quinta-feira, 28 de maio de 2015

"Prefiro a misericórdia ao sacrifício"

Nas religiões, oferece-se sacrifícios à divindade - frutos, comida, animais, seres humanos -, para aplacá-la, agradecer, expiar os pecados, atrair bênçãos. A refeição sacrificial cultual criava relações de comunidade dos participantes com a divindade e entre si. Mas desgraçados dos seres humanos que foram oferecidos em sacrifício! Teria sido melhor não terem conhecido a religião. E que Deus seria esse que precisasse dos sacrifícios, sobretudo quando isso implicava a morte de homens ou mulheres?
A Bíblia, concretamente na sua linha profética, verberou os sacrifícios. Oseias põe na boca de Deus estas palavras: "Eu quero a misericórdia e não os sacrifícios, o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos." E Amós: "Eu conheço as vossas maldades e a enormidade dos vossos pecados. Sois opressores do justo, aceitais subornos e violais o direito dos pobres no tribunal. Eu detesto e rejeito as vossas festas. Se me ofereceis holocaustos, não os aceito nem ponho os meus olhos nos sacrifícios das vossas vítimas gordas. Antes, jorre a equidade como uma fonte, e a justiça como torrente que não seca." E o profeta Isaías escreve: "De que me serve a mim a multidão das vossas vítimas? - diz o Senhor. Estou farto de holocaustos de carneiros, de gorduras de bezerros. Não me agrada o sangue de vitelos, de cordeiros nem de bodes. Quando me viestes prestar culto, quem reclamou de vós semelhantes dons, ao pisardes o meu santuário? Não me ofereçais mais dons inúteis. Cessai de fazer o mal, aprendei a fazer o bem; procurai o que é justo, socorrei os oprimidos, fazei justiça aos órfãos, defendei as viúvas."
Jesus retomou a palavra profética de Oseias: "Ide aprender, diz o Senhor, o que significa: 'Prefiro a misericórdia ao sacrifício'." Ele enfrentou profeticamente a casta sacerdotal e expulsou os vendilhões do Templo, tendo sido este acontecimento determinante para a sua condenação à morte na cruz, na sequência de uma coligação internacional - Jerusalém e Roma -, com interesses sacerdotais, económicos e políticos ameaçados.
Afinal, um Deus que precisasse de sacrifícios era um Deus pior do que os seres humanos, quando vivem uma humanidade boa e feliz. Que pai ou mãe quer que os filhos andem de joelhos ou de rastos diante deles e lhes ofereçam sacrifícios?
O sofrimento pelo sofrimento é inútil e deve-se combatê-lo, bem como às religiões doloristas que pregam o sofrimento como agradável a Deus e a via mais directa para o céu. Deus não precisa nem quer sacrifícios. Deus, que é amor, quer amor e justiça para todos, dando preferência aos marginalizados e aos pobres. Mas cá está. A prática do amor e da justiça, a contribuição real para uma sociedade boa e justa e mais feliz implicam capacidade de sacrificar-se. Agora, porém, é diferente: não se trata do sacrifício pelo sacrifício, mas das melhores causas da vida, que inevitavelmente exigem renúncia, entrega, doação. Aqui, o sacrifício surge em toda a sua dignidade, dita já no étimo latino: sacrum facere - tornar sagrado. Não há amor nem obra grande nem salvaguarda da humanidade na sua dignidade, sem a disposição para sacrificar-se pelo melhor. Quem ousa então ir até ao fim, superando os obstáculos do egoísmo e da preguiça e da mesquinhez e da opressão e entregando-se à realização da humanidade de todos os homens, faz algo de sagrado, torna o mundo humano e sagrado.
Anselmo Borges, in DN

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Cada um é como é!

Há dons que gostaria de ter. Como diz o povo, "não nos fizemos, fizeram-nos".

 Por exemplo, gostava de não sentir tanta aversão a hospitais onde sempre me sinto mal. Às vezes pareço mais doente do que os doentes que lá estão. Gostava de ir mais vezes para escutar e levar uma palavra de apoio aos doentes. Só que, porque me sinto mal lá, apercebo-me que sou mais sobrecarga do que alívio...


Admiro as pessoas que, vendo uma outra pessoa uma ou duas vezes, nunca mais esquecem a figura e o rosto; escutando o seu nome, jamais o esquecem.
Esta falta de memória geográfica (dificuldade tremenda em fixar rostos e nomes) tem-me trazido alguns dissabores, não só diante de pessoas ("Sabe quem eu sou?", "Lembra-se de mim?"), mas também comigo próprio, pois gostava de identificar as pessoas e os seus nomes. Tal era-me muito mais simpático e evitava certos julgamentos alheios...


Mas sei que Deus nunca exige mais do que aquilo que podemos dar. Por isso, Ele só nos pede que ponhamos a render os talentos que nos deu.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Mapa de Europa desde o ano 1000 até hoje

video

Fé e política

De férias em Cuba, um português conversa com um cubano. A certa altura pergunta-lhe o cubano: "Você vem de um país muito católico, até lá apareceu Nossa Senhora... Fátima. É católico?"
"Mais ou menos", responde o português. "Acredito, mas não pratico.
Já agora, deixe-me fazer-lhe uma pergunta", continua o português. "Você vive num país oficialmente comunista. É comunista?"
"Mais ou menos", responde o cubano. "Pratico, mas não acredito".

