domingo, 3 de maio de 2009

Neste dia do Bom Pastor, o meu agradecimento

Quem é o nosso Pastor, que nos aponta caminhos e nos dá segurança?

- O Pastor por excelência é CRISTO.
- Pastores são também o Papa, os Bispos, os padres...
- São também as pessoas que prestam um serviço na família, na sociedade, no ambiente de trabalho...
- São também pessoas que receberam de Deus e da Igreja a missão de presidir e animar as nossas comunidades cristãs, apesar das suas limitações.
Mas o "único Pastor", que devemos escutar e seguir sem condições, é Cristo. Os outros pastores têm uma missão válida se a receberam de Cristo.
E a sua actuação nunca pode ser diferente do jeito de actuar de Cristo.

Por o que fica dito, muitas comunidades lembram hoje o seu pároco. Um gesto, uma atitude, uma palavra...
Numa das Eucaristia vespertinas do sábado, alguém me entregava um flor, dizendo que era em memória de minha mãe.
Hoje no fim da Eucaristia das 11 horas, a comunidade mais uma vez teve um gesto de simpatia que muito me tocou. A mensagem lida e a prenda oferecida. Obrigadíssimo!
Penso em tantos colegas que se entregam às suas comunidades e nem uma palavra neste dia! Nem um reconhecimento, nem um incentivo, nem uma presença.... Expresso-lhes aqui a minha solidariedade sacerdotal.

2 comentários:

  1. O reconhecimento pela dedicação dos outros à comunidade, sobretudo daqueles que incarnam o ser e o múnus do Pastor é bem-vindo, porque é justo, estimulante e configura uma forma de cooperação. Honra e glória aos trabalhadores da messe!
    Recordo-me de que, em tempos que já lá vão (Verão e Outono de 1988), andávamos empenhados - padres e leigos - numa tarefa de grandes proporções a nível arciprestal. Todos colaboravam segundo o seu jeito. Porém um, na convicção de que a sua colaboração seria diminuta (o que não era verdade!), dexava-me quase diariamente um café pago num determinado estabelecimento.
    Eu, estranhando o gesto, abeirei-me dele e perguntei, agradecendo, a razão de ser daquela atitude. A resposta não se fez esperar: "É que eu não posso colaborar activamente e esta foi uma das formas que eu encontrei de colaborar".
    Contestei e tornei a contestar, embora agradecendo. Mas depois, no meu recolhimento, pensei como é grande a humildade de algumas pessoas.

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  2. Como compreendo o que o comentador anterior refere. Sim nos anos setenta e oitenta,toda a ajuda que se compartilhava na Paróquia,quer como catequista,ajuda aos pobres, escuteiros,enfim todas as acções que prestavamos era em prol da comunidade católica. Nunca com algum interesse, que não fosse devotar-nos em torno da nossa propagação da fé!Pelos actos e pelas palavras!
    Apenas enchia o coração de luz, amor, e paz, só por poder ajudar.
    "O Senhor é meu pastor,nada me faltará"
    Mas com o aumento do consumismo,é necessário mesmo mais que a ajuda voluntária e desinteressada.É preciso quem ajude monetáriamente também!
    A si sr. Padre que não conheço pessoalmente,acho, pelo que absorvo do seu blog,deve ter sido uma homenagem bem merecida!!!
    Parabéns

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