quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ainda bem que a Igreja é diferente

 Hoje, em Assis, durante o encontro inter-religioso, Bento XVI recordou os momentos em que, “na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã”.
“Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”, observou.
 
A Igreja, pela voz de João Paulo II, pediu humildemente perdão a Deus e aos homens pelas pecados da Igreja. Bento XVI disse-o hoje: "Reconhecemo-lo, cheios de vergonha."
Esta humildade assumida que leva a Igreja a reconhecer os graves pecados cometidos ao longo da história e a pedir deles perdão, é libertadora e purificadora. A humildade é a virtude dos verdadeiramente grandes.
 
Nunca ouvi outras ideologias que cometeram crismes enormes contra a humanidade a pedir desculpa.
O fascismo pediu alguma vez desculpa dos crimes que cometeu?
O comunismo pediu alguma vez desculpa dos crismes que cometeu?
Que ditadores pediram desculpa pelos crimes cometidos?
Que democratas pediram desculpa dos desleixos, corrupções, enganos e precipitações?
Ainda bem que a Igreja é diferente.

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