segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Uma porta santa entre África e a Europa, em Lampedusa


Domingo, uma “porta santa” do ano da misericórdia foi aberta em Lampedusa, a ilha italiana que se tornou símbolo da busca de tantos refugiados por uma sobrevivência mínima na Europa. Assinalando o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, a comunidade católica local promoveu um momento de oração diante da Porta da Europa, monumento local dedicado à memória dos migrantes mortos no mar.
“Escolhemo-la porque, na sua laicidade, representa a porta que se abre para a África e que abre à África o caminho para a Europa”, disse o cardeal Francesco Montenegro, arcebispo de Agrigento, a diocese a que pertence Lampedusa. A porta é feita com restos de embarcações e objectos trazidos por muitos refugiados ou náufragos. “Sabemos que onde há sofrimento, a terra é sagrada. Por isso, convidamos todos os lampedusanos e não só a viver esta obra de arte: vamos junto dela como peregrinos. Passemos através dela anunciando a nossa vontade de mudar”, acrescentou.
Há precisamente uma semana, o Papa Francisco tinha insistido no tema dos refugiados, no seu discurso ao Corpo Diplomático acreditado no Vaticano. A má resposta da Europa está a minar as suas bases humanistas, disse.
A situação, acrescentou, é a de uma grave emergência, e justifica que a Europa, ao contrário do que alguns países estão a fazer, abra as suas portas a quem procura fugia à guerra e à miséria.
Em declarações, este domingo, à Ecclesia e ao programa Setenta Vezes Sete, o ex-alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, criticou a falta de organização e solidariedade europeia. E acrescentou que o Papa tem sido um “aliado precioso no combate para com os refugiados e as vítimas de perseguição”.
Fonte: aqui

domingo, 17 de janeiro de 2016

De 18 a 25 de janeiro decorre a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos


 Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. «Chamados a proclamar os altos feitos do Senhor» é o tema das celebrações que decorrem entre 18 e 25 de janeiro.
Há os cristãos católicos, cristãos ortodoxos, cristão protestantes...
Aquilo que nos une é qualitativamente mais importante do que aquilo que nos separa.
Cristo não está dividido porque professamos um só Batismo, um só Senhor, uma só fé; a graça é a mesma. Cristo está ferido, mas não está dividido. As nossas divisões ferem a nós mesmos, mas, principalmente, a Jesus Cristo. As feridas contra a Unidade ferem o próprio Cristo.
Durante esta semana, em muitos lados onde a diversidade de Igrejas cristãs se faz sentir, os cristãos juntam-se e rezam em comum.
O caminho da unidade faz-se caminhando. Mais do que por decreto, a unidade dos cristãos faz-se de gestos, posturas, atitudes, comportamentos. E sobretudo pela oração comum.
E em cada dia desta semana, repitamos, orando: "Pai, que todos sejam um!"

sábado, 16 de janeiro de 2016

Não viola o princípio constitucional da igualdade?

Não viola o princípio constitucional da igualdade aprovar um horário de trabalho menor para os funcionários públicos, pagos por todos, do que para os trabalhadores do sector privado? Quem manda fiscalizar a constitucionalidade?
No fundo, o trabalhador do sector privado que trabalha 40 horas paga com os seus impostos o descanso de 5 horas semanais do trabalhador público.
Artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa
(Princípio da igualdade)
  1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. 
  2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
Fonte: aqui

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Uma invulgar lição no Ano da Misericórdia


 


Poderia tratar-se duma postura de mimetismo alinhante num gesto folclórico de cariz religioso. Porém, Dom Nereus Rodrigues, o reitor da referida Basílica, diz que “todos estão ansiosos para receber o sacramento da reconciliação”.  

Como se entende isto se para aceder ao sacramento da reconciliação é necessário ter recebido o Batismo, o sacramento porta de entrada na comunidade eclesial?

O predito reitor, que todos os dias atende de confissão os penitentes, como o padre Aniceto, o vice-reitor, explica:

“Muitos não cristãos vêm aqui, ficam na fila e depois ajoelham-se diante do padre e sentam-se no confessionário. Falam baixinho e pedem o perdão dos pecados”.

