segunda-feira, 7 de março de 2016

App portuguesa põe milhões a rezar com o Papa


Através do telemóvel ou de um site, uma aplicação portuguesa permite rezar a qualquer hora do dia em qualquer parte do mundo
Chama-se "Click To Pray" e foi concebida por jesuítas portugueses. Em francês, inglês, português ou espanhol, esta aplicação aceite agora pelo Vaticano apresenta textos profundos mas simples para uma oração de manhã, outra à tarde e outra à noite, por exemplo. À distância de um site ou de um telemóvel.
A plataforma multicanal (web e app móvel para Android e para iOS) convida qualquer pessoa de qualquer canto do mundo a unir-se ao Papa Francisco.
Uma primeira versão de "Click To Pray" foi lançada em 2014, em Portugal, através do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração e conquistou agora o Vaticano.
A intenção de internacionalizar a versão portuguesa do "Click To Pray" foi apresentada pessoalmente ao Papa Francisco, em agosto de 2015, e recebeu do Sumo Pontífice um excelente acolhimento e incentivo, "para que pessoas de várias línguas e culturas se associassem em oração pelas suas intenções mensais", segundo explica em comunicado a "Click To Pray".
"É para nós um motivo de grande alegria ver uma iniciativa nascida em Portugal ter agora a sua versão internacional para bem da Igreja universal", explica o Padre António Valério, secretário nacional da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) em Portugal.
A aplicação apresenta uma oração diferente para cada um dos 365 dias do ano e envia uma notificação para recordar o dia mundial de oração pelas intenções do Papa (primeira sexta-feira de cada mês) e propor um ritmo de oração diária com três momentos: pela manhã, durante o dia e à noite.
Mais de 35 milhões de pessoas integram a Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração). Em Portugal, o Apostolado da Oração procura, desde há 150 anos, proporcionar ajudas para a oração e formação cristã, a nível das suas publicações periódicas e editoriais e, mais recentemente, através das suas iniciativas digitais.
Fonte: aqui

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