domingo, 10 de fevereiro de 2013

Não nos deixemos aterrorizar pelos boatos da imprensa...

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Pessoas insuspeitas, de vários quadrantes, reconhecem publicamente que, sem a atuação da Igreja Católica,  o governo não teria como responder às necessidades sociais que a crise acelera.
Enquan­to os meios de comunicação procuram envergonhar a Igreja, divulgando os escândalos de poucos padres como se fossem o “rosto” da Igreja, centenas de milhões de Católicos entregam diariamente a própria vida para a “transformação” da história! A cada 5 minutos um cristão é martirizado no mundo, centenas de milhares de sa­cerdotes, consagrados e leigos consomem a própria vida nos leprosários, nos desertos africanos, nos hospitais , ou no meio das guerrilhas e violência de todo tipo. Mas tudo isto não faz notícias, não dá audiências...

Não nos deixemos aterrorizar pelos boatos da imprensa, mas sintamo-nos orgulhosos de pertencer à Igreja de Cristo, à Igreja de São Bento, que trouxe civilização e progresso para Europa; de Sao Francisco, apaixonado pelo Crucifixo, pelos pobres e leprosos; de São Camilo, que como pecador chagado, alcançado pela Misericórdia do Senhor, consumiu a sua vida cuidando das chagas dos doentes; de São João de Deus, que escolheu os loucos, do­entes mentais como sua “herança”; de São Vicente de Paula, cuja obra ainda hoje se estende a quase todos os países do mundo, socorrendo pobres e abandonados; de Dom Bosco, Dom Orione, Dom Guanella que se torna­ram “família” dos órfãos, abandonados e enfermos; de Madre Teresa de Calcutá e da Irmã Dulce, que se consu­miram para cuidar dos famintos e excluídos da sociedade e tantos outros inúmeros Santos, que fizeram “res­plandecer” no mundo o rosto luminoso de “Jesus Bom Samaritano da Humanidade.”
COMO VIVERMOS ENTÃO ESTA PALAVRA?
Sendo esta Igreja viva, assim como foram estes Santos e tantos outros anónimos. São Vicente dizia: “caridade é não conseguir ver um sofrer, sem sofrer com ele; não conseguir ver um chorar, sem chorar com ele. Caridade é ato de amor que faz penetrar os corações um no outro."

"Colocou-o em seu próprio animal, conduziu-o à hospedaria e dispensou-lhe cuidados”
Levantou-se um doutor da lei e, para pô-lo à prova, perguntou: Mestre, que devo fazer para possuir a vida eterna?
Disse-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como é que lês?
Respondeu ele: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu pensamento (Dt 6,5); e a teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18).
Falou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isto e viverás.
Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
Jesus então contou: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de ladrões, que o despojaram; e depois de o terem maltratado com muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o meio morto.
Por acaso desceu pelo mesmo caminho um sacerdote, viu-o e passou adiante.
Igualmente um levita, chegando àquele lugar, viu-o e passou também adiante.
Mas um samaritano que viajava, chegando àquele lugar, viu-o e moveu-se de compaixão.
Aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; colocou-o sobre a sua própria montaria e levou-o a uma hospedaria e tratou dele.
No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo-lhe: Trata dele e, quanto gastares a mais, na volta to pagarei.
Qual destes três parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?
Respondeu o doutor: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Então Jesus lhe disse: Vai, e faz tu o mesmo. (Evangelho de São Lucas, 10,30-37).

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