sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Na hora que passa, não carecemos apenas de homens inteligentes. Carecemos sobretudo de homens bons

Por toda a parte, notamos, diz Bartomeu Benassár, «uma ausência de sensibilidade humana, profunda, criativa, trémula, veraz, comovida»; uma «ausência de experiências essenciais humanas (e divinas) de gratidão e gratuidade».

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