Dom Nereus Rodrigues reconhece que, desde o início do Ano Jubilar, vem crescendo o número de pessoas de outros credos que visitam a basílica. E, para aumentar nessas pessoas o interesse pelo cristianismo, o bispo instalou painéis que explicam as obras espirituais e corporais de misericórdia, sublinhadas pelo Papa Francisco para este Jubileu. Assim, “os peregrinos podem ler, conhecer e depois praticar as obras de misericórdia”.

***

O facto mostra que a noção de pecado está presente no espírito dos crentes, qualquer que seja o credo da sua pertença religiosa, já que espelha a séria consciência das limitações e das falhas humanas na relação de cada um consigo mesmo, com o transcendente e com o próximo, bem como a crença na possibilidade de reconversão e mudança de vida. Depois, fica patente a possibilidade de cada um se apresentar perante Deus conforme as suas próprias condições independentemente da entidade que tenha tomado a iniciativa de mobilizar os povos para a prática das obras de misericórdia (que não são exclusivo de ninguém) na sua dimensão de interioridade espiritual e na sua vertente social e comunitária.

Os preditos ministros do sacramento ensinam-nos, com a sua atitude de compreensão para com a unidade na diferença, que é possível e desejável o acolhimento a todos. Todos têm acesso, por vontade de Deus, aos benefícios da salvação. E a Igreja deve sentir-bem tanto na obra da dilatação da fé como na humildade de dar testemunho da salvação de que é serva, discípula e apóstola. Mais do que interpretar ao pé da letra o aforismo Extra Ecclesiam non erit salus, importa fixarmo-nos no princípio de que a Igreja é instrumento da salvação para todos os homens e terá de testemunhar perante eles a realidade do Ressuscitado e perante o Ressuscitado testemunhar os dramas de todos os homens. Por outro lado não pode desistir de fazer discípulos em todas as nações e tentar levar todos à fé em Cristo. É a força da missão entrosada com o diálogo inter-religioso! E, se a Igreja tiver a consciência apurada de comunidade de serviço e missão, não se fecha em seu casulo grupal nem se estriba em qualquer sentido de superioridade e autorreferencialização. Ao invés proclama as bem-aventuranças, praticando e promovendo a prática sincera e eficaz de todas as obras de misericórdia.

***

Transcrevo as obras de misericórdia na versão portuguesa do Pontifício Conselho Cor Unum:

OBRAS DE MISERICÓRDIA CORPORAL

1. Dar de comer a quem tem fome.

2. Dar de beber a quem tem sede.

3. Vestir os nus.

4. Acolher os forasteiros.

5. Assistir os doentes.

6. Visitar os presos.

7. Sepultar os mortos.

OBRAS DE MISERICÓRDIA ESPIRITUAL

1. Aconselhar os duvidosos.

2. Ensinar os ignorantes.

3. Admoestar os pecadores.

4. Confortar os aflitos.

5. Perdoar as ofensas.

6. Suportar pacientemente as pessoas molestas.

7. Rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos.

Sobre as obras de misericórdia, o cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, comentando o livro-entrevista do Papa sobre a misericórdia e o atentado terrorista em Istambul (que matou 10 pessoas) no passado dia 15, reiterou o convite à misericórdia, ressaltado no livro por Francisco. E assegura que é ela que garante a justiça no respeito por cada um nos seus direitos e necessidades e obviamente satisfazendo estes pressupostos da dignidade de toda a pessoa humana. É nesta linha que o purpurado afirma que as obras de misericórdia “devem tornar-se uma dimensão social” contra a postura meramente pietista de muitos, que rezam para que haja pobres e desvalidos a fim de encontrarem espaço para a prática da caridade (?!).

Mais garante Parolin que, em face dos males que estão acontecendo e, mesmo condenando sem margem para dúvidas todos os massacres, “o único remédio é a misericórdia” contra a pura sanha vingativa ou contra o ambiente generalizado de medo e de insegurança.

