terça-feira, 30 de junho de 2009

Adiós, El Comandante!

Já é oficial: el comandante vai trocar o FC Porto pelo Marselha, num negócio que fará entrar nos cofres do dragão 18 milhões de euros.
Como desportista e portista, obrigado, Lucho, pelo bom profissional que foste enquanto jogador do FC Porto. Desejo-te a melhor sorte do mundo no Marselha.
Lucho González‎. Um exemplo dentro e fora do campo! Grande jogador, enorme profissional, atleta de eleição. Um dos jogadores mais elegantes e com mais classe a jogar futebol.
Havia entre os adeptos e Lucho uma empatia nata, ele era um símbolo do clube. Por isso, escorre nos comentários publicados nos jornais que dão a notícia, uma profunda tristeza, causada pela saída do atleta.
O Porto tem que fazer dinheiro para tentar reequilibrar as suas contas. Daí decorre o facto de todos os anos ter que se desfazer do passe de alguns dos seus melhores atletas. Por outro lado, Lucho tem 28 anos. Como futebolista já não é propriamente um jovem. É natural que queira ganhar mais uns tostões, aproveitando o pouco tempo que lhe resta como jogador na plenitude das suas capacidades. E a mesma ordem de razões é válida para o Porto. Terá sido a última oportunidade de ceder o seu passe por estes valores...
Mas se vemos os jogadores nacionais sempre mortinhos por emigrar na busca do el dourado, que estranhar que um estrangeiro queira partir!?
A política de aquisições do Porto não passa por nomes sonantes. Vai mais no sentido de adquirir o passe de jogadores com qualidades natas e perfil humano adequado, mas ainda desconhecidos. Depois valoriza-os e lucra como se tem visto nos últimos anos. Fernando, Rolando, Hulk... são alguns dos exemplos do que acabo de afirmar.
Penso que o caminho andado nos dá garantias para o que aí vem....

Como um raio

Às vezes parece que assim é. A Justiça cai como um raio ao menor falhanço de uma pessoa de bem, que teve um percalço na vida. Entretanto, perante aqueles que infernizam a vida aos outros e parasitam a sociedade, demonstra uma lentidão de estarrecer.

O Pai Nosso de Sevilha

PAI NOSSO,QUE ESTÁS NOS CÉUS
E na terra que está morrendo e nos olhos das crianças que não têm pra comer
SANTIFICADO SEJA TEU NOME
E que todo mundo saiba de Tua mão generosa, de Tua força e de Teu poder
VENHA A NÓS O TEU REINO
E que brilhe o mais limpo, o melhor, o mais puro…o melhor de nosso ser
FAÇA-SE A TUA VONTADE
E se leve o lixo, a violência e a mentira até desaparecer
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
Protege-nos Senhor. Ajuda-nos Senhor.
DÁ-NOS HOJE O NOSSO PÃO DE CADA DIA
E que a natureza se reparta entre o povo de maneira natural
E PERDOA NOSSAS OFENÇAS
Como Tu nos ensinaste a querer a Teus irmãos e a saber perdoá-los
ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AQUELES QUE NOS OFENDEM
Nos ofendem a injustiça, os tiranos, os covardes, os racistas e a dor.
NÃO NOS DEIXA CAIR EM TENTAÇÃO
Nem permita que adoeça o bonito, o cristão, nem o amor do coração
E LIVRA-NOS DO MAL
Abençoa-nos Senhor. Escuta-nos Senhor.
AMÉM
(desconhecido)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Festa de São Pedro


Desde o séc. III que a Igreja celebra numa única solenidade os Apóstolos Pedro e Paulo.
"Pedro que foi o primeiro a confessar a fé em Cristo, e Paulo que a ilustrou com a sua doutrina;
Pedro que estabeleceu a Igreja nascente entre os filhos de Israel, e Paulo, que anunciou o Evangelho a todos os povos;
ambos trabalharam, cada um segundo a sua graça, para formar a única família de Cristo;
agora, associados na mesma coroa de glória, recebem do povo fiel a mesma veneração." (Prefácio da Solenidade de São Pedro e São Paulo)

São Pedro é o Padroeiro desta comunidade que traz o Apóstolo no nome: Paróquia de São Pedro de Tarouca. Por isso se estão a celebrar em Tarouca as festas petrinas.
Na tarde deste dia, teve lugar na Igreja Paroquial a solene Eucaristia e a Procissão. Presidiu à Missa e anunciou a Palavra de Deus o Cón. Doutor João António, Reitor do Seminário Maior. Pelo que lhe agradeço imenso. Obrigado, bom Amigo!
Sacerdote de imensa sabedoria, soube comunicar clara e convictamente a Palavra. Falou-nos de Pedro, do Ano Paulino que hoje se encerra e do Ano Sacerdotal que começou em 19 de Junho. Sempre numa perspectiva cristocêntrica. Só uma adesão pessoal e comunitária a Jesus Cristo consegue transformar libertadoramente o mundo.

As festas petrinas estão a decorrer com toda a serenidade e bom acolhimento. Parabéns aos mordomos que organizam a festa e ao povo pela colaboração e pela postura.
E porque hoje é a festa da unidade paroquial, quero igualmente felicitar os mordomos das outras festas que têm lugar na freguesia e as povoação pela colaboração e pela maneira alegre e fraterna como as têm vivido.

Alentejano sagaz

No Alentejo, um autocarro que transportava o governo chocou com uma árvore.
Pouco depois, chegou um jornalista e perguntou a um alentejano que estava por ali com uma pá na mão:
- O Senhor viu o que se passou?
- Vi, si senhóri. O autocarro co' governo espetou-se no chaparro.
- E onde estão os políticos?
- Enterrê-os todos!
- Mas... não estava nenhum vivo?
- O 1º Ministro dizia que sim, mas vossemecê sabe como ele é mentiroso...

domingo, 28 de junho de 2009

Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo

Faça download deste vídeo para ver o texto em tamanho maior e assim poder ler convenientemente a mensagem. Acho que está fantástica!

Faz-lhe bem. Veja e reveja. Convido-o (a) a meditar sobre a mensagem.

Pode seguir outro caminho:

abrir: http://www.buscandonovasaguas.com/ e Procurar "Meu domingo". Depois fazer Download de Pedro e Paulo. Poderá então ver avontade, com calma pois é bem grande a letra e claras as imagens.

Chuva de Verão

Chove nesta região.
No fim da Missa da manhã, alguém dizia:
- Alguém está a regar as culturas por nós. Um só faz a rega de todos.
- Sim, hoje todos abrem à poça ao mesmo tempo! - gracejou alguém ao lado. - Nem é preciso sachola nem trabalho...

Senhor da vida, que sempre cuidais de nós, regai também com a vossa graça os nossos corações.

sábado, 27 de junho de 2009

Não têm faltado "vocações episcopais" à diocese de Lamego

Lamego, em termos de habitantes, é um diocese muito pequena. Mas bispos tem dado muitos. Alguns aqui nascidos e aqui encardinados, outros aqui nascidos mas encardinados noutras dioceses ou ordens religiosas.

São da minha lembrança:
- D. Manuel de Jesus Pereira, Bispo emérito de Bragança, já falecido. Natural do arciprestado de Moimenta da Beira.
- D. António Cardoso Cunha, Bispo emérito de Vila Real, já falecido. Natural do arciprestado de Sernancelhe.
- D. Alberto Cosme do Amaral, Bispo emérito de Leiria-Fátima. já falecido. Natural do arciprestado de Vila Nova de Paiva.
- D. António José Rafael, Bispo Emérito de Bragança. Natural do arciprestado de Moimenta da Beira.
- D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho, Bispo de Lamego. Natural do arciprestado de Moimenta da Beira.
- D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro. Natural do arciprestado de Cinfães:


Agora, Bispos naturais desta diocese, mas encardinados noutra diocese ou ordem religiosa.
- D. João Crisóstomo, foi Bispo auxiliar de Viseu, já falecido. Natural do arciprestado de Castro Daire.
- D. Manuel Madureira Dias, Bispo emérito do Algarve. Natural do arciprestado de Cinfães.
- D. Manuel António Mendes dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe. Natural do arciprestado de Castro Daire.
- D. Manuel da Silva Rodrigues Linda, eleito Bispo auxiliar de Braga. Natural do arciprestado de Resende.

Conheci todos os Bispos que enumerei e que já partiram ao encontro do Pai. Conheço todos os que, felizmente, estão vivos.

Legislativas a 27 de Setembro

Numa declaração no Palácio de Belém, o chefe de Estado anunciou que as eleições legislativas vão decorrer a 27 de Setembro.
De acordo com a lei, o Presidente da República poderia marcar o acto eleitoral para uma data entre 14 de Setembro e 14 de Outubro, e a decisão caiu sobre o último domingo de Setembro.
Cavaco Silva disse ter ouvido os partidos, e que cinco se manifestaram «categoricamente contra» eleições legislativas e autárquicas em simultâneo, e que «só um partido» defendia essa solução.
«A opinião dos partidos deve ser especialmente considerada pela Presidente da República», declarou.
Oficialmente, a campanha eleitoral para as legislativas irá decorrer entre 12 e 25 de Setembro, com as eleições a realizarem-se a 27 de Setembro, como acima foi dito, para a escolha dos 230 deputados.