IMPORTA (sobretudo) ESCUTAR

Não conhecemos tudo de nós e desconhecemos muito dos outros.
Henry Wadsworh Longfellow dizia: «Cada pessoa tem os seus lamentos secretos que o mundo desconhece; e muitas vezes dizemos que determinada pessoa é fria quando é apenas triste».
Mais do que avaliar os outros, importa aprender a escutar os outros!
Fonte: aqui

Gostava de ter um programa assim onde votar. Mas não vou ter

Leia aqui o programa em que José Manuel Fernandes  gostaria de votar mas, diz ele, sabe que não vai ter.


Concorda com o autor?

segunda-feira, 25 de maio de 2015

O que é de facto importante?

O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que...
está em casa!

A desordem que tenho que limpar depois de uma festa, significa que...
estivemos rodeados de familiares e amigos!


As roupas que estão apertadas, significa que...
tenho mais do que o suficiente para comer!


O trabalho que tenho em limpar a casa, significa que...
tenho uma casa!


As queixas que vou ouvindo acerca do governo, significa que...
tenho liberdade de expressão!


Não encontro estacionamento, significa que...
tenho carro!


Os gritos das crianças, significa que....
posso ouvir!


O cansaço no final do dia, significa que...
tenho saúde e posso trabalhar!


O despertador que me acorda todas as manhãs, significa que...
estou vivo!

sábado, 23 de maio de 2015

Óscar Romero, nos altares e nos corações

"Romero Carregou sobre os seus ombros toda a dor dos pobres"

Dia 23 de maio. Festa de  fé e de amor para elevar aos altares oficialmente (nos corações já estava) o bispo mártir da  justiça Óscar Arnulfo Romero. Na praça de Cristo Salvador abarrotada de fiéis. Numa cerimónia presidida pelo cardenal Angelo Amato, que assegurava, na  homilia, que a opção proferencial pelos  pobres do novo beato não era ideológica, mas evangélica.

O arcebispo Óscar Romero (1917-1980), que o Papa Francisco reconheceu como “mártir”, foi hoje proclamado beato numa cerimónia que reuniu centenas de milhares de pessoas na Praça do Divino Salvador do Mundo, em El Salvador.
A Missa foi presidida pelo cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, com a participação de vários chefes de Estado e de Governo, para além dos vice-presidentes de Cuba e Costa Rica.
O cardeal italiano leu a carta apostólica em latim com que o Papa Francisco proclama o Beato Óscar Romero, “bispo e mártir, pastor segundo o coração de Cristo, evangelizador e pai dos pobres, testemunha heroica do Reino de Deus, reino de justiça, fraternidade e paz”.
Após a proclamação oficial, a carta foi lida em espanhol e foi levada ao altar a relíquia: a camisa ensanguentada do dia em que o arcebispo foi assassinado.
Na homilia, muito aplaudida pelos presentes, o cardeal Amato afirmou que "a memória de Romero continua viva e dá consolo a todos os pobres e os marginalizados".
D. Óscar Romero foi morto a 24 de março de 1980, num contexto de forte tensão política em El Salvador, onde se opunha às medidas repressivas tomadas pelos militares.
O processo de beatificação chegou ao Vaticano em 1997, tendo ficado parado durante vários anos; foi Bento XVI, agora Papa emérito, a desbloquear a causa, em dezembro de 2012.
A beatificação acontece depois de o Papa Francisco ter autorizado a 3 de fevereiro deste ano a publicação do decreto que reconhecia o martírio de D. Óscar Romero.
Oscar Arnulfo Romero nasceu em agosto de 1917 em Ciudad Barrios (El Salvador), numa família de modestos recursos; aos 14 anos, entrou no seminário, mas seis anos depois afastou-se para ajudar a família e passou a trabalhar nas minas de ouro, com os irmãos.
Após retomar os estudos, foi enviado a Roma para estudar Teologia e foi ordenado sacerdote em 1942, altura em que regressa a El Salvador e assume uma paróquia do interior, seguindo depois para a Catedral de San Miguel, onde fica durante 20 anos.
Em 1970 foi nomeado pelo Papa Paulo VI como bispo auxiliar de São Salvador; em 1974 foi escolhido para dirigir a diocese de Santiago de Maria, no meio de um contexto político de forte repressão.
Um ano depois, a Guarda Nacional executou cinco camponeses e D. Oscar Romero celebrou uma Missa pelas vítimas.
Em 1977, D. Óscar Romero é nomeado arcebispo de San Salvador e, pouco tempo depois, é assassinado o padre jesuíta Rutílio Grande, de quem era muito próximo.
Segundo os seus biógrafos, este é o momento em que o arcebispo se assume como voz dos oprimidos, denunciando a repressão, a violência do Estado e a exploração imposta ao povo pela aliança entre os setores político-militares e económicos.
Após o golpe de Estado de 1979, a junta que assume o poder promove o assassínio de centenas de civis, entre eles sacerdotes, e a guerrilha responde com execuções sumárias.
A 24 de março de 1980, D. Oscar Romero foi assassinado por um franco-atirador, enquanto presidia à Missa na capela do Hospital da Divina Providência, em São Salvador; esta será a data da memória litúrgica do novo beato.
O rito de beatificação constitui a penúltima etapa para a canonização, mediante a qual um cristão é declarado santo e se alarga a sua veneração a todas as nações e congregações religiosas.
Simbolicamente, a apresentação dos dons inclui um livro com os Acordos de Paz de El Salvador que puseram fim à guerra civil de 1980 a 1992, no país centro-americano.
In agência ecclesia