É preciso ir “ao encontro das necessidades dos homens como expressão da misericórdia” e como “expressão de justiça”. Porém, “tudo tem de começar com uma atitude do coração que se abre ao irmão e vê um irmão em cada pessoa” e “também com o perdão”, porque, “se não perdoamos, o ciclo de violência e conflito não vai se romper”.

E o mesmo cardeal explicitou aso jornalistas:

“A misericórdia vai além dos méritos; de outra forma, não seria misericórdia. O Senhor veio para aqueles que abrem a porta, para aqueles que têm a intenção de lhe abrir a porta”.

E sublinhou:

“Se há uma superabundância de misericórdia, certamente deve haver uma atitude de abertura por parte da pessoa. A graça de Deus não pode fazer nada com aqueles que permanecem fechados; ela não pode entrar. O próprio Jesus disse no Apocalipse: ‘Eu estou à porta e bato; se alguém me abrir, eu entro’. E se alguém não abre, Ele não entra”.

***

Enfim, que o Ano Jubilar constitua um jorrar da misericórdia divina feita misericórdia entre os homens, plasmada na intensa e generalizada prática da justiça e que haja paz.

Todos entendem a linguagem da misericórdia, mesmo aqueles que abusam os misericordiosos!

2016.01.14 – Louro de Carvalho

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Um jovem

Fora à Eucaristia semanal que teve lugar na capela do seu povo. Dirigira-se à responsável, pedindo para proclamar a Palavra de Deus. Perante o assentimento benévolo que obteve, acrescentou que queria preparar a leitura. Foi nesse trabalho que o encontrei quando cheguei ao templo.
Um jovem. Por feliz coincidência, a 1ª leitura que proclamou referia-se ao jovem Samuel.
Leitura e salmo bem proclamados, em tom bem audível e com o ritmo certo.
No fim da Eucaristia, foi agradecer à responsável a oportunidade que lhe deu de proclamar a Palavra de Deus. Na sacristia, ouviu-o perguntar à senhora se podia cumprimentar o sr. Abade. Perante a resposta convictamente afirmativa, aparece com a irmãzita pela mão.
- Dá um beijinho ao sr. Padre - acrescentou em tom confiante e amistoso. A miudinha, linda como todas as crianças, estendeu o pescocito para o beijito saboroso.
Um momento belo. Afinal a vida precisa destas pequenas coisas para causar em nós impressões fortes.
Os jovens, quando querem, são imbatíveis, generosos, criativos, maravilhosos, surpreendentes.
Parabéns, amigo jovem!
A Igreja somos nós, os batizados. Não precisamos de convite para exercer a nossa função em favor do louvor de Deus e do bem dos irmãos. O convite vem do batismo.
Este jovem demonstrou ter percebido isto.





CENTRO PAROQUIAL SANTA HELENA DA CRUZ - TAROUCA. AS OBRAS CONTINUAM...




CENTRO PAROQUIAL SANTA HELENA DA CRUZ - TAROUCA.
As obras continuam.
Ajudem-nos a ajudar as obras do Centro!
Obrigado.


Veja aqui

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Os 7 sinais da maturidade emocional

