terça-feira, 30 de junho de 2020
Trabalhar com Deus
Max Lucado
sexta-feira, 26 de junho de 2020
Abílio Lopes de Almeida, uma vida de serviço à comunidade
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segunda-feira, 22 de junho de 2020
Juventude cool... Para alguns de cool não tem nada!

- Casos de covid-19 entre crianças e jovens aumentaram 96% (e alguns desenvolvem problemas cardíacos)
sexta-feira, 19 de junho de 2020
D. José Ornelas: "Não somos um país cristão"
Em entrevista conjunta à Renascença e agência Ecclesia, o novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa lembra que "os países mais cristãos já não são os europeus", devendo a Igreja, por isso, "ser missionária em todo o lado". D. José Ornelas promete fazer "uma certa ginástica" para poder cumprir a dupla função, em Setúbal e na CEP, passando "a olhar para a igreja em Portugal de uma forma global". Sobre a eutanásia, o presidente da CEP entende que discuti-la "é um murro estômago".

terça-feira, 16 de junho de 2020
Precisamos dos serviços públicos na linha da frente...

A saúde está em 1º lugar. Já diz o povo: "É rico quem tem saúde".
Abrem-se cafés e restaurantes. Funcionam cabeleireiros e supermercados. Rolam os transportes públicos. Cessa o fechamento de fronteiras. Voam os aviões...
E há Centros de Saúde fechados, sem atendimento presencial???
Se há espaço onde as pessoas têm preparação para se defenderem do vírus são os Centros de Saúde. Preparação para se defender e defenderem os utentes...
Há doentes a precisarem mesmo de ser vistos e acompanhados pelos profissionais de saúde...
A consulta presencial, por norma, não é um acessório, é uma necessidade...
Há riscos? Onde os não há?
Não se aponta o dedo aos profissionais de saúde que têm provas mais do que dadas...
Questiona-se é a organização, a estrutura, o funcionamento...
Se as instâncias privadas da saúde estão a funcionar, logicamente cumprindo as regras, não se percebe a razão de tanto receio nas instâncias públicas.
E quem não tem possibilidades de recorrer ao privado? Fica abandonado?
Mas não é só a saúde pública que merece queixas do cidadão. Há serviços públicos que deixam tanto a desejar no tocante ao atendimento ao público nestes tempos pandémicos!!!
Não deveriam os serviços do Estado - todos - estar na linha da frente no serviço aos cidadãos?
sábado, 13 de junho de 2020
Tem 90 anos e não dispensa a Missa de Domingo
Quando lhe disseram e explicaram que era uma pessoa de risco, não só pela idade como também pela falta de saúde, e como tal, estava dispensado de ir à Missa, porque os senhores Bispos tinham dado esse conselho a pessoas em situação igual à dele, apelando a quem participassem pela Eucaristia transmitida pela TV ou pelas redes sociais, respondeu que não queria. Familiares insistiram, dizendo que o poriam a ver a celebração no Facebbhok, a resposta voltou convicta: "NÃO".
E acrescentou do alto do quase século de vida: "Na televisão vejo as notícias, os comentários, os filmes e outras coisas, quando me apetece ou me agrada." Mas a Missa não é um espectáculo para ver, é para participar!"
E logo a seguir esclareceu-se como que para calar resistências: "Vou cedo, levo máscara, desinfecto as mãos, fico longe das outras pessoas, guardo todas as distâncias."
Marcou-me aquela frase do nonagenário: "A Missa não é um espectáculo para ver, é para participar!"
Todos, todos, cada um, cada um! Pensemos, pense na beleza, no encanto, na profundidade, na fé que esta mensagem traduz!|
Quantas pessoas do nosso tempo não querem transformar a Missa num espectáculo???
Quantas pessoas se escusam, se abstêm , se demitem de participar na Missa?
"Não é uma gripe como as outras, não é" - testemunha quem passou por elas...
Diz nunca ter passado por nada semelhante. Uma tosse seca intensa. Variação frequente de temperatura, tanto sentia um calor insuportável como a seguir vinha um frio que nada acalmava. Perda de forças que levavam a não conseguir pôr-se a pé. Dores por todo o corpo e um mal-estar indescritível.
A juntar a tudo isto , um isolamento triturador. "Parecia que tinha lepra e não queria ninguém perto de mim." Deixavam a comida à porta e esperava que a pessoa se afastasse para a vir buscar. Um mês sem ver a família embora morasse na mesma casa. Mil cuidados com a limpeza e desinfecção da roupa, dos utensílios usadas na comida e dos espaços por onde tinha que se movimentar. Angústia com a possível contaminação dos familiares, suplicando junto das entidades competentes para que estes pudessem realizar os testes. Quando foram realizados e deu negativo, sentiu-se mais aliviada. Quando lhe mandaram realizar novos testes, o 1º deu negativo, sentia-se muito melhor, renascia tudo. Logo a seguir o 2º teste obrigatório com o resultado de assintomático. Veio a ordem médica para continuar o isolamento. Uma queda no fundo poço da desilusão. Mais um tempo trancada. Quando finalmente repetiu is testes com resultados negativos, pôde voltar à vida normal e, logo a seguir, voltou ao trabalho
Enquanto ia narrando o aquilo que passara, repetia, como um refrão, "há quem pense que a COVID-19 é uma gripe como as outras, mas não é. É horrível!"
quarta-feira, 10 de junho de 2020
quarta-feira, 3 de junho de 2020
Cabe aos sócios a voz e a vez
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Há experiências marcantes...


