quarta-feira, 6 de maio de 2009

O Braço direito de um padre

O Braço direito de um padre é aquele que nos olha como homem, mas que sabe que temos uma missão a cumprir. Aquele que nos compreende como homem e como padre. Aquele que se preocupa connosco como homem. E que depois é capaz de dar uma ajuda ao padre e ao homem. Defendê-lo. Estar ao seu lado, como um anjo guardião. Sabe fazer aquilo que o padre não consegue fazer e prolonga o seu trabalho. Prolonga esse trabalho, mas sente que é um com o pároco e com a comunidade. Não se sente apenas um braço, mas um corpo do grande corpo que é a paróquia. É aquele que sabe respeitar os limites do padre e que os usa para o ajudar a crescer. Não concorda sempre. Mas aceita sempre. Ajuda sempre, mesmo que não concorde. Se o padre mostrar um rosto macerado, pergunta que tem aquele rosto. Se o padre tem vontade de sorrir, ampara-o com o mesmo sorriso. Não é perfeito. Não há ninguém perfeito. Mas sabe calar quando é necessário. Sabe guardar segredo. Sabe ser voz do padre quando os restantes paroquianos manifestam dar mais ouvidos aos iguais. Está comprometido, não com o padre, mas com Deus. Vive a fé sem fanatismos, porque consegue compreender a humanidade de cada um e como esta se resolve. Sabe que o padre é humano e precisa de resolver a sua humanidade. Não é um secretário, porque o secretário parece um apêndice do seu patrão. É antes aquele que age como uma missão, a sua missão. É aquele que, mesmo parecendo que não está lá, basta um olhar do padre para agir em conformidade, em cumplicidade. A cumplicidade dos que sabem o que Deus quer em cada momento.
Apetecia-me dizer uns quantos nomes. Mas vou apenas dizer obrigado.

In http://www.eupadre.blogspot.com/

terça-feira, 5 de maio de 2009

A vingança do Santo

"Não sabia o salafrário que o Santo com quem se metia não se deixaria ficar."

Interessante. Confissões de uma vida. Ou as voltas que a vida dá.

Leia aqui: http://jesus-logos.blogspot.com/2009/05/para-que-nao-haja-duvidas.html

COMO REZAR O TERÇO


Ouve-se muitas vezes. Eu não sei rezar o terço. Eu não sei fazer a enunciação dos Mistérios. Eu não sei quando são uns Mistérios ou outros. Eu não sei a Salvé Rainha, etc.

Indico-lhe um sítio que vi no blog Ubi Caritas. Está tudo muito clarinho. Até pode tirar uma cópia para ter sempre à mão.
http://www.carloscunha.net/rosario/index.html

Ah! Já agora veja também o vídeo aí postado. Vai gostar.

Quem pode ser padrinho/madrinha?

A propósito daquilo que aqui ficou dito sobre a Confirmação no último post, uma pessoa mandou um email a perguntar o que era preciso, segundo a Igreja, para alguém ser padrinho/madrinha de Baptismo.
aqui deixo a resposta.


PADRINHOS DE BAPTISMOS
Para assumir o "múnus" de padrinho ou de madrinha de Baptismo, é necessário ter em conta os seguintes factores.

* Ter 16 ou mais anos de idade.

* Ter recebido os três sacramentos da iniciação Cristão: Baptismo, Eucaristia (Comunhão) e Confirmação (Crisma).


* Se for casado, deve ser casado pela igreja. Se for casado pelo civil, ou se viver em União de Facto, mesmo que tenha idade para ser padrinho não pode ser padrinho de baptismo ainda que tenho sido confirmado.


* Levar uma vida digna compatível com a missão que vai desempenhar.

Domingo próximo: 23 jovens receberão a Confirmação

É já no domingo que 23 jovens desta comunidade irão receber o Sacramento da Confirmação (Crisma).
Depois do seu normal percurso catequético estão agora em preparação mais intensiva.
Acabo de elaborar a projecção da celebração que será projectada para ajudar a comunidade a viver melhor o momento celebrativo. Já a enviei a quem a vai tratar graficamente.
Um percalço que me deu cabo da paciência. Então não é que depois de 2 horas aqui no pc a organizar a celebração, quando já estava a caminhar para o fim, perco de repente todo o trabalho? Toca a recomeçar tudo outra vez a partir do zero!! Foram bem mais 3 horas.
Depois não gosto de trabalhar com o PowerPoint. Cansa-me demais! Deixa-me sempre com a cabeça à roda. Mas, tem que ser...

