domingo, 13 de outubro de 2013

Já não há pachorra para tanta "suarice"!

Este Soares e o Torgal formam cá um par!
Diz o povo que "de velho se volta a menino". Neste caso, apetece a dizer "de velho se volta a adolescente".
Mas se vai havendo pachorra para a reguilice dos adolescentes, para a dos anciãos sobra asco.
O que ele diz do governo significará que foi capaz de se ver ao espelho??
Pergunte, Mário Soares, a tantos e tantos portugueses quem eles acham que deveria estar na cadeia! Dou-lhe só um exemplo: pergunte ao retornados das ex-colónias...
Um ex-estadista terá o direito de se expressar desta forma? É que nem em conversas de café se fala assim do governo livremente eleito pelo povo português.
E que diz então das políticas do socialista Hollande, há pouco eleito presidente da França? Em que difere da direita?

Para quem, enquanto primeiro-ministro, disse ter metido o socialismo na gaveta, porque tinha chamado o FMI, estas e outras afirmações por si proferidas cheiram a incoerência total. Nada que espante, vindo de quem vem...

 Veja então o que disse Mário Soares:

"Há delinquentes no Governo, diz Mário Soares


Fundador do PS e ex-Presidente da República defende que os "senhores" do Governo  "têm de ser julgados depois de saírem do poder".

Mário Soares volta a dirigir duras críticas ao Executivo de Passos Coelho e não poupa Cavaco Silva. Em entrevista à TSF/Diário de Notícias, acusa "uma parte do Governo" de ser "delinquente" e questiona-se "como é possível" que o ministro Rui Machete e o primeiro-ministro ainda se mantenham em funções.
"Como é que é possível que um político como o ministro dos Negócios Estrangeiros, não se demita ele próprio?", afirma, reclamando uma mesma atitude de Passos Coelho, "vaiado em toda a parte, ninguém o toma a sério, nem no estrangeiro, nem em Portugal".
"Continua agarrado ao poder para quê? Vai acabar muitissimo mal", defende e lança farpas também à atitude de proteção por parte do Presidente da República que "não diz uma palavra".
Para o antigo chefe de Estado, "estes senhores têm de ser julgados depois de sairem do poder". 
"Eles estão a pôr em dúvida o Estado Social, querem acabar com o Estado Social, eles não acreditam na Constituição quer juraram", acrescenta Mário Soares, que considera "urgente" a mudança de um Governo "doentíssimo", que "não presta" e "não tem rei nem roque". 

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