terça-feira, 24 de outubro de 2017

Nota Pastoral para a Semana Nacional da Educação Cristã (29 de outubro - 5 de novembro de 2017)

1.      Jesus Cristo
A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular;
     tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos
     
Foi com estas palavras que Jesus, na Eucaristia de um dos primeiros domingos do ano pastoral e letivo em curso, se nos apresentou. Ou melhor, foi Deus quem assim o apresentou. Jesus cita a sua Palavra na Escritura. Fá-lo para explicar a parábola dos vinhateiros (Mt 21, 33-44), aos quais um proprietário arrendou a sua vinha, mas que, chegada a vindima, recusam entregar-lhe a devida parte dos frutos colhidos. Pior: maltratam-lhe os servos, alguns até à morte. O dono da vinha tenta outra vez, mas com o mesmo resultado. Até que se decide pelo impensável. Envia-lhes o próprio filho, pensando: respeitarão o meu filho. Enganou-se: agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no. 
Este filho é Jesus, enviado por Deus – o Pai que amou tanto o mundo que (nos) deu o seu Filho Unigénito, para que todo o que n’Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3, 16). E Jesus, por sua vez, realizou o que disse sobre a sua morte: Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos (15, 13). Foi este amor extremo, d’Ele e do Pai, que fez da terrível crucifixão o triunfo definitivo sobre a morte; e fez da pedra que os construtores rejeitaram a pedra angular, sobre a qual Deus edifica o seu povo, a nossa Igreja. Tal o poder e a eficácia deste amor, que veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos!
Sim, quem se não deixa fascinar e atrair por alguém que deu a vida por todos nós?! Alguém que, desse modo, nos abre o caminho para a mesma vitória, numa vida sem fim! Diz-nos S. Paulo, como palavra digna de fé: Se com Ele morremos, também com Ele viveremos (2 Tim 2, 5). Com Ele…
  