A Crisma é a força de Deus. Nós só conseguimos viver porque Deus nos dá essa força. Essa força de Deus é o Espírito Santo agindo em nós. Na Igreja, a experiência de nossa vida é celebrada no sacramento da Crisma. A Crisma é o sacramento do cristão que está a amadurecer na fé.

Juntamente com o Baptismo e a Eucaristia, o sacramento da Confirmação constitui o conjunto dos "sacramentos da iniciação cristã" cuja unidade deve ser salvaguardada.

Por isso, é preciso explicar aos fiéis que a recepção deste sacramento é necessária à consumação da graça baptismal. Com efeito, pelo sacramento da Confirmação "os fiéis" são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos com a força especial do Espírito Santo, e assim mais estritamente comprometidos com a fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras como por obras.

No sacramento da Crisma recebemos os dons do Espírito Santo: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Piedade, Ciência e Temor de Deus. Eles são dons que nos aproximam da nossa vocação: a Santidade.

Durante a primeira vinda de Cristo à Terra, Ele prometeu aos seus apóstolos o Paráclito (advogado, defensor). Jesus também promete o Espírito Santo a nós, e é-nos concedido através do Sacramento da Confirmação.

Crisma também é chamado Sacramento da Confirmação, pois através dele confirmamos o nosso Baptismo que recebemos na maioria das vezes em criança.
Quando recebemos o Espírito Santo e nos abrimos inteiramente à graça sacramental, não agimos nós, mas o próprio Deus age em nós. Por isso podemos considerar o crismando uma pessoa com grandes responsabilidades. Vejamos: No Baptismo recebemos o Espírito Santo e passamos de criaturas de Deus para Filhos de Deus. Já na Confirmação, dizemos com consciência: Quero ser Filho de Deus e assumir a minha missão de evangelizar.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

«Quem semeia entre lágrimas colherá com alegria»

D. António Cardoso Cunha, natural desta diocese, foi Bispo de Vila Real num período difícil, sobretudo devido a um considerável número de padres que abandonou o exercício.
Nem por isso, o ilustre Prelado deixou de investir na qualificação do seu clero. Mandou estudar muitos sacerdotes, dando-lhes o tempo necessário para levarem em frente as suas especializações.
Resultado: desse investimento seu, temos hoje três Bispos ( Leiria, Setúbal e Coadjutor de Vila Real) e fala-se já noutros... Além disso, aquela diocese tem hoje um quadro de sacerdotes bem preparados capazes de entender e de responder aos actuais desafios. Quantas dioceses têm Conselhos de Presbíteros com igual coragem e ousadia?
Isto é o que se chama um pastor com visão. Não se limitou a administrar as carências, mas olhou em frente, projectou e colheu. Ele? Não. A Igreja.
Enfrentou certamente no "seu presente" muitas dificuldades, incompreensões e contestações. Muitas paróquias, por hábito, lhe pediram um novo pároco. Mas D. António não se ficou pelo xadrez - sai peça, põe peça . O presentismo pode evitar problemas a quem só vive o presente, mas pode muito bem tolher o futuro. E que direito temos nós de hipotecar o futuro em nome do presente?

Mais uma vez em grande o Conselho de Presbíteros da Diocese de Vila Real

O Conselho de Presbíteros da Diocese de Vila Real reflectiu sobre as condições em que “homens e mulheres que vivem por terras de Trás-os-Montes e Alto Douro” e afirmou acompanhar com “preocupação a realidade”.
“Embora não haja consciência disso, pelo facto de os meios de comunicação social a não referirem”, a realidade em Vila Real “acentua o fenómeno migratório, com uma irrecuperável e sistemática desertificação do interior”.

A ausência de indústrias ou fábricas a fechar com o consequente despedimentos de empregados, esconde as dificuldades de empregabilidade nesta região do país. Os sacerdotes afirmam que “não se têm constituído microempresas” e que existe um “fortíssima crise na construção civil, com empresas já extintas e outras em risco de o serem” o que conduz “largos sectores da população, mormente os jovens, perderam o emprego na construção civil em Espanha”.
“Os pequenos proprietários rurais estão em risco de insolvência e há o perigo de uma concentração, ainda maior, da propriedade nas mãos de empresas comerciais, as quais, obviamente, só cultivarão as vinhas e só darão trabalho se isso for rentável”, acusam os sacerdotes.