Associação Filarmónica de Tarouca - CONCERTO SOLIDÁRIO


Veja aqui

sexta-feira, 22 de maio de 2015

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Aumentou desigualdade de rendimentos e pobreza

Fosso entre os mais ricos e os mais pobres está ao nível mais alto dos últimos 30 anos, com os 10 por cento dos mais ricos a registarem em média 9,6 vezes o rendimento dos 10 por cento mais pobres
Fosso entre os mais ricos e os mais pobres está ao nível mais alto dos últimos 30 anos,
com os 10 por cento dos mais ricos a registarem em média 9,6 vezes o rendimento
dos 10 por cento mais pobres 
     Fotografia © Pedro Correia


Relatório da OCDE avisa que fosso entre ricos e pobres diminuiu em Portugal, mas que somos dos mais pobres e desiguais. A pobreza está a afetar sobretudo as crianças e jovens.

O fosso entre ricos e pobres diminuiu, mas Portugal continua entre os países mais desiguais e com maiores níveis de pobreza consolidada da OCDE, segundo um relatório que analisa a evolução da desigualdade de rendimentos nos últimos anos.
Analisando a totalidade dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e também economias emergentes como a China ou a Rússia, o relatório conclui que a desigualdade de rendimentos e a pobreza aumentaram durante a crise.
"Nos primeiros anos da crise, a desigualdade de rendimentos antes de impostos e benefícios aumentou fortemente, mas os impostos e benefícios amorteceram a subida. Nos anos mais recentes, enquanto a desigualdade de rendimentos antes de impostos e benefícios continuou a subir, o efeito de amortecimento abrandou, acelerando a tendência geral de aumento da desigualdade do rendimento disponível", refere a OCDE.
O relatório, apresentado hoje em Paris, adianta que entre 2011 e 2012, Portugal registou uma redução de 0,343 para 0,338 no coeficiente Gini, que mede as desigualdades de rendimento(0 para os países com igualdade de rendimentos e 1 para os países com maior desigualdade de rendimentos).
Portugal surge, assim, no relatório como o nono país mais desigual entre os 34 da OCDE, acima do índice médio destes países, que é de 0,315.
Os 10 por cento da população portuguesa mais rica concentravam 25,9 por cento da riqueza, enquanto os 10 por cento da população mais pobre tinham 2,6 por cento.
O grosso da riqueza (63 por cento) concentrava-se nos 40 por cento da população.
No mesmo período, a taxa de pobreza dos agregados portugueses passou de 12,0 para 12,9 e os níveis de pobreza consolidada subiram dos 12,4 para os 13,6, o sexto valor mais elevado entre os 34 países da OCDE e acima do nível médio de pobreza consolidada deste bloco de países, situado nos 9,9.
Quando analisada por idade, a pobreza afetava sobretudo as crianças e jovens, com taxas de 17,8 e 15,8 respetivamente. Os adultos (26-65) e os trabalhadores pobres apresentam taxas de 12,5 e 12,2.
O estudo adianta também que, pela primeira vez, em 2011, a taxa de pobreza das pessoas com idades entre os 66 e 75 anos ficou abaixo da média da população, sendo essa redução classificada como "considerável" em Portugal e em países como a Grécia, a Irlanda ou a Espanha.
Em 2007, os idosos eram o grupo etário com maior incidência de pobreza, enquanto em 2011 os jovens e as crianças tomaram o seu lugar, segundo a OCDE, que tinha identificado a pobreza entre os jovens como uma tendência a longo prazo, mas que a crise acelerou.
O estudo assinala que em Portugal, apesar do aumento da desigualdade registada no rendimento de mercado (inclui rendimentos do trabalho, capital e propriedades), a aplicação de benefícios fiscais e sociais resultou numa redução da desigualdade dos rendimentos disponíveis.
O relatório conclui que, entre 2007 e 2011, a maioria dos países da OCDE registou um aumento na desigualdade do rendimento disponível, tendo 15 países ficado mais desiguais e nove mais iguais.
Na maioria dos países, o fosso entre os mais ricos e os mais pobres está ao nível mais alto dos últimos 30 anos, com os 10 por cento dos mais ricos a registarem em média 9,6 vezes o rendimento dos 10 por cento mais pobres.
O relatório conclui ainda que as desigualdades continuaram a aumentar durante a crise, sobretudo devido ao crescimento do desemprego, mas também depois da crise.
Em países como a Grécia, Irlanda e Portugal, o aumento da desigualdade nos rendimentos do trabalho foi fortemente influenciada pelos efeitos do desemprego, no entanto as diferenças salariais reduziram-se por causa dos cortes nos salários do setor público.
Fonte: aqui

quarta-feira, 20 de maio de 2015

É tempo de os pais e as mães saírem do seu exílio

(Lusa)


- “É tempo que os pais e as mães saiam do seu exílio - porque se autoexilaram da educação dos filhos -, que regressem do seu exílio e assumam de novo plenamente o seu papel educativo”


- AOS PAIS SEPARADOS: "nunca, nunca tomeis o filho como refém!"


