quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A Voz do Coração
Que linda a natureza
Pintada de preto e branco!...
Quem seria o pintor
Que lhe deu tão linda cor
E coloriu tão belo manto?
Esse manto, de alva pura,
Que ainda ninguém maculou,
Parece um branco lençol
Estendido a corar ao Sol,
Que a lavadeira ensaboou...
A paisagem é maravilhosa
Parece um lindo postal.
Há neve por todo o lado,
Torna o país, esbranquiçado,
Está lindo Portugal!...
Nesse manto há encanto,
Há feitiço, há magia.
Prende a ele as criancitas
Tão meigas e engraçaditas
Brincam nele, com alegria.
As árvores parecem escadinhas
Que nos levam até aos céus.
São degraus tão fofinhos.
Tão frágeis e pequenininhos
Tais como nos sonhos meus.
Esse manto durou pouco
Com o Sol ele derreteu.
Agora, quando olho a natureza,
Já não tem aquela beleza
porque de novo escureceu...
Maria Isabel Seiceira da Costa Proença
A catequista, profª Isabel Seiceira, acaba de lançar um livro, "A Voz do Coração", do qual foi retirado o poema acima transcrito.
Pintada de preto e branco!...
Quem seria o pintor
Que lhe deu tão linda cor
E coloriu tão belo manto?
Esse manto, de alva pura,
Que ainda ninguém maculou,
Parece um branco lençol
Estendido a corar ao Sol,
Que a lavadeira ensaboou...
A paisagem é maravilhosa
Parece um lindo postal.
Há neve por todo o lado,
Torna o país, esbranquiçado,
Está lindo Portugal!...
Nesse manto há encanto,
Há feitiço, há magia.
Prende a ele as criancitas
Tão meigas e engraçaditas
Brincam nele, com alegria.
As árvores parecem escadinhas
Que nos levam até aos céus.
São degraus tão fofinhos.
Tão frágeis e pequenininhos
Tais como nos sonhos meus.
Esse manto durou pouco
Com o Sol ele derreteu.
Agora, quando olho a natureza,
Já não tem aquela beleza
porque de novo escureceu...
Maria Isabel Seiceira da Costa Proença
A catequista, profª Isabel Seiceira, acaba de lançar um livro, "A Voz do Coração", do qual foi retirado o poema acima transcrito.Outro escritor da nossa zona, o Prof Macário Ribeiro de Almeida, diz no prefácio: " Se por um lado não a preocupa a rigorosa dformalidade literária, nem a métrica e a rima escrupulosas, por outro lado, "A VOZ DO CORAÇÃO" não deixa de ser um livro de bela poesia a ressumar de sentimentos sublimes e sensações exaltadas a ecoar bem fundo no coração da gente."
À Catequista e Minista Exatrordinária da Comunhão, à docente que, enquanto no activo, sempre soube imprimir ao seu trabalho rigor profissional e dedicação sem limites, à colaboradora do Sopé da Montanha, à Amiga, os meus sinceros parabéns por esta obra que, em boa hora, lançou.
É reconfortante a sua mensagem, transmitida da vida com o coração.
A Igreja e os sinais dos tempos
Começou esta semana a ser distribuído em várias línguas o livro-entrevista Luz do Mundo. O Papa, a Igreja e os sinais dos tempos, constituído por um conjunto de conversas entre Bento XVI e o jornalista alemão Peter Seewald.
Os média fixaram-se no preservativo. Mas o livro é muito mais abrangente. O seu fio condutor é: "o cristianismo dá alegria, alarga os horizontes. Em última análise, uma existência vivida sempre e só 'contra' seria insuportável". Mas uma coisa é o cristianismo e outra a Igreja. Por isso, o Papa confessa que foi "um choque enorme" a constatação da pedofilia do clero, sobretudo pelas suas dimensões. Admite que o caso terrível de Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo, "foi encoberto" por responsáveis do Vaticano. Lamenta não ter tido informação sobre o bispo negacionista R. Williamson, a quem levantou a excomunhão.
No quadro da actual crise mundial, "é absolutamente inevitável um exame de consciência global". O progresso pode ser também destruidor; por isso, "devemos reflectir sobre critérios a adoptar para que seja verdadeiramente progresso". A droga "destrói os jovens, destrói as famílias, leva à violência e ameaça o futuro de nações inteiras". É necessário "olhar para as coisas últimas", mesmo se os novíssimos são "pão duro para os pessoas de hoje". É urgente continuar o diálogo com os judeus e os muçulmanos. Põe a hipótese de renunciar ao cargo, se não estiver em "condições físicas, psíquicas e mentais" para continuar.