No meio do deserto de silêncio que cobre a Igreja que está no interior do país, há um oásis. Vila Real não se cala. Ergue a voz em nome dos que não têm voz.
Por que razão se calam as outras dioceses do interior deste país? Onde estão os Bispos, os Conselhos Presbiterais, os arciprestados, os leigos, os movimentos? Emudeceram? Perderam a sensibilidade? Fazem de conta que não vêem, não ouvem, não conhecem? Ai, ai! Esse pecado de omissão! Já Paulo VI falava que a omissão é o pecado do nosso tempo...

domingo, 3 de maio de 2009

Neste dia do Bom Pastor, o meu agradecimento

Quem é o nosso Pastor, que nos aponta caminhos e nos dá segurança?

- O Pastor por excelência é CRISTO.
- Pastores são também o Papa, os Bispos, os padres...
- São também as pessoas que prestam um serviço na família, na sociedade, no ambiente de trabalho...
- São também pessoas que receberam de Deus e da Igreja a missão de presidir e animar as nossas comunidades cristãs, apesar das suas limitações.
Mas o "único Pastor", que devemos escutar e seguir sem condições, é Cristo. Os outros pastores têm uma missão válida se a receberam de Cristo.
E a sua actuação nunca pode ser diferente do jeito de actuar de Cristo.

Por o que fica dito, muitas comunidades lembram hoje o seu pároco. Um gesto, uma atitude, uma palavra...
Numa das Eucaristia vespertinas do sábado, alguém me entregava um flor, dizendo que era em memória de minha mãe.
Hoje no fim da Eucaristia das 11 horas, a comunidade mais uma vez teve um gesto de simpatia que muito me tocou. A mensagem lida e a prenda oferecida. Obrigadíssimo!
Penso em tantos colegas que se entregam às suas comunidades e nem uma palavra neste dia! Nem um reconhecimento, nem um incentivo, nem uma presença.... Expresso-lhes aqui a minha solidariedade sacerdotal.

Deixa-me ser menino, mãe!

Sei que faz parte da vida, que a vida é mesmo assim, que todos passam por esta situação. Mas uma coisa é entender, compreender e outra é sentir, viver.
O primeiro Dia da Mãe sem a minha mãe. E quantos como eu por esse mundo fora?!
Sei que o sofrimento humano nos abre ao Mistério Pascal de Cristo. Que para lá da razão humana se ergue a razão da fé. Creio profundamente que o amor misericordioso do Pai a assumiu plenamente, porque "levada aos ombros do Bom Pastor."
Mas a fé de modo algum nos desumaniza, antes nos humaniza plenamente. Embora a sua memória permaneça viva no meu coração de nunca ninguém ma poderá retirar; embora a fé ma faça ver na glória de Deus, a humanidade sente, vibrando, a sua ausência física.
Com ela falo todos os dias um bocadinho. Sei que me ouve em Deus, por Deus, com Deus. E a experiência é a mesma de sempre: paz. Uma serenidade interior maravilhosa.
Deixa-me ser menino, mãe! E então peço-te uma coisa. Pega estas flores. São para ti e para Nossa Senhora.
Beijinho, queridas Mães!

Medina Carreira: um cidadão politicamente incorrecto...

Medina Carreira. Ou a coragem da frontalidade. Sem medo do politicamente correcto, põe a mão na ferida. Chama os bois pelos nomes.
Pode ler aqui. Concordar ou discor é um direito que lhe assiste, amigo leitor. Mas que ele assume, é frontal e claro, nisso certamente concordará.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000229-0000-0000-0000-000000000229&contentid=BD5B2BBF-A433-445E-AE89-BFC7E20DF6C6

Algumas frases da entrevista cujo vídeo também poderá visualizar.

