segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Douro Superior é o máximo!

 
 
 
 
 
 
Após mais um fim de semana de trabalho intenso, acompanhei na tarde de ontem, com uma família amiga, o Diác. Adriano à sua terra Natal, Vila Nova de Foz-Côa.
Em todos nós há uma coisa em comum: a admiração pelo Douro Superior. mesmo nesta altura do ano em que a natureza se recolhe como que preparando a próxima explosão de vida que a Primavera propiciará, o Douro Superior é majestoso, único, caprichoso. O silêncio infindo que o envolve oferece, sem fazer barulhos, golfadas de paz, tranquilidade, serenidade. Recompõe-nos por dentro.
Nesta altura, os dias são pequenos, pelo que não podemos deter-nos nem visitar todos os pontos que gostávamos. Saímos daqui já depois do meio dia, e precisamos sempre de cerca de 1 hora e trinta para atingirmos a meta. Após o almoço, visitámos o Museu Arqueológico do Côa, o belo santuário da Senhora da Veiga e capela de São Gabriel de onde se desfruta uma das paisagens mais imponentes que já pude observar.
Gostei do Museu, aliás como todos nós. A construção do edifício, estilo moderno, é muito interessante e foge ao modelo de museu a que estamos habituados. A disposição e a interactividade facilitam a apreensão do contexto humano e natural das gravuras rupestres.
Terminámos a jornada em casa da família do Diác. Adriano que nos acolheu com enorme amabilidade, generosidade e carinho. Agradecemos, sensibiluzados, tanta atenção.

Tanta gente a amontoar-se na litoral e no corre-corre que o consumismo oferece! Tão pouca gente nestes paraísos do interior onde a natureza eleva e enleva!
Quando é que nos disporemos a repovoar este país?

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