terça-feira, 9 de agosto de 2011

ATENÇÃO A LONDRES

O pretexto foi uma intervenção da polícia. O alvo é a política do Governo. Mas as vítimas são os cidadãos comuns, os que têm uma vida honesta, os que trabalham, os que pagam impostos.

O que está acontecer em Londres é um significante com um enorme significado.

Não sei se isto vai alastrar a outros países. Mas há que acautelar enquanto é tempo.

Há, nesta Europa cansada, gerações perdidas na vida. As redes sociais são como combustível que acendem o rastilho de emoções descontroladas.

Há quem não veja futuro. E põr isso não hesita em estragar o que resta do presente.
 
Fonte: aqui

Religião e Mistério

Uma religião sem mistério só pode ser uma religião sem Deus. (Jeremy Taylor)

Alegria

"Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos…" (Autor desconhecido)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ESTAMOS NA SEMANA NACIONAL DAS MIGRAÇÕES

Entre os dias 12 e 13 de Agosto será realizada
a Peregrinação anual do Migrante e do Refugiado a Fátima.

As sociedades actuais são, cada vez mais, multiétnicas e interculturais, constituídas numa só família de irmãos e irmãs, chamados ao diálogo que promove uma convivência frutífera e serena no respeito pelas legítimas diferenças e pela verdadeira justiça social.

O projecto eterno de Deus para a humanidade é, de facto, constituir “uma só família humana”, filhos do mesmo Pai revelado em Jesus Cristo, que se sentem como verdadeiros irmãos, independentemente da sua origem étnica, cor de pele, religião ou condição social, não havendo espaço para racismos, xenofobias ou exclusões, nem para a criação de guetos ou de tensões.
Ser família humana é reconhecer no outro, no diferente, um irmão no mesmo percurso de vida, o que só é possível quando se caminha com o outro e não contra o outro.

Passos avisa que sacrifícios 'não serão suaves'

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, assumiu que os sacrifícios exigidos aos portugueses não serão suaves nem os resultados serão rápidos, numa mensagem deixada no Facebook antes de ir de férias com a família.
Na sua página da rede social Facebook, o governante deixou uma mensagem escrita, na qual começa por lembrar os portugueses de que a actual «agenda exigente» é imposta pela necessidade de cumprir acordos internacionais e pelos prazos rigorosos que o próprio Governo se impôs.
«O nosso ponto de partida é extremamente débil» e a «instabilidade no sistema Financeiro Europeu e Americano são travões para um percurso já de si cheio de sacrifícios», explica logo de seguida.
É nesse sentido que Pedro Passos Coelho alerta para o «enorme trabalho» que há pela frente e «ao qual todos os portugueses são chamados».
Contudo, o responsável faz questão de sublinhar o compromisso que tem com o país de «nunca ocultar a realidade, para que «todos compreendam as razões e os objectivos deste grande esforço colectivo», e de prestar contas do dinheiro gerido.
Por isso, o primeiro-ministro afirma que não se compromete «com resultados rápidos nem com sacrifícios suaves», porque isso «não seria realista».
Na sua página do Facebook, da qual mais de 58 mil pessoas afirmam «gostar», termina a mensagem com um tom mais pessoal, dando conta de que vai de férias com a família para recuperar o seu papel de «marido e pai.»
Entre os comentários dos seus leitores, existem muitos de apoio, mas também algumas mensagens reveladoras de desalento, como o de uma mulher que lhe pede para não voltar de férias ou o de um rapaz que avisa que já não tem mais furos no cinto.

Lusa/SOL

Felizmente ainda há quem se preocupe com o bem comum

Carregue no título para ver a informação.

sábado, 6 de agosto de 2011

A pobreza escondida

Num País onde o salário médio líquido anda perto do 800 euros e qualquer cidadão neste patamar já é espremido pelo Fisco, perdendo neste Natal parte do subsídio, a linha de separação da pobreza é muito ténue.