D. Manuel Linda é o novo bispo auxiliar de Braga.

Há muito que se comentava nos bastidores. É mesmo verdade. O P.e Doutor Manuel Linda será Bispo. Bispo Auxiliar de Braga.
O novo Bispo é natural da freguesia de Paus, concelho de Resende e Diocese de Lamego em cujos seminários Menor e Maior estudou, vindo a concluir a sua formação no Instituto de Ciência Humanas e Teológicas (Porto), já como aluno da Diocese de Vila Real.
É bem verdade que os caminhos do Senhor são insondáveis! Foi acolhido em Vila Real, ele e mais três colegas que são também sacerdotes (Padres Saavedra, Luís e Edgar) devido a problemas surgidos no Seminário de Lamego. Um grande, grande Bispo os acolheu, o saudoso D. António Cunha, então Bispo de Vila Real, também ele natural da diocese de Lamego.
Ainda hoje recordo perfeitamente aquele dia 10 de Junho de 1981 quando eu e os padres Guedes, Ramos e Matias nos deslocámos a Vila Real para a ordenação do P.e Linda e dos seus três colegas. Paramentámo-nos no Seminário. Eis que surge ao nosso encontro, também já paramentado, a veneranda figura de D. António Cunha, que envolvendo-nos num abraço, disse:
- Não me queirais mal, amigos! Limitei-me a aproveitar quem Lamego não quis!

Fui colega de Seminário do P.e Linda e seus condiscípulos e chegámos a ter algumas aulas em comum, embora ele fosse três anos mais novo. Recordo perfeitamente. O curso do agora eleito Bispo era muito interessante. Todos muito amigos, alegres e interessados. Gente simpatiquíssima e solidária, como confirmou no caso da mudança para Vila Real. Já então se revelavam os dotes de inteligência do P.e Linda.

Há meses falei sobre ele neste blog. E mais uma vez vem a confirmação. D. António Cunha gostava imenso de valorizar os seus padres e os frutos recolhe-os a Igreja de hoje. D. Amândio, Bispo Coadjutor de Vila Real, D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, D. Gilberto, Bispo de Setúbal, D. Manuel Linda, Bispo Auxiliar de Braga. Todos valorizados e promovidos pela antigo Bispo de Vila Real!!! É obra! E também motivo de reflexão para os Bispos de hoje....
Olhem, aqui está um ponto a analisar neste Ano Sacerdotal!

Parabéns, amigo Linda! Que tenhas um múnus episcopal fecundo, no serviço à Igreja e ao mundo. Que o Deus do amor e da paz te apoie, acompanhe e te seduza para que sejas também profeta do Altíssimo, quando atravessamos o deserto da ausência de profetas.
Institucionalistas não faltam, profetas não abundam...

13º Domingo do Tempo Comum - Ano B

Deus ama a vida! Ele quer apenas a vida! “Deus criou o homem para ser incorruptível” (primeira leitura).

Pelo seu Filho, salva-nos da morte: eis porque Lhe damos graças em cada Eucaristia. Na sua vida terrena, Jesus sempre defendeu a vida. O Evangelho de hoje relata-nos dois episódios que assinalam a defesa da vida: Ele cura, Ele levanta. Ele torna livres todas as pessoas, dá-lhes toda a dignidade e capacidade para viver plenamente.

Sabemos dizer-Lhe que Ele é a nossa alegria de viver?

Estamos em tempo de verão, início de férias… É uma ocasião propícia para celebrar a festa da vida! O 13º domingo celebra a vida mais forte que a morte, celebra Deus apaixonado pela vida. Convém, pois, que na celebração deste dia a vida expluda em todas as suas formas: na beleza das flores, nos gestos e atitudes, na proclamação da Palavra, nos cânticos e aclamações, na luz. No cântico do salmo e na profissão de fé, será bom recordar que é o Deus da vida que nós confessamos, as suas maravilhas que nós proclamamos. Durante toda a missa, rezando, mantenhamos a convicção expressa pelo Livro da Sabedoria: “Deus não Se alegra com a perdição dos vivos”.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Eleições autárquicas marcadas para 11 de Outubro

«O Governo decidiu marcar a data das eleições autárquicas para o próximo dia 11 de Outubro, data que foi referida nas preferências de todos os partidos políticos que, nos termos da lei, foram previamente ouvidos sobre esta matéria», justifica o Governo.

Oficialmente, Campanha eleitoral vai decorrer entre 28 de Setembro e 9 de Outubro.

A Ana Coxa e a Igualdina - post reeditado

Há mais de quatro décadas. Viviam no mesmo povo. Igualdina era um mulherão, forte, alta, espadaúda. Dizia-se que era capaz de pegar numa saca de batatas de 100 quilos e transportá-la mais célere do que qualquer valente homem. Ana era coxa, franzina, baixita. Mas com língua de meia légua.
Tinham terrenos pegados e, muitas vezes, as rixas aconteciam. E era sempre a Ana Coxa que começava. Ora "porque os teus filhos deixaram ir os animais para aquilo que é meu", ora "porque andas a regar na minha hora", ora "porque atravessaste a minha lameira, e isto tem dono"...
Igualdina olhava-a com desdém lá desde a sua altura. Virava costas e seguia o seu caminho. Só que a outra não largava. Mancando e andado, seguia a vizinha, azucrinando-lhe os ouvidos.
Quando os cordelinhos da paciência ameaçavam romper-se, Igualdina virava-se para trás e sussurrava entre dentes: "Não tarde a aquecer-te o forno!" A outra afinava então, cacarejando em tom desafiador um chorrilho de ofensas, mais vasto e sinuoso do que a linha do Douro.
Desesperada, espumejando de raiva, Igualdina voltava-se para trás, dava uns passos apressados , pegava na cabeça da Ana, metia-a entre as suas pernas, levantava-lhe a saia e aí vai disto! Deixava cair com força e a velocidade supersónica aquelas manápulas no "rabo" da pobre coxa. Esta nem gritar podia, pois além de o saião da grandalhona lhe tapar a boca, as suas pernas apertavam o garganete da infeliz palradeira a ponto de ficar quase sem "suspiração".
Era o que se dizia então no povo: "Uns têm as palavras, outros têm as obras."

Saber ajudar, saber respeitar

«Stop com Deus»: um espaço de meditação na Internet

Mais de mil e quinhentos pensamentos de inspiração cristã estão disponíveis para leitura e cópia no blogue «Stop com Deus».
A recolha, feita nos últimos dez anos, inclui excertos da Bíblia, passagens de documentos eclesiais, orações provenientes da Liturgia da Igreja, assim como citações de autores contemporâneos retiradas de livros e revistas.
Os extractos, divididos em blocos de cem, podem ser encontrados no endereço http://stopcomdeus.blogspot.com/

In ecclesia

Parece que só pobre entende pobre. Parece ou é mesmo?

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Morre o maior astro pop da história

O cantor Michael Jackson, de 50 anos, morreu nesta quinta-feira, informaram o jornal Los Angeles Times e o site de celebridades TMZ.
O TMZ afirmou: "acabamos de saber que Michael Jackson morreu.
Michael sofreu um problema cardíaco nesta tarde e os paramédicos não conseguiram reanimá-lo. Fomos informados que quando os paramédicos chegaram Jackson não tinha pulso e eles não conseguiram restaurar a pulsação".
Jackson iniciaria uma série de shows em Londres no dia 13 de julho até março de 2010. O cantor, cujos sucessos incluem "Thriller" e "Billy Jean", estava a realizar ensaios em Los Angeles nos últimos dois meses.
Os ingressos para as 50 apresentações em Londres foram vendidos em apenas algumas horas, em março.
Jackson, que iniciou sua carreira como uma estrela infantil na banda "The Jackson 5" há mais de 40 anos, tem vivido num virtual refúgio desde sua absolvição, em 2005, de acusações de abuso de crianças.
Fonte: yahoo

Luzes e sombras na Igreja de Lamego

Para quem não assistiu, na ocasião, à Conferência proferida pelo Pe. Dr. Joaquim Correia Duarte, no Auditório do Museu Diocesano, em 17 de Novembro de 2008, inserida no programa da celebração das Bodas de Ouro da Ordenação Sacerdotal de D. Jacinto Tomás Botelho.
Aqui vai, para o caso de não conhecer o texto.
Depois de uma brilhante resenha sobre a história da Diocese, a segunda parte é particularmente interessante. Acho que as suas conclusões são acutilantes, polémicas, mas muito corajosas.
(A. Rica)
http://canastrodeletras.blogspot.com/2009/05/luzes-e-sombras-na-igreja-de-lamego.html

Um conto, de Paulo Coelho

Há 2000 anos, em Roma...

(Enviado por email)



Mensagem do Bispo de Lamego sobre o Ano Sacerdotal


ANO SACERDOTAL

Veja aqui a Mensagem do senhor Bispo de Lamego.


http://www.diocese-lamego.pt/in-cio/48

Não ligue o Ar Condicionado mal entre no carro!

Por favor, abra as janelas assim que entrar no carro, sem ligar o Ar Condicionado.
De acordo com pesquisas, o painel de instrumentos, assentos, tubagens de refrigeração emitem Benzeno, uma toxina causadora de cancro (carcinogéneo- note o cheiro a plástico quente dentro do carro).
Além de poder causar cancro, envenena os ossos, causa anemia, reduz os Glóbulos Brancos. A exposição prolongada causará Leucemia, aumenta o risco de cancro e pode provocar abortos.
O nível interior aceitável de Benzeno é de 0,05 gr por cm2. Um carro estacionado no interior com as janelas fechadas contém 0,37- 0,74 mg de Benzeno. Se estacionado no exterior sob o Sol a uma temperatura superior a 16ºC, o nível de Benzeno ascenderá a 1.843,68 mg, 40 vezes superior ao nível aceitável... e as pessoas dentro do carro inevitavelmente inalarão uma quantidade excessiva de toxinas. Deixe sair o ar quente interior antes que entre no carro. O Benzeno é uma toxina que afecta os Rins e Fígado e um material tóxico muito difícil de ser expelido pelo organismo.
"Quando alguém partilha consigo uma informação valiosa e bene-ficia com ela, tem obrigação moral de a partilhar com outros."
(Enviado por email)

Deus é sereno


quarta-feira, 24 de junho de 2009

"A VERDADEIRA HISTÓRIA DE JESUS"

Estou a ler este livro. E gosto. Sobre esta obra, escreveu D.JanuárioTorgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas e de Segurança:

"Para crentes e não crentes (numa época que discute o "Código da Vinci", o sentido da violência e da paz e a responsabilidade das confissões religiosas nestes domínios) é fundamental entender as convicções dos que "fizeram grupo" com Jesus Cristo, o significado de milagres e exorcismos, o âmbito de projectos de mudança da história pessoal e colectiva e o alcance de um "Reino de Deus".
Que parentesco há entre o sentido e a salvação?
A complacência, a tolerância, a predilecção pelos marginais, os conflitos e os equívocos do tempo, a Paixão e a Ressurreição são marcos de uma trajectória. O saber (prefigurado por abundantes hipóteses de leitura) convoca à sensibilidade e à alteração de critérios de viver.
Com minúcia de intérprete e transparência de Mestre, o Prof. E Saunders tenta reconstituir a fisionomia histórica de Jesus através da fidelidade às fontes, à releitura das comunidades nascentes e aos contextos de uma Pessoa. É uma delícia cultural a travessia de muitas das suas páginas!"