2.      Jesus Cristo vem ao nosso encontro
A iniciativa parte sempre d’Ele. Foi Ele, o Ressuscitado, que apareceu a Maria Madalena, tão inesperadamente que ela nem se apercebia que já estava a falar com Ele (Jo 20, 11-18); ou se apresentou no meio dos discípulos, entrincheirados por medo dos judeus (20, 19-23); ou se aproximou dos dois que iam para Emaús e se pôs com eles a caminho (Lc 24, 13-35); ou subitamente envolveu Paulo numa luz intensa, quando ia para Damasco a perseguir os cristãos (At 9, 1-22).
O amor, já assim expresso, tornou-se ainda mais vivo e vivificante no modo como se deu a reconhecer. A Paulo e a Maria Madalena, tratou-os pelo nome, identificativo da pessoa, entrando com eles numa comunhão íntima. Aos discípulos de Emaús (re)partiu o pão do seu Corpo, entregue por eles. Aos onze, mostrou-lhes, no primeiro dia da semana, as mãos e o lado com as marcas dos cravos e da lança do soldado. Repetiu-o oito dias depois a Tomé, que por isso exclamou: Meu Senhor e meu Deus!
O que então iniciou, continua a fazê-lo. Continua a chamar-nos pelo nome, quando, pelo Batismo, nos acolhe na sua Igreja, e, pelo Crisma, nos confirma com seu Espírito. Continua a alimentar-nos e a unir-nos em comunhão com a oferta do seu Corpo e Sangue, na Eucaristia. Continua a privilegiar para isso o primeiro dia da semana, a que desde os primórdios da Igreja se chama domingo ou dia do Senhor. Mas não só.
Ele vem ainda ao nosso encontro na Sagrada Escritura, que d’Ele e em que Ele nos fala, sobretudo se escutada em ambiente de oração, como nas celebrações litúrgicas ou nos encontros de catequese. Vem ao nosso encontro pelos sacramentos, não só da iniciação cristã, mas também da cura, para nos perdoar e confortar, e do serviço, para nos unir em comunhão. Vem ao nosso encontro na vivência do amor que nos une em Igreja e nos leva a dar-nos sobretudo aos mais carenciados, de quem se fez irmão: O que fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes (Mt 25, 40).
Enfim, Ele próprio realiza o que nos transmite no domingo em que abre a semana da Educação Cristã: que a essência da lei, o segredo da vida, está no total e incondicional amor a Deus, como condição e medida para o igualmente indispensável amor ao próximo. Amemos assim, e veremos o que será de nós. Uma coisa é certa: Sabemos que passámos da morte para a vida, porque amamos os irmãos (1 Jo 3, 13).
3.      A alegria do encontro
É, antes de mais, a alegria de nos sentirmos amados, de modo pleno e incondicional. Mesmo no pecado? Então ainda mais!... já que a carência é maior. Foi assim com o filho, regressado à casa paterna, depois de desbaratar todos os seus bens: Comamos e festejemos! – Ordenou o pai, cuja alegria não era menor que a do filho (Lc 15, 24). E Deus prova assim o seu amor para connosco: Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores (Rm 5, 8).
É também a alegria pelo “novo horizonte” e o “rumo novo” que esse amor dá à nossa vida (Bento XVI, Deus é Amor, n. 1). O amor de Cristo impele os que n’Ele creem a viver não mais para si próprios, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou (2 Cor 5, 14-15). E a viverem com Ele, não há revês ou tribulação de que não saiam vencedores, graças àquele que nos amou (Rm 8, 17) – fazendo da morte fonte inesgotável de vida.
É, enfim, a alegria de vermos a nossa vida a prolongar-se nas vidas daqueles a quem a damos: os pais nas dos filhos; os catequistas nas dos catequizandos; os professores nas dos alunos; todo o educador nas dos educandos (cf. CEP “Catequese: A alegria do encontro com Jesus Cristo”, IV). Uma alegria que cresce, quando também eles se dão – a partir do encontro com Cristo, mediado por cada um de nós, que então pode, por isso, dizer: É Cristo que vive em mim (Gl 2, 20).
Acolhamos, por tudo isso, o convite do Papa Francisco a “todo o cristão, em qualquer lugar que se encontre, a renovar (…) o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de o procurar no dia-a-dia sem cessar” (A Alegria do Evangelho, n. 3). Ele que, na celebração conclusiva da Semana da Educação, nos ensina: Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo (Mt 23, 11) – como Ele, o Mestre por excelência que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de todos (20, 28).
Que Maria, Mãe e Serva do Senhor, na conclusão do centésimo aniversário das suas aparições em Fátima, nos ajude a saborear a alegria deste encontro!
Festa de S. Lucas, 18 de outubro de 2017
Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé



Cristiano Ronaldo eleito o melhor do ano da FIFA pela quinta vez

O internacional português Cristiano Ronaldo foi hoje eleito pela quinta vez o melhor futebolista do ano da FIFA, prémio agora designado ‘The Best’, igualando o ‘penta’ do argentino Lionel Messi.

Depois dos triunfos em 2008, 2013, 2015 e 2016, o jogador do Real Madrid venceu o prémio referente à época 2016/17, já que a votação estava o período compreendido entre 20 de novembro de 2016 e 02 de julho de 2017, no qual Cristiano Ronaldo marcou 39 golos, em 40 jogos.
Além de Ronaldo, eram finalistas o argentino Lionel Messi (FC Barcelona), eleito o melhor em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2014, e o brasileiro Neymar, pelo qual o Paris Saint-Germain pagou ao ‘Barça’ 222 milhões de euros no último defeso.
A eleição do ‘The Best’, anunciada hoje numa cerimónia realizada em Londres, foi feita pelos selecionadores nacionais, os ‘capitães’ das seleções, jornalistas e público, que votaram entre 21 de agosto e 07 de setembro.
Cristiano Ronaldo considerou que vencer o prémio de melhor jogador da FIFA pela quinta vez o fez sentir como se tivesse ganho a lotaria e salientou que Neymar e outros jogadores jovens podem suceder-lhe.
Questionado sobre se sente que ainda tem algum prémio que deseja, Cristiano Ronaldo realçou que o ano passado conseguiu atingir o que desejava, que era conquistar um troféu pela seleção nacional.
Ganhámos em 2016 o Campeonato Europeu. Agora já não me falta mais nada. O que eu mais quero é continuar a jogar e ganhar troféus coletivos para poder ganhar troféus individuais. Eu trabalho para isso e gosto de ganhar os dois“, disse.
Fonte: aqui