- PACTO EDUCATIVO: Inversão de papéis


- Espírito Santo e as Famílias


Veja aqui

terça-feira, 19 de maio de 2015

IGREJAS - FUNDAÇÕES, PADROADOS E ORAGOS


A importância deste trabalho reside, pois, num melhor conhecimento de parte das diversas paróquias no período medieval pertencentes à diocese de Lamego, baseando-se para isso, o estudioso Almeida Fernandes, numa exaustiva pesquisa das fontes documentais da época, para se pronunciar sobre a origem de muitas das paróquias que constituíram à época a diocese.
É um contributo a nível religioso, mas igualmente civil na medida em que procura dar a conhecer factos que para o comum do cidadão não se encontram facilmente disponíveis. Com o presente trabalho, estudiosos e não só, poderão contribuir com achegas mais pertinentes, para um melhor conhecimento das raízes em que assentam muitas das paróquias que constituíram e constituem parte da actual diocese de Lamego. Algumas toram desta subtraídas e entregues a outras dioceses.
É motivo de regozijo para esta Santa Casa da Misericórdia o trabalho que agora se apresenta. Um bem-haja pelo contributo desinteressado que este historiador dedicou em prol de um melhor conhecimento das massas terras e das nossas gentes. 
(Do Prefácio do Livro)

Congresso da Cidadania Política

 
 A Assembleia Municipal de Tarouca vai mais uma vez levar a efeito o Congresso da Cidadania Política, no próximo dia 20 de junho, pelas 14,00 horas, no Auditório Municipal Adácio Pestana, em Tarouca.
A realização deste evento tem como objetivo principal discutir e avaliar o trabalho autárquico, e aprovar soluções inovadoras, independentes e inclusivas, para o Munic...ípio de Tarouca, pretendendo-se que seja uma verdadeira definição de opções estratégicas para o Vale do Varosa. Este evento é promovido numa atitude única de todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal.
A participação nesta nova forma de fazer política, aberta a todos os cidadãos, contribui para uma Cidadania Ativa.

O Gabinete de Apoio à Assembleia Municipal,
Ana Borges

VIOLÊNCIA QUANDO SE PERDE, VIOLÊNCIA QUANDO SE GANHA (o problema não é só o Benfica)

A violência já não é só uma reacção ao negativo; é também uma consequência do positivo.
A violência está tão entranhada que ela já não se manifesta apenas na hora do infortúnio; revela-se também como um ingrediente dos momentos de festa.
Se está tudo mal, violência. Se está tudo bem, violência.
Ou seja, mesmo quando as coisas correm bem, há sempre algo que as faz deslizar para os terrenos do mal.
E o mais preocupante é pressentir que, no caso da noite de domingo, se outros tivessem sido os triunfadores, o cenário tenderia a ser semelhante.
A questão não é particular; é (infelizmente) geral. A violência é um tumor que se vai multiplicando por todas as camadas etárias e sociais.
Acresce que só damos por ela quando se mostra. Devíamos (procurar) neutralizá-la quando germina.
Os sinais são preocupantes. Mas não nos resignemos.
É altura de continuar a reflectir. E de procurar inflectir!
Fonte: aqui

segunda-feira, 18 de maio de 2015

domingo, 17 de maio de 2015

Benfica é bicampeão nacional


O Benfica conquistou hoje o 34º título de campeão nacional ao empatar em Guimarães, beneficiando do empate do FCPorto no Restelo.
Como desportista, felicito o Benfica pela conquista do campeonato.


Como portista convicto, revejo-me muito no que disse em 16-05-2015 outro portista, o deputado Carlos Abreu Amorim.


"A duas jornadas do fim, o Benfica tem todas as condições de se sagrar campeão. A reação do FC Porto, particularmente do seu treinador, tem sido errada e preocupante. Não faz qualquer sentido falar em “colinho” ou em “manto protetor” – essas lógicas não surgiram agora e o FC Porto soube sempre sobrepor-se a contextos desfavoráveis, tornando-se no clube português predominante nos últimos trinta e tal anos, praticamente desde que somos uma Democracia".

"Se nós, os portistas, sossegarmos nesse tipo de teses talvez consigamos aliviar as responsabilidades próprias mas não seremos capazes de perceber o que correu mal esta época – e erros semelhantes serão reincididos. Convém não esquecer que foi precisamente isso que os nossos adversários fizeram durante décadas, facilitando e consolidando as nossas hipóteses de vitória, sem nunca disso suspeitarem".

"Durante muitos anos, perante o ciclo consistente de vitórias azuis e brancas, forjou-se uma ´lenda encarnada` que recusava ver uma réstia de mérito nas nossas vitórias – o FC Porto ganhava tudo, diziam, porque ´eram os árbitros`, a organização do futebol, os ´Apitos Dourados` e toda uma parafernália de fantasias mal-amanhadas [omitindo sempre as vitórias internacionais do Porto] que tinham condão de confortar os adeptos encarnados mas que passavam ao lado do fulcro da questão: o FC Porto era vencedor porque tinha as melhores equipas, os jogadores com mais ´mística`, os melhores treinadores e uma estrutura de futebol incomparável em Portugal!".

