sábado, 30 de julho de 2011

OS CALOTEIROS

Num país onde o Estado é o maior caloteiro, não admira que muitos cidadãos também o sejam.
Desde os grandes aos mais pequenos, todos acham que os empreiteiros, os mestre-de-obras, os serralheiros, os pedreiros têm obrigação de fazer os seus trabalhos e esperarem uma infinidade pelo seu dinheiro.
No Portugal do antigamente ainda havia vergonha, sobretudo na classe trabalhadra e nos mais humildes cidadãos. Ser-se caloteiro era algo que parecia muito mal à sociedade e o próprio Estado cumpria as suas obrigaçes. Obra feita como se tinha combinado, obra paga tal e qual se contratara. O caloteiro era quase considerado um ladrão porque roubava ou não pagava, o que é o mesmo, o dinheiro que o trabalhador contratara. E hoje?
Desde o mais pequeno artífice ou técnico todos têm histórias de calotes que, por vezes, levam anos a pagar. No geral, os caloteiros não são pessoas da mesma classe social do trabalhador, mas sim os chamados grandes que por o serem, julgam que os outros têm de trabalhar para eles de graça. Casos concretos há muitos desde um médico bastante rico que demorou muito tempo a pagar ao pedreiro que lhe refez uma cozinha, até ao dirigente bancário que, ainda hoje, deve ao empreiteiro a sua vivenda. O pedreiro além do seu trabalho pagou os azulejos, a tinta, o cimento e aos ajudantes. O empreiteiro pagou aos seus trabalhadores e ficou a ver navios, como vulgarmente se diz.
Se o Estado pagasse a tempo e horas aos fornecedores, a economia beneficiava e os bancos recebiam o seu dinheiro. Se o médico ou o dirigente bancário pagassem, todos beneficiavam, desde os fornecedores de materiais até às famílias dos trabalhadores.
Pode argumentar-se: metam-nos em tribunal! Para quê? Primeiro gasta-se o dinheiro que não se recebeu e ainda temos de gastar mais porque os processos demoram tempos sem fim e alguns nunca se resolvem. Por isso os prejudicados nem sequer assomam às portas dos tribunais porque sabem de antemão que não só vão receber tarde e más horas como vão gastar mais dinheiro. E entretanto os caloteiros ficam-se a rir.
E agora nestes tempos de crise? Mas os grandes, os bancos e as empresas financeiras não estão com meias medidas assim como o Estado. Não pagas a casa? Ficas sem ela e vais para a rua. Não pagas os impostos? O teu ordenado é imediatamente penhorado. Tantas e tantas injustiças...
Dizem-me que os tribunais estão a abarrotar com processos a pessoas que não pagaram as chamadas de telefone ou de telemóvel e dívidas de outro género. Nunca mais resolveremos o problema. Os que estão no topo têm que dar o exemplo e os senhores ditos grandes têm de ter vergonha na cara porque Deus condena aqueles que ficam
com
o salário dos outros. Se todos pagassem o que devem, não estaríamos no sufoco em que estamos e no teríamos necessidade de pedir lá fora o que gastamos cá dentro.
Carlos A.Borges Simão

Freguesias a extinguir segundo a Troika...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Andamos tão atarefados, Senhor!

Continuando o seu caminho, Jesus entrou numa aldeia. E uma mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa.
Tinha ela uma irmã, chamada Maria, a qual, sentada aos pés do Senhor, escutava a sua palavra.
Marta, porém, andava atarefada com muitos serviços; e, aproximando-se, disse: «Senhor, não te preocupa que a minha irmã me deixe sozinha a servir? Diz-lhe, pois, que me venha ajudar.»
O Senhor respondeu-lhe: «Marta, Marta, andas inquieta e perturbada com muitas coisas; mas uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada.»
 

(Evangelho segundo S. Lucas 10,38-42)


Andamos tão atarefados Senhor!
Corremos de casa para o emprego, de casa para o café, do emprego para a vida associativa... 

Fazemos caminhadas em busca da saúde ou da forma...
Partimos de casa ao fim-de-semana para as praias ou para passeios...
Gastamos horas intermináveis na night ou diante de um ecran...
Agarramo-nos a mais este ou aquele curso para subir na vida...
Marcamos mais umas "tainadas" com os amigos...
Corremos para a medicina, mesmo que tenhamos que esperar horas sem fim...
Damos o nosso melhor em prol de boas causas...
Vivemos com entusiasmo o nosso grupo desportivo..