" - José Sócrates é um homem de circo, de espectáculo.
- Esta crise é traumatizante, difícil e com efeitos dramáticos do ponto de vista social que todos os dias presenciamos com despedimentos em série.
- Em Portugal temos a preocupação de olhar lá para fora e eu creio que a maior parte das pessoas que se preocupam com o exterior é porque não sabem dizer nada sobre o interior.
- Aquilo que eu acho que vai derrotar esta democracia de 1976 é a economia.
- Porque é da economia que deriva o emprego e a sua qualidade, que deriva o bem-estar, que deriva as boas expectativas, que deriva o optimismo são. É da economia.
- O português está a produzir 100 euros por ano e está a gastar 110, 111 euros. Quer dizer que estamos a viver de empréstimos.
- A primeira coisa é explicar ao País que nós temos uma economia que não vai sustentar este nível de vida.
- Eu acho que as reformas e os salários da Função Pública, a partir de um certo nível, devem ser diminuídos.
- Nós não podemos andar a formar analfabetos e depois dizermos para arranjarem empregos bons a esta gente. A gente tem de ir à escola.
- Agora, na escola só pode estar quem queira aprender.
- Oitenta por cento dos que estão lá (na escola) não querem aprender.
- O ensino em Portugal é uma intrujice. Uma intrujice cara.
- E depois inverte-se isto. Vamos avaliar os professores, nem sei quais são os critérios. No estado em que aquilo está parece-me uma tontice, mas não se avaliam os alunos. Isto tem pés e cabeça? Isto é de uma sociedade de gente com juízo?
- É uma escolinha. Não é uma escola, é uma escolinha. É um grupo de gente que está a praticar um crime gravíssimo que vai liquidar uma geração. Se não mais. Mas a próxima geração maioritariamente está liquidada. As pessoas não aprendem a língua. Nós pensamos em português. Se a gente não sabe bem português não pensa bem. Nós não sabemos fazer contas, nós não sabemos geografia. Se perguntarem a um rapazito qualquer onde é que é Washington não faz ideia nenhuma, é capaz de dizer que é na Ásia.
- O Ministério da Educação, como os outros Ministérios neste nosso regime, está ali para parecer, para apresentar uma estatísticas lá forjadas não sei como.
- Não se deve governar para as estatísticas. Deve governar-se em função de um objectivo e daquilo que é fundamental para o País. Porque nós andamos distraídos com tanta coisa e não percebemos que quando se fala de economia não estamos a falar de economia. Estamos a dizer desemprego, pobreza, desigualdades e riscos para o Estado social. Com esta economia que cresce 0,5 % ao ano dentro de dez anos as políticas sociais têm de ser completamente revistas. Não há dinheiro para manter estas políticas sociais.
- Os partidos não trabalham em função de valores, de ideologias, de objectivos, de programas. Os partidos trabalham em função do assalto ao Orçamento. Porque o Orçamento dá para colocar os amigos, dá para fazer negócios.
- Eu digo com clareza. Se nós continuamos a fazer auto-estradas, terceiras pontes sobre o Tejo nós daqui a dez ou quinze anos temos um problema financeiro gravíssimo.
- A Manuela Ferreira Leite poder trazer à política uma coisa que é essencial, que é a seriedade.
- Eu acho é que se sair uma maioria absoluta é que é arriscadíssimo. Eu não quero mais maiorias absolutas de um partido. Porque se o PS levar por diante estas obras resulta do facto de ter maioria absoluta."

Henrique Medina Carreira nasceu em Bissau a 14 de Janeiro de 1931. Licenciado em Ciências Pedagógicas e em Direito, frequentou ainda o curso de Economia, que não concluiu. Secretário de Estado do Orçamento no VI Governo Provisório, foi ministro das Finanças entre 1976 e 1978, tendo negociado um empréstimo com o FMI nesse período.
Medina Carreira foi ministro no governo cujo Primeiro-Ministro era Mário Soares, estando então ligado ao PS.

sábado, 2 de maio de 2009

Um gesto bonito em Dia da Mãe

Fui celebrar a Eucaristia vespertina a Gondomar.
Como amanhã é o Dia da Mãe, ao terminar a celebração, os mais novos quiseram ler um texto e declamar pequenos poemas dedicados à Mãe e às mães a quem depois ofereceram uma flor. Muito simples, mas muito espontâneo, bonito.
Regressava a casa, quando reparo que no caminho seguiam uma mãe e um filho abraçados. Aquele jovem envolvia a sua mãe num terno abraço de carinho. Porque tinha de conduzir com cautela por haver muita gente a circular na via, olhei pelo o espelho retrovisor e deu para colher uma imagem impressionante. Que rosto feliz o daquela mãe!
Não são só os filhos a precisar de gestos de carinho. Os pais também são gente!
Que nestes domingo, gestos como este que observei sejam o pão nosso de cada dia. As mães merecem! Alguém duvida?

Falta um grande espaço?