"Não é coincidência que o Benfica só tenha conseguido triunfar quando abandonou as teses desculpabilizadoras e resolveu ser melhor do que os outros. A dois jogos do fim deste campeonato, o Benfica foi a equipa mais competente, melhor treinada e que falhou menos nos momentos chave – sobretudo nos jogos contra o Porto. Nós tivemos os melhores jogadores mas nunca fomos a melhor equipa. Lopetegui falhou clamorosamente do ponto de vista tático nos jogos decisivos. Usou e abusou do experimentalismo. Nunca soube transmitir segurança aos jogadores – pelo contrário, estes estavam em campo à imagem e semelhança do seu treinador: nervosos, inseguros, desconcentrados e sem capacidade de superarem adversidades imprevistas. O que não quero é que os adeptos do meu clube reajam à provável vitória do Benfica com a mesma fragilidade e estado de negação com que eles suportaram as nossas inúmeras vitórias – se assim acontecesse, esse seria, talvez, o seu maior triunfo. Por isso, se o Benfica vencer amanhã saibamos reconhecer as culpas próprias em vez de tentarmos enxergar razões diminuídas que só nos farão perder o futuro."
Fonte: aqui

sábado, 16 de maio de 2015

Três miúdos do 5º ano falam das suas família

O Zé, a Sofia e o Nelo frequentam o 5º ano. Colegas desde o Infantário, são como irmãos, dão-se lindamente e movem-se num espírito de cumplicidade  confiante.
Naquela tarde, os três encontraram-se na casa do Nelo para realizar um trabalho de grupo para a escola. Trabalham lindamente em grupo apesar de serem temperamentalmente muito diferentes. Em trabalho não brincam, assim se habituaram e nesta orientação estão a crescer. Mas terminada a tarefa, aproveitam o tempo para longas conversas sobre os mais variados temas e para intermináveis brincadeiras.
Naquele dia a conversa versou sobre a família que os três apreciam demais, mas da qual se queixam pelo pouco tempo que os pais lhes dedicam.
Sempre mais espontâneo, o Zé foi o primeiro:
- Quando chega do trabalho, o meu pai lancha e vai para o café, regressando a casa para o jantar. A minha mãe cuida das tarefas da casa e vai espreitando a telenovela da hora. Manda-me para o quarto fazer os deveres e se lhe vou dizer que já os fiz, diz-me para ir ver televisão ou então que vá para o computador. Estais a ver. Ela não quer quem a distraia da telenovela. Depois jantamos e o meu pai não quer barulho nem conversas, porque quer ver e ouvir as notícias. Entretanto obrigam-me a ir para a cama. E é assim quase toda a semana.
A Sofia ouviu e tomou a palavra:
- O meu pai não perde tempo, gosta de estar sempre ocupado. Mal chega do trabalho, vai para o campo ou então dedica-se a consertar coisas em casa. A minha mãe não despega do telemóvel. Está a fazer o comer sempre com o telemóvel encravado entre o ouvido e o ombro. Não sei quem tanto tem que conversar! À refeição não querem barulho porque a um ou a outro sempre dói a cabeça. Mal comemos, mandam-me logo para o quarto ver TV ou  navegar na net até à hora de ir pra a cama. E é quase sempre assim toda a semana.
O Nelo, que ouvira atentamente os colegas, deixa o seu testemunho:
- O meu pai é diferente. Chega a casa e vai ajudando a minha nas tarefas de casa. Os dois entendem-se muito bem e gostam de se ajudar. Parecem um casalinho de namorados. Não gostam de estar um longe do outro. Só que comigo.... Sabeis? São chatos, parecem polícias. Querem saber tudo o que se passou comigo na escola, quem são os meus amigos no face, para quem mando mensagens, como gastei o dinheiro, com quem converso no skype, que páginas visito na net, com quem andei a brincar... Todos os dias um interrogatório que se prolonga pela refeição. Depois tenho aquele tempo para estudar e estou proibido de ter o telemóvel comigo, de ter a televisão e o computador ligados. Só me posso ausentar para o meu quarto depois de todos terem comido e de ter ajudado a levantar a mesa. Que seca! Ah! E à horinha, lá está um deles a dizer-me que está na hora da higiene para ir para a cama. Sem qualquer tolerância.
- Ouviste o disse na aula o prof. de Português? - perguntou a Sofia. - Para haver comunicação tem que se saber ouvir e poder falar.
- Pois, mas os nossos pais ou não falam ou só falam - concluiu o Zé. Às vezes penso que a minha família é só para as pessoas lá irem comer e dormir. Gostava tanto de brincar, ouvir umas histórias, falar do futuro, dizer o que sinto... Mas os meus pais não estão para aí virados. Nem ao fim de semana! Eles lá vão à vida deles e eu fico sozinho em casa.
- Os meus pais controlam-me completamente - frisou o Nelo. - Importam-se muito comigo, é verdade, mas eu não queria pais-polícias, queria pais que fossem também companheiros, amigos, com quem me sentisse bem a partilhar o que sinto, o que penso e o que vivo.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O JOVEM PRECISA DE QUEM O AJUDE, NÃO DE QUEM O IMITE

