terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Avião caiu no mar de Java


 O Airbus A320-200, da AirAsia,  com destino a Singapura, procedia da cidade indonésia de Surabaia. Levava a bordo sete tripulantes e 155 passageiros, entre os quais 138 adultos, 16 crianças e um bebé.
Às 6:17 horas locais do último domingo, o aviou deslocou do aeroporto, mas o voo sumiu dos radares 40 minutos depois de descolar.
Depois de três dias de buscas intensas, as autoridades indonésias acreditam ter encontrado os destroços do voo QZ8501 no mar, junto à ilha do Bornéo.
“O meu coração está cheio de tristeza por todas as famílias envolvidas”, escreveu na rede social Twitter o director executivo da AirAsia, Tony Fernandes..
“Em nome da AirAsia, as minhas condolências a todos. Não consigo expressar por palavras o quanto lamento”, acrescentou o empresário malaio e de ascendência portuguesa.

Nas operações participam 30 navios e 21 aviões de vários países (Indonésia, Austrália, Malásia, Singapura e Coreia do Sul), mas mais estão a caminho.
Os primeiros corpos já foram retirados do mar.
 
O avião continua a ser o meio de transporte mais seguro. Só que, quando há um desastre, o impacto é imenso, dado o número de passageiros que transporta.
Se compararmos as estatísticas, veremos que no mundo morre muito mais gente de automóvel do que de avião.
 
Nestes casos, a vibração solidária do coração é muito intensa.  A fé diz-nos que aquele fundo do mar não tem a última palavra.

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