segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A Associação de Defesa dos Consumidores revela quais as melhores apostas para poupar para a reforma

DECO desaconselha investimento em certificados de aforro e PPR
ana tapadinhas
A Deco desaconselha o investimento em certificados de aforro, Planos Poupança Reforma (PPR) e seguros de capitalização. Por oposição, a associação de defesa de consumidores recomenda o investimento em certificados do tesouro, depósitos a prazo e fundos de investimentos."Não recomendamos certificados de aforro neste momento. Têm muito baixo rendimento (2,6%), por isso o conselho é resgatar e transferir a poupança para certificados do tesouro, desde que saiba que não vai resgatar (precisar) o dinheiro nos próximos cinco anos", disse à Lusa António Ribeiro, técnico da Proteste Investe, uma das publicações da Deco.
A associação também já deixou de recomendar os PPR (Planos de Poupança Reforma), devido ao fim dos benefícios fiscais
A Deco recomenda agora uma diferente estratégia de poupança, nomeadamente a pensar na reforma: "Quem tiver menos de 50 anos deve aplicar as poupanças em produtos com um potencial de rendimento superior, apesar de terem maior risco, como fundos de investimento".
Se o capital a aplicar for maior, a associação recomenda que o investimento seja diversificado para uma carteira de fundos ou, estando em causa um capital mais pequeno, aplicar num fundo misto e fazer reforços sempre que possível.
"O que não recomendamos é os seguros de capitalização, porque embora sejam produtos para cinco anos ou mais, por causa da vantagem fiscal, no entanto ficam bastante atrás dos certificados do tesouro. Além disso têm comissões, por entrega, por resgate antecipado, e de gestão", disse António Ribeiro.
Fonte: aqui

Governo incentiva jovens desempregados a emigrar

AQUI

domingo, 30 de outubro de 2011

POSSO FAZER-LHE UMA PERGUNTA???

Perguntar não ofende, pretendo ajudar.
Não quero nem tenho o direito de me meter na sua vida.

POSSO ENTÃO PERGUNTAR?...

É cristão/ cristã?

Se respondeu sim, então continue.

Este dia está a ser para sim um feriado ou domingo mesmo? Sem a Eucaristia, é apenas um feriado...

Quem é que adora neste dia? A cama? O café? O passeio? O almoço? A bicicleta? O jogo de futebol? Outro desporto? A vergonha/ respeito humano? A televisão ou o computador?

Deixou vazio o seu lugar na assembleia dos crentes que hoje se reúne para louvar o Senhor? Sabe que muita gente sentiu a sua falta? Já pensou que Deus não merece, que você precisa d'Ele e dos irmãos?

Pense! Quanto mais as pessoas se afastam de Deus, mais medram a Crise e as crises. Porque será?

Fonte: aqui

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

REPENSAR A IGREJA EM PORTUGAL - Conclusões


 São três posts a ver.

Aqui está a maneira como a base sente e anseia. Grupos e mais grupos de cristãos desta diocese juntaram-se, refectiram, partilharam e disseram...

É que um blog não serve só para "banalidades", temas rápidos, emoções, polémicas, diversões, consolos de alma... Há mais vida para além disto. Se há! Felizmente...

FICA O CONVITE!

AQUI:

RELIGIÕES JUNTAM-SE PELA PAZ

Bento XVI concluiu o encontro inter-religioso que convocou para Assis (centro da Itália), afirmando que a «dimensão espiritual é um elemento chave para a construção da paz».
O Papa falava diante de 300 representantes religiosos e académicos, procedentes de 50 países, reunidos numa jornada de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo que assinalou o 25.º aniversário da primeira iniciativa do género, promovida por João Paulo II.
«O evento de hoje mostra como a dimensão espiritual é um elemento chave para a construção da paz. Através desta peregrinação única, fomos capazes de nos comprometermos num diálogo fraterno, aprofundar a nossa amizade e aproximarmo-nos em silêncio e na oração», disse, em inglês, na Praça de São Francisco.
Líderes cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas, representantes de religiões africanas e asiáticas, bem como um grupo de agnósticos, renovaram neste encontro um «solene compromisso comum pela paz».
«Vamos continuar a reunir-nos, vamos continuar a estar juntos nesta jornada, em diálogo, na construção diária da paz e no nosso compromisso por um mundo melhor, um mundo no qual cada homem e mulher, cada povo, possam viver de acordo com as suas legítimas aspirações», declarou o Papa.
A celebração concluiu-se diante do túmulo de São Francisco de Assis, santo católico dos séculos XII-XIII que inspirou iniciativas de diálogo inter-religioso.
Fonte: aqui

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ainda bem que a Igreja é diferente

 Hoje, em Assis, durante o encontro inter-religioso, Bento XVI recordou os momentos em que, “na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã”.
“Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”, observou.
 
A Igreja, pela voz de João Paulo II, pediu humildemente perdão a Deus e aos homens pelas pecados da Igreja. Bento XVI disse-o hoje: "Reconhecemo-lo, cheios de vergonha."
Esta humildade assumida que leva a Igreja a reconhecer os graves pecados cometidos ao longo da história e a pedir deles perdão, é libertadora e purificadora. A humildade é a virtude dos verdadeiramente grandes.
 
Nunca ouvi outras ideologias que cometeram crismes enormes contra a humanidade a pedir desculpa.
O fascismo pediu alguma vez desculpa dos crimes que cometeu?
O comunismo pediu alguma vez desculpa dos crismes que cometeu?
Que ditadores pediram desculpa pelos crimes cometidos?
Que democratas pediram desculpa dos desleixos, corrupções, enganos e precipitações?
Ainda bem que a Igreja é diferente.

