“Tudo tem uma duração. Todos temos. Até o papa tem uma duração, lá foi”, ouvia-se ontem nas redes sociais. É o óbvio, apesar de ter sido dito (e sentido) de um modo muito estranho... Recebi a notícia no final da primeira Eucaristia, através de um amigo e, por momentos, voltamos à igreja para, numa oração simples, agradecer ao Senhor o dom do seu pontificado. Na Eucaristia seguinte, numa outra paróquia – a anteceder a Visita Pascal - tivemo-lo presente nas nossas orações e intenções. Sobretudo em ação de graças!
quarta-feira, 23 de abril de 2025
OS PAPAS TAMBÉM MORREM
“Tudo tem uma duração. Todos temos. Até o papa tem uma duração, lá foi”, ouvia-se ontem nas redes sociais. É o óbvio, apesar de ter sido dito (e sentido) de um modo muito estranho... Recebi a notícia no final da primeira Eucaristia, através de um amigo e, por momentos, voltamos à igreja para, numa oração simples, agradecer ao Senhor o dom do seu pontificado. Na Eucaristia seguinte, numa outra paróquia – a anteceder a Visita Pascal - tivemo-lo presente nas nossas orações e intenções. Sobretudo em ação de graças!
segunda-feira, 21 de abril de 2025
"Em Deus vivemos, nos movemos, e existimos"
sexta-feira, 11 de abril de 2025
5 coisas que Jesus nunca disse, mas as pessoas acreditam
Porque está na moda,
Porque é socialmente correto,
Porque a comunicação social e as novas tecnologias insistem e persistem em afirmar, como se fossem deuses,
Porque as pessoas gostam de ouvir o que lhes convém,
Porque a muitos interessa justificar com o nome de Jesus as suas afirmações,
HÁ 5 AFIRMAÇÕES QUE CIRCULAM POR AÍ E QUE JESUS NUNCA PROFERIU.
Veja aqui
quarta-feira, 9 de abril de 2025
"Ter um amigo é bom, vê-lo partir faz sofrer"
"Ter um amigo é bom, vê-lo partir faz sofrer".
Apenas por isto: pressentir claramente que o caminho é errado, não tem saída e acarretará enorme sofrimento para o amigo que o segue.
Mas a liberdade humana acima de tudo...

Mistérios da liberdade humana!
Alguns apoiam, incentivam, concordam, porque é fixe, porque gostam alinhar na onda, porque é socialmente correcto...
Na hora do desastre, muitos destes "assobiarão para o lado", outros olharão de banda, uns tantos rirão de gozo, e outros fingirão que não conhecem a vítima...
Na hora da verdade, a pessoa que caminha deliberadamente para o abismo reconhecerá que o mundo não tem a dimensão do seu umbigo, que na vida não vale tudo, que a ingratidão brutifica, que não se cura uma borracheira com outra borracheira, que há quem nos queira bem e quem nos utilize...
segunda-feira, 7 de abril de 2025
Os padres impecáveis não existem
quinta-feira, 3 de abril de 2025
João Paulo II (1978-2005): O Papa dos paradoxos morreu há 20 anos
João Paulo II. Um longo pontificado.
Veja aqui uma análise deste pontificado.
Concordando ou discordando, há muita objetividade nesta análise.
segunda-feira, 24 de março de 2025
«Uma Igreja que não fala dos problemas das pessoas não pode esperar que os jovens se aproximem» – Filipe Moisés Francisco
Filipe Moisés Francisco, doutorando em Engenharia do Ambiente pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUCP), que se assume como católico praticante, considera que a Igreja deve ser mais interveniente face às questões sociais e políticas do país.
“Acho mesmo fundamental que se fale dos problemas que as pessoas têm hoje, porque uma Igreja que não fala dos problemas das pessoas, voltada, única e exclusivamente para as questões da moral, e que se esquece que o dia-a-dia das pessoas vai muito além disso, as dificuldades das pessoas vão muito além disso, não pode esperar que os jovens se aproximem”, refere o convidado da entrevista semanal Ecclesia/Renascença, publicada e emitida aos domingos."
“Espero que os nossos padres e os nossos bispos façam o seu trabalho e, sobretudo, que se pronunciem mais sobre os problemas dos jovens. Eu não ouço os bispos a falarem dos problemas da habitação, dos problemas da precariedade”, adverte.
O entrevistado lamenta os problemas que os estudantes enfrentam, para encontrar habitação, e considera preocupante a precariedade laboral entre os trabalhadores mais jovens.
Eu acho que nós ainda não estamos a aproveitar suficientemente bem este período em que temos a graça, porque é mesmo uma graça, de termos o Papa Francisco”.
LEIA O TEXTO TODO AQUI
sábado, 15 de março de 2025
sexta-feira, 7 de março de 2025
NEM NA MORTE SOMOS LIVRES!
Um dos fenómenos que mais me inquieta, em quase trinta anos de padre, é o modo como são tratadas (ou destratadas) as pessoas aquando da sua morte. Sobretudo no que diz respeito ao funeral católico. Até porque creio piamente que a sua salvação/condenação não depende de as levar ou não à igreja, ter ou não “missa de corpo presente”… Duas dúvidas existenciais (e provocatórias):
(1) Se o defunto, ao longo da sua vida, nunca quis nada com a igreja, não participava na Eucaristia e da comunidade, vivia como ateu (agnóstico ou pagão), por que é obrigado pela família a ter funeral religioso? Não será uma falta de respeito para com o próprio defunto? Se no exercício da sua liberdade, optou por viver afastado, agora que não fala, não anda, não vê e não ouve (nada pode decidir) outros decidem por ele, contra aquilo que foram as suas escolhas terrenas e os seus critérios de vida? Se fosse comigo, antes de morrer, deixaria bem claro que não permitiria tamanho destrato; ou, se fosse minha responsabilidade organizar o funeral desse defunto, jamais aprovaria essa hipótese. Sempre por respeito ao defunto e consciente de que Deus não faz depender a sua salvação/condenação deste “evento social”.
