segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
'Big Brother' no Fisco
O comentário do ex-secretário de Estado da Cultura sobre os fiscais das Finanças que caçam os cidadãos que não pedem faturas teve o mérito de alargar a discussão para os conflitos constitucionais que o novo paradigma de caça à multa levanta. Em Portugal, os direitos constitucionais e a privacidade nunca despertaram grandes paixões.
Nos países pobres, as questões do estômago é que interessam. É obrigação do Fisco lutar contra a fraude fiscal, mas há um limite. E a ideia da equipa de Vítor Gaspar de multar os que não pedem faturas é um autêntico disparate, que merece a crítica na boa tradição das cantigas de escárnio e mal dizer medievais.
Uma coisa é os vendedores e prestadores de serviços serem obrigados a passar faturas, outra bem diferente é os cidadãos exigirem. Quem não quer fatura deve ter esse direito, até porque o Fisco com o novo regime fica a saber tudo sobre a vida privada, desde o que se gasta, ao que se come e onde se come.
Os dados fiscais cruzados com cartões bancários, vias verdes, comunicações, geram um ‘big brother’ muito mais assustador que o que Orwell imaginou no livro ‘1984’.
Armando Esteves Pereira, aqui
sábado, 16 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Eleição Papal - Curiosidades
É histórico o Conclave no Palácio dos Papas em Viterbo, após a morte do Papa Clemente IV. Foi o Conclave mais longo da história da Igreja e teve a duração de 33 meses, de 29 de novembro de 1268 a 1 de setembro de 1271, porque os cardeais não chegavam a um acordo para eleger o novo Papa.
O Governador da cidade, encarregado de alimentar os cardeais, decidiu, por conselho de São Boaventura, encerrar os cardeais no palácio. Fechou a porta da sala de reuniões, ficou com a chave, destelhou o local e cortou a remessa de mantimentos. Imediatamente chegaram a um consenso, elegendo o Papa Gregório X (1271-1276) que, para evitar a repetição do acontecimento, estabeleceu através do Concílio de Lyon (1274), normas que regulamentam, basicamente, os conclaves até hoje.
In agência ecclesia
O Governador da cidade, encarregado de alimentar os cardeais, decidiu, por conselho de São Boaventura, encerrar os cardeais no palácio. Fechou a porta da sala de reuniões, ficou com a chave, destelhou o local e cortou a remessa de mantimentos. Imediatamente chegaram a um consenso, elegendo o Papa Gregório X (1271-1276) que, para evitar a repetição do acontecimento, estabeleceu através do Concílio de Lyon (1274), normas que regulamentam, basicamente, os conclaves até hoje.
In agência ecclesia
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
O Automóvel e a Quaresma
Passara pela quinta de um grande amigo que o recebeu, como sempre, com enorme estima.
O proprietário disse ao visitante que estivesse avontade, que levasse da quinta o que quisesse. Abriu os armazéns e indicou-lhe os campos e os pomares.
O homem entrou no armazém e ficou fascinado com a qualidade das cebolas, dos alhos e das batatas. pegou nuns sacos e entupiu-os. Depois foi pela quinta fora e não resistiu à qualidade das maças raineta, gold e bravo de esmofo. Encharcou umas quantas caixas. Ui! As pêras! Que tentação! Enormes, sãs, bonitas. Mais umas caixas. Passou depois pela horta. Loucura! Cada tomate, cada pimento, cada nabo, cada morango, cada pepino! E as couves? Enoveladas, tenras, frescas..
Chegou o momento de arrumar tudo. O seu automóvel era fraquinho, não era nenhuma bomba. Mala, banco de trás, lugar da frente, grade do tejadilho, tudo, tudo cheio como um ovo.
Pela estrada, o pobre carro mais parecia uma feira ambulante. Muito esganiçado, velocidades baixas, em andamento de caracol. Todos o ultrapassavam. Rangia por todos os lados e o ponteiro da temperatura não cessava de subir.
Às tantas, o homem pensou consigo mesmo:
- Por este andar nem daqui a um mês chego a casa. Pior ainda. O carro pode estoirar e "vai-te lucro que me dás perca". Com esta velocidade, não tarda a dar-me o sono. E depois!?...