A Arca de Noé e o Titanic...

A Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic...

COMO CONDUZIR SOB CHUVA FORTE! VALE A PENA LER!

Interessantissimo!

Parece um conselho bastante útil.
Como conseguir boa visão ao conduzir sob chuva forte.
Não se sabe o motivo, mas funciona muito bem quando chove muito.
É sugestão de alguem que experimentou e confirmou. Também é útil em condução noturna.
Nós, motoristas ligamos os limpadores de parabrisas em velocidade rápida ou
máxima durante chuvas pesadas, mas a visibilidade ainda é bastante má.
Se você enfrentar tal situação, ponha óculos de sol (qualquer modelo serve).
Parece um milagre!
De repente, a visibilidade fica perfeita, como se não estivesse a chover.
Assim, mantenha sempre um par de óculos de sol no porta-luvas do carro para
ter boa visão em caso de chuva.
Você também pode salvar a vida de alguém, repassando essa informação a ele/ela.
Experimente! É incrível!
Você ainda verá as gotas no pára-brisa, mas não a lâmina de chuva.
Você poderá ver onde a chuva salta para fora da estrada e os respingos dos
pneus do carro à sua frente.
Esta pequena dica deveria ser incluída na formação de motorista.
É excelente!!!!!
(Enviado por email)

Assis 2011: «Nunca mais a guerra, nunca mais o terrorismo»


Mais de 300 líderes religiosos e académicos deram início a encontro de oração e reflexão pela paz

Bento XVI e mais de 300 líderes religiosos e académicos deram início esta manhã a um encontro de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, reunidos na cidade italiana de Assis, sob o lema ‘Nunca mais a guerra, nunca mais o terrorismo’.
As palavras do anterior Papa, João Paulo II, lançadas em Assis, em janeiro de 2002 (pouco depois dos atentados do 11 de setembro, nos EUA), foram pronunciadas em diversas línguas durante um vídeo que recordava o Dia Mundial de Oração pela Paz, convocado pelo mesmo Karol Wojtyla, há precisamente 25 anos.
Após uma viagem de comboio, Bento XVI e os representantes religiosos dirigiram-se para a basílica de Santa Maria dos Anjos, onde foram acolhidos pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, organismo da Santa Sé, que sublinhou o "chamamento comum a viver juntos em paz".
Em seguida, tiveram início as intervenções de dez líderes de religiões e uma representante dos não crentes, com o patriarca ecuménico de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu I, a declarar que “todo o diálogo verdadeiro” traz em si as sementes de uma “metamorfose possível”
“É da indiferença que nasce o ódio”, referiu o patriarca, que recordou a “primavera árabe” e alertou para a situação dos cristãos no Médio Oriente
Por seu lado, Rowan Williams, arcebispo da Cantuária, primaz da Comunhão Anglicana (Inglaterra), deixou aos presentes uma convicção que diz ser partilhada por todos os crentes: “Em última instância, não somos estranhos uns para os outros”
Olav Fykse Tveit, secretário-geral do Conselho Ecuménico das Igrejas, lembrou os atentados de julho, na Noruega, que deixaram 76 mortos em Oslo e na ilha de Utoya, cometidos pelo norueguês Anders Behring Breivik.
O Rabino David Rosen, representante do Grão Rabinato de Israel, agradeceu a João Paulo II e a Bento XVI por estas iniciativas pela paz, "expressão sublime da vontade divina".
Os países representados em Assis são mais de 50, entre os quais Egito, Paquistão, Jordânia, Irão, Arábia Saudita e outros que, segundo a Santa Sé, “são talvez dos que mais sofrem neste momento histórico por causa dos problemas da liberdade religiosa”.
À tarde, os presentes participam numa caminhada silenciosa para a basílica de São Francisco, reunindo-se na Praça diante do edifício para o encontro conclusivo da jornada, com a renovação do “solene compromisso comum pela paz”, segundo o programa divulgado pelo Vaticano.
In ecclesia

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

VEJA:

  • Só o número de ex-deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários
  • SALÁRIOS MÍNIMOS NA EUROPA
  • D. Beatriz organista e o preservativo
AQUI

OUSE A CRER

video

Roberto Carneiro: "qualquer pai deve ter a possibilidade de escolher a escola dos filhos"

O ensino em Portugal
Portugal está no pequeno grupo de países europeus onde os pais não têm qualquer palavra a dizer na escolha da escola dos filhos. Esta é uma conclusão da Comissão Europeia apresentada num estudo intitulado "Dados relevantes sobre a educação na Europa", edição 2009.

Na opinião de Roberto Carneiro, "qualquer pai deve ter a possibilidade de escolher a escola dos filhos". Mas em Portugal, essa liberdade ou não existe ou está apenas ao alcance de alguns, pois o ensino privado pode sair bastante caro. "Isso constitui uma violação da Constituição e tem grande impacto nas liberdades fundamentais de aprender e ensinar", considera aquele antigo ministro da Educação.

A Constituição da República Portuguesa estabelece que o Estado tem a obrigação de garantir a liberdade de aprender e de ensinar nas escolas (art. 43º, nº1) e a própria Declaração Universal dos Direitos do Homem refere a liberdade dos pais na escolha da educação a dar aos filhos. Mais, a lei portuguesa também impõe a gratuitidade do ensino. Mas isto é letra morta.