Um campeão polémico?
Cristiano Ronaldo é um nome incontornável quer no mundo desportivo quer no campo social.
No âmbito futebolístico sempre ouvi o mesmo: é um enorme atleta. Qualidades natas para a modalidade, excelência técnica, dedicação e  trabalho sem medida, bom colega e com  espírito de equipa a quem empresta a sua genialidade, entrega e concentração constantes, vontade nunca vencida de vencer. Com tais predicados, que admira pois a série de troféus coletivos e individuais que tem conquistado? E quantos mais virão? De Ronaldo tudo se pode esperar.
É uma figura pública mundial. Onde quer que vá, o seu nome é gritado, o autógrafo é pedido, a fotografia a seu lado apreciada. Nas novas tecnologias, por onde quer que apareça, os seguidores são aos milhões. Enche páginas de jornais e revistas. Dá motivo para longos programas sobre si nas televisões e nas rádios. Família, carros, casas,  empreendimentos, hábitos, viagens, amores, forma de vestir, publicidade, afirmações ... tudo passa para a comunicação social (e não só a cor de rosa) e a multidão de comentários não se faz esperar.
Porque é uma figura pública com  dimensão mundial, tudo lhe é escrutinado. Até a sua vida pessoal. Há quem admire e releve a sua generosidade perante o drama de pessoas ou de coletividades, sabendo-se como ele procura ser discreto na ajuda humanitária que oferece. Há quem discorde abertamente de algumas das suas opções no campo ético - como o caso de 3 dos seus filhos terem nascido de "barrigas de aluguer".  Alguns acham-no arrogante e exibicionista em relação a riquezas conseguidas.
Uma coisa é certa. CR7 é certamente o maior embaixador de Portugal no mundo hodierno.
E se Portugal tivesse os mesmos níveis de excelência, dedicação ao trabalho e competência nos diversos trabalhos e funções, o país estaria no top dos mais progressivos e desenvolvidos do mundo.
Que Cristiano não sirva só para ser admirado ou contestado. Que sirva sobretudo de estímulo para a sociedade lusa.
 

domingo, 22 de outubro de 2017

Escolha uma pessoa da árvore e descubra qual é seu estado emocional

Pip Wilson, psicólogo de renome internacional, criou um #Teste para avaliar o estado emocional das pessoas. No início, ele empreendeu uma série de testes para identificar o estado emocional de três crianças de três anos de idade, que estavam vindo de seu primeiro contato com a escola.
A partir daí, o psicólogo criou o teste no qual as crianças deveriam escolher quais das pessoas que estavam tentando escalar uma árvore, com isso, analisou o humor delas. O teste também é válido e eficiente para adultos, portanto, desafiamos você para realizá-lo, só leva dois minutos.