ANSA748894_ArticoloNormalmente, a maturidade é associada à idade e aos anos de experiência de vida cronológica. No entanto, quando se trata de maturidade emocional, a idade pode ter pouco a ver com isso. Muitas vezes a maturidade física chega antes da maturidade emocional.
A maturidade emocional não surge do nada; exige trabalho, esforço, boa vontade e o desejo de olhar para dentro e de se conhecer melhor, com a cabeça e o coração em perfeita sintonia. Amadurecer significa encarar a realidade como ela é, muitas vezes bem mais dolorosa do que gostaríamos.
Aqui estão sete características das pessoas emocionalmente maduras.
1- Saber dizer adeus é maturidade emocional
A maioria de nós sente muito medo, principalmente quando se trata de soltar as amarras e deixar a vida fluir.
Pensar que o passado foi melhor é muito doloroso; impede-nos de soltar e deixar ir.
As pessoas emocionalmente maduras sabem que a vida fica muito melhor quando é vivida em liberdade. Então, deixam ir o que não lhes pertence, porque entendem que ficar preso ao passado nos impede de fechar ciclos e curar nossas feridas emocionais.
2- Conseguem olhar para o seu passado emocional sem dor
Limpar a dor do nosso passado é absolutamente necessário para avançarmos em nosso caminho emocional. As ervas daninhas crescem rapidamente; se não limparmos nosso caminho, não veremos o que está próximo.
As pessoas emocionalmente maduras sabem da importância de viver no presente, superando e aceitando o que passou. O que aconteceu, já aconteceu; não podemos mudar. Aprenda com os erros e siga em frente.
Se perdermos o contato com o nosso interior, não nos afastamos dele, mas permitimos que o negativo do nosso passado interfira na nossa vida presente. Isso é muito doloroso.
“É por esse motivo que, quando tivermos aprendido o suficiente sobre a nossa dor, perderemos o medo de olhar para dentro e curaremos nosso passado emocional para avançar mais um passo na vida”.
3- Têm consciência do que pensam e sabem
A maturidade emocional nos ajuda a entender melhor nossos próprios sentimentos e os dos demais. As pessoas emocionalmente maduras se esforçam para escrever e pensar sobre as suas opiniões ou sobre como se sentem.
“Amadurecer é ter cuidado com o que diz, respeitar o que ouve e meditar sobre o que pensa”.
A clareza mental das pessoas maduras contrasta com a preguiça e o caos mental das pessoas imaturas. Portanto, a maturidade emocional ajuda a resolver problemas cotidianos de forma eficaz.
4- Não reclamam de nada
Parar de reclamar é a melhor maneira de promover mudanças.
As queixas podem  aprisiona-rnos em labirintos sem saída. As pessoas emocionalmente maduras já aprenderam que somos o que pensamos. Se você agir mais e reclamar menos, significa que está crescendo emocionalmente.
Quer viver infeliz? Reclame de tudo e de todos.
5- Conseguem ser empáticas, sem se deixar influenciar pelas emoções alheias
As pessoas emocionalmente maduras têm respeito por si mesmas e pelos outros. Têm habilidade para se relacionar da melhor forma possível com os demais; sabem ouvir, falar e trocar informações. Aprenderam a olhar de forma generosa para o outro; todos nós temos valores diferentes, mas queremos ser aceitos e felizes.
6- Não se castigam pelos seus erros
Aprendemos com os nossos erros; falhar  permite-nos enxergar os caminhos que não devemos seguir.
As pessoas maduras não se punem por possuírem limitações, simplesmente as aceitam e tentam melhorar. Sabem que nem sempre tudo acontece como queremos, mas cada erro é uma boa oportunidade para o crescimento pessoal.
7- Aprenderam a abrir-se emocionalmente
As couraças emocionais pertencem ao passado. É muito importante ter comprometimento, amor, autoconfiança e acreditar nas pessoas. Não seja perfeccionista e nem espere a perfeição dos outros. Esqueça as desavenças e perdoe, inclusive a você mesmo.
“Desfrute do tempo compartilhado da mesma forma que desfruta do tempo sozinho”.
Maturidade emocional é assumir o controle da sua vida, ter sua própria visão de mundo e ambição para a sucesso. Ao desenvolver a maturidade emocional a vida torna-se um prazer, e não uma obrigação.
Fonte: aqui

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Amizade

Que belo é ter um amigo! Ontem eram ideias contra ideias. Hoje é este fraterno abraço a afirmar que acima das ideias estão os homens. Um sol tépido a iluminar a paisagem de paz onde esse abraço se deu, forte e repousante. Que belo e que natural é ter um amigo!
Miguel Torga
Diário (1935)

Pressa

Uma das grandes desvantagens de termos pressa é o tempo que nos faz perder.
G. K. Chesterton

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

8 horas à espera da luz!