"Uma coisa é o Estado oferecer escolas, o que deve e tem de ser feito. Outra coisa é impor escolas. Hoje em dia, o Estado só garante a gratuitidade nas escolas que entende. Monopoliza a gratuitidade", afirma Mário Pinto, presidente da mesa da Assembleia Geral do "Fórum Liberdade de Educação".
E a nacionalização do ensino e das empresas tem custos muito altos e frutos muito minguados.

  In O Amigo do Povo

terça-feira, 25 de outubro de 2011

É preciso que os Portugueses conheçam a verdade

Os trabalhadores portugueses (os que ainda têm um posto de trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que recebem os trabalhadores dos outros países da zona euro... Mas os gestores portugueses recebem, em média:
— Mais 32% do que os americanos.

— Mais 22,5% do que os franceses.

— Mais 55% do que os finlandeses.

— Mais 56,5% do que os suecos.

Perante estes dados ainda há certas "inteligências" que não têm vergonha de continuar a dizer que "os portugueses gastam acima das suas possibilidades".


— Passos Coelho disse que chumbava o PEC IV do Governo PS porque não se podia pedir mais sacrifícios aos portugueses. Afinal podia-se. Mentiu.

— A 1 de Abril deste ano, em plena campanha eleitoral, garantiu que era uma parvoíce cortar nos subsídios (férias e Natal). Logo que tomou posse, aplicou um corte no subsídio de Natal. Mentiu.

— Passos Coelho prometeu cortar nas despesas. Iria reduzir o número de Ministros, para o efeito. Dos dezasseis do anterior governo, passámos a ter onze. Secretários de Estado, que eram vinte e cinco, passaram a ser trinta e cinco. Ou seja, mais despesa. Mentiu.

Justiça

A pessoa justa não é a que não comete nenhuma injustiça, mas a que, podendo ser injusta, não o que ser.
(Menandro)

Imaginemos que a redução de 15% do rendimento aplicada aos funcionários públicos, por via do corte dos subsídios de Natal e de férias, era aplicada às grandes fortunas

As crises criam oportunidades para redistribuir riqueza. Consoante as forças políticas que as controlam, a redistribuição irá num sentido ou noutro. Imaginemos que a redução de 15% do rendimento aplicada aos funcionários públicos, por via do corte dos subsídios de Natal e de férias, era aplicada às grandes fortunas, a Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Famílias Mello, etc. Recolher-se-ia muito mais dinheiro e afectar-se-ia imensamente menos o bem-estar dos portugueses. À partida, a invocação de uma emergência nacional aponta para sacrifícios extraordinários que devem ser impostos aos que estão em melhores condições de os suportar. Por isso se convocam os jovens para a guerra, e não os velhos.
Não estariam os super-ricos em melhores condições de responder à emergência nacional? Esta é uma das perplexidades que leva os indignados a manifestarem-se nas ruas.
Mas há muito mais. Perguntam-se muitos cidadãos: as medidas de austeridade vão dar resultado e permitir ver luz ao fundo do túnel daqui a dois anos? Suspeitam que não porque, para além de irem conhecendo a tragédia grega, vão sabendo que as receitas do FMI, agora adoptadas pela UE, não deram resultado em nenhum país em que foram aplicadas – do México à Tanzânia, da Indonésia à Argentina, do Brasil ao Equador – e terminaram sempre em desobediência e desastre social e económico.

Boaventura de Sousa Santos, in Visão 20 Outubro 2011

Veja aqui o artigo todo.

Orçamento do Estado coloca 103 câmaras em endividamento excessivo e agrava outras 76

Veja aqui

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Bispo mais novo de Portugal no jornal "Público"

Está interessante.
Leia aqui

Também aparecem sinais de esperança nas opções dos políticos

1. O Governo concorda com o corte das subvenções vitalícias aos políticos que recebam ordenados do sector privado, segundo confirmou ao PÚBLICO uma fonte do Executivo.
A proposta para o corte vai ser avançada pelos partidos da maioria parlamentar, PSD e CDS-PP, segundo revela esta segunda-feira o “Diário de Notícias”, depois de ser tornada pública uma lista de diversos políticos que acumulam ordenados do sector privado com a uma subvenção vitalícia prevista por lei para quem deixou de ter cargos políticos.
Para os ex-políticos que recebam salário do sector público, esta acumulação já não é permitida.


2. O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, o ministro da Defesa, Aguiar Barnco, e  secretário e Estado das Comunidades, José Cesário,  renunciaram aos respectivos subsídios de alojamento.

Sismo na Turquia pode causar entre 500 e 1000 mortos

Pelo menos 85 pessoas morreram no forte sismo registado ontem na província turca de Van, ao início da tarde, desconhecendo-se haver vítimas portuguesas do abalo de 7,2 pontos na escala de Richter.
Claro que este número de mortos se refere aos primeiros dados. Cientistas turcos estimam que podem existir já mil mortos face às características das habitações e à violência do sismo.
Na província de Van, com 380 mil habitantes, as autoridades procuram pessoas que terão ficado soterradas nos escombros dos edifícios que ruíram, de acordo com os órgãos de comunicação locais.

A Natureza que nos acolhe e generosamente nos oferece condições de vida, às vezes também propicia a dor e a morte. Sinal da sua finitude. Onde há o finito, existe a imperfeição. Só o infinito é perfeito.

Esta informação, que colhi na SIC NOTÍCIAS, fala de "características das habitações" as quais deixam adivinhar  a possibilidade de muitos mais mortos.
Como é bom recordar sempre o pensamento que diz: "Deus perdoa sempre; o homem, às vezes; a Natureza, nunca."
À medida que vai conhecendo melhor as forças da Natureza, o ser humano tem obrigação de saber interagir com ela, aprendo a precaver-se, evitando exposições imprudentes e construindo de acordo com o meio.