E lá vem também a sexualidade, sublinhando a necessidade de uma educação para a sua humanização. De facto, não vale tudo. Mas o pronunciamento papal sobre a legitimidade do uso do preservativo em "casos pontuais, justificados", foi histórico, aliás, saudado como positivo por muitos Governos, pela directora da OMS e pelo secretário-geral da ONU. Afinal, Bento XVI apenas pôs em prática o Evangelho: "O Homem não é para o Sábado, mas o Sábado para o Homem."
Precisamente por isso, penso que será necessário perguntar se a Igreja não terá de rever outras questões. Se, por exemplo, a paternidade e a maternidade responsáveis não implicam a abertura aos anticonceptivos "artificiais", superando uma concepção biologista da natureza. Se não se deverá colocar termo à lei do celibato, pois não é bom impor como lei o que Jesus entregou à liberdade. Se não se deverá tirar as devidas consequências da afirmação papal: os homossexuais "merecem respeito" e "não devem ser rejeitados por causa disso". Se não é necessário repensar a proibição da comunhão aos divorciados que voltaram a casar. Se as mulheres, a partir do comportamento de Jesus, que levou à declaração paulina: "já não há judeu nem grego, nem senhor nem escravo, nem homem nem mulher, pois todos são um só em Cristo", não devem ser tratadas na Igreja sem discriminação, por exemplo, no acesso à presidência na celebração da Eucaristia.
Mais tarde ou mais cedo - é preferível mais cedo -, a Igreja deverá ter um pronunciamento lúcido e claro sobre estas matérias. Para não dar a impressão de que ela lá vai indo, mas aos empurrões, e quando, entretanto, muitos a foram abandonando.
Não foi por acaso que a revelação sobre o uso do preservativo apareceu no mesmo dia em que o Papa impôs o barrete a mais 24 cardeais. No dia seguinte, lembrou-lhes que devem estar sempre junto de Cristo na cruz. Mas cá está! No meio de todo aquele aparato do Vaticano, há aqui uma contradição entre a pompa e a cruz. Há aquele texto do filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard, que diz mais ou menos assim: vai Sua Excelência Reverendíssima o Bispo de Copenhaga, revestido de paramentos com filamentos de ouro e um báculo e uma mitra debruados de pedras preciosas, com todo o seu séquito em esplendor, senta-se num cadeirão de prata e dá início à sua homilia sobre a pobreza. E ninguém se ri !...
A alguém que se sentisse irritado com estas perguntas lembro um texto de Joseph Ratzinger, no qual escreveu que, se hoje se critica menos a Igreja do que na Idade Média, não é porque se tem mais amor à Igreja, mas a si e à carreira.
ANSELMO BORGES, in DN
Os média fixaram-se no preservativo. Mas o livro é muito mais abrangente. O seu fio condutor é: "o cristianismo dá alegria, alarga os horizontes. Em última análise, uma existência vivida sempre e só 'contra' seria insuportável". Mas uma coisa é o cristianismo e outra a Igreja. Por isso, o Papa confessa que foi "um choque enorme" a constatação da pedofilia do clero, sobretudo pelas suas dimensões. Admite que o caso terrível de Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo, "foi encoberto" por responsáveis do Vaticano. Lamenta não ter tido informação sobre o bispo negacionista R. Williamson, a quem levantou a excomunhão.
No quadro da actual crise mundial, "é absolutamente inevitável um exame de consciência global". O progresso pode ser também destruidor; por isso, "devemos reflectir sobre critérios a adoptar para que seja verdadeiramente progresso". A droga "destrói os jovens, destrói as famílias, leva à violência e ameaça o futuro de nações inteiras". É necessário "olhar para as coisas últimas", mesmo se os novíssimos são "pão duro para os pessoas de hoje". É urgente continuar o diálogo com os judeus e os muçulmanos. Põe a hipótese de renunciar ao cargo, se não estiver em "condições físicas, psíquicas e mentais" para continuar.
E lá vem também a sexualidade, sublinhando a necessidade de uma educação para a sua humanização. De facto, não vale tudo. Mas o pronunciamento papal sobre a legitimidade do uso do preservativo em "casos pontuais, justificados", foi histórico, aliás, saudado como positivo por muitos Governos, pela directora da OMS e pelo secretário-geral da ONU. Afinal, Bento XVI apenas pôs em prática o Evangelho: "O Homem não é para o Sábado, mas o Sábado para o Homem."
Precisamente por isso, penso que será necessário perguntar se a Igreja não terá de rever outras questões. Se, por exemplo, a paternidade e a maternidade responsáveis não implicam a abertura aos anticonceptivos "artificiais", superando uma concepção biologista da natureza. Se não se deverá colocar termo à lei do celibato, pois não é bom impor como lei o que Jesus entregou à liberdade. Se não se deverá tirar as devidas consequências da afirmação papal: os homossexuais "merecem respeito" e "não devem ser rejeitados por causa disso". Se não é necessário repensar a proibição da comunhão aos divorciados que voltaram a casar. Se as mulheres, a partir do comportamento de Jesus, que levou à declaração paulina: "já não há judeu nem grego, nem senhor nem escravo, nem homem nem mulher, pois todos são um só em Cristo", não devem ser tratadas na Igreja sem discriminação, por exemplo, no acesso à presidência na celebração da Eucaristia.