Resolveu então parar à porta de um conhecido, que sabia passar por dificuldades, e repartiu com ele parte dos produtos da quinta. O carro já parecia outro na estrada. Mas a viagem era longa e a carga continuava a ser muita. À frente parou junto da casa de uma família numerosa e aí deixou mais uns produtos. O veículo rolava mais avontade agora. Mais ainda faltava bastante para chegar a casa e, mesmo aliviado, o carrito ainda se sentia constrangido. Parou agora à porta de uns velhinhos reformados e doentes e também aí deixou alguns víveres. Então agora o automóvel rolava normalmente. Baixou o ponteiro da temperatura, pedia velocidades mais altas, sentia-o mais maneirinho, mais livre, mais ele mesmo.
É esta a viagem que a Quaresma nos propõe.
Deus é o dono acolhedor da quinta do mundo. Põe à nossa disposição coisas, caminhos, opções.
O automóvel é cada um de nós. O condutor é a nossa vontade, coração e inteligência.
Quaresma. Tempo de deitar fora o excesso de carga que oprime, manieta e esquenta ameaçadoramente a nossa vida.
Mesmo na pequenez e
fragilidade humana, Deus quer que o homem se afirme infinitamente na construção
do amor e da paz para todos. Não deseja nunca que o homem se negue a si próprio.
Não nos quer sofredores e perdidos, mas que sejamos nós a negar o pecado, o mal,
a falta de amor, a falta de esperança e tudo o que seja egoísmos e ódios. O Deus
que se descobre em todo o tempo, mas particularmente, neste Tempo da Quaresma, é
o Deus da acção afirmativa, da acção sempre positiva sobre e para a
humanidade.
Então nesta Quaresma, não quer experimentar deitar fora tantos sacos e caixas que sobrecarregam a sua vida?
Deixar a injustiça, a mentira, o egoísmo, a ganância, a violência das palavras e
dos gestos, a concorrência desleal, a calúnia, a inverdade das coisas como norma
de vida pessoal e social, a religiosidade puramente exterior, o fundamentalismo
religioso e todas as fezadas infantis, o comodismo interesseiro, o silêncio
calculado, a vida centrada no ego sem pensar que somos comunidade, o mal como
opção consciente, a recusa do encontro (se quiserem podem continuar a lista)...
Podem ser estes ou outros os sacos e caixas a deitar fora nesta Quaresma e para toda
a nossa vida. Tentar não custa e se realizada qualquer coisa nem que seja em
pequeno gesto ou sinal pode já fazer uma grande diferença. Tentemos...
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Hospital de Proximidade de Lamego
O novo Hospital de Proximidade de Lamego entrou em funcionamento às 00:00 horas do dia 11 de fevereiro, segunda-feira. Construída junto ao nó da A24, a nova unidade hospitalar disponibilizará aos utentes do Douro Sul um serviço de medicina interna com 30 camas de internamento para doentes agudos e uma urgência básica qualificada com o apoio de especialidades médico-cirúrgicas.
Com um investimento estimado em cerca de 42 milhões de euros, o Hospital de Proximidade de Lamego privilegiará a componente de ambulatório com o objetivo de reduzir o impacto do internamento na vida dos doentes e das suas mílias. Centrará a sua atividade nas seguintes valências: cirurgia de ambulatório, consulta externa, urgência básica qualificada, hospital de dia e visitas domiciliárias.
Será o hospital de referência (preferencial) de cirurgia de ambulatório para toda a área de influência do Centro Hospitalar de Trásos-Montes e Alto Douro e também serão criadas, eventualmente, sete camas reservadas à prestação de cuidados paliativos para doentes graves. Francisco Lopes acredita que “apesar do reduzido número de camas, terá capacidade para garantir uma resposta suficiente aos doentes agudos”.
30 mil cirurgias por ano no Hospital da Proximidade de Lamego
O Hospital de Proximidade de Lamego tem capacidade para realizar cerca de 10 mil cirurgias por ano nos três blocos operários, disse fonte do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), aquando da visita às instalações do novo hospital que abriu esta segunda-feira.
Carlos Vaz, presidente do conselho de administração do CHTMAD, que no decorrer de uma visita à nova unidade
hospitalar falou aos jornalistas disse que este “É o primeiro hospital do país construído de raiz para ambulatório”.
O objetivo é que os doentes sejam tratados com “mais eficácia e eficiência” no hospital e fiquem menos expostos às infeções hospitalares. Segundo o responsável, o conceito de hospital de proximidade, em desenvolvimento na Europa, “permite, pela sua natureza mais ligeira e articulada, uma maior proximidade com o utente”. Enquanto a ligação a um hospital tradicional de referência permite que receba apoio de especialistas e outros recursos. Permitindo também o envio de doentes de intervenções mais complexas e subsequente internamento para o hospital de Vila Real.