A minha solidariedade e a minha humilde prece por estes irmãos em sofrimento.

domingo, 23 de outubro de 2011

Publicações: Romance «O último segredo» é «imitação requentada, superficial e maçuda»

Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura considera que José Rodrigues dos Santos escreve «centenas de páginas sobre um assunto tão complexo sem fazer ideia do que fala».
Veja aqui.

Faltas dos filhos dão multa a pais

Os pais de alunos indisciplinados podem ser multados e até perder os apoios de Acção Social Escolar, segundo consta do novo Estatuto do Aluno dos ensinos básico e secundário da região autónoma dos Açores. Para a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), esta será a base do Estatuto do Aluno que o Ministério da Educação e Ciência vai apresentar às escolas do continente.
O documento foi aprovado na generalidade pelo Parlamento insular com os votos do PS, PSD e CDS, e, além das multas, prevê o reforço da autoridade do professor. O estatuto define a presunção da verdade da palavra do professor", que, em caso de dúvida, prevalecerá sobre a palavra do aluno.
Albino Almeida, presidente da Confap, acredita que, "face aos partidos que aprovaram o Estatuto e ao programa do Governo, não é difícil perceber qual o sentido da proposta de Nuno Crato".
Confirmando-se a introdução no continente das mesmas medidas dos Açores, o estatuto "será causador de mais problemas do que soluções".
O ministério, que ontem esteve reunido com os professores para discutir a adaptação do Estatuto da Carreia Docente ao novo modelo de avaliação, confirma apenas a preparação do Estatuto do Aluno.
Fonte: aqui

Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) disse  que, confirmando-se a introdução no continente das mesmas medidas dos Açores, o estatuto "será causador de mais problemas do que soluções".

Óptimo! O estatuto será bom. Se não é apoiado por Albino Almeida, só pode ser um bom estatuto.

Força, ministro Crato, é preciso que a escola seja escola! É necessário acabar de vez com a bagunça em que Sócrates/Maria de Lurdes Rodrigues transformaram a educação escolar neste país.
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A propósito, veja este pequeno vídeo sobre atendedor de chamadas de uma escola pública na austrália.
 AQUI

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sem o amor de Deus em nós, o outro nunca se torna o meu próximo, nem eu me torno próximo do outro.

Um doutor da Lei perguntou a Jesus, para O experimentar:
«Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?»
Jesus respondeu:
«‘Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito’.
Este é o maior e o primeiro mandamento.
O segundo, porém, é semelhante a este:‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’.
Nestes dois mandamentos se resumem toda a Lei e os Profetas».
( Mt 22, 34-40)


1. Na perspectiva de Jesus, o “amor a Deus” e o “amor aos irmãos” não são dois mandamentos diversos, mas duas faces da mesma moeda. «Os discípulos de Jesus nunca poderão separar estes dois amores. Tal como, numa árvore, não se podem separar as raízes da sua copa: quanto mais amarem a Deus, mais intensificam o amor aos irmãos e às irmãs; quanto mais amarem os irmãos e as irmãs, mais aprofundam o amor a Deus» (C. Lubich).

2. Jesus não começou pelo mandamento do amor ao próximo, mas sim pelo mandamento do amor a Deus. Porque afinal, todo o amor vem de Deus! O amor a Deus e o amor ao próximo, a paixão por Deus e a compaixão pelo próximo bebem da mesma fonte: o amor de Deus, aquele Amor com que Deus primeiro nos amou (I Jo.4,10)! O amor que nos é pedido é, portanto, uma resposta ao Amor, que nos é dado. É pela graça deste único amor de Deus, que amamos a Deus e ao próximo! O amor a Deus é sempre prioritário, pois sem o amor de Deus em nós, o outro nunca se torna o meu próximo, nem eu me torno próximo do outro.

3. Temos pela frente tempos dificílimos, com a maior recessão económica, que se conhece, em tempos de democracia. Por isso, o amor, de que aqui se fala, “com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito” não é apenas o amor virtual ou sentimental dos beijos e dos abraços, mas é sobretudo o «esforço da caridade» (I Tes.1,3), o amor braçal, que conta com a força das minhas mãos: um amor traduzido em pedaços de proximidade e ajuda, em atenção concreta e partilha verdadeira!

4. Sejamos capazes de tecer uma vasta rede de proximidade e de solidariedade, a partir da própria família, onde a caridade é sempre mais secreta e discreta, mais próxima do mais próximo. Mas não há-de parar aí a corrente do amor, pois o próximo não é apenas a pessoa do meu sangue; é também o vizinho, o homem da rua, que perdeu o emprego; é o estrangeiro desorientado; é também aquele que já suporta, com a fome do essencial, o peso dos seus encargos! É aquele que está a meu lado e sobre o qual posso poisar a minha mão! Muitas vezes o nosso próximo é o mais «distante»!
Com base aqui

Hino oficial do beato João Paulo II

video

Para ser para todos, preciso agora de ser de todos!


CENTRO PAROQUIAL SANTA HELENA DA CRUZ
Paróquia de São Pedro de Tarouca


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O HOMEM QUE DISSE TODA A VERDADE NA TELEVISÃO

Veja aqui

Conselho Nacional de Transição líbio anuncia morte de Kadhafi

Veja aqui.
E
Aqui

O ESTUDANTE ÁRABE

O filho árabe escreve ao pai:
Meu querido pai, Berlim é maravilhoso. As pessoas são excelentes e eu estou realmente a gostar disto. Mas, pai, eu estou um bocado envergonhado em chegar à minha faculdade com o meu Ferrari 599GTB em ouro, quando todos os meus professores e meus colegas vêm de comboio.
Seu filho, Nasser Al-Asry.