É certo que ontem à noite participei não só no terço como na Visita. Mas ver o acontecimento em vídeo oferece outra perspectiva, até por me sentir emocionalmente mais livre.
Aquele tempo, das 20.15h às 23h, foi envolvente, vivido, sentido.
A Imagem de Maria torna mais presente aos sentidos e à alma a presença da Mãe junto da vida de todos.
Mesmo nestes tempos de pandemia, com todos os cuidados que há que ter, a adesão das pessoas foi prudente e maravilhosa. Não só dos que trabalharam para que a Visita fosse possível, mas também dos que participaram de outra forma: lançando flores, cantando com o altifalante, batendo palmas, acendendo velas, estendendo colchas, atapetando ruas... Houve mesmo um simpático grupo de pessoas que, por sua iniciativa, acompanhou nos seus carros a Imagem da Senhora pelas ruas da freguesia.
Nossa Senhora passou por nós, fez festa connosco, para nos recordar o que para Ela é essencial: "Fazei tudo o que meu Filho vos disser."
Maria, Imagem da Igreja Peregrina, acolhe a nossa prece e vem hoje ensinar-nos a caminhar para Jesus.
Ó Maria,
Vós sempre resplandeceis sobre o nosso caminho
como um sinal de salvação e de esperança.
Confiamo-nos a Vós, Saúde dos Enfermos,
que permanecestes, junto da cruz, associada ao sofrimento de Jesus,
mantendo firme a vossa fé.
Vós, Salvação do Povo Romano,
sabeis do que precisamos
e temos a certeza de que no-lo providenciareis
para que, como em Caná da Galileia,
possa voltar a alegria e a festa
depois desta provação.
Ajudai-nos, Mãe do Divino Amor,
a conformar-nos com a vontade do Pai
e a fazer aquilo que nos disser Jesus,
que assumiu sobre Si as nossas enfermidades
e carregou as nossas dores
para nos levar, através da cruz,
à alegria da ressurreição. Amen.
(Papa Francisco)
sábado, 30 de maio de 2020
Cardeal António Marto critica quem exige comunhão na boca apesar da pandemia. "Jesus disse 'tomai e comei'. Não disse 'abri a boca'"