Aliás, se não fosse a mão do Estado haveria mais de 4 milhões de pobres em Portugal. O plano ontem apresentado é cheio de boas intenções e mitiga algumas situações de emergência. No entanto, há milhões de portugueses que ficarão fora deste apoio. Famílias com filhos em que ambos os cônjuges ganham pouco mais do que o salário mínimo, que já fazem um esforço descomunal para esticar o salário, dificilmente terão algum apoio. E se alguém se preocupa com emergência social não pode esquecer essa pobreza escondida.
Armando Esteves Pereira, aqui

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O Programa de Emergência Social (PES)

O Programa de Emergência Social (PES) vai custar 400 milhões de euros no primeiro ano, vigorará até Dezembro de 2014 e será sujeito a avaliações semestrais, disse hoje o ministro da Solidariedade e da Segurança Social.
Pedro Mota Soares falava na Amadora, na cerimónia de apresentação do PES, um programa que prevê, entre várias medidas, a criação de um mercado social de arrendamento para famílias excluídas da habitação social e o aumento em 10 por cento do subsídio de desemprego a casais com filhos em que ambos estão desempregados.
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A Propósito do PES, veja aqui :

Tempo de férias


Mal se aproxima o Verão e logo se começa a pensar nas férias. O corpo ressente-se da agitação e correrias mas sobretudo o espírito pede calma e sossego. O stress e todo o género de depressão mental e moral criaram esgotamento psíquico. É preciso reparar os estragos.
As pessoas que podem ter uns dias de descanso escolhem de preferência as praias, onde continuam as correrias, os problemas de trânsito, as longas esperas para serem atendidas. Umas férias assim podem ser cansativas, porque muitas vezes o corpo e o espírito, em lugar de mais aliviados, voltam mais cansados.
Por isso há cada vez mais pessoas a escolher umas férias diferentes. Em locais menos poluídos pelos barulhos ensurdecedores de altifalantes e escapes.
Está mesmo na moda a procura de conventos e afins para repouso do corpo e paz do espírito. Em Fátima, em Singeverga, em Marco de Canavezes, etc., etc., há locais destes muito procurados. No estrangeiro, estou a lembrar-me de Taizé, cada vez mais procurado por jovens de todas as nações.
Por outro lado há ainda neste nosso Portugal, locais lindíssimos, sem poluição de qualquer espécie, e por isso óptimos para umas férias repousantes.
Quero também referir as "semanas" e "retiros" que muitos organismos da Igreja proporcionam. É uma forma diferente de passar uma parte das férias. Estou a lembrar-me do Curso de Missiologia de 23 a 27 de Agosto; da "Semana Bíblica" (de 28 a 31 de Agosto);; das Jornadas Missionárias (de 16 a 18 de Setembro); e da Semana de Pastoral Social no Seminário do Verbo Divino (de 13 a 15 de Setembro). Todas estas acções têm lugar em Fátima e congregam centenas de pessoas.
Se puder, experimente. Verá que vale a pena!
Fonte: aqui

"Língua ajuizada é, sempre, moderada"

"A opinião de todos ouvirás, mas só a tua seguirás"

"Língua afiada, alma envenenada".

"Antes que fales, pensa no que dizes".

" O teu umbigo não é a dimensão do mundo."

"Não defende os seus interesses quem despreza os dos outros".

"O preconceito e a mania escravizam. Sê livre!"
(Popular)

"Devemos ter fé. Não existem esforços inúteis se empregados em prol do bem comum". - Getúlio Vargas

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Que belo exemplo de solidariedade!

A riqueza de um povo está na sua capacidade de se ajudar mutuamente. O povo ocidental vive numa crise económica porque uns tantos apossaram-se das riquezas, enquanto a maior parte vive com muitas dificuldades.
Mas vemos que quando há uma calamidade ou um cataclismo vem ao de cima a solidariedade que está lá no mais fundo da alma. É esta solidariedade que muitos povos ainda conservam e que se vê neste caso relatado pela jornalista e filósofa Lia Diskin.
Ela contou que um antropólogo estava a estudar os usos e costumes duma tribo e, quando terminou o seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até ao aeroporto de volta para casa.
Como tinha de esperar muito tempo, propôs uma brincadeira ás crianças. Comprou uma porção de doces e guloseimas, botou tudo num cesto bem bonito e colocou-o debaixo de uma árvore. Depois chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam correr até ao cesto, e a que o apanhasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças posicionaram-se na linha demarcada que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direcção ao cesto. Ao chegar lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo quis saber porque é que elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo o que havia no cesto e, assim, ficar com muito mais doces.
E elas responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Foi aí que ele compreendeu o melhor da alma daquele povo: o ubuntu, Que significa: Só serei feliz se os outros também o forem.
A tribo é uma família. Se um membro sofre, todos sofrem; se um se alegra, todos se sentem felizes com isso.
In O migo do Povo

