terça-feira, 18 de julho de 2017

O mundo num só dia



Um dia pode ser um resumo assertivo do que é a vida hodierna.
Hoje o mundo é uma aldeia global. As novas tecnologias alargam contactos e colocam-nos perante as mais variadas situações. O email, o messenger, o facebook, o skype, o telemóvel, o contacto direto (sempre mais rico e mais humano) sintonizam-nos com o mundo.
Hoje tive as mais diversas experiências no que se refere a contactos humanos:
 - Gente que contactou comigo para resolver problemas da comunidade. Encontro rico de humanidade onde a diversidade de pontos de vista enriqueceu a decisão final. Gente fantástica com quem foi bom debater, analisar, concluir.
- Gente com quem foi (mais um vez) bom celebrar a Eucaristia. Ambiente sereno, onde a participação de todos a todos enriquece.
- Gente amiga e humana  para quem o padre é também um amigo, um familiar. Por isso para ele há sempre um lugar à mesa e à partilha fraterna.
- Gente amiga mesmo que, embora ainda afastada a data, se preocupa com o meu aniversário, pois, como dizem esses amigos, se o padre não tem família, somos nós a sua família.
- Gente que só sabe refilar, contestar, julgando-se dona e senhora do mundo, defendendo as suas causas com um fundamentalismo que é alérgico a qualquer sã discussão. Esquece-se essa gente que o fundamentalismo é o pior inimigo das causas que defende. Para estes, as suas causas são as melhores do mundo, quem não bater palmas é inimigo,  toda a gente tem de andar a reboque dos seus interesses. Sem respeito pela idiossincrasia  de outras instituições e projetos que ousam pôr em causa só porque não são amenistas em relação às suas causas.
Como diz um amigo meu, "esta gente nunca mais cresce!"

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