No dia seguinte o pai responde ao e-mail do Nasser:
Meu amado filho, 200 milhões de dólares acabaram de ser transferidos para a tua conta. Por favor pára de nos envergonhar.
Vai comprar um comboio para ti também....

Love, your Dad
(Enviado por email)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

"Não há almoços grátis"

O economista João Salgueiro afirmou hoje que esta crise teve o condão de alertar os portugueses para "um problema que têm para resolver", que "não há almoços grátis" e que "cada despesa do Estado é um imposto".
Falando hoje no congresso dos economistas, em Lisboa, João Salgueiro aconselhou os portugueses a "poupar mais", referindo que é possível com os salários actuais, porque os chineses também o fazem.
Para o antigo presidente da APB, perante a crise, só existem duas soluções: "exigir sacrifícios ou exigir muitíssimos sacrifícios.
João Salgueiro  alertou que o problema de Portugal "não é dos governos, mas de todos os portugueses".
Para o economista, "não é difícil dizer que os governos têm a culpa", acrescentando que os portugueses "foram avisados" e deram o assentimento para o crescimento da dívida externa.

Sim, é preciso não perder a memória. Hoje toda a gente se atira aos políticos, responsabilizando-os pela crise. É claro que têm muita culpa. Mas só eles? Em 2009, não foram os portugueses devidadamente esclarecidos sobre o estado do país? Entretanto em que votaram? Quem escolheram para governar?
Muitas vezes o eleitorado deixa-se ir na onda. Prefere quem lhe prometa o imprometível do que quem lhe diga a verdade; prefere a ilusão ao realismo. Depois tem que assumir as consequências das suas opções. É o que está a acontecer...
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É injusto reter subsídios só na Função Pública, diz Cavaco 
O Presidente da República diz que a medida, ao não afectar o sector privado, viola “um princípio básico de equidade fiscal".   


O Presidente da República teme que os sacrifícios pedidos aos pensionistas já ultrapassem o razoável. "Receio que possamos estar no limite dos sacrifícios. Receio que para os pensionistas, por exemplo, já possamos ter ultrapassado o limite", sublinhou Cavaco à margem do Congresso da Ordem dos Economistas.

O chefe de Estado volta assim a frisar que "há limites para os sacrifícios", lembrando que mudou o Governo mas "não mudei de opinião. Já o disse anteriormente e posso dizê-lo outra vez: é a violação de um princípio básico de equidade fiscal", afirmou o Presidente da República, referindo-se à retenção, até 2013, dos subsídios de Natal e de férias de funcionários públicos e pensionistas.

Na abertura do IV Congresso Nacional dos Economistas, Cavaco defendeu ainda que "ninguém pode hipotecar as gerações futuras" e que "a forma como cada um assumir as suas responsabilidades será determinante para o futuro de todos", reconhecendo que subsistem "naturalmente dúvidas" sobre o resultado dos sacrifícios que estão a ser exigidos.
"Subsistem naturalmente dúvidas sobre o resultado do caminho que percorremos actualmente, até porque o sucesso, em boa parte, não depende só de nós. Depende da conjuntura internacional e da capacidade que a União Europeia demonstrar para resolver a crise financeira da zona Euro", salientou o chefe de Estado. Por outro lado, acrescentou, "importa evitar que se instale a ideia de que não se faz tudo o que podia ser feito para dinamizar a economia e combater o desemprego".
A garantia da sustentabilidade financeira do país, assume, passa por "uma reforma profunda do Estado", condição "essencial para que Portugal mantenha um quadro favorável" no panorama internacional.
"Essa reforma exigirá um novo consenso político na sociedade portuguesa, transcendendo a responsabilidade do Governo actual e obrigando a um compromisso de todos, incluindo os partidos da oposição, os representantes do poder regional e local, os órgãos superiores da administração pública e os principais agentes do mundo laboral e dos sectores da Saúde, da Educação e da Justiça", explicou.
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Cavaco quer que Governo corrija o Orçamento   
Marcelo diz que declarações de Cavaco revelam que o Presidente tem dúvidas quanto à constitucionalidade dos cortes dos subsídios.
Marcelo Rebelo de Sousa considera que as críticas de "falta de equidade fiscal" no Orçamento por parte de Cavaco Silva são "chamadas de atenção" face a "dúvidas em aceitar essa orientação sem algumas correcções".
Esta manhã, o Presidente da República considerou injusta a retenção de subsídios só na Função Pública. Cavaco diz que a medida anunciada pelo Governo no OE2012, ao não afectar o sector privado, viola "um princípio básico de equidade fiscal".
"Se o presidente diz isso é uma chamada de atenção que pode significar que o Presidente pode ter dúvidas em aceitar essa orientação sem algumas correcções", sublinha o conselheiro de Estado, citado pela TVI.
Para Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente "por sistema, promulga os orçamentos", mas estará a dizer ao Governo: "Vejam lá como é que compensam isto para não me obrigarem a promulgar uma solução que é, do meu ponto de vista presidencial, violadora da Constituição, no sentido de ser contra a justiça fiscal".
Marcelo compara a situação à reforma dos ex-políticos que "tinha sido esquecida" e defende que "deve ser encontrada uma forma para compensar o que há aqui de injustiça fiscal".
Fonte: aqui
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Bagão Félix defende IVA de 30 a 40% nos bens de luxo
O antigo ministro das Finanças, Bagão Félix, defende a criação de uma taxa de IVA entre 30% e 40% para os artigos de luxo. Em entrevista ao SOL, Bagão alega que «um carro de alta cilindrada não pode pagar a mesma taxa que a luz de casa ou a papa de bebé», pelo que a tributação sobre produtos «sumptuários» deve ser agravada.
Se uma pessoa quiser ter um automóvel de luxo ou comprar uma jóia – produtos que são absolutamente dispensáveis e importados – pagaria uma taxa maior. E as pessoas perceberiam. Quem compra um carro de grande cilindrada, tanto compra com IVA a 23% como a 35%. Não faz é sentido que, para comprar um automóvel de grande cilindrada, se pague a mesma taxa que se paga na luz de casa ou na papa de bebé.
Fonte: aqui