Falta em Tarouca um grande recinto fechado para a realização de eventos que envolvam muita gente? Sim, penso que sim.
O Auditório Municipal tem condições, é aconchegante, para o dia-a-dia chega. Mas quando há muita gente... Não cabem.
Existe o salão dos Bombeiros, que leva muitas pessoas, mas faltam-lhe as condições acústicas e técnicas que o Auditório possui. Ora sem boas condições acústicas não há espectáculo que resista. Então tratando-se de crianças, é o fim da picada. Sem não ouvem e não percebem, o barulho é fatal.

Festa da Catequese: "Família comunidade de vida e de amor.”












Na véspera do DIA DA MÃE,
A Festa da Catequese
Conforme o plano pastoral, que contempla os sacramentos da Ordem e do Matrimónio, o tema que presidiu à Festa da Catequese/09, foi a ´"Família, comunidade de vida e de amor". E, a propósito da Semana de Oração pelas vocações, falou-se e rezou-se pelas vocações sacerdotais e religiosas.
A Festa começou pela Eucaristia que foi apoiada pela projecção, visando a melhor participação.
Seguiu-se a intervenção dos vários grupos de catequese, do 1º ao 10º anos, incluindo o de Teixelo. Os catequizandos estiveram lindamente, portaram-se à altura. E cada grupo pegou no tema à sua maneira, realçando a beleza do amor de mãe, sublinhando a importância do amor conjugal, realçando a união familiar, apelando ao compromisso e prática cristãos, fazendo ver o carinho que merecem velhos e doentes... Enfim, um autêntico ev
angelho da família. Poemas, canções, teatro, dramatizações e encenações... BELÍSSIMO. Parabéns, miúdos! Fostes - e sois - espectaculares. Uma palavra de muita simpatia para com os dois jovens apresentadores. Revelaram um avontade digno de nota.
Os catequistas... Não tenho palavras. Simplesmente admiráveis! Pelo trabalho, pelo gosto, pela dedicação, pela maneira como interiorizaram o tema e o levaram ao palco, parabéns! Obrigado por existirdes.
O Auditório estava cheio, muito cheio. Era preciso mais lugar, se era...Mas temos o que temos e agradecemos à Câmara a cedência das instalações e aos funcionários que amavelmente colaboraram.
O ponto menos positivo tem a ver com os pais. Muitos dos que estiveram presentes foram fantásticos. Mas faltaram demasiados pais e alguns nunca têm uma palavra de agradecimento, só exigências.
A esses apelo: "Caros pais, trabalhem e colaborem muito mais. Agradeçam sempre. E exigências façam-nas a vós mesmos. Bem precisarão."

5,9 litros aos 100km

Um estudo recente conduzido pela Universidade de Lisboa mostrou que cada português caminha em média 440 km por ano. Outro estudo feito pela Associação Médica de Coimbra revelou que, em média, o português bebe 26 litros de vinho por ano. Isso significa que o português, em média, gasta 5,9 litros aos 100km, ou seja... é económico!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Falta de sentido patriótico e de dignidade do Estado

"... Bloco de Esquerda, a coqueluche da burguesia envergonhada e com complexos de culpa..."

Leia este artigo de João Mattos e Silva. A propósito da canonização de São Nuno Álvares Pereira, o autor tece uma bela reflexão sobre Portugal, os portugueses, os políticos, a perda valores e referências nacionais - ao contrário de outros países!
Vale a pena!
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=50&id_news=382938

E, se não for pedir muito, leia também este:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=50&id_news=380823

Salve, Santa Mãe!

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia,
vida , doçura e esperança nossa, salve.
A vós bradamos os degredados filhos de Eva,
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nos volvei
e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto de vosso ventre,
ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus,

Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Maio, mês de Nossa Senhora. Uma aula de 31 dias em que Maria é a mestra, a explicadora, a guia, a confidente, a referência.

Vêm connosco, vem caminhar, Santa Maria, vem! Vem seduzir-nos, ó bendita seduzida! Tu, discípula atenta e receptiva, ensina-nos a nossa condição de discípulos diante do ÚNICO MESTRE, Jesus Cristo, o Salvador. Tu que te decididamente te entregaste à vocação e a viveste na alegria da missão, não nos deixes ficar no amorfismo, na indiferença, na recusa. Aquece-nos o coração para levarmos ao mundo a temperatura do Evangelho.

Senhora envolta pelo amor misericordioso do Pai, não permitas que vivamos famintos da ternura de Deus.

Mãe sempre atenta e generosa, não nos deixes ficar fechados no egoísmo pútrido, mas abre-nos ao serviço aos irmãos, pois é dando que recebemos.

