Onde a fé é profunda, a esperança aumenta e a serenidade impera. Quando a família apoia, acarinha e estimula, a cruz é mais leve e aumenta a vontade de lutar.
Nestas visitas, não há muito a dizer. Há muito para escutar. A presença é a melhor linguagem.
Releve-se a importância dos elementos do GASPTA. Não é tanto pela prendinha que levam aos doentes, mas pela presença, pelo carinho, pela familiaridade. Vimos muitos doentes rir com satisfação, porque os gasptistas as fizeram rir. Ao menos, por momentos, esqueceram a sua dor, sentiram-se felizes. E esta boa disposição é o melhor dos remédios.
A caminho das casas dos doentes que hoje visitei com o GASPTA, pude sentir o perfume pré-Primavera que começa a invadir lentamente a paisagem. Enquanto isso, na casa de alguns ainda ardia a fogueira, como que a lembrar-nos que o Inverno ainda não terminou.
Como por esse país fora, também aqui se vai sentido o abandono dos campos...
Como ultrapassar o problema? Não gostaria de ver o país transformado num enorme silvado.



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