Este pai concluiu há dias a sua própria licenciatua

Já é um pai com descendência com licenciatura.
Pois este pai concluiu há dias a sua própria licenciatua.
Desde que começou os estudos na faculdade, não perdeu nenhum ano, levou tudo seguidinho. É natural a sua satisfação pela meta atingida.
Não abandonou nenhuma das suas ocupações profissionais, familiares ou cívicas em favor dos estudos. Acumulou. Às aulas, foi só às que pôde. Ora tratando-se de um curso técnico, com muitas disciplinas afins da Matemática e aulas práticas, compreendemos as dificuldades que teve que ultrapassar.  Privou-se de dias de férias com a família em prol dos estudos. Resistiu à tentação do desânimo, investiu nos estudos dinheiro e tempo de que teve que se privar no dia-a-dia. Mas conseguiu!

Penso que este é o caminho para as pessoas do nosso tempo. Em vez de ficar por aí a lastimar a calamitosa situação de crise em que nos encontramos - e lamúrias não levam a lado nenhum - é preciso "deitar a mão ao arado", olhar em frente, lutar pela valorização pessoal, aguçar o apetite por ser mais, fortalecer a vontade para não desanimar, subir a corda da vida a pulso...
Já viram. Se cada português investisse tanto na sua valorização como investe em lamúrias e em críticas aos governantes, a crise passaria num instante para trás das costas. Assim...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

É Imporante não se ser "Maria vai com as outras"...

Leia este texto de Anselmo Borges: A sociedade líquida.  É importante arrumar as ideias no meio da panóplia de informações que nos chegam.

E sobre as manifestações dos "indignados", leia este post: Movimentos bons para destruir, mas incapazes de construir .

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

E as "gorduras", senhor primeiro-ministro, as gorduras!?...

Clique aqui para ver todas as medidas da proposta do Orçamento de Estado para 2012.

1. É claro para toda a gente que o país se encontra numa gravíssima crise da qual é preciso e urgente sair.
Mas COMO?
2. Perante o quadro negro e pesado que a população enfrente, são naturais os protestos, as greves e as manifestações. "Quem não se sente, não é filho de boa gente." É bom que nunca se perca o direito à indignação. Numa democracia, o exercício da cidadania passa pelo exercício da justa indignação.
3. Mas também passa pelo exercício da cidadania  apresentar propostas para sair do poço em que nos encontramos. Protestar por protestar leva a algum lado? Interessa a quem? Aos profissionais da arruaça?
4. Como em tantas coisas na vida, há que ter em conta os oportunistas, os que nada fazem na vida, os que nada querem com o trabalho, os que não estão dispostos a qualquer sacrifício pela causa comum...
5. Os sindicatos têm que dar um salto até à actualidade. As suas exigências, tácticas e linguagem são as mesmas de há 30 anos. Há factos novos e  realidades novas às quais há que responder com novas posturas. E sem tanta dependência partidária...
6. Uma tecla batida vezes sem conta na última campanha eleitoral pelos actuais governantes foi esta: diminuir as gorduras do Estado.  Mas será que diminuir as gorduras do Estado é fazer a função pública a educação, a saúde e a solidariedade social pagar as favas?
E as fundações, tão severamente apontadas, quando serão objecto da atenção do governo? Quantos milhões não poderia poupar?
E aquelas frotas imensas de carros dos políticos e gestores? E aquelas mordomias de telemóveis, secretários e mais secretários, subsídios para isto e para aquilo?
Porque gasta a Presidência da República mais do que a Casa Real Espanhola?
Porque não se reformam de vez as escandalosas  reformas ao fim de poucos anos de trabalho (políticos, administradores de empresas públicas, futebolistas, etc, etc)?
7. É bom que cada português perca manias e exuberâncias nas manifestações externas (carrões, casas de top, vestir caro, férias chorudas, estroinices e borgas) e se concentre no essencial. É preciso trabalhar mais (também na função pública) e melhor. É preciso poupar e ser regrado.
8. Educar para a exigência. Ao responsável pela escola que ocupa o 1º lugar no ranking de escolas, ouvi que a causa primeira do sucesso era a exigência de disciplina.
9. A crise chama à solidariedade como manifestação de cidadania. Não podemos esperar que um Estado aflito supra todas as carências. É tempo de reaprender a beleza libertadora do dar.  "A felicidade está mais em dar do que em receber."

VÍDEO IMPERDÍVEL. Cão fantástico!

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Sector financeiro: a sociedade estará a acordar?

