segunda-feira, 11 de maio de 2015

Festa Concelhia do Emigrante



Desde há alguns anos a esta parte, realiza-se a Festa do Emigrante no Concelho de Tarouca em 10 de maio.
Para além da parte desportiva e da projeção de um filme no Auditório, salienta-se a homenagem aos Emigrantes no Monumento que  lhes é dedicado (junto ao Centro Escolar) e a celebração da Eucaristia na Capela de Santa Helena, animada por um coral formado por emigrantes,  seguida de almoço-convívio no Parque das Merendas, na Serra de Santa Helena, onde decorreu a tarde recreativa.
Saliente-se que esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Tarouca e nela tomaram parte os autarcas do Concelho.
Marcada pela simplicidade, pela alegria e pela confraternização, esta atividade correu bem.


Tarouca é um concelho marcado por uma forte corrente migratória. Por isso este terra não pode esquecer os seus cidadãos migrados.
Mas a pergunta põe-se sempre. Qual será a melhor altura para a festa dos emigrantes? Nesta altura, está um grupo que merece toda a atenção. Mas os outros?
A Paróquia de Tarouca tem imensos emigrantes. Segundo sei, não estariam meia dúzia destes na festa, porque não estão por cá nesta altura.
Sei que está lavrado em ata que a Festa do Emigrante é no dia 10 de maio. Mas não deverá a lei estar atenta à realidade?  Acima da lei estão as pessoas.
Talvez pensar na festa do emigrante em dois momentos, situando-os nos dois tempos em que maior número de cidadãos migrados do concelho esteja entre nós.


A festa dos emigrantes terá maior interesse se for inclusiva, vivida na comunhão com os residentes. Assim em cada ano, juntamente com a homenagem junto ao Monumento que lhes é dedicado, a Missa e o convívio deveriam decorrer numa freguesia diferente do concelho e não sempre na mesma. E a Missa poderia ser a paroquial. Assim se estreitariam os laços de comunhão entre os cidadãos deste concelho.


Têm a palavra a Câmara, a Assembleia Municipal, os emigrantes e a comunidade concelhia.

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