Mais tarde ou mais cedo - é preferível mais cedo -, a Igreja deverá ter um pronunciamento lúcido e claro sobre estas matérias. Para não dar a impressão de que ela lá vai indo, mas aos empurrões, e quando, entretanto, muitos a foram abandonando.
Não foi por acaso que a revelação sobre o uso do preservativo apareceu no mesmo dia em que o Papa impôs o barrete a mais 24 cardeais. No dia seguinte, lembrou-lhes que devem estar sempre junto de Cristo na cruz. Mas cá está! No meio de todo aquele aparato do Vaticano, há aqui uma contradição entre a pompa e a cruz. Há aquele texto do filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard, que diz mais ou menos assim: vai Sua Excelência Reverendíssima o Bispo de Copenhaga, revestido de paramentos com filamentos de ouro e um báculo e uma mitra debruados de pedras preciosas, com todo o seu séquito em esplendor, senta-se num cadeirão de prata e dá início à sua homilia sobre a pobreza. E ninguém se ri !...
A alguém que se sentisse irritado com estas perguntas lembro um texto de Joseph Ratzinger, no qual escreveu que, se hoje se critica menos a Igreja do que na Idade Média, não é porque se tem mais amor à Igreja, mas a si e à carreira.
ANSELMO BORGES, in DN
domingo, 5 de dezembro de 2010
Profissão: criticadores
Há pessoas que são simultaneamente mudas e tagarelas.
Mudas, mas mudas mesmo, quando se trata de reconhecer os méritos dos outros, ter uma palavra de apoio e de incentivo, louvar uma boa iniciativa, felicitar quem quem se esforça ou consegue algo de bom para si ou para os outros, agradecer o bem recebido, procura a razão das coisas...
Tagarelas quando se trata do "deita-abaixo". Aí a língua tem léguas.Criticam por criticar, criticam porque os outros criticam, criticam para agradar, criticam para dar nas vistas, criticam para se acharem importantes... Mais, não querem saber se há ou não motivos para criticar. Inventam os seus motivos, porque para eles isso é conta.
Ah! E adoram fazê-lo no anonimato, assumido ou fictício.
Adoram criticar em grupo porque aí ficam cobertos pelo grupo.
Não dão a cara, não se expõem, ficam na covardia.
Já sabemos que a sociedade actual é varrida por um egocentrismo a roçar o doentio. Para muitos, o limite do mundo é o seu "umbigo". São florestas de direitos, mas desertos de deveres.
Os outros??? Bem, bem! Desde que lhes façam as vontadinhas todas e andem ao seu modo, são expectaculares. Se têm que contrariar ou não podem atender--- Ui! Então são para esfaquear. Nem lhes interessam as razões que existem! Não agradam, há que deitar abaixo!
Agora repare-se bem. Que fazem tantos e tantos bota-abaixistas pelos outros? Alguém os vê a fazer alguma coisa pelos outros ou pelo bem comum? Já diz o povo, "só fala quem tem que se lhe diga".
--
Que a sobriedade marque a nossa semana. Nas palavras, nas acções, nos sentimentos, nos pensamentos, nos acontecimentos.
Boa semana.
Na paz.
Mudas, mas mudas mesmo, quando se trata de reconhecer os méritos dos outros, ter uma palavra de apoio e de incentivo, louvar uma boa iniciativa, felicitar quem quem se esforça ou consegue algo de bom para si ou para os outros, agradecer o bem recebido, procura a razão das coisas...
Tagarelas quando se trata do "deita-abaixo". Aí a língua tem léguas.Criticam por criticar, criticam porque os outros criticam, criticam para agradar, criticam para dar nas vistas, criticam para se acharem importantes... Mais, não querem saber se há ou não motivos para criticar. Inventam os seus motivos, porque para eles isso é conta.
Ah! E adoram fazê-lo no anonimato, assumido ou fictício.
Adoram criticar em grupo porque aí ficam cobertos pelo grupo.
Não dão a cara, não se expõem, ficam na covardia.
Já sabemos que a sociedade actual é varrida por um egocentrismo a roçar o doentio. Para muitos, o limite do mundo é o seu "umbigo". São florestas de direitos, mas desertos de deveres.
Os outros??? Bem, bem! Desde que lhes façam as vontadinhas todas e andem ao seu modo, são expectaculares. Se têm que contrariar ou não podem atender--- Ui! Então são para esfaquear. Nem lhes interessam as razões que existem! Não agradam, há que deitar abaixo!