Carlos Vaz salientou que a unidade tem capacidade para realizar cerca de 10 mil intervenções cirúrgicas por ano, possuindo ainda consulta externa, urgência básica qualificada com capacidade para 60 mil atendimentos por ano, hospital
de dia e visitas domiciliárias, que permitirão o acompanhamento dos doentes, em suas casas.
Ao contrário do inicialmente previsto, o hospital possui um serviço de medicina interna com 30 camas de internamento para doentes agudos.
In Douro Hoje
Mensagem do Papa para a Quaresma
Na sua Mensagem para a Quaresma 2013, Bento XVI afirma que a "caridade" é uma das marcas mais importantes da fé católica e deve ser vista como mais do que "ajuda humanitária" ou "activismo moralista".
"Se, por um lado, é redutora a posição de quem acentua de tal maneira o carácter prioritário e decisivo da fé que acaba por subestimar ou quase desprezar as obras concretas da caridade – reduzindo-a a um genérico humanitarismo – , por outro é igualmente redutivo defender uma exagerada supremacia da caridade e sua operatividade, pensando que as obras substituem a fé", assinala Bento XVI.
Especificamente sobre a relação entre fé e caridade, Bento XVI lembrou que a fé faz o homem entrar na amizade com o Senhor e que a caridade é uma forma de viver e cultivar esta amizade. Assim sendo, ele destacou que fé e caridade não podem ser separadas, pois estão intimamente unidas.
"A fé precede a caridade, mas só se revela genuína se for coroada por ela", acrescenta.
E continua: "Não há acção mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana".
"Neste tempo de Quaresma, em que nos preparamos para celebrar o evento da Cruz e da Ressurreição, no qual o Amor de Deus redimiu o mundo e iluminou a história, desejo a todos vós que vivais este tempo precioso reavivando a fé em Jesus Cristo, para entrar no seu próprio circuito de amor ao Pai e a cada irmão e irmã que encontramos na nossa vida", concluiu.
Fonte: aqui
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Missão País na nossa comunidade
Os jovens universitários da Missão País, acompanhados do sr. P.e Miguel, que desde o dia 7 deste mês têm estado entre nós, vão partir amanhã.
Durante estes dias, tomaram as refeições na Santa Casa da Misericórdia de Tarouca e dormiram no Quartel dos Bombeiros de Tarouca.
Na hora da partida, agradecemos-lhes:
- Os contactos, intercâmbios, trocas de experiências com o nosso grupo de Jovens - Arautos da Alegria - em cuja reunião participaram e com quem mantiveram uma bela colaboração.
- O apoio, carinho, dedicação que ofereceram aos idosos e doentes institucionalizados.
- Os contactos que estabeleceram na rua com as pessoas.
- A beleza da Vigília que organizaram na capela da Santa Casa e aberta à comunidade.
- A participação e animação das Eucaristias do fim-de-semana.
- O teatro que hoje, em duas sessões, ofereceram à comunidade no Auditório Municipal sobre a Fé.
- O contacto com as crianças e outras atividades que realizaram.
Foi marcante o seu testemunho, a alegria, simplicidade, a disponibilidade, a postura serena.
Estes jovens aproveitaram a pausa na Universidade para estarem ao serviço dos outros. Podiam ter ficado a descansar, ir para a "borga" (esta quadra carnavalesca convida...), fazer outra coisa como tantos outros. Mas vieram para a meio de nós, como quem serve na alegria.
Quem os move?
A FÉ em JESUS CRISTO.
Fantástico!
Por isso e por tudo, parabéns, jovens!
É justa e digna uma palavra de apreço, reconhecimento à Santa Casa e aos Bombeiros, à Câmara Municipal e a outras instituições e pessoas que colaboraram ou manifestaram vontade de o fazer.
Agradecimento sentido e fraterno ao P.e Miguel pela colaboração dada.
Um agradecimento especial ao Diác. Adriano que esteve mais ligado, por parte da Paróquia, a esta iniciativa dos jovens universitários e foi inexcedível na dedicação.
A mesma leitura crente da realidade

As atitudes de João Paulo II e Bento XVI, perante a mesma situação, parecem diametralmente opostas, mas, afinal, estão intrinsecamente ligadas. A ligação está na mesma fé e em igual amor à Igreja. Foi por amor à Igreja que João Paulo II entendeu permanecer até ao fim. Foi por amor à Igreja que Bento XVI decidiu sair antes do fim. Neste sentido, não é correcto dizer que João Paulo II ficou apegado ao lugar nem que Bento XVI optou por fugir da missão. João Paulo II optou por confiar naqueles que trabalhavam com ele. Bento XVI optou por confiar o trabalho a outro depois dele! No fundo, é a mesma leitura crente da realidade. Sejam quais forem as nossas opções, é sempre Deus que conduz a história: antes de nós, connosco e depois de nós!
