portugal, Espanha, França, Itália, Áustria, Roménia, Reino Unido e Estónia.
Durante este sábado, decorreram os treinos a partir das 9 horas e terminaram no final da tarde. Amanhã, domingo, a prova desenrola-se em duas mangas. Às 11h00 corre-se a descida de qualificação. A final, que determinará a classificação da jornada, inicia-se às 14h00.
As expectativas estão ultrapassadas, o número de participantes atingiu recordes e este será certamente a prova com maior número de pilotos dos últimos tempos no nosso país.
Vale a pena aparecer!

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

De quantas horas de sono precisamos realmente?

dormir junto
Dormir o suficiente é fundamental para a nossa saúde, mas quanto é o suficiente? "As necessidades de sono variam ao longo da vida".

- Recém-nascidos (0-3 meses): Entre 14 e 17 horas
- Bebés (4-11 meses): Entre 12 e 15 horas
- Bebés de um e dois anos: Entre 11 e 14 horas
- Crianças dos 3 aos 5: Entre 10 e 13 horas
- Crianças dos 6 aos 13: Entre 9 e 11 horas
- Adolescentes até aos 17: Entre 8 e 10 horas
- Adultos até aos 64: Entre 7 e 9 horas
- Seniores (mais de 65): Entre 7 e 8 horas
(Um estudo de 2015 da norte-americana National Sleep Foundation)

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Líder cigano vai castigar agressores de enfermeiros

O líder da comunidade cigana, Alberto Melo, vai castigar a família que agrediu enfermeiros nas urgências do Hospital de São João, no Porto.
Ver aqui

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Uma grande, grande senhora!

D. Maria José (D. Zezinha para os amigos) é a mãe de Mons. José Guedes, Pároco da Paróquia de Almacave. Faleceu no último domingo.
Conheci D. Zezinha em Salzedas, quando seu filho era aí Pároco.
Diz-se que uma vez mãe de um padre, mãe de todos os padres. Em D. Zezinha isto não era uma figura de retórica, era mesmo verdade. Sentia-se, escorria por todas as reações.
Dada a familiaridade existente entre o P. Zé Guedes e os restantes sacerdotes do Arciprestado, as interações eram mais que muitas.
Perdura no coração a simplicidade e bondade com que acolhia, a alegria no recebimento, a discrição e postura com que sabia estar, a doçura de coração com que compreendia, a tolerância e compreensão perante alguns excessos da nossa juventude. Quando algum de nós dizia ou fazia algo mais fora dos cânones, a resposta surgia da parte dela. "És um safado!" Isto enquanto um sorrisos largo e bonito expressava montanhas de carinho!
Como acontece com cada um de nós, a vida nem sempre lhe sorriu, mas ela sorria à vida. As dores não a azedaram, mas amadureceram-na, deram-lhe uma compreensão enorme perante as falhas dos outros e uma humanidade encantadora.
Uma grande Mulher, uma crente admirável, uma familiar armabilíssima, uma amiga confiável e acolhedora. Uma pessoa com quem se gostava de estar e com quem sempre se aprendia.
Perdoem-me a minha sensação: para mim, uma santa!
Obrigado por tudo e por tanto!
Que nos braços Pai, levado aos ombros pelo Bom Pastor, participes agora na ressurreição e vives para sempre feliz no amor de Deus e com Deus.
E como o fizeste durante a vida na terra, continues agora a estender a passadeira do amor de Deus sobre tua família, teus amigos e o mundo.
Descansa em paz, boa amiga!

A Homenagem dos filhos




segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Moldura para o Sopé da Montanha

O sr. António José Paes Dias, que escreve no jornal Sopé da Montanha, enviou uma moldura de agradecimento aos colaboradores deste jornal.
Diz assim:
" AOS COLABORADORES - VOLUNTÁRIOS DA INFORMÁTICA
DO JORNAL SOPÉ DA MONTANHA
PELA DEDICAÇÃO LAUDÁVEL A ESSA CAUSA
FACTO DE SUMA RARIDADE NOS NOSSOS DIAS
Tarouca, julho de 2018
António José Paes Dias"

Pessoalmente e em nome dos outros colaboradores, agradecemos ao sr. Paes Dias o gesto e a delicadeza.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família para o dia dos Namorados

