quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um estudo sobre o casamento

Os parceiros não casados
raramente conseguem garantir
um lar sólido e estável para os filhos
Um estudo da Fundação Inglesa do Casamento (England’s Marriage Foundation) observa uma diferença substancial entre os parceiros casados e os que apenas coabitam.
Em "O Mito das Relações Estáveis ​​de Longo Prazo Fora do Casamento", estudo de Harry Benson publicado em 22 de maio, a fundação britânica demonstra que os parceiros não casados raramente conseguem garantir um lar sólido e estável para os filhos.
O relatório afirma que 45% dos adolescentes entre 13 e 15 anos não vivem com ambos os pais. Dos adolescentes que ainda vivem numa família unida, 93% têm os pais casados.
"De acordo com o que é mostrado pelo relatório, o governo tem ignorado a forte correlação entre o estado marital e a ruptura familiar. A desagregação da família custa mais que o orçamento de Defesa inteiro, além de causar um dano social incomensurável. Deveria ser claramente do interesse do governo e de quem paga impostos fazer um esforço para reduzir esta tendência devastadora", ressalta o autor do estudo, Harry Benson. "Um grande número de factores mostra que os pais casados ​​tendem a ser mais estáveis ​​que os pais solteiros", prossegue o estudo.
A Bíblia recomenda por várias vezes o casamento. Outras culturas e religiões estão de acordo na valorização do casamento. "A credibilidade deste sábio e amoroso plano – escreve o Papa Francisco – está se tornando cada vez mais evidente, à medida que são documentadas as consequências do enfraquecimento do matrimónio."
"Prometer um amor que dure para sempre só é possível quando se descobre um desígnio maior dos próprios projectos, que nos sustenta e nos permite doar todo o futuro à pessoa amada", diz a encíclica "A luz da fé", ressaltando claramente que o compromisso do casamento faz mesmo diferença.
Fonte: aqui

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