João Teixeira
Sobre a resignação de Bento XVI
Percebo e não percebo o aparente choque que se apoderou da opinião pública.
Para mim, foi surpresa por ter sido ontem. Mas estava convencido de que, mais
tarde ou mais cedo, isto iria acontecer. Aliás, ele próprio já há dois anos
tinha afirmado que, se sentisse que já não tinha forças para continuar à frente
do governo da Igreja, resignaria.
Foi um gesto de grande coragem, lucidez e honestidade. Reflectiu em consciência e fê-lo em plena liberdade - foi bom que o tenha declarado. Já não sente forças no corpo e no espírito, disse também. Os problemas do mundo actual, com incidência na fé, são gigantescos e a Igreja precisa de alguém com mais energia e vigor.
Penso que uma das causas maiores do desgaste foi a sua incapacidade para reformar a Cúria Romana, questão essencial para o futuro da Igreja - ele próprio se queixou de que lhe sonegavam informações. Houve uma série de escândalos, desde a pedofilia à corrupção, do Vatileaks às intrigas no Vaticano, com correntes que se digladiam e preparam para a sucessão. Bento XVI é um homem afável e quase tímido - foi a impressão que me ficou da vez em que estive com ele. É um intelectual e não um homem da administração e, assim, na impossibilidade dessa reforma, resignou.
Deste pontificado fica a importância do diálogo entre a fé e a razão, a condenação sistemática da especulação financeira sem regulação, a continuação do diálogo com as outras confissões cristãs e com as diferentes religiões, o apelo a dois Estados soberanos: um israelita e outro palestiniano, a possível abertura ao preservativo.
O sucessor? Ninguém sabe. Mas, no meu entender, deve ser profundamente cristão, seguir Jesus no seu Evangelho, relativamente jovem, com capacidade de reformar a Cúria, próximo das pessoas e dos seus problemas reais. Mais interessado nas pessoas do que na instituição. Penso num João XXIV.
Anselmo Borges, aqui
Foi um gesto de grande coragem, lucidez e honestidade. Reflectiu em consciência e fê-lo em plena liberdade - foi bom que o tenha declarado. Já não sente forças no corpo e no espírito, disse também. Os problemas do mundo actual, com incidência na fé, são gigantescos e a Igreja precisa de alguém com mais energia e vigor.
Penso que uma das causas maiores do desgaste foi a sua incapacidade para reformar a Cúria Romana, questão essencial para o futuro da Igreja - ele próprio se queixou de que lhe sonegavam informações. Houve uma série de escândalos, desde a pedofilia à corrupção, do Vatileaks às intrigas no Vaticano, com correntes que se digladiam e preparam para a sucessão. Bento XVI é um homem afável e quase tímido - foi a impressão que me ficou da vez em que estive com ele. É um intelectual e não um homem da administração e, assim, na impossibilidade dessa reforma, resignou.
Deste pontificado fica a importância do diálogo entre a fé e a razão, a condenação sistemática da especulação financeira sem regulação, a continuação do diálogo com as outras confissões cristãs e com as diferentes religiões, o apelo a dois Estados soberanos: um israelita e outro palestiniano, a possível abertura ao preservativo.
O sucessor? Ninguém sabe. Mas, no meu entender, deve ser profundamente cristão, seguir Jesus no seu Evangelho, relativamente jovem, com capacidade de reformar a Cúria, próximo das pessoas e dos seus problemas reais. Mais interessado nas pessoas do que na instituição. Penso num João XXIV.
Anselmo Borges, aqui
Também a Serra se "mascarou" para o Carnaval



O Carnaval 2013, por estas bandas, não tem aparecido com a melhor cara...
Chuva, muito frio, e até a neve hoje, marcaram presença.
A neve, embora batesse à porta do vale, arrependeu-se e refugiou-se na Serra de onde se pôs a observar as aparições carnavalescas.
Nada que fizesse recuar os foliões e várias manifestações populares tiveram lugar e vão continuar a ter.
É bom ver o povo a fazer a festa, conservando as suas tradições.