E não temos tempo, Senhor, para Te escutar!
Andamos tão ocupados a fazer tudo o que achamos certo, (para nosso deleite, para nossa consolação?), que não temos tempo Senhor, para estar conTigo!
Ah Senhor, mas estamos convencidos que fazemos a Tua vontade em ocuparmo-nos assim tanto, em “fazer o bem”!
Mas dizes-nos então, Senhor, que temos que Te escutar, que devemos ficar quietos, um pouco, a receber de Ti?
Mas Senhor, nós queremos dar tudo e sempre, queremos ser “bons”, se calhar Senhor, até queremos ser “reconhecidos”!
O quê, Senhor?
Dizes que só interessa dar, se for com amor e por amor?
Pois é Senhor, compreendo agora!
Se não formos aprender o amor, buscar a Ti o amor, o que temos nós para dar?
Apenas o que é nosso, e o que é nosso é sempre finito!
Deixa-nos sentar, Senhor, como Maria, aos Teus pés e ouvirmos, escutarmos, guardarmos no coração o que tens para nos dizer, para nos ensinar.
Assim Senhor, conTigo no coração, saberemos dar o que é Teu, o que Tu nos dás para darmos, e não a nossa pequenez, que é pouca e pobre.
Daremos então, Senhor, o Teu amor, que Tu nos dás, e servir-Te-emos segundo a Tua vontade, porque, por graça Tua, soubemos guardar a melhor parte.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Os ricos estão mais ricos; os pobres estão mais pobres!

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Os ricos estão mais ricos 17,8 por cento face a 2010  aqui

AUMENTA A POBREZA E CRESCE A RIQUEZA (o estranho paradoxo do nosso tempo)  aqui

ANO EUROPEU DO VOLUNTARIADO

           TESTEMUNHO

Ser voluntária é dar
Algo que nos está a sobrar.
Tempo, carinho, alegria,
Àqueles a quem um dia
Já o fizeram no nosso lugar.

Estamos a viver para alguém
Que não nos sai do pensamento.
Fazemos tudo a correr
Para tempo nos crescer
E não lhes faltarmos um momento.

Damo-nos por boa causa,
Damo-nos para os ajudar.
Quantas vezes já nos custa,
Mas nada, nada, nos assusta
Quando os pomos em primeiro lugar.

Quando se faz voluntariado
Com amor e dedicação.
Nada nos preenche tanto
Nem nos dá maior encanto  
Que nos enfeitiça o coração.

Dar uma palavra, um sorriso
É algo tão baratinho.
Vemos nos rostos famintos
Bem nobres e distintos,
Um silencioso «obrigadinho».

É dando que se recebe
Por amor, a dobrar.
Se fizermos alguém sorrir
Será melhor, o nosso porvir,
Veremos seus olhos brilhar…

Venham dar um contributo.
E experimentem também.
Não fiquem de braços cruzados,
Nem pelos cantos parados,
Façam vocês próprios o bem.
    Isabel Seiceira Proença

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Bem observado...

Já que eles colocam fotos feias nos pacotes de cigarros, porque não colocam gente obesa em cada pacote de batatas fritas, fotos de matadouros em cada bandeja de carne, fotos de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas bebidas alcoólicas, gente sem tecto na conta de água e luz, e políticos corruptos na declaração de impostos?

Fonte: aqui

terça-feira, 26 de julho de 2011

26 de Julho: «Dia dos Avós»

Muitos idosos portugueses são maltratados. Isto é o que se depreende de um Estudo da Organização Mundial de Saúde.


Dos 53 países europeus analisados pelo relatório, Portugal surge entre os cinco piores no tratamento aos mais velhos, juntamente com a Sérvia, Áustria, Israel e República da Macedónia.

Por dia, quatro milhões de idosos são vítimas de humilhações físicas e psicológicas na Europa. A directora da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, considera a situação "muito grave". No caso específico de Portugal, este é considerado um "problema sério".

"As pessoas não têm vergonha de discriminar os idosos, ao contrário do que acontece com a discriminação por razões étnicas ou de género", considerou uma especialista na matéria, Sibila Marques, que em Maio publicou o ensaio "Discriminação na Terceira Idade", da Fundação Francisco Manuel dos Santos. "São os próprios idosos a acreditar na sua falta de valor", disse a investigadora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, aquando do lançamento da obra.

Segundo o Relatório de Prevenção contra os Maus Tratos a Idosos, da Organização Mundial de Saúde, o país tem 39,4 por cento de idosos vítimas de abusos. Os dados mostram ainda que 32,9 por cento são vítimas de abusos psicológicos, 16,5 por cento de extorsão, 12,8 por cento de violação dos seus direitos, 9,9 por cento de negligência, 3,6 por cento de abusos sexuais e 2,8 por cento de abusos físicos.