Agora repare-se bem. Que fazem tantos e tantos bota-abaixistas pelos outros? Alguém os vê a fazer alguma coisa pelos outros ou pelo bem comum? Já diz o povo, "só fala quem tem que se lhe diga".
--
Que a sobriedade marque a nossa semana. Nas palavras, nas acções, nos sentimentos, nos pensamentos, nos acontecimentos.
Boa semana.
Na paz.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Portugal no ferro-velho
O génio que inventou o Ford T, o sr. Henry Ford, costumava ir ao ferro-velho buscar as carcaças dos seus carros. Apesar de poupado, ele não ia à procura de velharias para reutilizar, ia em busca de conhecimento. Abria os motores e remexia em tudo o que sobrava depois de anos de utilização intensiva. A ideia era simples: descobria as peças que tinham durado mais tempo e estudava o fenómeno. Não, ele não estava interessado em aumentar o ciclo de vida dos automóveis. Queria descobrir os materiais que teimavam em resistir demasiado ao passar dos anos e pedia aos engenheiros que fizessem o mesmo produto, mas com menos qualidade - a qualidade que estava a mais não beneficiava ninguém. Assim, ganhava ele (porque poupava) e ganhavam os clientes (que podiam comprar carros mais baratos).
Faz sentido olhar para os erros - mesmo os erros bons, como os do sr. Ford - e aprender com eles. Todos sabemos isso. Sabemos que não é possível viver em negação permanente. Sabemos que não é possível viver sempre a crédito. No entanto, é o que fazemos, certos de que um milagre nos salvará. Foi o que aconteceu ontem. Ontem, o presidente do BCE decidiu comprar mais dívida soberana (além de emprestar mais dinheiro aos bancos) e, com estes golpes, começou a fazer descer os juros da dívida pública que asfixiavam Portugal. Este balão de oxigénio, que o Banco Central Europeu já tinha prometido retirar, ajuda-nos a viver mais uns meses , mas não resolve nada. Adia, não cura.
Daqui a algum tempo, em Abril de 2011, o helicóptero de emergência do BCE deixará mesmo de nos atirar sacos cheios de dinheiro barato. Isso vai mesmo acontecer. Nessa altura, estaremos de novo mais expostos aos ventos frios do mercado. Se não tivermos começado a corrigir os erros - com o Estado a pão e água - então a antipática cavalaria do FMI tomará conta do País. Passaremos de cavalo para burro. Seremos apenas mais um caso de estudo ou um mau souvenir no ferro-velho da sra. Merkel e do sr. Trichet.
ANDRÉ MACEDO, in DN
Faz sentido olhar para os erros - mesmo os erros bons, como os do sr. Ford - e aprender com eles. Todos sabemos isso. Sabemos que não é possível viver em negação permanente. Sabemos que não é possível viver sempre a crédito. No entanto, é o que fazemos, certos de que um milagre nos salvará. Foi o que aconteceu ontem. Ontem, o presidente do BCE decidiu comprar mais dívida soberana (além de emprestar mais dinheiro aos bancos) e, com estes golpes, começou a fazer descer os juros da dívida pública que asfixiavam Portugal. Este balão de oxigénio, que o Banco Central Europeu já tinha prometido retirar, ajuda-nos a viver mais uns meses , mas não resolve nada. Adia, não cura.
Daqui a algum tempo, em Abril de 2011, o helicóptero de emergência do BCE deixará mesmo de nos atirar sacos cheios de dinheiro barato. Isso vai mesmo acontecer. Nessa altura, estaremos de novo mais expostos aos ventos frios do mercado. Se não tivermos começado a corrigir os erros - com o Estado a pão e água - então a antipática cavalaria do FMI tomará conta do País. Passaremos de cavalo para burro. Seremos apenas mais um caso de estudo ou um mau souvenir no ferro-velho da sra. Merkel e do sr. Trichet.
ANDRÉ MACEDO, in DN
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Ernâni Lopes
O economista e antigo ministro das Finanças Ernâni Lopes morreu, aos 68 anos, no dia 2 de Dezembro. Sempre partilhou, sem preconceitos, experiências profundas, como a da sua doença, das suas convicções religiosas, da família e da sua visão do mundo.
“A doença – afirmou ainda – foi, a nível espiritual, uma das maiores bênçãos de Deus que tive na minha vida, porque me levou a um aprofundamento da vida religiosa e da dimensão espiritual”. Mesmo se, na sua vida de cada dia, a fé foi “uma trave-mestra”.
Leia aqui
“A doença – afirmou ainda – foi, a nível espiritual, uma das maiores bênçãos de Deus que tive na minha vida, porque me levou a um aprofundamento da vida religiosa e da dimensão espiritual”. Mesmo se, na sua vida de cada dia, a fé foi “uma trave-mestra”.