Pela oitava vez consecutiva realizou-se o Torneio de Andebol Cidade de Tarouca
A cidade de Tarouca recebeu,
nos dias 08, 09 e 10 de fevereiro, a VIII Edição do Torneio de Andebol,
no escalão de juvenis masculinos, um evento de grande nível desportivo, e que
constituiu um excelente meio de divulgação da modalidade, contando já com um
crescente número de adeptos na Região.
Passaram por Tarouca, nestes
três dias do Torneio, mais de um milhar de pessoas. O torneio apresentou um
grau competitivo muito elevado devido aos grandes clubes convidados: FC Porto,
SC Portugal, ABC de Braga, GD S.Bernardo e GC Tarouca. De salientar ainda, este
ano, a presença do NA Penedono.
Cumprindo os objetivos traçados
aquando das edições anteriores, a Câmara Municipal de Tarouca, em parceria com
o Ginásio Clube de Tarouca, a Federação de Andebol de Portugal e a Associação
de Andebol de Viseu, foram os grandes impulsionadores desta VIII edição.
Com os jogos a serem muito bem
disputados nas finais, o grande vencedor desta oitava edição, fui o FC Porto,
que venceu o ABC Braga, equipa campeão na edição anterior.
Os prémios individuais foram
distribuídos ao Melhor Jogador, Francisco Albuquerque (ABC de Braga),
o Melhor guarda-redes foi Rui Oliveira (FC Porto) e o Prémio
Fair-Play foi atribuído ao NA Penedono.
Inserido no programa desportivo
do Torneio, realizou-se a IV Edição da Taça de Andebol Cidade de Tarouca, em
que foram convidados os Seniores das equipas do FCPorto e Associação
Artística de Avanca, jogo que constituiu, sem duvida, o ponto mais alto
deste Torneio, com o Gimnodesportivo completamente cheio. O resultado desta
final foi FC Porto 31-18 AA Avanca, após um parcial de 18-12 ao intervalo. O
jogo foi precedido pela entrega das camisolas das equipas participantes,
devidamente assinadas pelos seus jogadores, ao Presidente da Câmara Municipal
de Tarouca, como forma de agradecimento pelo acolhimento e apoio que o
Município tem dirigido às equipas e à modalidade.
A promoção da prática
desportiva e do nome da cidade e do Concelho de Tarouca, O Vale Encantado,
foi o objectivo da organização, dando assim continuidade aos excelentes
Torneios organizados anteriormente. Segundo o Presidente da Câmara Municipal de
Tarouca, Mário Caetano Ferreira, “pela forma como terminou esta Oitava Edição
do Torneio de Andebol Cidade de Tarouca, mais uma vez demos um grande
contributo para a boa imagem da modalidade a nível nacional e mostramos ao
mundo como é que se organiza e promove o Andebol em Tarouca.”
Resultados:
Grupo A
NA Penedono 25 – 37 GD
S.Bernardo
NA Penedono 14 – 39 FC Porto
GD S.Bernardo 24 – 37 FC Porto
Grupo B
GC Tarouca 25 – 38 ABC Braga
Sporting CP 19 – 33 ABC Braga
GC Tarouca 35 – 24 Sporting CP
Resultados e Classificações da
Fase Final:
Apuramento do 5º e 6º
classificado
Sporting CP 27 – 30 NA Penedono
Apuramento do 3º e 4º
classificado
GC Tarouca 31 – 30 GD
S.Bernardo
Apuramento do 1º e 2º
classificado
ABC de Braga 25 – 29 FC Porto
Classificação:
1ºFC Porto
2ºABC de Braga
3ºGC Tarouca
4ºGD S.Bernardo
5ºNA Penedono
6ºSporting
Gabinete
da Cultura, Turismo e Comunicação
Câmara
Municipal de Tarouca
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
O Código de Direito Canónico e a renúncia por parte do Papa
O Código de Direito Canónico, prevê a possibilidade jurídica de renúncia por parte do Papa e esta renúncia não precisa de ser aceite por ninguém para ter validade, como indica o Cânone 332.
D. António Couto aponta fragilidade física e amor à Igreja para resignação
Bento XVI apresenta renúncia
Bispo de Lamego esteve em outubro no Vaticano e recorda sinais de dificuldade de locomoção de Bento XV
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Não nos deixemos aterrorizar pelos boatos da imprensa...
Pessoas insuspeitas, de vários quadrantes, reconhecem publicamente que, sem a atuação da Igreja Católica, o governo não teria como responder às
necessidades sociais que a crise acelera.