É uma vergonha o que se passa. Ainda por cima num país dito cristão.

O grande escritor romano Virgílio relata na Eneida um episódio digno de reflexão. Aquando da destruição de Tróia, Anquises, pai de Eneias, tinha já uma idade avançada e mal podia andar. Por esse motivo pediu ao filho que se fosse embora da cidade mas que o deixasse ali, pois não queria ser estorvo para a salvação do filho. E Eneias respondeu-lhe que nunca mais poderia viver em paz com a sua consciência se abandonasse o pai. E não esteve com mais: carregou aos ombros o seu pai e pegou pela mão o seu filho Iulo, até que os três ficaram a salvo.

Maltratar uma criança ou um idoso – e sobretudo um pai ou uma mãe – é uma desonra que a todos nos deveria envergonhar. E a sociedade tem de recriminar tais atitudes.
In O Amigo do Povo

Arguedeira União Desportiva promovido à Divisão de Honra

Veja aqui onde poderá também acompanhar outras informações referentes ao desporto local.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

domingo, 24 de julho de 2011

Jovens que são filhos fantásticos!

Começou há poucos meses a trabalhar. É o seu primeiro emprego após a universidade.
Os pais celebram este ano as suas Bodas de Prata matrimoniais.
Este jovem quis fazer uma surpresa aos pais. Pagou-lhes um passeio de barco no Douro.
Ele sabe quanto sacrifício e entrega custou aos pais o curso que concluíra com êxito. Para gente pobre e honesta a vida é mesmo difícil!
Imaginamos facilmente o bálsamo de alegria que caiu sobre os corações daqueles pais. Neste gesto de amor do filho, a gratidão por uma vida de serviço....


Viera expressamente da capital para os anos da mãe. Os pais nunca souberam o que eram férias para que ela e o irmão pudessem tirar um curso.
- Mãe, amanhã fazes anos,  tu e o pai ficam por minha conta. Não faças planos para amanhã.
E levou-os a passear, a ver terras e lugares que nunca haviam visitado. Pagou-lhes o almoço num restaurante onde antecipadamente havia marcado o almoço, procurando que fossem servidos os pratos que ela sabia serem especialmente apreciados pela mãe aniversariante.
No gesto da filha, sentiu-se uma mãe campeã.

Concluíra o Mestrado com altíssima classificação. Os pais promoveram uma festinha onde estiveram familiares e amigos. Aqueles pais sempre educaram para os valores que tecem e entretecem a dignidade da pessoa humana. Todos partilhavam a alegria serena daqueles jovem, porventura ainda maior nos seus pais.
Na refeição, tanto o homenageado como seu irmão foram incansáveis na ajuda aos pais que esmeradamente serviam os presentes.
Já no fim, um dos convidados disse alto para o novo Mestre:
- Tens um exemplo fantástico diante de ti. O teu pai oferece-te uma chave de leitura da vida.
O jovem, sempre serenamente sorridente, fixa agora mais seriamente o rosto do pais e da mãe. E na profundidade daquele olhar, sentia-se um mar imenso de gratidão que a todos tocou.

sábado, 23 de julho de 2011

É FUNDAMENTAL ACABAR COM O FUNDAMENTALISMO

Os atentados na Noruega trazem dados novos.

Veja aqui.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Crise e a doutrina social da Igreja

Nesta época social e economicamente conturbada, a palavra crise instalou-se no nosso dia-a-dia. As incertezas quanto ao futuro e as anunciadas medidas de austeridade levam algumas pessoas ao oportunismo e outras à resignação.

As políticas desenvolvidas nos últimos tempos conduziram a sociedade a uma alarmante falta de valores, falta de rigor e de seriedade, em que o individualismo exacerbado e a ambição desmedida se instalaram como “falsos deuses”.

A reeducação para os valores deve nortear a sociedade; designadamente, o sentido de cidadania e o sentido do bem comum são, a meu ver, uma necessidade premente. A formação tem que visar a dignificação da sociedade e da cidadania de forma responsável. Inclusivamente no mundo financeiro e económico, porque, também aqui é possível e necessário um olhar atento e de caridade face ao próximo.

Recentemente, numa acção de formação, o formador (académico conceituado), demorando-se sobre a valorização da própria pessoa, com vista ao desenvolvimento das aptidões e auto-confiança, apontou caminhos na relação com os outros que me lembraram a doutrina social da igreja: a prossecução da justiça, a dignificação da pessoa humana, o primar pela caridade, a promoção do bem comum, etc.... Aquela formação focava todos os valores a levar em conta nas relações inter-pessoais e, muito embora não tivesse sido dito, todos os conceitos ali desenvolvidos apontavam para os valores que a Igreja, há décadas, vem defendendo e anunciando ao mundo.