Bêbedos, beatos, chatos e fundamentalistas

Preciso sempre de uma super-dose vitaminada de caridade perante:
- Bêbedos
- Beatos
- Chatos
- Fundamentalistas

1. Um grande amigo meu costumava dizer aos borracholas quando o interpelavam:
- Ei! Só há uma hipótese de nos entendermos. Ou o senhor espera que eu me ponha no estado em que você está ou eu espero que você se ponha no estado em que eu estou. Agora assim não dá!
"In vino veritas", diziam os latinos. Quer dizer que, "com os copos", se revela a verdade do coração. E tenho conhecido pessoas que, com um "grão na asa", se tornam alegres, divertidas, espontâneas, sem recurso à baixa linguagem, sem violência ou azedume. Mas muitos, quando alcoolizados, tornam-se insuportáveis: são chatos, estão sempre a bater na mesma tecla, recorrem à brejeirice, tornam-se violentos e agressivos.

2. Beatos, no sentido que o povo lhe dá. Logicamente pelos Beatos declarados pela Igreja todo o respeito. Então há um Beato por quem nutro uma singularíssima veneração: João XXIII.
A beatice é algo que me enerva, que não suporto sem uma dose reforçadíssima de caridade. Aliás, a sabedoria popular traduz tudo em duas palavras. Beato = falso. Muitos sorrisinhos pela frente e por trás, só facadas. Sempre donos da verdade, são os melhores, sabem tudo e trabalham imenso. Os outros nada fazem e nada valem. Fazem da coscuvilhice um modo de vida.

3. Os chatos. De Tarouca a Lamego são 10 km. Agora imaginemos uma pessoa que quisesse ir a Lamego, passando por Viseu, Aveiro, Porto, Régua. Lamego... São assim os chatos. Dão voltas e voltinhas, não são claros, estão sempre a chover no molhado...

4. Fundamentalistas. E não se pense só nos fundamentalistas islâmicos. Há-os em todas as religiões e sociedades.
Então, ultimamente dentro da Igreja católica, o fundamentalismo tem medrado como cogumelos! Basta ver a série de sites e blogues que por aí aparecem. Para já não falar do Brasil, que então aí nem vos digo nem vos conto...
Os fundamentalistas nunca entenderam a parábola do trigo e do joio, são de uma intolerância rude, consideram-se os melhores e quem não pensa e sente como eles é herege, não católico, filho da perdição. Revestiram-se de uma couraça tal que nenhuma luz ali entra. São os donos da verdade e pronto. O seu mundo fechado é que está certo. E então em relação aos padres é assim: aqueles que eles identificam com a sua mundivalência são os maiores. Os outros são hereges, ímpios, pecadores, infiéis.
Na minha vida, os maiores choques foram sempre com os fundamentalistas da religião, da política, da educação, da sociedade.

A Igreja e a Cremação dos Corpos

«Alguns cristãos, perante a opção pela cremação, perguntam se um católico que pediu a cremação do seu corpo pode ter exéquias cristãs. A Igreja, embora recomende a prática da sepultura, aceita a possibilidade da cremação e o actual ritual das exéquias contém os ritos adequados a este procedimento.» ( D.Gilberto Reis, Bispo de Setúbal)

Veja aqui a Nota Pastoral sobre a Cremação dos Corpos:
http://www.diocese-setubal.pt/site/index.php?name=News&file=article&sid=1768

terça-feira, 23 de junho de 2009

SOLENIDADE - NASCIMENTO DE S. JOÃO BAPTISTA

João Baptista é o único santo, com a Virgem Maria, de quem a Liturgia celebra o nascimento para a terra. Isso deve-se certamente, à missão única, que, na História da Salvação, foi confiada a este homem, santificado, no seio de sua mãe, pela presença do Salvador, que mais tarde, dele fará um belo elogio (Lc. 7, 28).
Anel de ligação entre a Antiga e a Nova Aliança, João foi acima de tudo, o enviado de Deus, uma testemunha fiel da Luz, aquele que anunciou Cristo e o apresentou ao mundo. Profeta por excelência, a ponto de não ser senão uma «Voz» de Deus, ele é o Precursor imediato de Cristo: vai à Sua frente, apontando, com a sua palavra e com o exemplo da sua vida, as condições necessários para se conseguir a Salvação.
A Solenidade do Precursor é um convite para que conheçamos a Cristo, Sol que nos vem visitar na Eucaristia, e dêmos testemunho d’Ele, com o ardor, o desinteresse e a generosidade de João Baptista.
In ecclesia

Repito, mais uma vez!

Este blog é pessoal. Só. Aqui apenas me represento a mim mesmo.

"Não serão aceites mensagens ofensivas ou indelicadas para com o autor do blog ou qualquer outra pessoa." - Asas da Montanha, em 6/4/07, exactamente o dia em que o blog nasceu.

Vergonha assim!

Já lá vão uns anos. Na altura estava aqui comigo um outro sacerdote.
Decidimos um dia ir até Santa Helena para para rezar, conversar, repensar, planear. E demo-nos uma tarde só para isso.
Ao entrarmos na capela, ambos reparámos que as flores, além de demasiado velhas e murchas, estavam colocadas aos montes, sem a beleza e a discrição necessárias. Surgiu-nos então a ideia de sermos nós a adornar a capela. E como toda a natureza louva o seu Senhor, resolvemos fazê-lo com os elementos que a serra nos oferecia. Lá andámos nós à procura daquilo que achámos que combinava bem. Um verde aqui, um caule seco acolá, um ramo de tonalidade outonal além. Trouxemos tudo, seleccionámos, colocámos, arranjámos. No fim, ambos ficámos satisfeitos com o trabalho. Pareceu-nos que os arranjos estavam muito discretos e o meu colega comentou:
- Olhe, a serra louva o Seu Senhor!
E conversamos que bem poderia ser uma boa lição prática para as pessoas. Em vez de ramalhuscos nos templos, a descrição. Em vez de gastar dinheiro com flores fora de época, utilizar aquilo que a natureza nos dá.
Quinze dias depois, volto a santa Helena para a Missa do 3º domingo. Qual não foi o meu espanto quando vi que toda a decoração que ajudei a fazer havia sido retirada. E lá voltaram os ramalhões de flores do costume!
No fim da Missa, uma senhora abeirou-se de mim e despejou, escandalizada:
- O senhor já viu o que fizeram à capela!? Andaram a colocar nos jarros espigas secas, raminhos de giestas e urzes! Vergonha assim! Só gostava de saber quem é que teve tal atrevimento!... Já perguntei ao senhor sacristão, mas ele disse que não cedeu a chave a ninguém. O senhor sabe? Olhe, fiquei tão revoltada quando cá cheguei e vi esta pouca vergonha que pedi ao meu marido para me levar lá baixo em busca de umas flores decentes. Felizmente que o fiz antes de começarem a chegar as pessoas para a Missa! Não se ria que não tem piada nenhuma!
É que eu ria mesma, gargalhava, o que deixava a senhora ainda mais excitada. Disse que fui eu e o meu colega que havíamos feito os arranjos e tentei, entre sorrisos sufocados, explicar a razão da nossa iniciativa. Qual quê? A senhora arrumou-me logo.
- O senhor de flores não percebe nada! Por isso, é melhor não se meter naquilo que não entende.
Ora toma! E lá foi a senhora feliz com a vitória que alcançou. Só que se esqueceu que o arranjo esteve lá 15 dias, o que significa que esteve à vista num domingo andes de ter sido destruído.
Passados uns tempos - não sei agora precisar, mas foi bastante - vi na Igreja Paroquial alguns elementos decorativos parecidos com os que havíamos colocado em Santa Helena. Outra senhora apareceu e perguntou:
- Gostou do arranjo no altar tal?
- Sim, achei interessante- respondi.
- É que eu há tempos estive num domingo em Santa Helena e vi lá um arranjo nestes moldes. Gostei, procurei as coisas e fiz aqui parecido.

Pois. Não sejamos precipitados nem pessimistas a julgar os acontecimentos ou o nosso trabalho. Mesmo quando parece que nada conseguimos, tal pode não ser verdade. O que é preciso é semear o bem e o belo no coração do mundo, mesmo em coisas bem insignificantes. Colher não nos pertence. Só semear.

Modernices de Alentejano...

Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando uma coisa
no aeroporto lhe chamou a atenção.
Era um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros através
da sua imagem.
Assim que o alentejano passou, o computador acusou:
'Manuel, 52 anos, Português, casado, passageiro do voo 1455 da TAP'.
Impressionado, o Manuel foi ao WC, rapou o bigode e mudou de camisa.
Ao passar pelo computador, a voz acusou novamente;
'Manuel, 52 anos, Português, casado, passageiro do voo 1455 da TAP'.
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca ruiva e envergou um vestido de mulher. Pensou: 'Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece'.
Ao passar, o computador acusou de novo:
'Manuel, 52 anos, Português, casado, por causa das paneleirices, acaba de perder o voo 1455 da TAP'.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A história do João...

Filho de pai crente e de mãe religiosamente indiferente, o João cresceu nas franjas da Igreja. A influência materna é realmente importantíssima. O rapaz foi baptizado, fez a 1ª comunhão e... ficou por aí... Ao domingo, fazia como a mãe. O Pai ia sozinha à Missa.
Um dia chegou um padre novo à sua paróquia. Sacerdote zeloso, procurou acima de tudo atrair os jovens, aí como em tantos lados, afastados da Igreja. Dotado de imenso jeito para a música, afável e cativante, caiu muito bem junto da gente nova.
Sempre que vinha cá ao norte, o João entusiasmava-se quando falava do novo padre da sua comunidade. Que já ia à Missa, que participava no grupo de jovens, que agora sim, é que era maravilhoso. E contava detalhadamente as muitas actividades em que participava, desenvolvidas pelos jovens da sua terra.
Sempre o entusiasmei, mas sempre lhe referi que não ficasse nas pessoas, por mais brilhantes que pudessem ser. Que caminhasse para Cristo, que fizesse d'Ele o centro do seu viver e agir.
Soavam-lhe a ofensa as minhas palavras. Que o tal padre era espectacular, que nunca o desiludiria, que tal e coisa...
E foi assim durante bastante tempo.
Certo dia, apareceu cabisbaixo, quase nem falava, quase a fugir. Esperei a ocasião adequada e perguntei-lhe o que se passava. Tinha abandonado o grupo, a Igreja. "Nem me fale nesse padre!"
O sacerdote nada fez de mal, o João é que estava apaixonado e pensou que o padre andaria a "arrastar a asa à sua namorada". Tontices que a ciumite provoca num coração jovem...
Com a grande confiança que tinha com ele e com a família, fui duro e curto:
- O que precisavas mesmo era de duas lostras nessa cara! Não te pedi tantas vezes para não ficares nas pessoas, mas seguires para Cristo!?
O João encolheu os ombros e debandou.

A verdade da vida aí está:
- Ou a família cria raizes fundas, alicerça a fé, ou tudo será difícil. Podem surgir fogachos, mas não passam disso... fogachos!
- O povo tem razão quando afirma que "alguns ficam nos santos em vez de irem directamente a Deus."
Aplicando, só Deus não falha, só Deus merece a nossa adesão incondicional, só Deus dá sentido à existência.
Quando nos agarramos apenas às pessoas, estas podem a qualquer momento decepcionar-nos.

Aquela família que conheci em tempos e que tinha tido um problema grave com o pároco da sua paróquia, ia à Missa cada domingo. E quando as pessoas, infelizmente sempre mais disponíveis para fazer crescer muros do que para ajudar a derrubá-los, lhe diziam:
- Ai, se fosse comigo, nunca mais iria a uma Missa celebrada por este padre!
O Casal respondia:
- Mas nós não vamos lá por causa do padre, mas por causa de Cristo. E Esse nunca nos falha!

Desculpem-me, amigos, mas é o que penso. Considero uma verdadeira tonteria, um perfeito disparate aquilo que tantas vezes se ouve a respeito do abandono de alguns por causa dos defeitos dos padres, dos catequistas, dos praticantes. Afinal, qual é o deus dessa gente? Não será antes uma "desculpa de mau pagador"?

Que os padres devem esforçar-se por ser santos, nem duvido. Mas só eles? A vocação à santidade, à perfeição, à conversão de vida não é para todos?

domingo, 21 de junho de 2009

A "mini" que soube bem

Um muro. Que interesse tem essa coisa tão prosaica?
Aqui o muro não é para separar, dividir, não, é para amparar e abrigar.

Como é hábito, neste 3º domingo do mês fui a Santa Helena para presidir à Eucaristia, antecedida de terço.
Muita gente lá em cima. O tempo estava bem agradável e uma brisa suave massajava-nos o rosto, contrastando com o calor sufocante que abafava o sopé da Serra.
A Eucaristia mais uma vez foi animada por aquele simpático coral que há alguns meses a esta parte exercessem belamente esse serviço à comunidade. Parabéns, amigo Elói! Parabéns, grupo coral!

Terminada a Eucaristia, havia que resolver uma série de pequenas questões, pois a novena e a festa aproximam-se rapidamente. E a Serra fica longe de tudo... Logo tudo tem de ser antecipadamente previsto.
No meio da azáfama, um senhor veio comunicar-me que a sua esposa, em cadeira de rodas, fora levada pelos filhos à Missa em Santa Helena. Percebi a mensagem. Queria que fosse dar-lhe uma palavrinha. Naqueles breves instantes, uma confusão enorme dentro de mim. "Oh! Valha-me Deus, logo agora que estou com tantos assuntos em mãos! E se este e aquele elemento da comissão vai embora, como se hão-de resolver os problemas!?" Mas no instante pensei: "Não, primeiro estão as pessoas, depois estão as obras." Pedi licença aos meus interlocutores e debandei ao encontro da doente." Um sorriso rasgado acolheu a surpresa da visita. Uma palavrinha, uma festinha e parti para a minha vida. Confesso que me senti bem com o meu pequeno gesto. Mais do que o fazer interessa o estar. Nem sempre as pessoas compreendem isto, porque o essencial desaparece hoje na frivolidade do acessório.

Bom, é aqui que entra o muro. Há muito tempo que os devotos que ficam no espaço das tendas durante as novenas reclamam a sua existência, não só por uma questão estética, mas acima de tudo por motivos de segurança. O muro estanca as terras e, perante um enxurrada que na Serra pode surgir quando menos se pensa, as pessoas sentem-se mais seguras e protegidas. Este ano, graças à intervenção da Câmara, o muro está a ser construído.
Não estava a comissão toda, logicamente. Mas os que estavam sabem bem o que é preciso. Esta comissão já leva algum tempo de exercício, o que simplifica muito as coisas. Desde ofícios que fiquei de enviar, à resolução de situações pontuais, passando por várias tarefas distribuídas, tudo se resolveu.

O intenso trabalho do dia e o calor que nos seca, haviam-me deixado a língua colada ao paladar. Fomos então barzinho do Santuário e bebi uma mini que me soube especialmente bem. Não sou um consumidor de cerveja a não ser em momentos de grande, grande sede. Era o caso.
Louvado seja Deus por tudo. Também pela mini.

THOMAS JEFFERSON (1802)


Pois é, Santidade!

Sexta-feira última. Abertura do Ano Sacerdotal, convocado pelo Papa por ocasião do 150.º aniversário da morte do Santo Cura d'Ars, João Maria Vianney.

Falando nessa ocasião, Bento XVI disse:

- "Nada faz sofrer tanto a Igreja como os pecados dos seus pastores ..."

- Ao recordar as "promessas sacerdotais" que se pronunciam no dia da ordenação, o Papa alertou para os padres que se tornam "ladrões de ovelhas, seja porque as desviam com as suas doutrinas privadas, seja porque as sufocam com laços de pecado e de morte".

Pois é, Santidade!
Entretanto a Palavra do sumo Mestre, Jesus Cristo, mantém-se: " Quem de vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra."

O tom discursivo sabe mesmo a Trento

Efectivamente, o Santo Cura d' Ars é anterior ao Vaticano II e até ao Vaticano I.
O discurso de Bento XVI é interessante por reconhecer o excesso de devoção do biógrafo de João Maria, mas tem lá a ideia intrínseca, a que não renuncia, de puxar as orelhas pela alegada falta de piedade, fidelidade e identidade dos presbíteros. E, apesar de apontar para a exigência de participação de todos, o tom discursivo sabe mesmo a Trento. É certo que o Vaticano II refere explicitamente situar-se na linha de continuidade dos concílios ecuménicos e, em especial, o tridentino. No entanto, Paulo VI foi habituando a Igreja a outro posicionamento doutrinal e disciplinar, mitigado já com João Paulo II, que, por outro lado, desencadeou uma onda de gestos proféticos de frutos ainda por saborear.
No entanto, vale apena ler a reflexão do Secretário da Congregação para o Clero, mais aberta, exigente e audaz que a do Prefeito: situa o Ano Sacerdotal na ligação com São Paulo, dá-lhe a dimensão missionária e insufla a vertente da paricipação eclesial.
Seja como for, os discursos, à excepção do do Secretário, parecem rejeitar liminarmente toda a emergência da base, embora salientem a efeméride como uma boa ocasião ou pretexto. Insistem demasiado no Mandato e na cadeia da tradição eclesial. Talvez, no balanço do Ano Paulino, o Ano Sacerdotal ganhe outra perspectiva, talvez aquela que o secretário espera da criatividade das Igrejas locais, se elas escutarem "o divino Hóspede em chama ardente".
Abílio Carvalho

sábado, 20 de junho de 2009

Festa do Padroeiro

Veja aqui o programa das festas de São Pedro, Paroeiro da Paróquia de Tarouca
http://taroucahoje.blogs.sapo.pt/

DEUS

Será que tem medo de querer ser santo???