 (sobre os últimos episódios de violência juvenil)
Não é inédito, mas é cada vez mais preocupante.
As imagens são arrepiantes e os factos aterradores.
Jovens agridem jovens, jovens deliciam-se a ver agredir jovens, jovens (muito possivelmente) matam jovens.
Dir-se-á que sempre foi assim e que, no passado, até terá sido pior.
Acontece que ao passado já não podemos acudir. Aos prevaricadores de outrora já não conseguimos corrigir.
O mal não é só o que foi feito no passado. O mal é também o bem que (não) está a ser feito no presente.
Esquecemos, muitas vezes, que a maior ajuda que podemos dar aos novos é educá-los, não imitá-los.
Há quem goste de parecer jovem mesmo quando a idade já é de adulto. Se até os adultos gostam de parecer jovens, que vontade terão os jovens de ter atitudes adultas?
Se os adultos não amadureceram, como esperar que os mais jovens amadureçam?
Educar é superar o que se é; é corrigir muito do que se faz; é introduzir o diferente. É ponderar para lá dos impulsos.
O panorama geral é pouco animador.
Mas, atenção, há jovens excepcionais. Há jovens que são um verdadeiro exemplo até para os mais crescidos.
E, graças a Deus, ainda são muitos!
Fonte: aqui

quinta-feira, 14 de maio de 2015

17 de maio - Dia Mundial das Comunicações Sociais 2015

Concerto na Igreja de São Pedro - Tarouca


A Associação Filarmónica de Tarouca tem o prazer de convidar todos sócios, simpatizantes  e o público em geral a assistir ao concerto que se realizará no dia 22 de Maio na Igreja de São Pedro. Este concerto está inserido na angariação de fundos para o Centro Paroquial. Estão todos convidados.
Frederic Cardoso disse:
"No próximo dia 22 de Maio terei o prazer de interpretar na Igreja Matriz de Tarouca, minha terra natal, o Concerto de K. Kurpinski com a Associação Filarmónica de Tarouca.
Estão todos convidados."


(In faceboook)

quarta-feira, 13 de maio de 2015

"Não tenho tempo!..."

É capaz de passar horas no cabeleireiro à conversa com os amigos...
Mas para rezar não tem tempo...


É capaz de participar em todas as atividades desportivas marcadas para o domingo...
Mas diz que não tem tempo para ir à Missa...


É capaz de passar tempos infindos no café a beber, jogar, falar dos outros...
Mas diz que não tem tempo para ir a uma reunião de formação...


É capaz de passar horas frente à televisão a ver a telenovela ou o jogo de futebol...
Mas não tem tempo para rezar com os filhos...


É capaz de passar o fim de semana em passeio...
Mas nunca tem tempo para colaborar na vida da comunidade...


É capaz de gastar horas em frente de um computador ou de outras novas tecnologias...
Mas não tem tempo nem disposição para o diálogo, a brincadeira, a convivência com a família...


Está sempre disponível para um piquenique...
Mas nunca tem tempo para ir ao Mês de Maria ou outra oração comunitária...


Não tem vergonha de se emborrachar, de ir a todas as  tainas, de frequentar "as meninas"...
Mas tem vergonha de se identificar e agir como cristão...


Tem todo o tempo para a "má língua"...
Mas nunca tem tempo para o compromisso em prol dos outros...


Tem todo o tempo para denegrir e atacar  a Igreja...
Para se desculpabilizar dos seus deveres de batizado que não cumpre...


É capaz de gastar o que tem e não tem nos copos, nos vestidos, na aparência...
Mas não tem disponibilidade para ajudar os pobres nem para colaborar no bem comum...


É capaz de chorar e exigir tudo no funeral do pai...
Mas quando o pai precisou dele, não teve tempo...


É capaz de se entusiasmar perante um gesto do Papa Francisco...
Mas quando Francisco diz algo que o incomode, nem liga...


Nunca se interroga de onde veio, o que faz aqui e para onde vai...
Porque está demasiado preocupado em gozar a vida...


É capaz de se indignar com Deus perante o sofrimento...
Mas é incapaz de saber escutar e acolher os planos de Deus...


É capaz de exigir tudo à escola ou à catequese...
Talvez para de desculpar do mau exemplo que é para os filhos ou do mau educador que é em família...


Indigna-se com o bullying e outras formas de violência que acontecem nas escolas e na sociedade...
Mas em casa e com os amigos é capaz de ser superviolento, esquecendo-se que há palavras que ferem mais do que balas...




Imagem peregrina de Nossa Senhora inicia visita ao país

Na oração de envio, D. António Marto disse esperar que Maria seja «conselho dos que governam» e recordou quem vive em «dificuldades»
(Lusa)
O bispo de Leiria-Fátima manifestou hoje a esperança de que a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora às dioceses de Portugal, que agora se inicia, contribua para uma sociedade cada vez mais justa e solidária.
“Sê conselho dos que governam e dos que trabalham pela paz e olha para a condição dos que vivem as dificuldades do mundo contemporâneo”, exortou D. António Marto, na oração de envio da imagem peregrina, que durante os próximos 12 meses estará de passagens por todas as dioceses portuguesas.
Numa intervenção proferida no final da Missa de encerramento da peregrinação internacional de maio, na Cova da Iria, o prelado pediu a Maria que “acolha com solicitude materna o grito de louvor e a súplica de todos os que, em cada lugar de Portugal, procuram a força da sua intercessão” e “trabalham por um mundo melhor”.
Apelou ainda à intercessão de Nossa Senhora para “os bispos, presbíteros e diáconos” de cada diocese, para que Maria seja “o alento de todos os consagrados, a alma de cada família e a alegria dos agentes de pastoral”.
A passagem da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima pelo país está englobada na preparação das comemorações do centenário das aparições, marcado para 2017.
O início da iniciativa, esta quarta-feira, foi acompanhado por mais de 200 mil peregrinos, dos mais variados países e continentes, que encheram o Santuário de Fátima nas cerimónias 12 e 13 de maio, presididas este ano por D. Raymundo Damasceno Assis, cardeal-arcebispo de Aparecida.
Após deixar o Santuário de Fátima, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima fará de carro o seguinte percurso por Portugal: Viseu, Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Bragança-Miranda, Lamego, Coimbra, Guarda, Portalegre-Castelo Branco, Setúbal, Évora, Beja, Algarve, Santarém, Lisboa, Madeira, Aveiro, Açores, Porto, Leiria-Fátima.
O Santuário espera que esta iniciativa seja para os portugueses “uma forte experiência de fé” e recorda que “todos são convidados a participar”.
A primeira imagem peregrina, feita segundo indicações da irmã Lúcia, foi oferecida pelo bispo de Leiria e coroada pelo arcebispo de Évora a 13 de maio de 1947, tendo desde esta data, por diversas vezes, percorrido o mundo inteiro.
In agência ecclesia