19 horas deste domingo. Falha na luz. Mas como isto tem sido recorrente nos últimos dias nesta zona, nem liguei e esperei. Quando me pareceu demasiado tempo, fui à janela e vi que havia luz nas outras casas e na rua.
Visitei o quadro e verifiquei que um deles estava em baixo. Tentei levantá-lo e ouvi um grande barulho e imediato abaixamento do quadro. Liguei ao amigo Carlos Manuel que, de pronto, apareceu e verificou que o caso não era com ele. Telefonou então a quem de direito, expôs a situação e deu as informações solicitadas.
- Eles deveriam aparecer no prazo de meia gora, mas como é fim-de-semana... - disse o meu amigo.
Fiquei à espera. Pelas 22.30 horas, voltei a ligar ao meu amigo que voltou a comunicar com quem de direito. Senti a preocupação e o empenho do Carlos Manuel a quem agradeço.
Entretanto soube que houvera um problema elétrico na zona que deixara alguns povos sem luz. Vou comunicando com um dos elementos que procediam à reparação.
Pelas 3 horas da madrugada, a equipa chegou, fez as reparações necessárias e a luz voltou a seguir.
Numa casa gélida, onde tudo depende da eletricidade, desde o fogão ao esquecimento, não foram horas fáceis. Não podia sair porque não sabia o momento em que chegavam os técnicos. Era aguentar.
Passeei na sala à luz da vela, rezei, pensei nas tarefas da paróquia, refleti sobre a minha vida, enfim... Parecia que o tempo não passava!


Não me revoltei, porque pensei que primeiro era necessário acudir à situação de falta de luz que afetava povos inteiros. Há sempre que padeça mais do que nós.
Senti quão dependentes somos. A cada momento estamos a precisar dos outros para as mais diversas situações da vida. Para quê tanto orgulho?
Mesmo as situações mais adversas, urge manter a serenidade e não cair em abatimentos e desesperos.
Esta vida é muito frágil. Tantas vezes os nossos planos se esvaem num ápice. Tantas coisas tinha planeado realizar na noite de ontem e nem uma! Temos que estar preparados para o imprevisto.
Sem capacidade de sofrimento e de esperança, não vamos a lado nenhum e acabamos a duplicar o sofrimento. 

domingo, 10 de janeiro de 2016

Chove como quem a despeja

Muita chuva por estas bandas nestes dias.
Hoje então nem vos digo nem vos conto! Chove como quem a despeja! E o vento na noite passada? Parecia que tinha o "demonho" no corpo!
O Barosela está nas suas sete quintas. Corre que se farta, ultrapassa as margens, invade os campos e vestiu as suas águas de carnaval... É tudo dele!



sábado, 9 de janeiro de 2016

SERVIÇO DE ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO SOCIAL DE TAROUCA

A Santa Casa da Misericórdia de Tarouca vai disponibilizar para toda a comunidade Tarouquense uma nova resposta social, Serviço de atendimento e Acompanhamento Social (SAAS) enquadrado no âmbito da Rede Local da intervenção Local (RLIS)....
Este é um serviço que tem como população alvo pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade, exclusão e emergência social. Neste sentido, preza por alguns objetivos/atividades, nomeadamente:
a) informar, aconselhar e encaminhar para respostas, serviços e prestações sociais adequadas a cada situação;
b) apoiar em situações de vulnerabilidade social;
c) prevenir situações de pobreza e de exclusão social;
d) contribuir para a aquisição e/ou fortalecimento das competências das pessoas e famílias, promovendo a sua autonomia e fortalecendo as redes de suporte familiar e social;
e) assegurar o acompanhamento social no percurso da inserção social;
f) mobilizar os recursos da comunidade adequados à progressiva autonomia pessoal, social e profissional.
A este serviço podem dirigir-se todas as pessoas, a título individual, toda a comunidade (cuidadores (in)formais), assim como toda a comunidade institucional, de modo a prevenir e resolver problemas sociais.
O Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social conta com uma equipa multidisciplinar, composta por uma coordenadora (Dra. Sandra Magalhães) e duas técnicas de atendimento e acompanhamento social (Dra. Ana Sofia Carreira, Assistente Social e Dra. Inês Oliveira, Psicóloga).
Dias de Atendimento
Segundas, Quartas (Tarde) e Sextas Feiras -Freguesias de Tarouca e Dalvares
Terças, Quartas (manhã) e Quinta Feiras - Freguesias de Salzedas, Gouviães, Ucanha, Mondim da Beira, Granja nova, Vila Chã da Beira, S. João de Tarouca e Várzea da Serra.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

CULTIVE A AMIZADE EM 2016!