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Deus, Infinito Ser

Deus, Infinito Ser Deus, Infinito ser, nunca criado,
Sem princípio, nem fim, na Majestade
Que no trono da Eterna Divindade
Tens o Mundo num dedo dependurado:

Tu estavas em Ti, não foste nado,
O teu Ser era a tua Imensidade,
Tu tiveste por berço a Eternidade,
Tu, sem tempo, em Ti mesmo eras gerado!

Tu és um fogo que arde sem matéria,
Tu és perpétua luz, que não desmaia
Fulgindo, sem cessar, na sala etérea!

Tu és um mar de amor, que não tem praia,
Trovão assustador da esfera aérea,
Rei dum Reino Imortal, que não tem raia!...

Francisco Joaquim Bingre, in 'Sonetos'

O PÃO

Macário Ribeiro de Almeida

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

SOPÉ DA MONTANHA

Patriarca chamado ao Vaticano para se explicar sobre ordenação de mulheres

Veja aqui

Até Barca de Alva

Na tarde tórrida deste domingo, acedendo a um convite amigo de uma família desta Paróquia, acompanhei-a num agradável passeio até Barca de Alva.
Depois de Moimenta da Beira, Sernancelhe, Penedono, Mêda, Vila Nova de Foz-Côa, estacionámos em Moncorvo para almoçar que o adiantada da hora já fazia moça estomacal, mormente nas crianças. Todos apreciámos o local, a refeição e a gentileza do pessoal que nos atendeu.
Depois de uma visita à bela Igreja local e de um passeio pela parte mais antiga do povoado, partimos para Freixo de Espada à Cinta onde, junto ao Douro, admirámos um agradável local de veraneio. Ali os bengalôs, as piscinas, o aproveitamento do rio, conjugados com a eloquência geográfica, conferem ao ao turista um local privilegiado de descanso.
Passámos em seguida por Barca de Alva (que saudades dos tempos em que o altifalante da estação de São Bento anunciava: "O comboio com destino a Barca de Alva encontra-se na linha 4..."). Em que estado se encontra aquela linha! Não seria importante pô-la a funcionar nem que fosse só para fins turísticos? Não merecia a região e os turistas esta atenção dos governantes? É que actualmente o comboio vai só até ao Pocinho.
Aqui, atravessámos a fronteira e fomos a Espanha tomar uma bebida para nos dessedentarmos face a canícula que nos atormentava. Além disso, conferimos ao passeio uma dimensão internacional... Ahahahahah...
Seguimos depois por Figueira de Castelo Rodrigo, Almendra, Vila Nova de Foz Côa, casa.

 Impressões:
- Óptima companhia daquela família amiga, gentil, atenciosa, delicada. As crianças foram espectaculares. Nada esquisitas na refeição, sem reguilices, nem amuos. Sempre felizes, pese embora o calor e os muitos quilómetros andados.
- A beleza eloquente do Douro superior. Alguma aridez paisagística não esmorece, antes realça a majestade da natureza.
- A eloquência dos vinhedos. Aquelas terras xistosas produzem, por bondade da natureza e pelo esforço do homem esse néctar único a que impropriamente se dá o nome de "Vinho do Porto."
- A pouca procura turística, mesmo num domingo e em pleno período de férias. Pouquíssima gente a circular pelas estradas, normalmente em bom estado de conservação.
Parece que os portugueses preferem o buliço e a confusão stressante do litoral à serenidade calma e eloquente da paisagem do Douro superior. Parece que continuamos a reduzir Portugal a uma faixa de 20 km junto ao mar...
Há um país fantástico à espera de se dar a conhecer aos portugueses que só lucrariam em o explorar.