O “Dia dos Namorados”, pelo mundo inteiro festejado a 14 de fevereiro, está felizmente sob a invocação de São Valentim, um santo italiano do século III que, segundo a tradição, teria apoiado os jovens na vocação ao Matrimónio, contra a ordem do imperador que os impedia de casar, porque os queria livres para servirem no exército romano.
Também hoje a Igreja olha com simpatia e esperança todos os jovens namorados que percorrem este caminho com coragem e oferece-lhes todo o seu apoio para o discernimento e realização da sua vocação ao amor e à constituição de uma família, segundo o pensamento de Deus para cada um.
O namoro é um caminho que brotou de uma atração e que deve levar à descoberta do outro sem pressas e precipitações, para permitir um conhecimento recíproco, em ordem à construção de um projeto de vida comum.
O tempo do namoro é, pois, o tempo da aprendizagem do amor, um tempo exigente, mas belo. Diz o Papa Francisco que “fazer de duas vidas uma só é quase um milagre, um milagre de liberdade do coração, confiado à fé”.
Viver bem o namoro requer tempo, delicadeza, seriedade, que gere confiança, estima recíproca e respeito pela liberdade, que permita a cada um revelar-se tal como é, e de discernirem juntos o projeto de Deus à luz da fé, sem queimar etapas.
Por isso mesmo, é também um caminho percorrido a três. Deus deve ter um lugar na vida dos namorados, porque Ele é a fonte e a origem do verdadeiro amor, de todo o amor.
Caríssimos jovens, vivei o tempo do namoro como descoberta, acolhimento e resposta ao chamamento de Deus ao amor e à vida em plenitude no Matrimónio cristão, aprendendo a amar sem possuir e sem dominar, apoiados na Palavra de Deus, na oração e na vida em comunidade, crescendo no amor e na descoberta da alegria e da beleza da família que o Senhor vos chama a constituir, apoiados na sua graça.
Vivei alegres e puros na entrega do amor! Descobri a sua beleza à luz do amor de Deus manifestado em Jesus. Amai como Ele amou e ama. 
A Igreja acompanha-vos e conta convosco para a constituição de famílias fortes na fé, fiéis, alegres, felizes e fecundas, como Deus as sonhou e as quer constituir convosco. 


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Começa a Quaresma. Liberte-se!

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2018
«Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (Mt 24,12)

Amados irmãos e irmãs!
Mais uma vez vamos encontrarmo-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão», que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.
Com a presente mensagem desejo, neste ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar por esta afirmação de Jesus, que aparece no Evangelho de Mateus: «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24,12).
Esta frase encontra-se no discurso sobre o fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a Paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenómenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se nos corações o amor que é o centro de todo o Evangelho.
Os falsos profetas
Escutemos este trecho, interrogando-nos sobre as formas que assumem os falsos profetas.
Uns assemelham-se a «encantadores de serpentes», ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!
Outros falsos profetas são aqueles «charlatães» que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis mas desonestos! Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois se revelam dramaticamente sem sentido! Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar. É o engano da vaidade, que nos leva a fazer a figura de pavões para, depois, nos precipitar no ridículo; e do ridículo não se volta atrás. Não nos admiremos! Desde sempre o demónio, que é «mentiroso e pai da mentira» (Jo 8,44), apresenta o mal como bem e o falso como verdadeiro, para confundir o coração do homem. Por isso, cada um de nós é chamado a discernir, no seu coração, e a verificar se está ameaçado pelas mentiras destes falsos profetas. É preciso aprender a não se deter no nível imediato, superficial, mas reconhecer o que deixa dentro de nós um rasto bom e mais duradouro, porque vem de Deus e visa verdadeiramente o nosso bem.
Um coração frio
Na Divina Comédia, ao descrever o Inferno, Dante Alighieri imagina o diabo sentado num trono de gelo; habita no gelo do amor sufocado. Interroguemo-nos então: Como se resfria o amor em nós? Quais são os sinais indicadores de que o amor corre o risco de se apagar em nós?
O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro, «raiz de todos os males» (1 Tm 6,10); depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n’Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos. Tudo isto se transforma em violência que se abate sobre quantos são considerados uma ameaça para as nossas «certezas»: o bebé recém-nascido, o idoso doente, o hóspede de passagem, o estrangeiro, mas também o próximo que não corresponde às nossas expetativas.
A própria criação é testemunha silenciosa deste resfriamento do amor: a terra está envenenada por resíduos lançados por negligência e por interesses; os mares, também eles poluídos, devem infelizmente guardar os despojos de tantos náufragos das migrações forçadas; os céus – que, nos desígnios de Deus, cantam a sua glória – são rasgados por máquinas que fazem chover instrumentos de morte.
E o amor resfria-se também nas nossas comunidades: na Exortação apostólica Evangelii gaudium procurei descrever os sinais mais evidentes desta falta de amor. São eles a acédia egoísta, o pessimismo estéril, a tentação de se isolar empenhando-se em contínuas guerras fratricidas, a mentalidade mundana que induz a ocupar-se apenas do que dá nas vistas, reduzindo assim o ardor missionário.
Que fazer?
Se porventura detetamos, no nosso íntimo e ao nosso redor, os sinais acabados de descrever, saibamos que, a par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum.
Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos, para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida.
A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: «Isto é o que vos convém» (2 Cor 8,10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião para tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade?
Por fim, o jejum tira força à nossa violência, desarma-nos, constituindo uma importante ocasião de crescimento. Por um lado, permite-nos experimentar o que sentem quantos não possuem sequer o mínimo necessário, provando dia a dia as mordeduras da fome. Por outro, expressa a condição do nosso espírito, faminto de bondade e sedento da vida de Deus. O jejum desperta-nos, torna-nos mais atentos a Deus e ao próximo, reanima a vontade de obedecer a Deus, o único que sacia a nossa fome.
Gostaria que a minha voz ultrapassasse as fronteiras da Igreja Católica, alcançando a todos vós, homens e mulheres de boa vontade, abertos à escuta de Deus. Se vos aflige, como a nós, a difusão da iniquidade no mundo, se vos preocupa o gelo que paralisa os corações e a ação, se vedes esmorecer o sentido da humanidade comum, uni-vos a nós para invocar juntos a Deus, jejuar juntos e, juntamente connosco, dar o que puderdes para ajudar os irmãos!
O fogo da Páscoa
Convido, sobretudo os membros da Igreja, a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração. Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus! Ele dá-nos sempre novas ocasiões para podermos recomeçar a amar.
Ocasião propícia será, também neste ano, a iniciativa «24 horas para o Senhor», que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística. Em 2018, ela terá lugar nos dias 9 e 10 de março – uma sexta-feira e um sábado –, inspirando-se nestas palavras do Salmo 130: «Em Ti, encontramos o perdão» (v. 4). Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental.
Na noite de Páscoa, reviveremos o sugestivo rito de acender o círio pascal: a luz, tirada do «lume novo», pouco a pouco eliminará a escuridão e iluminará a assembleia litúrgica. «A luz de Cristo, gloriosamente ressuscitado, nos dissipe as trevas do coração e do espírito»,  para que todos possamos reviver a experiência dos discípulos de Emaús: escutar a Palavra do Senhor e alimentarmo-nos do Pão Eucarístico permitirá que o nosso coração volte a inflamar-se de fé, esperança e amor.
Abençoo-vos de coração e rezo por vós. Não vos esqueçais de rezar por mim.
Vaticano, 1 de novembro de 2017, Solenidade de Todos os Santos
 Papa Francisco