Na referida acção de formação discutia-se a necessidade de uma justiça social, assente na defesa da dignidade humana e na justa retribuição pelo trabalho prestado. Esta é, a meu ver, a política de motivação em que se deve apostar se quisermos aumentar a produtividade, sem sacrificarmos sempre os mesmos. Se aquela dupla dimensão (também patente na doutrina social da Igreja) fosse aplicada pelos nossos governantes e empresários, a nossa sociedade seria mais justa e menos desigual.

A defesa do bem comum, a distribuição justa dos bens disponíveis, o respeito pela dignidade humana, a justa retribuição e a gestão responsável dos recursos são factores que a Igreja tem vindo a anunciar ao mundo. É Imprescindível que os católicos anunciem ao mundo estes valores — que são os mesmos que Jesus Cristo nos legou — e que se resumem nas suas palavras “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

O já referido formador terminava a sua formação, com algumas regras “ditas de auto-estima”, em forma de decálogo. Esta sua referência à Lei de Deus (mesmo que não tenha sido esse o seu intuito) deixa claro o quão importante é Deus na vida do homem, As leis por Ele entregues a Moisés e completadas por Cristo, Seu Filho, não são meros marcos da história do encontro entre Deus e o homem, mas sim um instrumento fundamental que, assim o homem o queira, conduzem à verdadeira felicidade, a que todo o ser humano aspira.

João Pinto, in Jornal da Beira

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Veja aqui

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Saiba o que mudou com o acordo alcançado ontem entre os responsáveis europeus
Aqui

Porque será?

Nós geralmente não perguntamos a Deus sobre as coisas boas. Só perguntamos das más.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O preconceito não traz nada bom.

Já dizia Einstein: «É mais difícil desintegrar um preconceito do que um átomo. »

SAÚDE: Lei sobre o Depósito de Valores nas Clínicas Privadas, antes do Internamento.

Foi publicada no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:
Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de 
doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor 
depositado, ao responsável pelo internamento.
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e 
a afixarem em local visível a presente lei.
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 


 
Uma lei como esta, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida da população!
E isso vem desde 2002. Estamos em 2011...!
(Enviado por email)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Frases engraçadas III

Percebi que a bebida exalta a minha beleza. Sempre que minha mulher me vê bêbado ela diz: "Bonito, hein!" 
******* 
"Eu amo o dinheiro, mas não sou correspondido." 
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"- Mãe, disseram-me na escola que eu sou muito distraído. 
- Menino, presta atenção, eu não sou sua mãe. Sua casa é a do lado!" 
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"Nome: Estudo. Função: Atrapalhar meu rendimento na internet." 
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"No dia que suor der dinheiro, pobre nasce sem sovaco."
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"Tsunami é assim mesmo. Se você não vai à praia, a praia vem até você." 
*********
"-Mamãe, meu marido me encheu de porrada. 
-Mas eu achei que ele estivesse viajando filha. 
-É mãe, eu também." 
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"Dizem que quem tem boca vai a Roma. Meu fogão tem 4 e nunca saiu da cozinha." 

Fonte: aqui

Um em cada sete portugueses tem uma arma

A PSP tem registadas 1.400.000 armas de fogo na posse de civis, o que corresponde a pelo menos uma arma por cada sete residentes, disse esta quarta-feira à Lusa o diretor do Departamento de Armas e Explosivos (DAE).
As "armas manifestadas na PSP são 1.400.000", de acordo com os dados divulgados pelo director da DAE/PSP, Francisco Bagina, à margem da cerimónia de destruição de mais de 2.000 armas de fogo, esta manhã numa empresa de reciclagem, na margem sul do rio Tejo.  
Em relação a pedidos de novas licenças, o oficial de polícia referiu que "se nota um ligeiro decréscimo", justificando a diminuição com "a conjuntura  difícil" vivida no País.  
A PSP registou "3.177 pedidos de autorização de aquisição de armas de fogo", conforme os dados entregues à Lusa pelo oficial, que em resposta  às questões da Lusa referiu ainda que a DAE/PSP tem 22.127 pedidos de transmissão de armas de fogo, acrescentou.  
O total de armas registadas na PSP/DAE refere-se apenas às que estão na posse de particulares, excluindo as pertencentes às forças e serviços  de segurança e forças armadas, explicou Francisco Bagina.  
As armas englobam espingardas e carabinas de caça, pistolas para defesa pessoal e prática desportiva além de outras registadas como de interesse museológico ou em posse de colecionadores, como armas antigas.  
Fonte: aqui