domingo, 16 de outubro de 2016

Estive na Gralheira

Gralheira
Aldeia da Gralheira. Em plena Serra do Montemuro, a cerca de 1100 metros de altitude.
No centro da povoação ainda é possível vislumbrar algumas casas típicas, construídas com granito e algumas delas, ainda cobertas de colmo.
Esta aldeia, - rodeada de lameiros férteis e verdejantes, propícios à criação de gado, uma das atividades principais na aldeia e uma das principais fontes de riqueza das suas gentes, - é caraterizada também pela sua população unida e dinâmica, destacando-se ainda a gastronomia local, divulgada e dinamizada pelos dois restaurantes aqui existentes, que brindam os seus clientes com fantásticas iguarias, como a vitela arouquesa, cabrito e anho assados em forno de lenha, cozidos, arroz de salpicão, entre outros.


A convite de um casal amigo, fui hoje almoçar à Gralheira. Restaurante à pinha ou não fosse dia de caça. Mas disseram-me que ao fim-de-semana normalmente é assim. Vem gente de muito longe para saborear os petiscos tradicionais que ali são conservados orgulhosamente. A chamada "comida de plástico" não entra na  ementa dos restaurantes da aldeia, conforme me informaram. Por isso, quem, ao sábado ou ao domingo, quiser ir até lá para tomar uma refeição será melhor fazer marcação antecipada.
Comida excelente, bom vinho (não, não era da Gralheira, ahhahah), boa companhia, simpatia das pessoas que estavam a servir.
Há muitos anos que não ia até lá. Gostei de ter voltado. O cabritinho estava uma delícia.
Muito obrigado ao casal que teve a amabilidade do convite.


Havia deixado o carro no "meu" Teixelo. Foi  regressar, pegar no veículo e voltar a subir a serra, desta vez rumo a Santa Helena para o terço e a Missa do 3ª domingo.
Tal como na Gralheira, também em Santa Helena estava frio, o que não convidou as pessoas a subir para a celebração. De qualquer maneira os que foram participaram com empenho.
Interessante. A altitude da Gralheira é aproximadamente a de Santa Helena, 1100 metros.

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