- Respeite o outro como ele é.
- Ajude-o a melhorar a partir daquilo que ele é.
- Saiba usar de misericórdia para com as falhas do outro. Afinal perfeito só Deus....
- Não faça de um problema um muro que separa, mas uma oportunidade de diálogo e de estreitamento da amizade.
- Não seja orgulhoso nem convencido. Ninguém é dono da verdade.
- Aprenda a perdoar. O ódio, o rancor, a vingança, a indiferença são como as silvas. Crescem de tal maneira que transformam um coração belo e humano num silvado .
- Também na amizade, a humildade é a rainha das virtudes.
- Telefone, visite, comunique. Deixe a sua presença aparecer junto do amigo.
- Diga repetidamente à pessoa amiga que gosta dela.
- Não se intrometa na vida do amigo. Amigo não domina, não impõe, não abespinha. Amigo oferece-se, partilha, está na hora certa.
- Seja franco e leal. A amizade alimenta-se da verdade, da fidelidade, da franqueza.
- Saiba pedir desculpa quando falhou, seja que falha for.
- Não engane um amigo. A traição é algo que nunca deveria tolerar a si mesmo. Quem sai por baixo é quem trai.
- Lembre-se que a verdade é inseparável da caridade. Pense, por isso, no que diz e como o diz.
- Não apareça só quando precisa. Apareça antes quando o amigo precisa.
- Não diga ao amigo que está farto das mesmas desculpas. Ele pode fartar-se da sua arrogância e convencimento.
- Antes de apontar defeitos ao amigo, examine com seriedade os seus defeitos. Verá que tem muitos mais do que pensava.
- Não seja "cismático". Isto de estar sempre a lembrar ao amigo aquilo em que falhou é miopia crónica de alma. Confie no futuro e abra-se ao novo da confiança.
- Não faça da defesa o ataque. A amizade não é um jogo de futebol. Isto de atacar os outros para esconder erros próprios, é cobardia.
- Nunca se permita que o seu amigo saiba de uma traição sua por meios externos. Seja corajoso e digno. Encare os seus erros de frente.
- Não crie falsas espectativas. Não diga sim, quando no coração tem um não.
- Se acreditam, rezem juntos. A oração é o cimento mais forte das verdadeiras amizades.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Julen Lopetegui já não é o treinador do FC Porto

FC Porto: Lopetegui acerta termos da rescisão de contrato
Julen Lopetegui já não é o treinador do FC Porto. O clube reuniu esta quinta-feira com o espanhol e anunciou-lhe que não contava mais com os seus serviços.
 
Nesse sentido, as duas partes têm agora que acertar os termos da rescisão, uma vez que o treinador ainda tinha contrato por mais ano e meio: quando chegou, assinou por três épocas, portanto a ligação terminava apenas em 30 de junho de 2017.

A primeira reunião, ao início da noite, foi apenas para informar o treinador da decisão da SAD portista e nela nem sequer participou o empresário de Lopetegui. Portanto só depois disso se começou a discutir os pormenores da rescisão de contrato.
 
Só depois de acertada essa rescisão é que o FC Porto oficializará a saída do técnico, o que deve acontecer nas próximas horas: o mais provável é que já na sexta-feira.
 
No entanto, e em declarações ao Maisfutebol, o pai de Lopetegui já confirmou a saída. «Penso que já está acertado que vai sair», referiu Jose António Lopetegui.
 