domingo, 11 de fevereiro de 2018

É Carnaval. Divirta-se!

Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foto de Município de Tarouca.
Foliões em desfile carnavalesco cá na terra.


Comadres e compadres,
Enterro do Entrudo,
Deixadas,
Corso carnavalesco,
Danças e marchas,
Fogueiras,
Bailes,
Máscaras e disfarces,
Comidas da ocasião. As mais tradicionais à base de carne de porco...


É Carnaval. Toca a divertir. Porque só se sabem divertir os que rejeitam ofender.


Das coisas que pessoalmente acho sem sentido  é a realização das  "40 Horas" nesta época do ano. Desculpem, mas penso que é uma palermice que só se mantém pela teimosia de meia dúzia de velhos do Restelo que teimam em deslocar os olhos para a nuca...
Não, a culpa não é dos párocos. É daqueles que fazem das tradições humanas o seu deus. Daqueles que são do estilo "sempre se esmorrou, sempre se há-de esmorrar!"
Cada coisa a seu tempo. Agora é Carnaval. Que as pessoas se divirtam. Depois começa o tempo quaresmal. Que saibam fazer Quaresma.
AS "40 HORAS" continuam a ter todo o sentido. Mas no tempo próprio, não neste.


Carnaval. Que os cristãos saiam para o mundo. Brinquem, partilhem, se alegrem. Que levem ao mundo a maneira de ser alegre ao modo de Jesus Cristo.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

‘Migrações sem tráfico. Sim à liberdade! Não ao tráfico!’

8 de fevereiro: Dia internacional de oração contra o tráfico humano
Esta  data evoca a memória de Santa Josefina Bakhita, uma escrava sudanesa que se tornou religiosa canossiana e que foi canonizada no ano 2000.

