
Momentos de uma parte de agosto pelo algarve.
Oito dias depois, já em plena laboração, aqueles dias ficam como uma saudade que impulsiona e dá força.
É uma memória muito viva de momentos felizes.
As partidas com os meus sobrinhos (ai, o chinelo deveria ter funcionado.... O que eu me arrependo... ahahahhaha) onde também couberam conversas sérias e sinceras, as brincadeiras com meus irmãos e cunhados, as leituras descontraídas, os passeios na praia e pelo fresco da noite, a alegria das refeições, as lições que recebi dos meus sobrinhos sobre o uso do tablete - ainda sei pouco, meninos, preciso de mais explicações, claro gratuitamente!), a preocupação de todos em chegar sempre a tempo às celebrações dominicais, as visitas a locais próximos, o bom café que cada dia procurámos e nunca encontrámos, a renúncia do Nuno em pagá-lo já que o não tomava, a água anormalmente fria e a Ana a tentar convercer-nos que "estava boa", o Armando que comprava a Bola quando eu queria o Jogo, a Jacinta que me encharcava de cremes para me proteger do Sol, a Inês que se negava a ir buscar os palitos já que eu "tinha pernas", a Rita que queria passar por Al....., o André e o João a moer-me a paciência na praia onde as partidas se sucediam, a visitas das sobrinhas Susana e Mónica acompanhadas dos maridos e dos filhinhos... Tudo condimentado com toneladas de carinho e de alegria.
Não é saudosismo, apenas uma memória quente que aquece o frio das dificuldades e acalenta a esperança.
Louvado seja Deus por tudo de bom que a vida nos dá.
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