Leia aqui
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Jovens falam dos jovens
Estive ontem com dois jovens. Motivo: um trabalho para o Sopé da Montanha que poderá ver no número do Natal.
Respigo alguns excertos:
- "Sem generalizar, o que mais preocupa os jovens é ter um telemóvel e a internet sempre à mão para falar com gente que muitas vezes nem conhecem. Mas isso é que os torna felizes e é assim que têm vivido. O grande problema é que os jovens têm outras necessidades para além disso, como a falta de trabalho, o desemprego e não se está a fazer nada para enfrentar a situação. O grande problema dos jovens de hoje é a falta de valores em casa. É a falta de educação em casa."

- "Na minha opinião, a juventude não se preocupa com nada. Querem uma coisa e têm-na sem nada fazer por isso. Se querem telemóvel, dinheiro e outras coisas, basta pedir aos pais, sem necessidade de lutar por aquilo que pretendem."
- "A juventude precisa de atenção. Os pais não estão presentes na vida dos filhos, dão-lhes presentes, mas estão ausentes. Os pais não transmitem valores, depois acontece o que acontece."
Respigo alguns excertos:
- "Sem generalizar, o que mais preocupa os jovens é ter um telemóvel e a internet sempre à mão para falar com gente que muitas vezes nem conhecem. Mas isso é que os torna felizes e é assim que têm vivido. O grande problema é que os jovens têm outras necessidades para além disso, como a falta de trabalho, o desemprego e não se está a fazer nada para enfrentar a situação. O grande problema dos jovens de hoje é a falta de valores em casa. É a falta de educação em casa."

- "Na minha opinião, a juventude não se preocupa com nada. Querem uma coisa e têm-na sem nada fazer por isso. Se querem telemóvel, dinheiro e outras coisas, basta pedir aos pais, sem necessidade de lutar por aquilo que pretendem."
- "A juventude precisa de atenção. Os pais não estão presentes na vida dos filhos, dão-lhes presentes, mas estão ausentes. Os pais não transmitem valores, depois acontece o que acontece."
- "Quero dizer ainda que os jovens deviam encostar-se mais à religião, porque na paróquia temos grupos para tudo. Acabam por ficar sempre os mesmos, porque, quando se chamam outras pessoas, elas vêm uma ou duas vezes e desistem. Os jovens deviam aparecer, até para encontrar um caminho mais livre. Lembro o grupo de jovens, o coral, etc. Só falta que apareçam."
- " Os idosos têm direito a um pouco mais de atenção. Um idoso fica feliz por uma palavra que se lhe dirija, por um instante em que seja escutado. Os mais velhos têm muita experiência de vida, muito para ensinar. Os mais novos não os querem ouvir, não lhes ligam e só ficam a perder."
36º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tarouca
Bombeiros, os Heróis da actualidade
Em mais um ano desgraçado para Portugal, para não fugir à regra dos últimos anos, voltaram os Bombeiros, voluntários em esmagadora maioria, a ser os heróis nacionais. Homens e mulheres que se devotam, até ao sacrifício da própria vida, à missão de nos acudir nas tragédias.
O mal, neste caso o flagelo dos incêndios que a imprevidência de alguns e a malvadez e a estupidez doutros provocaram, não tem sido prevenido pelo Estado, que continua a descurar a limpeza das matas e todas as demais providências que defendam a floresta, nem combatido com rigor e eficácia este tipo de criminalidade, revendo os Códigos Penal e do Processo Penal, que têm revelado inúmeras fragilidades e inconsistência e incapacidade ante a assustadora onda de crimes contra pessoas e bens que caracteriza já o nosso tempo.
Mas aqui e neste momento o que importa é registar e exaltar a acção dos Bombeiros que, se não puderem ser compensados doutra forma, que o sejam, pelo menos, pelo elogio público e pela homenagem, que o País lhes deve, e, sobretudo, pelo apoio urgente e nunca regateado às suas beneméritas corporações.
J. Travasssos Santos
Observação:
Poderá ver mais informação sobre esta festa aniversária no número do Natal do Sopé da Montanha.
Em mais um ano desgraçado para Portugal, para não fugir à regra dos últimos anos, voltaram os Bombeiros, voluntários em esmagadora maioria, a ser os heróis nacionais. Homens e mulheres que se devotam, até ao sacrifício da própria vida, à missão de nos acudir nas tragédias.
O mal, neste caso o flagelo dos incêndios que a imprevidência de alguns e a malvadez e a estupidez doutros provocaram, não tem sido prevenido pelo Estado, que continua a descurar a limpeza das matas e todas as demais providências que defendam a floresta, nem combatido com rigor e eficácia este tipo de criminalidade, revendo os Códigos Penal e do Processo Penal, que têm revelado inúmeras fragilidades e inconsistência e incapacidade ante a assustadora onda de crimes contra pessoas e bens que caracteriza já o nosso tempo.
