segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Os 6 candidatos a Carro do Ano 2013

Ford B-Max, Renault Clio, Hyundai i30, Citroën DS5, VW Golf ou BMW 320d, um destes modelos vai ser eleito Carro do Ano/Troféu Volante de Cristal 2013 para o mercado português.

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Dois alemães, dois franceses, um norte-americano e um coreano são os modelos na fase final do concurso Carro do Ano/Troféu Essilor Volante de Cristal 2013. Todos têm linhas sofisticadas e resultam do investimento em inovação feito pelas respetivas marcas, num momento em que a indústria automóvel vive uma das fases mais dramáticas da sua história.
Com uma situação financeira onde os problemas se acumulam, os grandes grupos europeus são confrontados com a pujança industrial asiática, sobretudo por parte das marcas coreanas, que não param de ganhar quotas de mercado e cuja evolução tecnológica está a ultrapassar gradualmente marcas "ocidentais" mais antigas.
Neste enquadramento, o ano de 2013 não será fácil. Algumas marcas garantem que vão enfrentar a crise com calma e criatividade financeira, mas reconhecem que, se pudessem, saltavam por cima de 2013 e 2014 e entravam já em 2015.
Por enquanto, ainda estão a digerir a má "herança" do ano 2012, em que as vendas de veículos ligeiros de passageiros na União Europeia (UE) atingiram o nível mais baixo desde 1995. Ao todo, na UE foram vendidos 12.053.923 veículos ligeiros de passageiros, ou seja, menos 8,2% do que em 2011. Mais "negra" só a queda de 16,9% registada em 1993.
No ano passado, poucos mercados sorriram. Só os stands do Reino Unido conseguiram garantir chorudas comissões aos vendedores, fruto do aumento de 5,3% nas vendas.
Um mau sinal para Angela Merkel foram as quebras de 2,9% registadas nas vendas alemãs de viaturas ligeiras de passageiros. Em Espanha, o Governo PP de Mariano Rajoy enfrenta uma quebra de 13,4% nas vendas do sector - o maior mercado ibérico está a vender menos um milhão de carros.
Em França, a contração ainda foi maior, com uma queda de 13,9%, e em Itália os números são estrondosos, com menos 19,9% de vendas. Mas ainda há pior. Depois da Grécia, Portugal teve a queda mais acentuada da UE (menos 37,9%), tendo-se apenas vendido 95.309 veículos ligeiros de passageiros.

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