Enquanto os meios de comunicação procuram envergonhar
a Igreja, divulgando os escândalos de poucos padres como se fossem o “rosto” da
Igreja, centenas de milhões de Católicos entregam diariamente a própria vida
para a “transformação” da história! A cada 5 minutos um cristão é martirizado
no mundo, centenas de milhares de sacerdotes, consagrados e leigos consomem a
própria vida nos leprosários, nos desertos africanos, nos hospitais , ou no meio das guerrilhas e violência de todo
tipo. Mas tudo isto não faz notícias, não dá audiências...
Não
nos deixemos aterrorizar pelos boatos da imprensa, mas sintamo-nos orgulhosos
de pertencer à Igreja de Cristo, à Igreja de São Bento, que trouxe civilização
e progresso para Europa; de Sao Francisco, apaixonado pelo Crucifixo, pelos
pobres e leprosos; de São Camilo, que como pecador chagado, alcançado pela
Misericórdia do Senhor, consumiu a sua vida cuidando das chagas dos doentes; de
São João de Deus, que escolheu os loucos, doentes mentais como sua “herança”;
de São Vicente de Paula, cuja obra ainda hoje se estende a quase todos os
países do mundo, socorrendo pobres e abandonados; de Dom Bosco, Dom Orione, Dom
Guanella que se tornaram “família” dos órfãos, abandonados e enfermos; de
Madre Teresa de Calcutá e da Irmã Dulce, que se consumiram para cuidar dos
famintos e excluídos da sociedade e tantos outros inúmeros Santos, que fizeram “resplandecer” no mundo o rosto luminoso de
“Jesus Bom Samaritano da Humanidade.”
COMO VIVERMOS ENTÃO ESTA
PALAVRA?Sendo esta Igreja viva, assim como foram estes Santos e tantos outros anónimos. São Vicente dizia: “caridade é não conseguir ver um sofrer, sem sofrer com ele; não conseguir ver um chorar, sem chorar com ele. Caridade é ato de amor que faz penetrar os corações um no outro."
"Colocou-o em seu próprio animal, conduziu-o à hospedaria e dispensou-lhe cuidados”
Levantou-se um doutor da lei e, para pô-lo à prova, perguntou: Mestre, que devo fazer para possuir a vida eterna?
Disse-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como é que lês?
Respondeu ele: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu pensamento (Dt 6,5); e a teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18).
Falou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isto e viverás.
Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
Jesus então contou: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de ladrões, que o despojaram; e depois de o terem maltratado com muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o meio morto.
Por acaso desceu pelo mesmo caminho um sacerdote, viu-o e passou adiante.
Igualmente um levita, chegando àquele lugar, viu-o e passou também adiante.
Mas um samaritano que viajava, chegando àquele lugar, viu-o e moveu-se de compaixão.
Aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; colocou-o sobre a sua própria montaria e levou-o a uma hospedaria e tratou dele.
No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo-lhe: Trata dele e, quanto gastares a mais, na volta to pagarei.
Qual destes três parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?
Respondeu o doutor: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Então Jesus lhe disse: Vai, e faz tu o mesmo. (Evangelho de São Lucas, 10,30-37).
Bento Domingues: "As religiões não são todas iguais"
As religiões não são todas
iguais e nem tudo é santo nas religiões, diz Bento Domingues no seu texto de
hoje no “Público”.
O dominicano começa por
citar um ultramontano, Louis Veuillot (1813-1883), que disse algo que hoje tem
perfeita aplicação em muitos muçulmanos, talvez mais nos líderes, que querem
liberdade religiosa nos países de minoria muçulmana, mas odeiam-na nos países
árabes: "Quando estou em situação desfavorável, em nome dos vossos princípios,
exijo a liberdade; quando estou em posição forte, em nome do meu
antiliberalismo, nego-vos a liberdade".
E aponta o edificante – o
adjetivo é a minha opinião – exemplo norueguês:
A Noruega não parece disposta a aceitar a chantagem terrorista. O Governo norueguês aceita a construção de mesquitas no seu território. Não admite, porém, que a Arábia Saudita e os seus homens de negócios entrem com milhares de milhões para financiar esplendorosas mesquitas e continuem a impedir a construção de igrejas cristãs no seu país. Exige reciprocidade.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, Jonas Gahr Stor, levará esta exigência ao Conselho da Europa.
Bento Domingues conta ainda
como Jesus não respeitou a integridade da Sagrada Escritura, o mesmo é dizer a
relação das religiões com a violência. Esse é mais um dos motivos para admirar,
se de mais não formos capazes, Jesus Cristo.
Fonte: aqui
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