domingo, 6 de março de 2016

Upa! Que fim-de-semana, Dio mio!


Sexta-feira, após a celebração da 1ª sexta-feira na Igreja Paroquial, toca para Arguedeira onde, sob um frio de rachar, foi realizada a Via Sacra da Misericórdia pelos povos. A seguir parti para Lamego para a "DIRETA com DEUS". Embora a Via Sacra, subindo aquele escadório, decorresse envolvida num frio bem desagradável, a noite foi fantástica. Uma calma, uma serenidade, uma envolvência de todos! Que belo momento de Deus!
Mal cheguei a casa na manhã de sábado, fui a o Lar para a Eucaristia. Ao princípio da tarde, ajudei a confessar noutra paróquia, regressando para a Eucaristia com crianças que é sempre muito exigente no que toca a dar o máximo. Estive ainda em Gondomar e à noite presidi ao Conselho Pastoral que, embora os elementos sejam simpáticos, exige muito no que toca à preparação e realização.
Domingo. As Eucaristias normais e à tarde a Via Sacra na Senhora das Necessidades.
Entretanto é aos fins-de-semana que mais gente nos procura e nós encontramos mais facilmente as pessoas com quem precisamos de contactar. E já sabemos como é. Nestas alturas é quando nos aparecem mais situações a precisar de resposta. Não é que as pessoas façam por mal, mas é a vida...
Entretanto não se podem defraudar os visitantes de blogues e facebook. Há que ir dizendo alguma coisa, mesmo que as mãos no teclado sintam muita dificuldade em sintonizar com o raciocínio e vice-versa.
Telefone e email também trazem exigências de resposta.
Há a vida pessoal  como de qualquer outra pessoa...
E o Centro Paroquial, como um sino de badalação contínua, a martirizar-me a cabeça, gerando ansiedades.
Confesso que a paciência não é, infelizmente, o meu forte. Mas nestas alturas desce mesmo ao fundo. Vale-me a compreensão das pessoas que, após 25 anos de presença, já vão sabendo o que a casa gasta...
Entretanto amanhã esperam-me, após a Eucaristia, uma reunião muito importante e a correção do jornal pela noite dentro.
A grande maioria das pessoas nem suspeita o trabalho que o jornal dá! É mesmo uma segunda paróquia! Um trabalho miudinho, constante, que não se vê, mas que tem que aparecer.
Não me queixo, apenas partilho. Tenho o que escolhi e gosto da escolha.
Podia trabalhar bem menos? Podia. Mas não seria a mesma coisa.

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