quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O melhor e o pior em 2011

Falo a nível pessoal. E só nesta perspectiva.

Em 2011, aquilo de que mais gostei foi do afastamento de José Sócrates. Nas urnas. Derrota estrondosa e merecidíssima para aquele que, não sendo o único, foi um dos maiores responsáveis pelo estado a que chegou o país.
O povo demorou demasiado tempo a fazer justiça? Penso que sim. Mas quando entendeu fazê-la actuou de forma clara e inequívoca.
Sócrates personificou tudo aquilo que NÃO se espera de um político:  mentira,  arrogância,  puro marketing,  assobiar para o lado, fingir que tudo está bem, os casos em série,  ataque descarado e injusto a grupos sociais (lembro, a título de exemplo, os professores), jobs for the boys, etc, etc

Aquilo de que menos gostei em 2011 foi da praga do desemprego que subiu para números nunca vistos. E esta situação aflige-me imenso porque é causadora de sofrimentos sem número a nível pessoal, familiar e social.
A confirmarem-se as previsões que apontam para mais desemprego em 2012, estamos perante uma verdadeira tragédia!

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