Muitas e muitas pessoas se riem e ficam no que lhe parece quando se fala de santidade, da vocação à santidade, de ser santo...
Para grande parte da gente nova e não só, santidade cheira a beatice, a fingimento. Ou então lembra uns seres especiais, esquisitos, que não são bem da "mesma carne e do mesmo sangue" dos restantes mortais. Alguém "que já nasceu assim", como me dizia há dias uma jovem.
Imaginem, por exemplo, o que seria alguém entrar num café ou numa tasca de umas das nossas aldeias onde toda a gente se diz católica e falar de santidade... Estão certamente a ver os sorrisos de gozo, as chaladas laterais e até o desprezo com que a ideia seria acolhida. Parece que o conceito de santidade caiu em desgraça, mais, se tornou desprezível.

Contudo a santidade é vocação universal: "Sede santos como é Santo o Pai que está no Céu." - Jesus Cristo.
O santo é o oposto a beatice.
O Santo é muito homem, a santa é muito mulher.
O santo é exactamente do mesmo corpo e do mesmo sangue de cada um de nós.
O santo faz-se santo, apesar das suas limitações, das suas trapalhadas, das suas inclinações, do seu temperamento, das suas quedas...
O santo é um enamorado de Deus, é um bom condutor, por isso a corrente de Deus passa facilmente por ele para o mundo.
O santo é uma pessoa livre, tão livre que é capaz de abrir à vontade e à graça de Deus.
Por isso, o santo ama o próximo, com um amor esquisitamente belo, com sabor divino.
Os santos inquietam, desinstalam, fomentam a esperança.
Os santos "incendeiam o mundo" com o amor de Deus, pelo que o mundo os procura apagar, para que a luz não ponha a claro as suas podridões.
Ai da Igreja, ai do mundo se não fossem os santos!

Será que tem medo de querer ser santo???

O Ano Sacerdotal não pode ser recuo

Temo que se caia na tentação de uma visão eclesiológica anterior ao Vaticano II.
Não sei, mas há algo no ar que parece ressuscitar uma visão de Igreja que o Concílio ultrapassou.
Não abandonemos nunca a Igreja - Povo de Deus em comunhão, comunidade de baptizados em caminho para a Casa do Pai.
Perdoem-me o impulso, mas a convocar um Ano especial, teria todo o sentido consagrá-lo à Igreja, Povo de Deus. Penso que a partir desta luminosa realidade todas as outras se iluminariam - também a do sacerdócio ministerial. Mas... manda quem pode e obedece quem deve...
Oxalá que sejam radicalmente excluídas toda a clericalização da Igreja e uma piedade pietista e balofa.
Já agora, esta ideia das indulgências ligadas ao Ano Sacerdotal.... Valha-me Deus, valha-me Deus!

Verdade, verdadinha!

Por onde passam os santos, Deus passa com eles!

ORAÇÃO PARA O ANO SACERDOTAL

Senhor Jesus,

Vós quisestes dar a Igreja, em São João Maria Vianney, uma imagem vivente e uma personificação da caridade pastoral.
Ajudai-nos a viver bem este Ano Sacerdotal, em sua companhia e com o seu exemplo.
Fazei que, a exemplo do Santo Cura D’Ars, possamos aprender como estar felizes e com dignidade diante do Santíssimo Sacramento, como seja simples e quotidiana a vossa Palavra que nos ensina, como seja terno o amor com o qual acolheu os pecadores arrependidos, como seja consolador o abandono confiante à vossa Santíssima Mãe Imaculada e como seja necessária a luta vigilante e fiel contra o Maligno.
Fazei, ó Senhor Jesus que, com o exemplo do Cura D’Ars, os nossos jovens possam sempre mais aprender o quanto seja necessário, humilde e glorioso, o ministério sacerdotal que quereis confiar àqueles que se abrem ao vosso chamado.
Fazei que também em nossas comunidades, tal como aconteceu em Ars, se realizem as mesmas maravilhas de graça que fazeis acontecer quando um sacerdote sabe “colocar amor na sua paróquia”.
Fazei que as nossas famílias cristãs saibam descobrir na Igreja a própria casa, na qual os vossos ministros possam ser sempre encontrados, e saibam fazê-la bela como uma igreja.
Fazei que a caridade dos nossos pastores anime e acenda a caridade de todos os fiéis, de tal modo que todos os carismas, doados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados.
Mas, sobretudo, ó Senhor Jesus, concedei-nos o ardor e a verdade do coração, para que possamos dirigir-nos ao vosso Pai Celeste, fazendo nossas as mesmas palavras de São João Maria Vianney:
Eu Vos amo, meu Deus, e o meu único desejo é amar-Vos até o último suspiro da minha vida.
Eu Vos amo, Deus infinitamente amável, e prefiro morrer amando-Vos a viver um só instante sem Vos amar.
Eu Vos amo, Senhor, e a única graça que Vos peço é a de amar-Vos eternamente.
Eu Vos amo, meu Deus, e desejo o céu para ter a felicidade de Vos amar perfeitamente.
Eu Vos amo, meu Deus infinitamente bom, e temo o inferno porque lá não haverá nunca a consolação de Vos amar.
Meu Deus, se a minha língua não Vos pode dizer a todo o momento que Vos amo, quero que o meu coração Vo-lo repita cada vez que respiro.
Meu Deus, concedei-me a graça de sofrer amando-Vos e de Vos amar sofrendo.
Eu Vos amo, meu divino Salvador, porque fostes crucificado por mim e porque me tendes aqui em baixo crucificado por Vós.
Meu Deus, concedei-me a graça de morrer amando-Vos e de saber que Vos amo.
Meu Deus, à medida que me aproximo do meu fim, concedei-me a graça de aumentar e aperfeiçoar o meu amor.
Amém.
S. João Maria Vianney

Acompanhe o Ano Sacerdotal

Aqui:
http://www.annussacerdotalis.org/annus_sacerdotalis/annus_sacerdotalis___portugues/00001527_Annus_Sacerdotalis___Portugues.html

Neste blog, na lista de links, à direita, pode sempre visita este espaço. Basta carregar em "Annus Sacerdotalis".

Pode, por exemplo, ler em Português sobre:
- O Santo Cura d‘Ars
- A vida de santos sacerdotes
- A doutrina dos Padres da Igreja
- Magistério e ensinamentos
- Oração pelos sacerdotes
- Mensagens do Cardeal Prefeito
- Reflexões do Arcebispo Secretário

Obrigado.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Não percamos a capacidade de sonhar

30 economistas contra o plano de obras públicas do Governo

Arlindo Cunha, Augusto Mateus, Daniel Bessa, Henrique Medina Carreira, Henrique Neto, João Duque, João Salgueiro, Luís Campos e Cunha, Manuel Jacinto Nunes, Miguel Beleza, Miguel Cadilhe, Mira Amaral, Rui Moreira, Sarsfield Cabral, Vitor Bento integram o grupo de 30 economistas que, através de um Manifesto, se revelou conta o plano de obras públicas do Governo, defendendo que além do TGV, também o novo aeroporto de Lisboa deve ser adiado por três ou quatro anos.

O grupo de economistas defende que os grandes investimentos públicos devem ser reavaliados, para que possam ser realizados «estudos de custo-benefício mais detalhados sobre os projectos em questão» e «para que haja um debate alargado sobre esta questão em toda a sociedade portuguesa».

«Esta suspensão é claramente prioritária em relação ao TGV, mas também se justifica em outros mega-projectos», acrescenta Álvaro Santos Pereira, dando o exemplo de algumas auto-estradas projectadas.

Fonte: Sol

12º Domingo do Tempo Comum

Olhando o mundo em que vivemos, muitas vezes temos a sensação de estar num mar agitado e perturbado.
Onde está Deus nos momentos de sofrimento e dificuldade?
As Leituras bíblicas de hoje nos dizem que o homem não está sozinho, abandonado à própria sorte; Deus está sempre presente e atento na "barca" de nossa vida, mesmo quando parece estar "dormindo".
Basta acreditar nessa presença constante e atuante.

A TER EM CONTA...

- "Mar" e "noite" significam uma realidade de medo, sem perspectivas...
- O "barco" é o símbolo da comunidade de Jesus que navega pela história...
- Jesus está no "barco", mas é conduzido pelos discípulos...
- Para a "outra margem", ao encontro dos pagãos...
- Jesus "dorme": é a sua aparente ausência ao longo da "viagem".
- A "tempestade" significa as dificuldades que o mundo opõe à missão...
- Jesus aparece como o Deus que é capaz de dominar o mar e as forças hostis.
- "Quem é esse homem?"
Os discípulos reconhecem que Jesus é o Deus presente no meio dos homens,
e a quem são convidados a aderir, confiar e obedecer com total entrega.

Nós no mar agitado da vida

Tantas vezes nos sentimos sós e incapazes de reagir.
- Na Barca de nossa vida: desanimados… preocupados… "Deus se esqueceu de mim!" Esquecemos que Cristo está conosco…
- Na Barca de nossa família: com ondas agitadas de problemas familiares: Cristo está presente nela? Ele tem um lugar nela?
- Na Barca da Igreja: preocupados com as seitas... os escândalos... Cristo nos garante: "Estarei convosco até o fim dos tempos…", "As portas do inferno não terão vez contra ela"
- No Barco dos migrantes e refugiados, que partem esperançosos e percebem que "o Mundo não é a Pátria de todos". E são recebidos com indiferença, ou até com violência, porque NÃO EXISTE JUSTIÇA PARA TODOS.

Nessas horas, a nossa fé fica transtornada e murmuramos como Jó…. Ou trememos como os discípulos no lago... "Onde está Deus?" Parece que está dormindo... Deve ser acordado...

O silêncio de Deus nos desconcerta e nos incute medo... Deus deixa as coisas aconteceram e no momento oportuno manifesta o seu poder.

19 de Junho: Festa litúrgica do Sagrado Coração de Jesus

"Eis o Coração que tanto tem amado os homens e que deles só recebe ofensas, ultrajes e ingratidões..." - Jesus, numa apararição a Santa Margarida Maria Alacoque.