4º domingo da Páscoa, Domingo do BOM PASTOR

Dia três de Maio. O 4º domingo de Páscoa é conhecido como o Domingo do BOM PASTOR, porque nele todos os anos, Jesus é apresentado como o "Bom Pastor".

No Evangelho, Jesus afirma: "Eu sou o BOM PASTOR". (Jo 10, 11-18)

O BOM PASTOR é diferente dos outros:
- Porque está disposto a DAR A VIDA pelas ovelhas que ama.
O mercenário no perigo abandona as ovelhas e foge…
- Porque CONHECE suas ovelhas e é conhecido por elas…
Ele chama-as pelo nome… e elas seguem-n’O…
"Conhecer" é mais do que um acto intelectual…
É comunhão de vida, como há entre Ele e o Pai…

Quem são as ovelhas desse rebanho ?
Ele não se contenta com um rebanho de privilegiados (só um povo).
Ele deseja a todos, mesmo os que estão afastados ou separados:
"Tenho ainda outras ovelhas que não são desse rebanho,
é preciso que eu as conduza. E elas ouvirão a minha voz.
E haverá um só rebanho e um só pastor".

Esse apelo de Cristo pede-nos:
- um zelo apostólico para cativar outras ovelhas
que ainda não descobriram o amor apaixonado do Bom Pastor...
- um espírito de unidade: que vença as barreiras que nos separam...
Ele não quer uma Igreja dividida em rebanhos separados...
É um convite ao verdadeiro ecumenismo...

Quem é o nosso Pastor, que nos aponta caminhos e nos dá segurança?
- O Pastor por excelência é CRISTO.
- Pastores são também o Papa, os Bispos, os padres...
- São também as pessoas que prestam um serviço
na família, na sociedade, no ambiente de trabalho...
- São também pessoas que receberam de Deus e da Igreja a missão
de presidir e animar as nossas comunidades cristãs, apesar das suas limitações.
Mas o "único Pastor", que devemos escutar e seguir sem condições, é Cristo.
Os outros pastores têm uma missão válida se a receberam de Cristo.
E a sua actuação nunca pode ser diferente do jeito de actuar de Cristo.

Como exerce Cristo a Missão de Pastor?
Ele não actua por interesse pessoal como o mercenário, mas por amor:
Ele aponta caminhos, defende as suas ovelhas no momento de perigo,
mantém uma relação pessoal com cada uma,
conhece os seus sofrimentos, sonhos e esperanças.

E nós que tipo de pastores somos?
- Bons Pastores, voltados para as necessidades dos que recebem nossos serviços?
- Ou Mercenários, preocupados em levar alguma vantagem, prestígio ou poder?

Como reconhecer o "Bom Pastor"?
Para distinguir a "voz" do "Bom Pastor"
é preciso um permanente diálogo íntimo com Cristo,
um confronto permanente com a sua Palavra
e a participação activa nos sacramentos,
onde ele nos comunica essa vida, que o Pastor nos oferece.

Nascem duas importantes conclusões:
- A Comunhão de Cristo com o seu rebanho e em Cristo com o Pai;
- A Comunhão entre os seus discípulos.

Nesse domingo, celebramos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações.
- O próprio Jesus pediu: "Rogai ao dono da messe para que mande operários…"
Com o tema: "A confiança na iniciativa de Deus e a resposta humana",
o PAPA lembra-nos na sua mensagem o dever de manter viva
uma oração incessante nas famílias e nas comunidades...
Acolhamos o apelo do Papa e façamos já celebração dominical
um momento forte de oração pelas vocações
Fonte: Buscando Novas Águas

Primeiro de Maio - Dia do Trabalhador


Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante o Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo.
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A Igreja recorda neste dia São José, o operário de Nazaré.
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Neste tempo, tão marcado pela crise, os trabalhadores são dos que mais sofrem. A instabilidade laboral pende sobre eles como uma espada, provocando angústia, pobreza, emigração.
Muitas destas situações provêm realmente da tão falada crise. Mas quantas não provêm dos oportunistas da crise?
O neoliberalismo, adorador do seu deus supremo - o lucro - transforma tantas vezes as pessoas trabalhadoras em vítimas imoladas no altar dessa sanguinária divindade.
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Que São José, o humilde e silencioso operário de Nazaré, nos ajude a descobrir SEMPRE o primado absoluto do trabalhador sobre o capital.