
Professor catedrático de Direito na Universidade do Illinois, Nuno Garoupa considera que o país deve tirar ilações políticas deste caso: "A presunção de inocência e o 'in dubio pro reo' são princípios jurídicos - não são, não devem ser e não podem ser princípios políticos". O também presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos frisa que a Justiça não deve tratar Sócrates como qualquer outra pessoa devido às repercussões internacionais e aos danos que a detenção de um antigo chefe de Governo pode causar à imagem do país. "Autoridades deviam ter um cuidado especial com um ex-primeiro-ministro."
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