“Convido todos os cidadãos e instituições a unirem as suas forças para prevenir o tráfico e garantir proteção e assistência às vítimas”, apelou o Papa Francisco.
Francisco sublinhou que perante as “poucas possibilidades” de encontrarem “canais regulares” para chegarem ao destino desejado, “muitos migrantes decidem aventurar-se por outros caminhos, onde muitas vezes os esperam abusos de todo o tipo, exploração e redução à escravidão”.
“As organizações criminosas, dedicadas ao tráfico de pessoas, usam estas rotas migratórias para esconderem as suas vítimas, entre os migrantes e refugiados”, advertiu.
o Papa Francisco recorreu à rede social Twitter para se insurgir contra este crime.
O tráfico de seres humanos é uma ferida no corpo da humanidade contemporânea, uma chaga na carne de Cristo. Trata-se de um delito contra a humanidade”, escreve, numa mensagem replicada pela secção ‘Migrantes&Refugiados’ (@M_RSeccao), do dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral (Santa Sé).
"Rezemos todos para que o Senhor converta o coração dos traficantes  – é uma feia palavra, esta, traficantes de pessoas – e dê a esperança de recuperar a liberdade aos que sofrem por causa desta chaga vergonhosa”, disse o pontífice.
 
O tráfico humano e insensibilidade social
- O tráfego de pessoas é  um crime monstruoso hodierno. Traficantes valem-se de pessoas "simplórias" ou em condições de vida degradantes para as reduziram à escravidão, as comercializarem, enriquecerem através deste comércio nojento e degradante.
- Pessoas, vítimas da fome, da guerra e da miséria, são enganadas com promessas de emprego e ordenado dignos. É-lhes extorquido o que têm - e às vezes não têm -  para pagar a passagem até ao prometido emprego. Uma vez na mão dos traficantes, estes pobres são encaminhados para trabalhos forçados, para a prostituição, para o comércio de órgãos, como correios de drogas e de outros "negócios ilícitos"... É-lhes retirado o passaporte e outros documentos identificativos, são mantidos cativos, são privados de direitos sociais e dão-lhe uma 'côdea' como ordenado que depois lhe retiram completamente ou quase completamente com o argumento de que têm que pagar viagem, alimentação, deslocação e comida. Claro, sem horário de trabalho...
- Não se pense que isto só acontece com africanos e asiáticos. A cada passo  se ouvem notícias de portugueses que são levados para o estrangeiro com a promessa de emprego e salário dignos e depois são encontrados em trabalho escravo. Por exemplo, não têm faltado notícias destas na agricultura espanhola.
- Também se tem falado bastante na comunicação social de estrangeiros que vêm trabalhar para os campos portugueses. Alguns destes têm que trabalhar imensas horas, sem condições e ordenado legais, sem direitos sociais assegurados.
- Há ainda o crime do rapto. Pessoas raptadas para depois serem submetidas as atividades ilegais em serviço escravo.
- O que mais impressiona é que crimes tão monstruosos e iníquos não tenham na comunicação social e na opinião pública a contestação que merecem. Uma sociedade e uma comunicação que fazem uma berraria imensa por tudo e por nada, parecem anestesiadas perante o hediondo crime do tráfego de pessoas. Até quando durará este silêncio e esta surdez?

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018


Foto de Centro Paroquial Santa Helena.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

O que se passa com as autópsias?


A morte de um ente querido é sempre uma experiência de grande sofrimento para quem "cá fica".
Cabe à sociedade tudo fazer para suavizar a dor pela perda de alguém.
Uma pessoa falece numa sexta-feira da parte da manhã  e o funeral realiza-se na terça-feira seguinte, porque a autópsia só foi realizada na segunda?
Algo só pode estar mal!
E a dor daqueles familiares e amigos durante todos estes dias?
Como é possível tanta insensibilidade social perante o sofrimento de famílias que choram o velório do seu familiar sem a presença do corpo?
Porque não atua o governo?  Os deputados não se apercebem desta situação sangrante? E os responsáveis pelo sector? Que andam as entidades responsáveis pela saúde a fazer? E o Presidente "dos afetos" já fez alguma coisa para chamar à liça os responsáveis?
Antes de tudo está a dignidade da pessoa humana. Antes e acima de estatutos profissionais...
A sociedade não pode evitar a morte, ela é certa. Mas PODE E DEVE evitar que as pessoas sofram tão desumanamente.
Não há cidadania sem o respeito pela dor humana!

domingo, 4 de fevereiro de 2018

E se a curto ou médio prazo as nossas estradas e auto-estradas se transformarem em matagais!???



E se a curto ou médio prazo as nossas estradas e auto-estradas se transformarem em matagais!???
Há muito que estou convencido que o futuro dos transportes passa pelo ar. Mais rápido, mas seguro, mais económico...
Já viu o que é um professor de Tarouca, colocado numa escola em Faro, e que faz diariamente a viagem de ida e volta porque esta só demora uma hora?
Quando falo nisto, ainda há muita gente a torcer o nariz. Eu compreendo. Mas olhem que o futuro já começou. Não acredita? Veja Aqui