Resultado
1 – Se escolheu as opções 1, 3, 6 ou 7
Todas as figuras com 1, 3, 6 ou 7 estão subindo. Isso indica que você é aquele tipo de pessoa que tenta superar obstáculos. Você é uma pessoa corajosa, sem dúvida alguma, este é um dos melhores sinais do teste porque seu status é o de um lutador.
2 – Se escolheu as opções 2,11,12, 18 ou 19
Você é uma pessoa muito sociável e que gosta de ajudar os outros. Você é amável e sempre dá uma mão amiga para os que estão a sua volta. Você também é uma pessoa muito respeitada e que normalmente não tem problemas em pedir ajuda quando precisa.
3- Se escolheu a opção 4
O número quatro explica o comportamento de uma pessoa pacífica e feliz. Seus objetivos são resumidos em duas palavras: vivendo a vida. Você não depende de ninguém nem de nada para ser feliz.
4- Se escolheu a opção 5
Na opção cinco você pode estar passando por um período de excesso de trabalho, pode estar sendo esgotado de sua energia e não consegue mudar essa situação. É preciso que tire um momento para refletir se é necessário mudar, ou algo que motiva um pouco para sair desse tipo de depressão.
5- Se escolheu a opção 8
Quem escolhe o número oito são pessoas isoladas do resto e preferem viver em seu mundo. Essas pessoas valorizam seu tempo e seu espaço e não sentem a necessidade de compartilhar suas experiências. Isso impede que tenha concentração no trabalho. É importante uma mudança, conhecer novas pessoas e experimentar coisas novas, você se surpreenderá de como pode ser divertido!
6- Se escolheu a opção 9
Sua marca é diversão, todos te consideram como alguém bem alegre e cheio de vida. Você é a alma de qualquer festa e ama aventuras, emoções fortes e desafios. Valorize-se mais e curta o maior presente que é sua vida!
7- Se escolheu as opções 10 ou 15
Você tem grande capacidade de adaptação e se conforma com mais facilidade que os outro. Independentemente do que aconteça, consegue ser indiferente e estável, criando um ambiente confortável. Consegue ser feliz com pouquíssimas necessidades. Vive feliz com as surpresas que a vida lhe traz.
8- Se escolheu as opções 13 ou 21
Você é relutante em conversar com outras pessoas, isso faz com que passe grandes períodos de isolamento e depressão, talvez precise de ajuda psicológica para superar barreiras.
9- Se escolheu a opção 14
Você pode estar atravessando um período difícil sozinho, fazendo de seu próprio estado uma ameaça séria a sua própria vida. É preciso que tente procurar ajuda de seus amigos e tratamento através de um psicólogo profissional. Não ignore a situação, porque possivelmente pode piorar com o passar do tempo.
10- Se você escolheu as opções 16 ou 17
Ou você se sente amada por dezessete ou você sente que está ajudando a colher os sucessos de um dezesseis. Você se sente muito apegado a alguma pessoa e a considera indispensável.
11- Se você escolheu o número 20
Você é, graças aos seus esforços pessoais, uma das pessoas mais elevadas. Você alcançou o objetivo emocional e agora é uma referência para todos que lhe seguem. Você é líder e agora precisa descobrir como tirar proveito da situação. Aproveite que seus passos estão no auge de seus objetivos. Com isso, certamente vai se sentir muito melhor.
Fonte: aqui

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Como é que Nossa Senhora compreende tantas e tão diferentes línguas?

Na   tardinha desta sexta-feira, encontrei duas pessoas amigas. Abordámos a minha passagem por Fátima durante a semana para o retiro.
A propósito  do que disse sobre o terço e a procissão de velas, várias pessoas, de países e línguas diferentes, que  celebram a mesma fé, uma delas, meio a sério e meio a brincar( às vezes disfarça-se o sério brincando) pergunta:
- Como é que Nossa Senhora compreende tantas e tão diferentes línguas?
A outra pessoa amiga sorri e depois sentencia:
- Tem por professor o Espírito Santo!... Uma aluna daquele calibre com um Mestre daquela competência só pode dar para entender as diferentes línguas...
E sorriu muito.
A rir, a rir, se dizem grandes verdades.
"O Espírito do Senhor encheu todo o Universo
Ele que tudo possui conhece todas as línguas."
(Liturgia)
Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Em Fátima, rezei por vós.
Sim, também pelos amigos e amigas das redes sociais, dos visitantes deste blog e dos amigos do facebook..
Estive em Fátima, Casa de Nossa Senhora do Carmo, mesmo junto ao Santuário, desde a segunda-feira passada à tarde até ao meio da manhã desta sexta-feira.
Estive em retiro espiritual. Eu e mais algumas dezenas de sacerdotes de várias dioceses e de ordens religiosas. O retiro foi orientado por um padre jesuíta, o P.e Sérgio.
Nos tempos de reflexão e de oração, passei muitas vezes pela Capelinha das Aparições, sempre um espaço onde se vive e sente uma paz enorme. Então à noite, após a procissão de velas, parece que se deixa tocar a paz que nos envolve, tal a suavidade libertadora da sua presença.
Pelas minhas humildes orações, passaram as intenções de tanta gente! Também as dos visitantes deste blog.