Por todo o mundo, os protestos dos "indignados" contra o sector financeiro parecem indicar uma tomada de consciência da sociedade sobre os maiores responsáveis pela crise internacional que atinge particular intensidade em países específicos, como Portuigal.
Residualmente, tais protestos continuam em alguns locais, como junto ao BCE (Banco Central Europeu) e  em Wall Street (Estados Unidos).
O próprio governa da Alemanha veio a público manifestar “compreensão” relativamente aos protestos dos ‘indignados’ contra o sector financeiro em todo o Mundo.
Mais: “O governo alemão regista esses protestos como a expressão de um desejo de justiça e compreende  que o sector financeiro não assume toda a responsabilidade que devia, perante as pessoas e perante a economia real”, acrescentando que não se deve assumir uma posição unilateral de culpar só os bancos e que os governos deviam tomar medidas para obter estabilidade.
Fonte: aqui

Será que a sociedade internacional terá força e coragem para meter na ordem o sector financeiro?

domingo, 16 de outubro de 2011

Gãos de uma Romã- uma canção pela Erradicação da Pobreza

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Fonte: aqui

Hoje, assinala-se o dia mundial de erradicação da pobreza.
Há uma perturbadora ironia nesta efeméride.
É que, entre nós, a pobreza não dá sinais de estar a ser erradicada. Pelo contrário, além dos pobres, há muitos que estão a empobrecer.
Aliás, há estudos que documentam que, no capítulo salarial, o país cresceu muito pouco nos anos da liberdade.
Será que, em vez de acabar com a pobreza, estamos apostados em acabar com os pobres?
Motivos sobejos para reflectir. E sobretudo para inflectir.
Fonte: aqui

sábado, 15 de outubro de 2011

Portugal aderiu à marcha dos «indignados»

Fonte: aqui

Precários, reformados, jovens, pessoas de meia-idade, idosos, crianças, famílias inteiras,  constituíram as  mais de cem mil pessoas  que esta tarde desfilaram em várias cidades deste país, ‘indignados’ com o sistema político e financeiro.
Em resposta a um apelo internacional, mas com reivindicações que refletem o atual estado de degradação das condições de vida no país, os manifestantes apelaram a uma “democracia participativa, pela transparência nas decisões políticas e pelo fim da precariedade de vida”.
Os movimentos cívicos que integraram as manifestações  defendem “uma democracia onde os mais ricos não sejam protegidos por regimes de exceção e um sistema fiscal progressivo e transparente, onde a riqueza seja justamente distribuída e a segurança social não seja descapitalizada."

Celebraram hoje as suas Bodas de Ouro Matrimoniais

Vivem nesta comunidade cristã e celebraram na manhã de hoje as suas Bodas de Ouro, exactamente no dia em que o seu casamento perfaz 50 anos .
Há muito haviam combinado comigo esta celebração cuja preparação levaram muito a sério.
Rodeados de suas filhas, genros, netos e outros familiares chegados, viveram a celebração com muita serenidade onde, naturalmente, não faltou uma ponta de emoção.
Como espontaneamente afirmou a esposa, vieram para agradecer, para louvar, para bendizer.

Uma pessoa, presente na Eucaristia, dizia-me no fim que seria bom que muitos mais casais celebrassem assim, agradecidos, as Bodas de Ouro e Prata Matrimoniais. Felizmente tem aumentado o número de casais que solicitam esta celebração, para além da que promove anualmente a Paróquia. E a mesma pessoa comentava que nem todos se podem ufanar de 50 anos de casamento. Além de causas naturais, o grande aumento de divórcios vai tornando cada vez mais raro este acontecimento.

Gosto deste tipo de celabrações. Enquanto o mundo apregoa o "casa-descasa-volta a casar", há gente que celebra com serena alegria um amor sem prazos de duração, pois só a fidelidade merece um grande amor.

Os perigos do BTT

O sul-africano Evan Van der Spuy sofreu um ataque de um antílope enquanto participava numa prova de BTT, que decorreu em África.

Van der Spuy, da equipa Jeep South Africa, estava a rodar a toda a velocidade quando sofreu o violento embate do furioso antílope.
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Fonte: texto - aqui; vídeo - aqui
 
 

Rankings das escolas

Nos rankings das escolas, o sector privado continua a dominar. Este ano, o ranking geral do secundário é liderado pelo Colégio Manuel Bernardes, em Lisboa. No Português, o estabelecimento com melhores resultados é o Grande Colégio Universal, no Porto. Na Matemática A, os melhores alunos estão no Colégio Valsassina, em Lisboa.
Com 238 exames realizados por alunos internos, o Colégio Manuel Bernardes registou uma média global de exame de 14,3 valores. Um ponto acima da média do colégio que fica em segundo lugar, o Externato Ribadouro, no Porto.

É preciso chegar à 18.ª posição do ranking geral para encontrar uma escola pública. Mais uma vez, o destaque vai para a Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, que consegue ser também a melhor escola pública a Matemática A, no 14.º lugar da tabela.
A pública que mais se destaca no exame de Português é o Instituto de Odivelas, uma escola feminina que ocupa o 13.º lugar deste ranking com uma média de exame de 12,4 valores.

Pode ver a e analidar AQUI:

- O ranking das escolas do secundário 2011 em PDF

O ranking de Matemática A em PDF

- O ranking de Português em PDF

Assim poderá analisar, tirar as suas conclusões e partilhar depois neste blog as suas conclusões e/ou opiniões.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Feira Outlet em Tarouca promete grandes descontos

Veja AQUI

'E se em Janeiro houver outro desvio colossal para apanhar mais dinheiro?'