Comunicamos ao longe, não comunicamos com quem está perto...


Não pode ser a comunicação social a definir e a comandar a vida das famílias. As famílias é que devem definir e comandar a sua relação com a comunicação social. É preciso perceber que, não raramente, para se acompanhar o que se passa nos extremos do mundo, deixamos de acompanhar como devíamos o que se passa ao nosso lado. Trata-se de uma espécie de «comunicação incomunicante», uma comunicação que não comunica com quem está na nossa casa, com quem faz parte da nossa família.
João António Teixeira

terça-feira, 12 de maio de 2015

Fátima: Imagem peregrina começa visita às dioceses portuguesas a 13 de maio

Iniciativa integra-se nos preparativos para as comemorações do centenário das aparições
A imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima vai iniciar esta quarta-feira, durante as celebrações do 13 de maio, uma peregrinação de 12 meses às dioceses portuguesas, no âmbito dos preparativos para as comemorações do centenário das aparições.
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou uma nota a respeito desta iniciativa, na qual desafiam as dioceses do país a acolher de forma “calorosa” e com “profundidade” de fé a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que se prolonga até maio de 2016.
Os responsáveis católicos consideram que esta é uma oportunidade para que Portugal possa ver a força de uma “Igreja em saída”, que quer ir “ao encontro” de todos, e de cada comunidade ou família retomar “a esperança” que por vezes parece “vacilar no meio dos dramas e incertezas do tempo presente”.
Nesse texto, os bispos sublinham que “a força da fé cristã e o modo como ela se vive” no país “não seriam os mesmos” sem a afirmação da “espiritualidade de Fátima”.
Ela é hoje “parte integrante” na “expressão da fé” das comunidades católicas, “em todos os recantos” de Portugal, das zonas rurais às urbanas, do mundo mais simples ao mais desenvolvido”.
Para os prelados, a Mensagem de Fátima é “plenamente conforme ao Evangelho de Jesus Cristo” e contém em si todos os “elementos constitutivos do cristianismo”.
Daí que ela esteja “no coração da Igreja”, realça a CEP, recordando “as peregrinações dos Papas Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI” à Cova da Iria, “bem como de inúmeros membros do episcopado, do clero e cristãos do mundo inteiro”.
A imagem que vai percorrer o país é a que foi entronizada na Basílica de Nossa Senhora do Rosário no ano de 2003 e que percorreu o mundo na década de 50 do século XX.
O reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, espera que esta “grande peregrinação festiva” seja “uma forte experiência de fé, através das celebrações, momentos de oração e expressões de piedade popular”.
Em declarações divulgadas pela sala de imprensa da instituição, o sacerdote deseja que esta ação chegue a “todas as faixas etárias” e seja um momento em que “todos tenham oportunidade de aprofundar o conhecimento e vivência da mensagem de Fátima”.
Apresentado como uma forma de sensibilizar e de chamar a atenção para o Centenário das Aparições, em 2017, o projeto da peregrinação nacional foi apresentado aos bispos portugueses que o acolheram com entusiasmo.
No âmbito deste projeto, o Santuário de Fátima preparou um guião, disponível online, com diversos materiais de apoio que facultou às dioceses, tendo em vista a preparação e concretização dos vários momentos da visita da imagem.
Após deixar o Santuário de Fátima, a imagem peregrina fará o seguinte percurso por Portugal: Viseu, Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Bragança-Miranda, Lamego, Coimbra, Guarda, Portalegre-Castelo Branco, Setúbal, Évora, Beja, Algarve, Santarém, Lisboa, Madeira, Aveiro, Açores, Porto, Leiria-Fátima.
A primeira imagem peregrina de Fátima, feita segundo indicações da irmã Lúcia, foi oferecida pelo bispo de Leiria e coroada pelo arcebispo de Évora a 13 de maio de 1947, tendo desde esta data, por diversas vezes, percorrido o mundo inteiro.
In agência ecclesia

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Festa Concelhia do Emigrante



Desde há alguns anos a esta parte, realiza-se a Festa do Emigrante no Concelho de Tarouca em 10 de maio.
Para além da parte desportiva e da projeção de um filme no Auditório, salienta-se a homenagem aos Emigrantes no Monumento que  lhes é dedicado (junto ao Centro Escolar) e a celebração da Eucaristia na Capela de Santa Helena, animada por um coral formado por emigrantes,  seguida de almoço-convívio no Parque das Merendas, na Serra de Santa Helena, onde decorreu a tarde recreativa.
Saliente-se que esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Tarouca e nela tomaram parte os autarcas do Concelho.
Marcada pela simplicidade, pela alegria e pela confraternização, esta atividade correu bem.