Veja aqui o significado deste dia e da devoção ao Sagrado Coração de Jesus.
http://www.diariodesorocaba.com.br/noticias/not.php?id=53725

ANO SACERDOTAL
Começa, hoje, o ano sacerdotal. Ele terá muitas celebrações. É fundamental que refunda muitas vivências.

Que seja um ano de paz, de serenidade, de verdade e de comunhão.

Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, é oportuno recordar uma palavra do Santo Cura d'Ars: «O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus». Não o meu amor, mas o d'Ele em mim e através de mim.
In Mansidão

Sócrates "humilde"...

Um professor meu costumava dizer com fina ironia: "Se o diabo chegasse a velho, até ele se convertia..."

Estou passado! Ouvir Sócrates a falar de humildade? O senhor terá certamente as suas virtudes, mas essa penso que ninguém lha reconhecerá. Pelo menos, nestes quatro longos anos do seu governo, nunca se viu. Nem à lupa. Bem pelo contrário. O senhor parecia que "tinha o rei na barriga", tal a arrogância e a prepotência que dele emanavam.
Acredito que a conversão é sempre possível, mas quando ela surge a seguir a um terramoto eleitoral que lhe pôs a cadeira do poder em perigo, aí só mesmo com muita, muita fé... A ver vamos, como diz o cego.

Ao menos reconheceu dois erros na sua governação. Coisa impensável nele! Que o Governo investiu menos na Cultura do que devia. E que se excedeu em exigências burocráticas no caso dos professores.
Pois, dois erros! Então o segundo é de tal evidência que prescinde da referida humildade. Só ele e a sua ministra é que o não quiseram enxergar.
Mas, só dois, senhor Sócrates???
- E 500 mil desempregados, 200 mil sem direito a subsídio de desemprego?
- E os 2,55 mil milhões de euros injectados no BPN?
- E a promessa de 150 mil postos de trabalho que ficou na gaveta?
- E a guerrilha constante com os vários grupos sociais na tentativa de criar sempre na sociedade uma onda de fundo favorável ao governo?
- E a propaganda constante e aparatosa de realizações que nunca se realizaram?
- E as estradas portuguesas transformadas em novas maternidades?
- E o interior que continua esquecido e abandonado?
- E a violência e insegurança que dispararam?
- E a desigualdade social que nunca foi tão grande?
- E o endividamento externo que é medonho?
- E os cerca de 18% a 20% de portugueses à boca da pobreza?

bem, fiquemos por aqui. Para reconhecer o fracasso deste governo, não é preciso grande humildade, basta um pouco da clarividência da verdade.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Nana Mouskouri





Partilhando

1. Oxalá esteja enganado. Não espero demasiado - para não dizer que espero pouco - do Ano Sacerdotal que amanhã se inicia. Pelo que ouvi e li, apetece-me dizer: "Lá vem mais do mesmo."
Será este o caminho? É que, como diz o povo, podemos estar a chover no molhado...
As grandes questões com que se debate o padre hodierno parecem-me longe do envolvimento do Ano Sacerdotal. Cheira-me à costumada insistência na espiritualidade e nas obrigações sacerdotais.
Em tempos, li que um sacerdote de uma diocese vizinha agradecia a um Bispo auxiliar, que entretanto fora nomeado titular de outra diocese, o facto de o ter ajudado a redescobrir a beleza do serviço paroquial. Se ao menos o Ano Sacerdotal contribuir para isto, já terá valido a pena.
Há muitas iniciativas perante as quais fico de início de pé atrás e depois algumas deixaram-me feliz. Há outros a que aderi entusiasticamente e no fim deixaram-me vazio. Vamos ver. Que o Espírito de Deus nos liberte e nos seduza!

2. Quem faz uma longa viagem, precisa de parar uma vez ou outra para descansar, recarregar forças, descontrair, alimentar o veículo. Ora ainda nem saímos do Ano Paulino e já estamos a entrar no Ano Sacerdotal!!? Para quê esta pressa? Não seria de dar um tempo para assimilar, meditar, accionar, aplicar, concretizar, saborear? "Vinde e descansai um pouco"- dizia Jesus aos discípulos.
Há políticos e responsáveis de instituições que, perante problemas graves que aparecem na sociedade ou nessas instituições, procuram desviar a atenção das pessoas, soltando "lebres" que façam desviar a atenção das gentes dos verdadeiros problemas... Não estará a Igreja a correr o mesmo risco?

3. Uma das situações pastorais que há muito me preocupam é a sobrecarga de temáticas no ano litúrgico. A nível universal, diocesano e paroquial. E penso que tempo e disponibilidade fica para a Palavra de Deus...
É a Semana das Missões, é a Semana dos Seminários, é a Semana das Vocações, é a Semana da Cáritas, é a Semana da Vida, é o Dia da Paz, é o Dia das Comunicações Socais, é, é, é... E já nem sequer falo dos peditórios que são em catadupa! Pouco tempo para o "estar", demasiado tempo para o "fazer".

Que o Espírito de Deus ilumine o Seu povo a descobrir os ritmos da caminhada e nos conduza ao novo da surpresa divina.

Favorecer a atenção dos sacerdotes para com a perfeição espiritual

Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote


O Santo Padre convocou um Ano Sacerdotal, por ocasião do 150º aniversário da morte do santo Cura de Ars, a quem proclamará como padroeiro de todos os sacerdotes do mundo.

Sua Santidade fez este anúncio durante a audiência concedida aos participantes da Plenária da Congregação para o Clero, e esta divulgou-o posteriormente num comunicado, no qual enumera algumas das iniciativas postas em andamento por ocasião deste ano jubilar sacerdotal.

O tema escolhido para o Ano Sacerdotal é Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote.

Está previsto que o Santo Padre o abra com uma celebração de Vésperas, a 19 de Junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia da Santificação dos Sacerdotes, «na presença da relíquia do Cura de Ars trazida pelo bispo de Belley-Ars», D. Guy Claude Bagnard.

O encerramento será celebrado um ano depois, com um Encontro Mundial Sacerdotal na Praça de São Pedro.

Durante este Ano jubilar, está prevista a publicação de um Directório para os Confessores e Directores Espirituais, assim como de uma «recompilação de textos do Santo Padre sobre os temas essenciais da vida e da missão sacerdotais na época actual».

O objectivo deste ano é «ajudar a perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea».

Outro tema importante no qual se quer incidir, segundo o comunicado da Congregação, é a «necessidade de potenciar a formação permanente dos sacerdotes ligando-a à dos seminaristas».

In Mansidão

"Esta noite milhões de crianças dormirão na rua, mas nenhuma delas é cubana!"

A frase que serve de título a este post é de Fidel Castro. o líder cubano.

O controverso Michael Moore filmou em Cuba sobre o sistema nacional de saúde cubano.
Cuba, onde as crianças não têm acesso a Play Stations (pelo menos com facilidade).
Nem se sentem inferiorizadas por não vestirem roupas de marca.
Onde os supermercados não apresentam 60 marcas de manteiga diferentes.
E a TV não mente a publicitar que os Danoninhos ajudam as crianças a crescer.
Os carros de luxo não abundam.
Nem as malinhas Louis Vuitton.
Mas têm talvez o mais avançado sistema de saúde de todo o planeta.
E um sistema de ensino ímpar, em que os professores ensinam e os alunos aprendem, com rigor e disciplina, onde não há lugar para Escolas Novas, estatísticas aldrabadas, pseudo-universidades e Novas Oportunidades da treta.
E pleno emprego.
E as ruas seguras, livres de criminalidade e de drogados.
Mas os Cubanos têm falta de liberdade.
Falta de liberdade... para assaltarem idosos e crianças.
Falta de liberdade... para agredirem professores dentro das escolas.
Falta de liberdade... para dispararem contra polícias.
Falta de liberdade... para desrespeitarem o seu semelhante.
Falta de liberdade... para políticos corruptos que enriquecem à sombra do erário público.
Cuba, onde tantas coisas faltam, principalmente as supérfluas,
as inventadas pelo capital na sua necessidade de se reproduzir.
Mas onde abundam a solidariedade, a fraternidade e, principalmente, a humanidade.

Veja aqui: http://video.google.com/videoplay?docid=-8478265773449174245&hl=pt-BR

Observação: Não sou propriamente um admirador do regime cubano. Isto quero deixar claro. Para mim a democracia é o melhor dos regimes políticos conhecidos.
Só que com todos devemos aprender.
E também gostava que em Portugal houvesse saúde gratuita, competente, atempada e não mercantilizada.
E também gostava que Portugal fosse um país seguro, onde as pessoas e bens não estivessem em constante sobressalto.
E também gostava que o ensino funcionasse a sério e as escolas fossem fossem sinónimo de educação, aprendizagem e competência.
E também gostava que em Portugal os tentáculos dopantes do consumismo dessem lugar à verdade, aos valores e à fraternidade.
E também gostava que Cuba, mantendo estes parâmetros de vida colectiva, evoluísse rapidamente para a democracia.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão...!?

São jovens assim...

Muitos adultos olham para os jovens e só enxergam defeitos.
Que são superficiais, egocêntricos, mimados, sem valores nem ideais, incapazes de navegar contra a corrente consumista, mas comprazendo-se no materialismo de vida, alérgicos a tudo o que exija reflexão, estudo, esforço e interioridade, porque esvoaçam como libelinhas tontas à procura de uma prazer imediato maior que faça esquecer o vazio deixado pelo prazer anterior, adoradores da noite, pouco cultos, cheios de manias mas sem estofo interior, etc, etc.