O bispo das Forças Armadas, Januário Torgal Ferreira, lamentou hoje que os sucessivos «desvios colossais» não sejam explicados nem provados e considerou que as medidas anunciadas pelo governo revelam «falta de lucidez».
Januário Torgal Ferreira falava à Agência Lusa a propósito das medidas anunciadas quinta-feira pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, entre as quais a eliminação do subsídio de férias e de natal para alguns trabalhadores.
«Quem me garante que em Janeiro não existirá um outro desvio colossal, quem sabe inventado, para apanhar mais dinheiro?», questionou o bispo.
O bispo sublinha: «As pessoas não apresentam provas das realidades das situações, para as quais eu tenho de despejar dos meus bolsos o pouco dinheiro que tenho. Então era um desvio colossal e agora são vários?».
«Estou disposto a colaborar e a cooperar, como é meu dever, para salvar o meu país, mas tenho muito medo que uma tentativa salvacionista se transforme num suicídio», disse.
Januário Torgal Ferreira considera que as medidas agora anunciadas terão «consequências graves perante gente que nunca teve nada, nunca foi respeitada, ainda que seja a boca dos mais vulneráveis, os mais pobres e aflitos».

Fonte: aqui

- Cortar na despesa do Estado. Já fostes!

Veja aqui

A este propósito, preste atenção ao vídeo seguinte:

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ORÇAMENTO DO ESTADO 2012 - Função Pública: salários acima de mil euros sem subsídios de férias e de Natal


Da declaração do primeiro-ministro ao país sobre o OE 2012, respigamos:

"... tal como foi recentemente mostrado pelo INE, nesses primeiros meses que antecederam a minha posse no Governo, 70 por cento do défice permitido para a totalidade do ano fora já esgotado."

"...  o Governo decidiu permitir a expansão do horário de trabalho no sector privado em meia hora por dia durante os próximos dois anos, e ajustar o calendário dos feriados."

"... o orçamento para 2012 prevê a eliminação dos subsídios de férias e de Natal para todos os vencimentos dos funcionários da Administração Pública e das Empresas Públicas acima de 1000 euros por mês.
Os vencimentos situados entre o salário mínimo e os 1000 euros serão sujeitos a uma taxa de redução progressiva, que corresponderá em média a um só destes subsídios. (...) esta medida é temporária e vigorará apenas durante a vigência do Programa de Assistência Económica e Financeira.

"No orçamento para 2012 haverá cortes muito substanciais nos sectores da Saúde e da Educação."

"...  serão eliminadas as deduções fiscais em sede de IRS para os dois escalões mais elevados, e os restantes verão reduzidos os limites existentes. Mas serão salvaguardadas majorações por cada filho do agregado familiar. "

"... isentaremos de tributação em sede de IRS a maioria das prestações sociais, como, por exemplo, o subsídio de desemprego, de doença ou de maternidade."

"... o orçamento para 2012 reduz consideravelmente o âmbito de bens da taxa intermédia do IVA, embora assegure a sua manutenção para um conjunto limitado de bens cruciais para sectores de produção nacional, como a vinicultura, a agricultura e as pescas."

 "Como garantia aos Portugueses, não haverá alterações na taxa normal do IVA e mantemos os bens essenciais na taxa reduzida, com a preocupação de proteger os mais vulneráveis."

"Tal como para os salários da Administração Pública e das Empresas Públicas, teremos de eliminar os subsídios de férias e de Natal para quem tem pensões superiores a 1000 euros por mês. As pensões abaixo deste valor e acima do salário mínimo sofrerão em média a eliminação de um só destes subsídios.
Esta redução é também ela evidentemente temporária e vigorará durante a vigência do Programa de Assistência. Mas não prescindimos do nosso compromisso de descongelar as pensões mínimas e actualizá-las."

"... seremos implacáveis com a evasão fiscal e agravaremos a tributação das transferências para off-shores e paraísos fiscais."

Veja aqui a declaração na íntegra.

TAROUCA E A REFORMA ADMNINISTRATIVA

Um trabalho interessante para:
- informação
- análise
- base de discussão

AQUI

‘Submarino’ chega aos cinemas esta quinta-feira

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Apesar da demora, o culto tem crescido em torno desta longa-metragem de estreia de Richard Ayoade (mais conhecido pelo seu trabalho de actor), que se preocupa em criar uma obra pessoalíssima, carregada por uma óptima fotografia escura, diálogos particularmente tocantes e interpretações que ficam na memória.
No centro de ‘Submarino’ (o título é justificado pelo sentido menos óbvio do aparelho…) está Oliver Tate (uma revelação chamada Craig Roberts), um adolescente de 15 anos que tem dois sonhos: perder a virgindade antes do seu próximo aniversário e salvar o casamento dos pais, cada vez mais desavindos.
Num estilo pessoal e levemente onírico, a história projecta num tom confessional, que lembra o melhor que, por exemplo, Wes Anderson aplicou bem em ‘The Royal Tenenbaums’, os dilemas de Oliver Tate.
Deslocado do universo que o rodeia, o jovem vive à margem, sempre com um grafismo retro, escuro, que condiz com a nebulosa que envolve o protagonista.
A suportar a acção estão ainda bons actores secundários, nomeadamente os lacónicos pais – vividos com engenho pela sempre talentosa Sally Hawkins e Noah Taylor.
Se há um ponto fraco nesta jornada de descoberta algo psicótica é mesmo a figura do místico vivido por Paddy Considine, ex-namorado da mãe que ressurge para ameaçar a estabilidade afectiva de Oliver. Mero figurante desnecessário e nem sempre bem explicado.
Produzido por Ben Stiller, ‘Submarino’ é uma boa surpresa do novo cinema britânico, à semelhança, dentro da mesma temática, de ‘Filho de Rambow – Um Novo Herói’. Na verdade, as interrogações de Oliver Tate nunca vão ao fundo.
Fonte: aqui