segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PENSAMENTOS SOBRE A FÉ - III

ENTREGAR-SE TOTALMENTE A DEUS
“A fé em Deus defende o homem em todas as suas debilidades e insuficiências [...]”
Homilia, 29 de setembro de 2007



Abandonar-se
“Crer significa abandonar-se a Deus, confiar o nosso destino a Ele. Crer significa estabelecer um vínculo muito pessoal com o nosso Criador e Redentor em virtude cio Espírito Santo, e fazer com que este vínculo seja o fundamento de toda a vida.”
Homilia, 28 de maio de 2006

Certeza
“[...] só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus.”
Carta apostólica Porta Fidei, nº7

O trabalho de fé de Pedro
"Pedro caminha sobre as águas não pelas suas próprias forças, mas pela graça divina, na qual crê, e quando se sente dominado pela dúvida, quando deixa de fixar o olhar em Jesus e tem medo do vento, quando não confia plenamente na palavra do Mestre, quer dizer que, interiormente, se está a afastar d'Ele, e é então que corre o risco de afundar no mar da vida, e é assim também para nós: se olharmos unicamente para nós mesmos, tornamo-nos dependentes dos ventos e já não conseguimos atravessar as tempestades, as águas da vida.”
Angelus, 7 de agosto de 2011

Perder a fé
“[...] a extrema tentação à qual o crente é submetido é a tentação de perder a fé, a confiança na proximidade de Deus. O justo supera a última prova, permanece firme na fé e na certeza da verdade e na plena confiança em Deus, e precisamente assim encontra a vida e a verdade.”
Audiência Geral,
7 de setembro de 2011

Incredulidade
[...] em muitos problemas somos tentados a pensar que talvez nem Deus me salve, não me conheça, talvez não seja capaz; a tentação contra a fé é a última agressão do inimigo, e a isto temos de resistir, pois só assim encontramos Deus e a vida.»
Audiência Geral.
7 de setembro de 2011

Noites escuras
“[...] entrando no terreno da fé, na “terra da fé”, encontramos com frequência uma vida obscura, dura, difícil, uma sementeira com lágrimas, mas temos a certeza de que a luz de Cristo nos concede no final, realmente, a grande colheita. E devemos aprender isto também nas noites escuras, sem esquecer que há a luz, que Deus já está no meio da nossa vida e que podemos semear com grande confiança, porque o “sim” de Deus é mais forte que todos nós. É importante não perder esta recordação da presença de Deus na nossa vicia, esta alegria profunda de que Deus entrou na nossa vida, libertando-nos: é a gratidão pela descoberta de Jesus Cristo, que veio até nós. E esta gratidão transforma-se em esperança, é estrela da esperança que nos dá a confiança, é a luz, porque precisamente as dores da sementeira são o início da vida nova, da grande e definitiva alegria de Deus.”
Audiência Geral,
12 de outubro de 2011

Na provação
“[...] perante as situações mais difíceis e dolorosas, quando parece que Deus não ouve, não devemos ter medo de Lhe confiar todo o peso que levamos no nosso coração, não devemos ter medo de Lhe gritar o nosso sofrimento, temos de estar convictos de que Deus está próximo, embora aparentemente esteja calado.”
Audiência Geral,
8 de fevereiro de 2012

Caminho
«A fé pode levar-nos sempre até Deus, mesmo quando o nosso pecado nos faz mal.”
Discurso, 26 de maio de 2006

Fé e oração
“[...] a força que, silenciosamente e sem clamores, muda o mundo e o transforma no Reino de Deus, é a fé e a expressão da fé é a oração.”
Homilia, 21 de outubro de 200

No amor de Deus
“Até diante da morte, a fé pode tornar possível aquilo que, humanamente, é impossível. Mas fé em quê? No amor de Deus. Eis a verdadeira resposta, que derrota radicalmente o Mal. Assim como Jesus enfrentou o Maligno com a força do amor que lhe vinha do Pai, também nós podemos enfrentar e vencer a prova [...] conservando o nosso coração imerso no amor de Deus.”
Angelus, 5 de fevereiro de 2012

Oração
"Que o Senhor nos conceda a fé, nos ajude na nossa debilidade e nos torne capazes de crer e de rezar em todas as’angústias, nas noites dolorosas da dúvida e nos longos dias da dor, abandonando-nos com confiança a Ele, que é o nosso “escudo” e a nossa “glória”.
Audiência Geral,
7 de setembro de 2011

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