Penso sobretudo que é uma geração com carência de amor. Os pais não têm tempo para lhes dar o que mais precisam: sentirem-se amados.
Para suprir a falta de amor, os pais dão coisas, dão liberdades sem liberdade, evitam exercer plenamente a paternidade e a maternidade. Ficam-se pelo "eu sou o maior amigo (a) do meu filho (a)". Reduzem-se a papás e a mamãs, demitindo-se de exercer totalmente a autoridade.

Mas conheço casos de jovens fantásticos. E não falo de tantos e tantos dos meus para não parecer suspeito.
Conheço um jovem que estuda enfermagem. E digo bem, estuda! Gosta do curso e dedica-se-lhe com alma. Mas não fica por aí. É capitão da equipa de futebol da sua terra, cultiva o ciclismo, é voluntário numa associação humanitária, faz voluntariado num hospital, dirige o seu blog, trabalha com adolescentes dentro de uma dinâmica cívica.
Ah! Não é menino rico, nem pouco mais ou menos. Mas nunca se queixa. Sabe com o que pode contar e não se sente diminuído em relação a extravagâncias que outros possuem.

São jovens assim que nos fazem acreditar que amanhã será melhor.
São jovens assim que nos desinquietam e nos desinstalam.
São jovens assim que não precisam de comas alcoólicos para se afirmarem.
São jovens assim que entendem a beleza da sexualidade humana e não a vivem como "embalagem de cerveja que, bebido o líquido, é deitada fora".
São jovens assim que não fazem da night o seu deus.
São jovens assim que não querem ser o centro do mundo.
São jovens assim que se negam a apodrecer na ociosidade, no parasitismo, no sem-sabor da vida.
São jovens assim que não vêem a família como hotel.
São jovens assim que têm a humildade de reconhecer que não sabem tudo, não têm sempre razão, que precisam de crescer por dentro.
São jovens assim que não precisam de se sentir "cão-de-fila" do chefe do grupo para se afirmarem.
São jovens assim que se negam a experimentar droga, porque gostam demasiado da liberdade.
São jovens assim que nos anunciam Jesus Cristo, mesmo que o não reconheçam ou até contestem certas formas de religiosidade.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Que recompensa tereis?

Jesus aos seus discípulos:
- "Vós ouvistes o que foi dito: 'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!' Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tomareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos.
Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem 'a mesma coisa?
Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito".
(Mt 5, 43-48)

SÓ DESPORTIVISMO!

Num comboio, viajavam no mesmo compartimento um Portista, um Benfiquista, uma Loira espectacular e uma Gorda enorme. Depois de uns minutos de viagem, o comboio passa por um túnel e ouve-se um chapadão. Ao saírem do túnel, o Benfiquista tinha um vermelhão na cara.
A Loira espectacular pensou:
-Este filho da mãe do Benfiquista queria-me apalpar, enganou-se, apalpou a Gorda e ela deu-lhe um chapadão.
A Gorda enorme pensou:
- O filho da mãe do Benfiquista, apalpou a Loira e ela mandou-lhe um chapadão.
O Benfiquista, pensou:
- Este filho da mãe do Portista apalpou a Loira, ela enganou-se e mandou-me um chapadão.
E o Portista, pensou:
- Oxalá venha outro túnel para poder mandar mais um chapadão no patife do Benfiquista...

Saudações azuis e brancas...
(Enviado por email)

Alma generosa!

"Querido Deus:
Este ano manda por favor roupas para as pobres senhoras
do computador do meu pai"...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

domingo, 14 de junho de 2009

Só vale desistir de desistir

Não se entregue ao desânimo, ao desalento, ao acabrunhamento, ao derrotismo.
Lute! vale a pena. Por si, pelos seus amigos, pelos que lhe são caros.
A turbulência da vida arremete , tantas vezes, impiedosamente contra a nossa nave. Mas você é um piloto, com muitas horas de voo pelas rotas da vida. Um emaranhado de calafrios, calores e impotências invadem-no? Então não esquente, permaneça lúcido e vai ver que consegue sair da zona de tempestade. Quem sabe? Quando menos espera...
Parece-lhe que ELE o abandonou? Não, ELE está. Simplesmente tem o seu timing para intervir. E a hora de Deus chega sempre.

Não desista pela sua saúde! Mesmo que pareça que o seu ser se vai desengonçar de tanto lutar contra a fúria do infortúnio. Na esquina, encontrará a sua manhã da Páscoa.
Boa semana! Acredite. Se lutar, semeará sementes de esperança no ventre do mundo.

SEMEAR E SABER ESPERAR…

Põe semente na terra, não será em vão,
não te preocupe a colheita, plantas para o irmão.

Oportunistas

Há quem viva só para dar nas vistas. Há quem faça tudo para cair nas graças dos "chefes".
E porque o juízo humano é muito falível, são estes os queridos, os intocáveis e os protegidos dos "chefes". Mesmo que por dentro não tenham nada. Nem espírito de comunhão, nem fidelidade aos compromissos assumidos, nem resquícios de dignidade. Total oposição aos títulos que ostentam e à posição privilegiada que usufruem junto de quem manda.
Infelizmente abundam em todo o lado. Como sanguessugas. À maneira dos fariseus do tempo de Cristo.

sábado, 13 de junho de 2009

11º Domingo do Tempo Comum - Ano B

Naquele tempo,disse Jesus à multidão:
«O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita».
Jesus dizia ainda:
«A que havemos de comparar o reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar? É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer,e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra». Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender. E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos. (Mc 4,26-34)

O Evangelho conta-nos duas pequenas parábolas que se completam mutuamente. Jesus pede aos que anunciam a Palavra (aos que lançam a semente) que não se preocupem com a forma como ela cresce e se desenvolve. Devem apenas confiar na eficácia da Palavra anunciada, conformar-se com o tempo e o ritmo de Deus, confiar na acção de Deus.
Quem semeia a Palavra de Deus tem de respeitar o crescimento interior de cada pessoa sem exigir que sigam ou caminhem ao mesmo ritmo, que pensem como nós… quem semeia confia em Deus. Também no Evangelho se faz referência à pequenez da semente (Deus não impõe a sua Palavra… propõe… e propõe de muitas maneiras, quase sempre muito discretas!).
Desafia-nos este texto do Evangelho a rever os nossos critérios de actuação e a nossa forma de olhar o mundo e os nossos irmãos. Por vezes (a maior parte das vezes!), é naquilo que é mais pequeno, débil e aparentemente insignificante que Deus Se revela. Deus está nos pequenos, nos humildes, nos pobres, nos que renunciaram a esquemas de triunfalismo e de ostentação.
É dos pequenos que Deus se serve para transformar o mundo… Deus está nos mais pequenos, débeis e insignificantes e habitualmente é nesses que o próprio Deus se dá a conhecer.
Qualquer atitude de arrogância, de ambição desmedida, de poder a qualquer custo, não são sinais do reino. Sempre que nos deixamos levar por tentações de grandeza, de orgulho, de prepotência, de vaidade, estamos a frustrar o projecto de Deus, a impedir que o Reino de Deus se torne realidade no mundo e nas nossas vidas.
Confiar em Deus é depositar nele toda capacidade de crer, toda expectativa de vida, mesmo que as circunstâncias indiquem o contrário. A verdadeira confiança em Deus não aceita, não discute, nem cede espaço a qualquer ideia ou solução que, espiritualmente, não proceda de Deus. Confiar em Deus significa encarar a escuridão crendo que ela não é o fim. Confiar em Deus significa olhar para a tempestade esperando pela bonança. É enfrentar os nossos problemas aguardando a solução. Enfim, confiar em Deus é irmos com Ele pela veredas da vida sabendo que sempre seremos levados ao melhor lugar.
E acima de tudo, a verdadeira confiança em Deus não está centralizada em fins temporais como prosperidade, poder, saúde ou sucesso. A verdadeira confiança é a entrega total nas mãos de Deus, agradecido pela vida e fazendo fé no futuro que só Deus pode dar.
( A Rede na Rede)

13 de Junho: Santo António

Protector dos pobres, o auxílio na busca de objectos ou pessoas perdidas, o amigo nas causas do coração. Assim é Santo António de Pádua, frei franciscano português, que trocou o conforto de uma abastada família burguesa pela vida religiosa.
Contam os livros que o santo nasceu em Lisboa, em 15 de Agosto de 1195, e recebeu no baptismo o nome de Fernando. Ele era o único herdeiro de Martinho, nobre pertencente ao clã dos Bulhões y Taveira de Azevedo. Sua infância foi tranquila, sem maiores emoções, até que resolveu optar pelo hábito. A escolha recaiu sobre a ordem de Santo Agostinho. Os primeiros oito anos de vida do jovem frei, passados nas cidades de Lisboa e Coimbra, foram dedicados ao estudo. Nesse período, nada escapou a seus olhos: desde os tratados teológicos e científicos às Sagradas Escrituras. Sua cultura geral e religiosa era tamanha que alguns dos colegas não hesitavam em chamá-lo de "Arca do Testamento".
Reservado, Fernando preferia a solidão das bibliotecas e dos oratórios às discussões religiosas. Bem, pelo menos até um grupo de franciscanos se cruzar no seu caminho. O encontro, por acaso, numa das ruas de Coimbra, marcou-o para sempre. Eles eram jovens diferentes, que traziam nos olhos um brilho desconhecido. Seguiam para o Marrocos, na África, onde pretendiam pregar a Palavra de Deus e viver entre os sarracenos.
A experiência costumava ser trágica. E daquela vez não foi diferente. Como a maioria dos antecessores, nenhum dos religiosos retornou com vida. Depois de testemunhar a coragem dos jovens frades, Fernando decidiu entrar para a Ordem Franciscana e adoptar o nome de António, numa homenagem. Disposto a tornar-se um mártir, ele partiu para o Marrocos, mas logo após aportar no continente africano, António contraiu uma febre, ficou tão doente que foi obrigado a voltar para a casa. Mais uma vez, os céus lhe reservavam novas surpresas. Uma forte tempestade obrigou seu barco a aportar na Sicília, no sul da Itália. Aos poucos, recuperou a saúde e concebeu um novo plano: decidiu participar na assembleia geral da ordem em Assis, em 1221, e deste modo conheceu São Francisco pessoalmente.
É difícil imaginar a emoção de Santo Antônio ao encontrar o seu mestre e inspirador, um homem que falava com os bichos e recebeu as chagas do próprio Cristo. Infelizmente, não há registos deste momento tão particular da história do Cristianismo. Sabe-se apenas que os dois santos se aproximaram mais tarde, quando o frei português começou a realizar as primeiras pregações. E que pregações! Santo António era um orador inspirado. Suas pregações eram tão disputadas que chegavam a alterar a rotina das cidades, provocando o fechamento adiantado dos stabelecimento comerciais.