Tarouca é um concelho marcado por uma forte corrente migratória. Por isso este terra não pode esquecer os seus cidadãos migrados.
Mas a pergunta põe-se sempre. Qual será a melhor altura para a festa dos emigrantes? Nesta altura, está um grupo que merece toda a atenção. Mas os outros?
A Paróquia de Tarouca tem imensos emigrantes. Segundo sei, não estariam meia dúzia destes na festa, porque não estão por cá nesta altura.
Sei que está lavrado em ata que a Festa do Emigrante é no dia 10 de maio. Mas não deverá a lei estar atenta à realidade?  Acima da lei estão as pessoas.
Talvez pensar na festa do emigrante em dois momentos, situando-os nos dois tempos em que maior número de cidadãos migrados do concelho esteja entre nós.


A festa dos emigrantes terá maior interesse se for inclusiva, vivida na comunhão com os residentes. Assim em cada ano, juntamente com a homenagem junto ao Monumento que lhes é dedicado, a Missa e o convívio deveriam decorrer numa freguesia diferente do concelho e não sempre na mesma. E a Missa poderia ser a paroquial. Assim se estreitariam os laços de comunhão entre os cidadãos deste concelho.


Têm a palavra a Câmara, a Assembleia Municipal, os emigrantes e a comunidade concelhia.

PROCISSÂO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA


Na Paróquia de S. Pedro de Tarouca
Terça-Feira, dia 12
PROCISSÂO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
- 20.30h , na capela de Gondomar, início das cerimónias com a Eucaristia...
- Procissão para a Igreja Paroquial
- Bênção das criancinhas com menos de 3 anos (os pais devem estar com elas na capela-mor da Igreja)
- Entrega de uma flor a Nossa Senhora
- Gratidão

sexta-feira, 8 de maio de 2015

A questão da vida e da sua defesa e promoção não é prerrogativa unicamente dos cristãos

Porque a vida humana é o primeiro e mais estimável dos bens, é urgente lutar por novos rumos e construir uma verdadeira cultura da vida (Cfr. Ev 95).

Tensões e contradições na família


1. Aumenta o valor do matrimónio entre os jovens e desce a taxa de nupcialidade.
2. Aumenta a convicção de que um filho necessita de um lar constituído por pai e mãe para crescer feliz. Contrariamente, aumenta o número de famílias monoparentais e mães solteiras.
3. O adultério é cada vez menos aceite pelos parceiros e mesmo socialmente. Contudo, os jovens reclamam cada vez mais, uma total liberdade sexual.
4. Aumentam os sentimentos familiares, e valorizam-se, por oposição as diversas fórmulas ou comportamentos de mera convivência.
5. Há uma maior sensibilidade para os direitos da criança, mas continuam os abortos e baixa a taxa da natalidade.
6. Considera-se a família como o principal agente de valores e comportamentos, mas assistimos ao predomínio cultural e educativo da televisão. 
7. A mulher esforça-se por tirar cursos superiores e desempenhar trabalhos e funções em todos os âmbitos, porém a sua imagem continua degradada e mal utilizada nos meios de comunicação social.
8.  Existe um paradoxo entre o que dizem ser o grande valor da família e aquilo que os governantes e as leis procuram implementar. Cada vez se defendem menos os valores de uma união estável e com condições materiais e espirituais para criar os filhos. Numa análise sobre os meios de comunicação social, é fácil de perceber um clima hostil aos sentimentos familiares que, apesar de tudo aumentam na consideração de jovens e adultos.
9. Há hoje um maior sentimento social de condenação da violência doméstica, mas creio que essa violência tem aumentado não só em número mas também em gravidade. Basta ver o grande número de mortes que todos os anos são registadas.   
Fonte: aqui

quarta-feira, 6 de maio de 2015

terça-feira, 5 de maio de 2015

Agenda de Eventos


As atividades culturais, recreativas e desportivas, que irão decorrer no concelho de Tarouca nos meses de maio e junho, já estão disponíveis na Agenda de Eventos publicada pelo Município de Tarouca.
Para aceder on line basta clicar As atividades culturais, recreativas e desportivas, que irão decorrer no concelho de Tarouca nos meses de maio e junho, já estão disponíveis na Agenda de Eventos publicada pelo Município de Tarouca.
Para aceder on line basta clicar
aqui.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O cristão e as doenças

Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas...Isaías 38:5

Veja aqui

domingo, 3 de maio de 2015

Mais de 4000 jovens participam na peregrinação nacional a Fátima

DNPJ


Veja aqui

Neste 'Fátima Jovem', estiveram presentes jovens da nossa comunidade. 
Pode ver aqui





sábado, 2 de maio de 2015

No Dia da Mãe, parabéns a todas as mães!

As duas coisas mais belas da vida: ser mãe e ter mãe. Mãe é mar de vida e oceano infindo de amor. É pela mãe que a vida é depositada no mundo. Nem todos podem ser mãe. Mas todos sabem o que é ter mãe. Todos sabem o que significa ter mãe. É por isso que a coisa mais triste é perder a mãe. Só que a mãe nunca se perde. Nem a morte faz perder a mãe. No tempo ou na eternidade, mãe nunca deixa de ser mãe! (João António Teixeira)