Numa entrevista a um podcast da Companhia de Jesus, o cardeal D. António Marto defendeu que as mãos são dignas de receber a hóstia — ao mesmo tempo que "há tanta sujidade às vezes nas bocas".
“O próprio Jesus disse ‘tomai e comei’. Tomai. Não disse ‘abri a boca’. ‘Tomai e comei, tomai e bebei.’ O gesto de Cristo é expressivo“, disse o cardeal numa entrevista ao podcast Ponto de Viragem, do portal dos jesuítas Ponto SJ.
As declarações de D. António Marto surgem na mesma semana em que foi conhecido um apelo, assinado por 500 católicos, entre leigos e sacerdotes, enviado aos bispos portugueses, mas também ao Vaticano, no sentido de que seja levantada a proibição de receber a comunhão na boca.
“Há tanta sujidade às vezes nas bocas”, disse o cardeal. “Às vezes vejo mãos calejadas a receber a sagrada hóstia e fico comovido. São mãos de trabalho, de sacrifício, de doação à família, de doação aos outros. Mãos às vezes de santos e santas. Porventura mãos santas. Porque é que havemos de dizer que há de ser só na boca?“, questionou.
O cardeal lembra que a “divergência de opiniões” dentro da Igreja Católica não é novidade, mas sublinha que é preciso que os católicos sejam “racionais” e se mostrem “responsáveis”.
“Todas as medidas que a Conferência Episcopal tomou e indicou, todas elas foram dialogadas com as autoridades do Estado e com a DGS”, garantiu D. António Marto. O bispo de Leiria-Fátima deu mesmo o exemplo concreto do que aconteceu em Fátima no 13 de Maio, que, pela primeira vez, ocorreu sem peregrinos fisicamente presentes.
“As pessoas não podem pensar que fiz isso de ânimo leve”, disse Marto. “Quando foi posto em causa se se havia de fazer, por causa das declarações da ministra da Saúde, que num primeiro momento foram ambíguas, aqui choveram centenas de mails a querer que a Igreja manifestasse a sua posição firme. Se os outros fazem, nós também devíamos fazer.”
Porém, o cardeal optou por manter a decisão privilegiando “o bem comum, a dignidade da pessoa humana e o imperativo moral de salvar vidas”. “Como dizia o Papa Francisco, era preciso colaborar com os responsáveis pela saúde pública e respeitar as indicações que nos davam para isso“, considerou D. António Marto.
O cardeal lamenta ainda aquilo que descreve como “uma bulimia dos ritos e a anorexia da palavra”. Ou seja, “a sofreguidão, o apetite sôfrego de consumir ritos, e a falta de apetite para a palavra de Deus“, que encontra em alguns setores da Igreja Católica.
Fonte: aqui
sexta-feira, 29 de maio de 2020
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Sem o Espírito Santo... Com o Espírito Santo

Deus está longe,
O Cristo permanece no passado,
O Evangelho é letra morta,
A Igreja é uma simples organização,
A autoridade é uma dominação,
A missão é propaganda,
O culto é uma velharia e
O agir cristão uma obra de escravos.
Mas, no Espírito Santo:
O cosmos é enobrecido pela geração do Reino,
O homem está em combate contra a carne,
O Cristo ressuscitado torna-se presente,
O Evangelho faz-se poder e vida,
A Igreja realiza a comunhão trinitária,
A autoridade transforma-se em serviço que liberta,
A missão é um Pentecostes,
A liturgia é memorial e antecipação,
O agir humano é deificado.
terça-feira, 26 de maio de 2020
segunda-feira, 25 de maio de 2020
Uma campanha que surpreendentemente cresce. Mau será que nos passe ao lado…
sexta-feira, 22 de maio de 2020
54.º Dia Mundial das Comunicações Sociais : "Boas Histórias"

quinta-feira, 21 de maio de 2020
Iniciativa que merece o meu aplauso
A monja de 95 anos que lançou uma campanha para acabar com as mitras dos bispos

segunda-feira, 18 de maio de 2020
A fé e a ciência lado-a-lado