Mas aqui e neste momento o que importa é registar e exaltar a acção dos Bombeiros que, se não puderem ser compensados doutra forma, que o sejam, pelo menos, pelo elogio público e pela homenagem, que o País lhes deve, e, sobretudo, pelo apoio urgente e nunca regateado às suas beneméritas corporações.
J. Travasssos Santos
Observação:
Poderá ver mais informação sobre esta festa aniversária no número do Natal do Sopé da Montanha.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
1 DE DEZEMBRO - Restauração da Independência Nacional
O dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal. Nesse dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Quer saber porquê?
Então veja aqui. Linguagem simples e acessível a todos.
Quer saber porquê?
Então veja aqui. Linguagem simples e acessível a todos.
1 DE DEZEMBRO
Dia Mundial da Luta contra a Sida
Neste dia comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a Sida. A Sida apareceu há já duas décadas e os primeiros casos surgiram na comunidade homossexual, mas hoje em dia sabe-se que todas as pessoas podem
" apanhar" este vírus mortal, pois ainda não há cura .
Neste dia comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a Sida. A Sida apareceu há já duas décadas e os primeiros casos surgiram na comunidade homossexual, mas hoje em dia sabe-se que todas as pessoas podem " apanhar" este vírus mortal, pois ainda não há cura .
SABIAS QUE:
O VÍRUS DA SIDA CHAMA-SE HIV.
UMA PESSOA QUE TENHA ESTE VÍRUS CHAMAMOS DE SEROPOSITIVA.
ESTE VÍRUS ATACA O NOSSO SISTEMA IMUNOLÓGICO QUE É O RESPONSÁVEL PELAS DEFESAS QUE O NOSSO ORGANISMO TEM PARA SE DEFENDER DAS DOENÇAS.
A MAIORIA DAS PESSOAS SEROPOSITIVAS TEM UM ASPECTO SAUDÁVEL.
A SIDA NÃO SE TRANSMITE ATRAVÉS DE:
- TOSSE OU ESPIRRO;
- UTILIZAR A SANITA DE ALGUÉM SEROPOSITIVO
- ABRAÇAR UMA PESSOA COM SIDA OU UTILIZAR A ROUPA DELA.
A SIDA TRANSMITE-SE ATRAVÉS DE:
- TRANSFUSÕES DE SANGUE QUE ESTEJA INFECTADO;
- PARTILHA DE SERINGAS UTILIZADAS POR ALGUÉM QUE TENHA HIV;
- ATRAVÉS DE RELAÇÕES SEXUAIS NÃO PROTEGIDAS;
- SE UMA MULHER SEROPOSITIVA ESTIVER GRÁVIDA, PODE TRANSMITIR O VIH AO SEU BEBÉ.
POR ISSO NÃO TE ESQUEÇAS: TEM CUIDADO; MAS NUNCA DEIXES DE SER AMIGO DE UMA PESSOA SEROPOSITIVA.
Neste dia comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a Sida. A Sida apareceu há já duas décadas e os primeiros casos surgiram na comunidade homossexual, mas hoje em dia sabe-se que todas as pessoas podem
" apanhar" este vírus mortal, pois ainda não há cura .
Neste dia comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a Sida. A Sida apareceu há já duas décadas e os primeiros casos surgiram na comunidade homossexual, mas hoje em dia sabe-se que todas as pessoas podem " apanhar" este vírus mortal, pois ainda não há cura .
SABIAS QUE:
O VÍRUS DA SIDA CHAMA-SE HIV.
UMA PESSOA QUE TENHA ESTE VÍRUS CHAMAMOS DE SEROPOSITIVA.
ESTE VÍRUS ATACA O NOSSO SISTEMA IMUNOLÓGICO QUE É O RESPONSÁVEL PELAS DEFESAS QUE O NOSSO ORGANISMO TEM PARA SE DEFENDER DAS DOENÇAS.
A MAIORIA DAS PESSOAS SEROPOSITIVAS TEM UM ASPECTO SAUDÁVEL.
A SIDA NÃO SE TRANSMITE ATRAVÉS DE:
- TOSSE OU ESPIRRO;
- UTILIZAR A SANITA DE ALGUÉM SEROPOSITIVO
- ABRAÇAR UMA PESSOA COM SIDA OU UTILIZAR A ROUPA DELA.
A SIDA TRANSMITE-SE ATRAVÉS DE:
- TRANSFUSÕES DE SANGUE QUE ESTEJA INFECTADO;
- PARTILHA DE SERINGAS UTILIZADAS POR ALGUÉM QUE TENHA HIV;
- ATRAVÉS DE RELAÇÕES SEXUAIS NÃO PROTEGIDAS;
- SE UMA MULHER SEROPOSITIVA ESTIVER GRÁVIDA, PODE TRANSMITIR O VIH AO SEU BEBÉ.