«O Julen aceitou a decisão de ir embora porque já não aguentava a pressão dos adeptos. Criaram um ambiente muito desagradável.»
Fonte: aqui


Será só Lopetegui  o culpado?
Nunca foi um treinador da minha simpatia, como este blog comprova em algumas análises que fiz.
No verão, perante a continuidade ou não do treinador, dei o benefício da dúvida a quem sabe muito mais de futebol do que eu.
No fundo, acreditava que, perante a instabilidade que atingia os dois rivais de Lisboa, a continuidade serena do treinador poderia ser benéfica para o Futebol Clube do Porto.
Enganei-me.
Esta época está a ser uma desgraça. Cheia de "lopeteguices" miseráveis.
Mas quem escolheu o treinador?
Quantas vezes a SAD Portista veio a terreiro? Não foi o técnico deixado sozinho a defender o Clube?
Retomo a minha tese. Pinto da Costa, que tanto fez pelo Clube, deveria ter a grandeza de sair pelo seu pé.
Os anos não perdoam e está mais que na hora de dar o lugar a outrem.
Toda a estrutura que não se renova, definha.
Mas isso pertence aos sócios.
Ou a estrutura se renova ou daqui a algum tempo voltamos a ter os adeptos na rua, lenços brancos no estádio, contestação infinda.
Nenhum treinador se aguenta sem uma estrutura capaz, aguerrida, combativa, determinada.

Frases sobre Amigos Falsos


"Não há pior inimigo que um falso amigo."
- Provérbio inglês


"O amor pode morrer na verdade, a amizade na mentira." - Abel Bonnard

"Perdoa, amigo, a quem deu um passo em falso: pensa que também tens um pé que pode resvalar." - Friedrich Ruckert

"Não existem falsos amigos.  Se são falsos ... Nunca foram seus amigos!!!" - Edilene Teixeira

"Desentendimentos não afastam os verdadeiros amigos, bons momentos jamais sustentam os falsos." - Leo Cruz

"A sua falsidade, me mostrou a certeza de que você nunca foi um amigo verdadeiro." - Rafaella Rebellato

"Viver de aparências é uma grande armadilha: falsos amigos, falsos amores, falsas expectativas. Construa sua vida baseando-se na verdade." - Desconhecido

"É melhor ser meu amigo como sou do que ser por algo que não sou. Não sou falso graças a Deus!" - Claudemir Lima

"O pior dos falsos é aquele que finge ser seu amigo." - Alexsandra Rios

" O falso amigo não diz a verdade, atraiçoa, finge, engana e defende-se atacando" - M.  Dutra

"Um falso amigo sempre vai maltratar a sua alma." - Bernardo Morais



IRS - Saiba qual a sobretaxa aplicada a cada escalão: tabelas foram publicadas hoje

Veja AQUI

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

"TU NÃO MUDAS, PAI"!

À mesa surge uma pequena discussão, daquelas habituais em família. Em família normalmente as pessoas estão à-vontade, claro, dentro de um quadro de respeito.
Às tantas, um dos filho, muito indignado, volta-se para o pai e dispara:
- Tu não mudas, pai!...
Sente-se o primeiro impulso do pai para responder à letra ao filho. Mas autodomina-se e opta pela defensiva:
- Sabes que eu faço um esforço, mas nem sempre é possível... Desculpa.
- Pois, estou farto das tuas justificações! - riposta a arrogância atrevida do filho.
O pai levanta-se para ir buscar um garrafa de vinho. A mãe aproveita a ocasião para, delicada mas firmemente, chamar à razão o filho orgulhoso e arrogante:
- Essa arrogância toda para com o teu pai serve para quê? Para te defenderes?
Que tem de mais aquilo que o teu pai disse em relação às ações que tu cometes, que deveriam envergonhar-te !? Lembra-te do que ainda fizeste na passagem de ano...
Filho, tu é que precisas mesmo de mudar antes que o precipício te engula.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Tsunamis ... Só na natureza?

Reparamos, lamentamos, revoltamo-nos perante a força brutal e arrasadora dos tsunamis.
Mas não reparamos nos sismos ou atividade tectónica sob o relevo submarino que deram origem aos tsunamis....

Não será assim na vida em sociedade???