Graças à sua dedicação aos humildes, Santo António foi eleito pelo povo o protetor dos pobres. Transformou-se num dos filhos mais amados da Igreja, um porto seguro ao qual todos – sem excepção – podem recorrer. Uma das tradições mais antigas em sua homenagem é, justamente, a distribuição de pães aos necessitados.
Homem de oração, Santo António tornou-se santo porque dedicou toda a sua vida aos mais pobres e ao serviço de Deus.
Diversos factos marcaram a vida deste santo, mas um em especial era a devoção a Maria. Na sua pregação, na sua vida a figura materna de Maria estava presente. Santo António encontrava em Maria além do conforto a inspiração de vida.
O seu culto, que tem sido ao longo dos séculos objecto de grande devoção popular, está difundido por todo o mundo.
Santo António torna-se um dos santos de maior devoção de todos os povos e sem dúvida o primeiro português com projecção universal.
De Lisboa ou de Pádua, é por excelência o Santo "milagreiro", "casamenteiro", do "responso" e do Menino Jesus. Padroeiro dos pobres é invocado também para o encontro de objectos perdidos.
Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada.

Santo António dixit

"Deus é Pai de todas as coisas. Suas criaturas são irmãos e irmãs."

"É viva a Palavra quando são as obras que falam."

"Quando te sorriem prosperidade mundana e prazeres, não te deixes encantar; não te apegues a eles; brandamente entram em nós, mas quando os temos dentro de nós, nos mordem como serpentes."

"Uma água turva e agitada não espelha a face de quem sobre ela se debruça. Se queres que a face de Cristo, que te protege, se espelhe em ti, sai do tumulto das coisas exteriores, seja tranqüila a tua alma."

"A paciência é o baluarte da alma, ela a fortifica e defende de toda perturbação."

"Ó meu Senhor Jesus, eu estou pronto a seguir-te mesmo no cárcere, mesmo até a morte, a imolar a minha vida por teu amor, porque sacrificaste a tua vida por nós."

"Como os raios se desprendem das nuvens, assim também dos santos pregadores emanam obras maravilhosas. Disparam os raios, enquanto cintilam os milagres dos pregadores; retornam os raios, quando os pregadores não atribuem a si mesmos as grandes obras que fazem, mas à graça de Deus."

"Ó Senhor, dá-me viver e morrer no pequeno ninho da pobreza e na fé dos teus Apóstolos e da tua Santa Igreja Católica."

"Neste lugar tenebroso, os santos brilham como as estrelas do firmamento. E como os calçados nos defendem os pés, assim os exemplos dos santos defendem as nossas almas tornando-nos capazes de esmagar as sugestões do demônio e as seduções do mundo."

"Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa."

Passa «limites do razoável»

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, desejou felicidades a Cristiano Ronaldo na sua nova aventura no Real Madrid, mas considera que o valor pago pelos «merengues» ao Manchester United para assegurar a contratação do internacional «ultrapassa os limites do razoável».

«Acompanho aquilo que foi dito sobre esta matéria. Pagar quase 100 milhões de euros pela transferência de um jogador, nunca me passou pela cabeça», afirmou Cavaco Silva durante o encontro de Chefes de Estado do Grupo de Arraiolos, que decorre em Nápoles, Itália.
«Quero desejar muitas felicidades ao Ronaldo no Real Madrid, ele tal como o Mourinho e o Figo ajudam a prestigiar Portugal», referiu o Presidente da Republica, sublinhando que «gostaria que Portugal fosse mais conhecido pela inovação, pela modernização, pela sua competitividade e também pela participação nas eleições europeias».

http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=166894

sexta-feira, 12 de junho de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Cristiano Ronaldo no Real Madrid por 94 milhões

O Manchester United aceitou a proposta recorde de 80 milhões de libras (94 milhões de euros) do Real Madrid para adquirir o futebolista português Cristiano Ronaldo, revela o clube inglês na sua página oficial

«O Manchester United recebeu uma oferta recorde de 80 milhões de libras do Real Madrid pelo Cristiano Ronaldo. A pedido do Cristiano - que voltou a expressar o desejo de sair - e depois de conversações com os seus representantes, o United concordou em permitir ao Real Madrid que negoceie com o jogador», pode ler-se no comunicado dos red devils.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=138153&tab=community

Convite
Quer abrir a página da internet que lhe acabo de indicar? Veja então aí os vários comentários à notícia da transferência de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid.
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Profissão de Fé


Neste dia do Corpus Christi, cerca de três dezenas de crianças fizeram a sua Profissão de Fé. Aliás, nesta comunidade paroquial, a profissão de Fé realiza-se todos os anos.
Parabéns a eles, seus pais e catequistas. “Quero ter um coração bonito”, dissestes. Que a vossa vida nunca desdiga o propósito formulado. Que a família e a comunidade apoiem sem cessar o crescimento na fé destes adolescentes, pelo testemunho e pela palavra.
Estiveram muito bem os pequenos. Portaram-se lindamente, sempre com um sorriso a inundar-lhes o rosto. Cantaram, leram, responderam, participaram maravilhosamente. A festa foi deles e eles foram a festa.
Apesar da saturação natural que o fim do ano sempre acarreta; apesar das provas de aferição e de outras actividades em que muitos deles estão/estiveram envolvidos, levaram a preparação próxima muito a sério. Não admira, por isso, que tenham estado muito bem, mormente nos cânticos que sempre exigem bastante treino.
Parabéns, amiguitos! Que guardeis no coração pela vida fora aquela belíssima canção que belamente cantaste: "ninguém te ama como Eu!" Que aceiteis o desafio que nos lançastes quando cantastes: "Voa bem mais alto.."
Três dias especiais: Anteontem e ontem estivestes esmagadoramente em Fátima, hoje a vossa Profissão de Fé. NOSSA SENHORA! Esteve especialmente ligado a estes dias. Em Fátima falaste com Ela. Hoje ofereceste-lhe uma flor. Mãe, semeia Jesus no coração destes miúdos! Sempre. Que eles tenham sempre um coração bonito!
Saúdo os pais, agradeço aos catequistas, aos ensaiadores, e a todos os que colaboraram.Um abração enorme para vós, amiguinhos. Como vos amo!Que Cristo seja sempre o centro das nossas vidas.

A festa do Corpo e Sangue de Cristo

A Eucaristia é a mais bela invenção do amor
Pelo seu amor para conosco, Jesus reuniu na Eucaristia um sinal
provocado pela sua ausência e o realismo de sua divina e humana presença.
Ele quis que o mesmo gesto de amor
fosse oferecido a todos os homens de todos os tempos.
Jesus desapareceu, ausentando-se na Ascensão.
Desde então, Senhor do espaço e do tempo,
pode abraçar com um só olhar todo o universo e sua história.
Esta distância esconde uma presença sempre real,
embora mais discreta para poder ser mais universal.

No sinal do Pão partido sobre a mesa da Igreja,
está a realidade da pessoa de Cristo, crucificado e ressuscitado,
verdadeiramente presente para nós.
Seu poder e amor infinito não ficam reduzidos a um puro símbolo
que lembra somente sua passagem por este mundo.
Ele quis permanecer conosco, realmente presente,
no pão partido e no cálice consagrado da nova aliança.

A Eucaristia é um véu subtil, que encobre a presença de Cristo
através do banquete divino.
No altar de todas as igrejas, no sacrário do templo mais simples,
no ostensório mais artístico que sai hoje em procissão pelas ruas das cidades,
Jesus, o Salvador, o Senhor, está verdadeiramente presente.
A Eucaristia é a mais bela invenção do amor de Cristo.

A Celebração da Eucaristia relembra aos peregrinos nesta terra,
a festa eterna, que é preparada para o fim dos tempos,
quando o Reino de Deus se manifestará em toda a sua plenitude.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Aconteceu

Na manhã de hoje em Fátima, algumas catequistas foram fazer algumas compras de que o grupo precisava.
Ora uma das coisas de que se precisa mesmo é de água. Nestas viagens, os pequenos são como os franguitos, precisam sempre de bebericar. Claro que o tempo hoje até ajudava, pois não estava aquele calor que os não faz tirar o boca do copo.
As catequistas, depois de muito procurar sem encontrar, dirigem-se a um agente da autoridade, que, pelos vistos, já revelava algumas lacunas dentárias.
- O senhor não faz o favor de nos indicar onde podemos comprar um garrafão de água?
O senhor, depois de dizer que não era dali e não conhecia bem o local, lá lhes falou onde conseguiriam comprar umas garrafas de água...As catequistas responderam que não eram garrafas de água o que procuravam, mas sim garrafões. Então o agente gracejou:
- Então é fácil. Se chover, abram a boca para o céu!...
Uma das catequistas responde na mesma moeda:
- Então é por isso que o senhor agente está a ficar desdentado...
O agente desandou sorrindo e elas fizeram o mesmo.