POR ISSO NÃO TE ESQUEÇAS: TEM CUIDADO; MAS NUNCA DEIXES DE SER AMIGO DE UMA PESSOA SEROPOSITIVA.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Vai tudo correr bem, amiga!
Há meio ano fizera exames e estava tudo bem. Agora novos exames e... a resposta veio fulminante, arrasadora, sufocante.
Cancro da mama. Maligno? Benigno? Falta a biopsia e restantes exames...
Nestas alturas, só lembra o pior.
Ela está consciente da delicadeza da situação, preparada para as dificuldades que poderão surgir, disposta a lutar com todas as forças pelo amor à vida e àqueles que mais quer.
Mas sofre logicamente, está apreensiva. Muito.
Impressionou-me a sua fé. "Deus sabe que me traz cá. Ele não me abandona, porque me ama apesar de eu não merecer. Entrego-me nas Suas mãos, com o compromisso de fazer a minha parte. Peço uma oração."
Vai tudo correr bem, amiga! Essa disponibilidade para lutar é fantástica. Essa confiança em Deus é contagiante. A minha pobre oração, uma realidade.
Cancro da mama. Maligno? Benigno? Falta a biopsia e restantes exames...
Nestas alturas, só lembra o pior.
Ela está consciente da delicadeza da situação, preparada para as dificuldades que poderão surgir, disposta a lutar com todas as forças pelo amor à vida e àqueles que mais quer.
Mas sofre logicamente, está apreensiva. Muito.
Impressionou-me a sua fé. "Deus sabe que me traz cá. Ele não me abandona, porque me ama apesar de eu não merecer. Entrego-me nas Suas mãos, com o compromisso de fazer a minha parte. Peço uma oração."
Vai tudo correr bem, amiga! Essa disponibilidade para lutar é fantástica. Essa confiança em Deus é contagiante. A minha pobre oração, uma realidade.
'Jesus estaria contra esta política de soutien'
"No que diz respeito à corrupção, à Máfia, à Maçonaria desviada, aos jogos de poder. Temos uma estrutura social e política montada no penacho, no compadrio, na corrupção legal. Não temos partidos com linhas políticas, temos partidos com gatafunhos ideológicos. Isto dói-me muito. A política não pode ser profissão, tem de ser serviço."
"No ensino não lembra a ninguém inteligente o que está a acontecer em Portugal com o Magalhães, que é simples manobra de propaganda política, é pó-de-arroz do primeiro-ministro, que bem precisa, coitado! Precisa de lifting, de peeling, de tudo. Parece que está tudo maluco."
"Sou formatado para o disparate, como a quantidade de deputados que temos na Assembleia da República, que não servem para nada. Da segunda fila para trás podiam ir todos embora.Não temos dinheiro para alimentar aquela gente toda."
"Sempre que se trata de defender a dignidade de quem quer que seja, estar calado é um crime. Ponto final."
"Tem de se começar por explicar a toda a gente da Igreja, sem excepção, a diferença entre poder e serviço. Em vários contextos, senti-me envergonhado de ser padre, diante da miséria e da prepotência de gente que tinha a obrigação de estar ao serviço dos pobres. Critico alguns senhores de cabeção e hábito de serem uns vaidosos insuportáveis. Parece que têm Deus na barriga. E andam a arrotar Deus por todos os lados. São pessoas que dão razão a Marx, que dizia que a religião é o ópio do povo . São pessoas que se aproveitam da fragilidade do povo para o apoiar, para lhe dar conselhos. E dar conselho a alguém, a não ser que seja mentalmente incapaz, é uma falta de respeito. Diante de alguém com um problema, a minha obrigação primeira é ouvir, filtrar a mensagem, mas dar ao outro a liberdade de ser gente."
Leia AQUI a entrevista na íntegra.
"No ensino não lembra a ninguém inteligente o que está a acontecer em Portugal com o Magalhães, que é simples manobra de propaganda política, é pó-de-arroz do primeiro-ministro, que bem precisa, coitado! Precisa de lifting, de peeling, de tudo. Parece que está tudo maluco."
"Sou formatado para o disparate, como a quantidade de deputados que temos na Assembleia da República, que não servem para nada. Da segunda fila para trás podiam ir todos embora.Não temos dinheiro para alimentar aquela gente toda."
"Sempre que se trata de defender a dignidade de quem quer que seja, estar calado é um crime. Ponto final."
