terça-feira, 20 de novembro de 2012

Disparam casos de bebés abandonados

25 recém-nascidos foram deixados pelas mães no Hospital Amadora-Sintra. Hospital de S.João, no Porto, recebeu 12 bebés na mesma situação.
 
 
O "Correio da Manhã" escreve que o número de recém-nascidos abandonados no Hospital de Amadora-Sintra duplicou em apenas um ano. De acordo com dados revelados pela unidade de saúde, no ano passado foram 12 os bebés rejeitados pelas mães, geralmente após o parto, número que subiu para 25 este ano, apesar de 2012 ainda não ter terminado. Carências económicas é o motivo mais invocado pelas progenitoras.
A norte dom País, o Hospital de S. João, no Porto, já sinalizou 12 mães que revelaram não ter capacidade para exercer a sua função parental, mais duas do que em 2011.
No Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, em Portimão, há registo de um caso de abandono (no ano passado nenhuma criança).
Fonte: aqui

Pois...
Mas não diziam que, COM A LEI DO ABORTO, situações destas ou semelhantes iriam acabar? Pois é , pois é...Parece-me que mais uma vez muita gente foi na conversa de certos políticos...
Hoje em dia só fica grávida  quem quer. Nunca houve tanta informação e apoio médico para as pessoas encararem de frente a paternidade/maternidade responsável.
O respeito pela vida parece bater no fundo. Mata-se, rouba-se, sequestra-se, maltrata-se, abandona-se a vida humana com a mesma facilidade com que se bebe um copo de água. A vida humana está muito acima de qualquer crise. A vida é o primeiro valor.
Defender a vida é também lutar pela justiça social. Eu penso mesmo que esta é uma componente fundamental.
Mesmo neste período de grave crise, há pessoas, como muitos gestores, a ganhar fortunas enquanto a fome e a miséria prostram tanta gente!
Não nos calemos, exijamos e lutemos por uma sociedade mais justa e mais fraterna. Estaremos a proteger a vida!

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