"Tem de se começar por explicar a toda a gente da Igreja, sem excepção, a diferença entre poder e serviço. Em vários contextos, senti-me envergonhado de ser padre, diante da miséria e da prepotência de gente que tinha a obrigação de estar ao serviço dos pobres. Critico alguns senhores de cabeção e hábito de serem uns vaidosos insuportáveis. Parece que têm Deus na barriga. E andam a arrotar Deus por todos os lados. São pessoas que dão razão a Marx, que dizia que a religião é o ópio do povo . São pessoas que se aproveitam da fragilidade do povo para o apoiar, para lhe dar conselhos. E dar conselho a alguém, a não ser que seja mentalmente incapaz, é uma falta de respeito. Diante de alguém com um problema, a minha obrigação primeira é ouvir, filtrar a mensagem, mas dar ao outro a liberdade de ser gente."
Leia AQUI a entrevista na íntegra.
Oração do doente
Senhor, coloco-me diante de Ti em atitude de oração.
Sei que Tu me ouves, Tu me penetras, Tu me vês.
Sei que estou em Ti e que Tua força está em mim.
Olha para este meu corpo marcado pela doença.
Tu sabes, Senhor, quanto me custa sofrer.
Sei que Tu não Te alegras com o sofrimento dos Teus filhos.
Dá-me, Senhor, força e coragem para vencer
os momentos de desespero e de cansaço.
Torna-me paciente e compreensivo, simples e modesto.
Neste momento, eu Te ofereço
as minhas preocupações, angústias e sofrimentos
para que eu seja mais digno de Ti.
Aceita, Senhor, que eu una meus sofrimentos
aos sofrimentos de Teu Filho Jesus,
que por amor aos homens, deu Sua vida no alto da cruz.
Amen.
Sei que Tu me ouves, Tu me penetras, Tu me vês.
Sei que estou em Ti e que Tua força está em mim.
Olha para este meu corpo marcado pela doença.
Tu sabes, Senhor, quanto me custa sofrer.
Sei que Tu não Te alegras com o sofrimento dos Teus filhos.
Dá-me, Senhor, força e coragem para vencer
os momentos de desespero e de cansaço.
Torna-me paciente e compreensivo, simples e modesto.
Neste momento, eu Te ofereço
as minhas preocupações, angústias e sofrimentos
para que eu seja mais digno de Ti.
Aceita, Senhor, que eu una meus sofrimentos
aos sofrimentos de Teu Filho Jesus,
que por amor aos homens, deu Sua vida no alto da cruz.
Amen.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Banco Alimentar recolhe mais 30% de alimentos que no ano passado
Campanha bate recorde de recolha de alimentos.
A campanha do Banco Alimentar contra a Fome recolheu mais de três mil toneladas de alimentos durante o fim-de-semana. Face ao ano passado, trata-se de um aumento de 30%.
“O balanço é muito muito positivo e superou todas as nossas melhores expectativas”, refere Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar.
“No final da campanha, foram recolhidas 3.260 toneladas de alimentos, naquilo que constitui um acréscimo de 30% em relação à mesma campanha do ano passado. Houve um banco alimentar onde só acabaram de arrumar as coisas já de madrugada, pelas seis da manhã, apesar de muitos [voluntários] terem hoje um dia de trabalho”, acrescenta Isabel Jonet, em declarações à Renascença.
A campanha do Banco Alimentar contra a Fome decorreu no sábado e no domingo em vários super e hipermercados de todo o país.
“No final da campanha, foram recolhidas 3.260 toneladas de alimentos, naquilo que constitui um acréscimo de 30% em relação à mesma campanha do ano passado. Houve um banco alimentar onde só acabaram de arrumar as coisas já de madrugada, pelas seis da manhã, apesar de muitos [voluntários] terem hoje um dia de trabalho”, acrescenta Isabel Jonet, em declarações à Renascença.
A campanha do Banco Alimentar contra a Fome decorreu no sábado e no domingo em vários super e hipermercados de todo o país.
1. Louve-se a solidariedade do povo português neste momento de grave crise. A alma portuguesa está viva e responde perante o panorama de pobreza que ensombra tantos lares e tantos estômagos.
2. Em vez de se destruir a "alma da Pátria" com aquilo que alguns chamam "país moderno", por que razão se não capitalizam estes valores idiossincráticos da alma lusitana em favor do despertar nacional para enfrentar a crise?
3. Perante uma calamidade, nacional ou mundial, os portugueses são imbatíveis em solidariedade. No dia-a-dia os casos normais de pobreza não tocam nem comprometem tanto. E é pena.
4. Os portugueses demonstram mais sensibilidade solidária perante o distante do que perante o perto. Em relação ao vizinho, aparecem sempre desculpas. "Eu ainda preciso mais do que ele (a)..."; "Ele (a) estão assim porque não querem trabalhar..."; "Ele (a) que não leve a vida que leva..."; etc.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