(2) A segunda dúvida prende-se com a sempre rápida canonização dos defuntos: “era boa pessoa”. Nessora, acontece uma milagrosa amnésia coletiva que leva a esquecer as condutas pouco recomendáveis de alguns defuntos (violento, corrupto, adúltero/infiel, vigarista, mentiroso, viciado, má língua, avarento, preguiçoso, etc.) e vão debitando um rosário de elogios e virtudes que, em alguns casos, me obriga a confirmar se, no caixão, está mesmo o defunto que consta do funeral. Por haver o risco de “errar no alvo” recomenda o Ritual das Exéquias: «Depois do Evangelho deve haver uma breve homilia, evitando, porém, a forma e o estilo de um elogio fúnebre» (nº 79).
É um facto: há muitos a viver longe de Deus, agarrados às suas verdades, paixões, caprichos e prazeres. Vidas mundanas. Não querem saber de Deus, nem da Igreja nem da Missa ao Domingo. Escolhas. Decisões. Quando morrem, mesmo que raramente tenham posto os pés na igreja (e até se rirem e criticarem quem o faz), a família obriga-os a ir. Como se, passar por lá num caixão carregado aos ombros, fosse livre trânsito para o Céu!
sábado, 1 de março de 2025
A Humilhação que Não Foi
Paulo Costa, aqui
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Francisco dançará connosco o seu último tango
Luís Osório, aqui
domingo, 16 de fevereiro de 2025
Morreu Pinto da Costa, o dirigente com maior longevidade mundial, maior currículo europeu e maior história nacional
Morreu Pinto da Costa, o dirigente com maior longevidade mundial, maior currículo europeu e maior história nacional
O FC Porto está de luto pelo falecimento de um nome histórico não só para o clube, mas para todo o mundo do futebol. De 23 de abril de 1982 a 7 de maio de 2024, contaram-se 42 anos e 16 mandatos. Percurso recordista e inigualável do presidente mais titulado de sempre, que aos dragões, termo que cunhou, dedicou quase toda a vida, entre seccionista, diretor para o futebol e presidente. Foram 69 títulos no futebol e mais de 2500 entre todas as modalidades. Transformou totalmente o clube, que de conformado, tímido e receoso se fez marca mundial, com expressão evidente no palmarés internacional, o mais rico do futebol português, com sete conquistas, incluindo duas Ligas dos Campeões. As alegrias que proporcionou aos portistas foram, por si mesmas, também uma das maiores felicidades de Pinto da Costa, que tantas evocava o impacto desses momentos na vida de quem tinha pouco mais por onde sorrir.
Disruptivo e obstinado, de sentido de humor sempre apurado, ironia refinada e orador natural – discursava 20 minutos sem olhar sequer para uma cábula – Pinto da Costa despertava paixões e ódios bem acesos. Foi venerado pela nação azul e branca em nome de um trajeto de sucesso que trilhou fazendo frente a tudo e todos. Rivalidades e disputas que bateram no máximo, à medida que o FC Porto se fazia cada vez maior: de várias formas, crescia na hostilidade, contra tudo e contra todos virou lema. Rodeado, nos primeiros tempos, por nomes de confiança extrema, como José Maria Pedroto, Luís Teles Roxo e Reinaldo Teles, o líder fazia da guerra ao centralismo uma bandeira paralela à azul e branca. Se nunca é só futebol, nos dragões ainda menos e Pinto da Costa nunca se incomodou ou hesitou em ser polémico. Animosidade será dizer pouco sobre as sensações que despertava nos rivais, mas indiferente a ele é que ninguém era.
Escutava várias opiniões, mas a decisão para o homem do leme cabia sempre a Pinto da Costa, que tinha um olho clínico para os escolher. Desde o “mestre” Pedroto a Sérgio Conceição, o mais longevo e titulado em 42 anos, foram poucos os treinadores que saíram do clube sem lhe acrescentar troféus, mesmo aqueles que chegaram às Antas e ao Dragão sem saber o que isso era. Como Artur Jorge, campeão europeu em Viena, em 1987. Bobby Robson, António Oliveira, José Mourinho, Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas, que mais tarde haveria de reentrar no clube com estrondo, foram outros exemplos de apostas arrojadas e bem sucedidas, potenciando grandes equipas e jogadores para a história. Todos se rendiam à visão e palavra do presidente, astuto nos momentos mais delicados. Podia ser uma presença (sempre forte) num treino depois de um mau jogo, podia ser sair ao lado de Fernando Santos depois do Torreense deixar as Antas em choque – meses mais tarde, em 1999, celebrar-se-ia o único pentacampeonato que Portugal testemunhou.
O futebol mudou, vieram as sociedades anónimas desportivas e transferências por valores sempre crescentes. Veio uma Champions, a última ganha fora das grandes ligas, pouco antes de rebentar o processo Apito Dourado. Abanou o clube, mas Pinto da Costa foi absolvido de todas as acusações de corrupção desportiva e os seis pontos no campeonato que tinham sido retirados em 2007/08 acabaram por ser repostos.
Além de um novo estádio e um centro de treinos, chegou um pavilhão e um museu vanguardista. Os títulos continuavam a ser um hábito. O FC Porto potenciava talento, lucrava e repetia o processo, com Pinto da Costa reconhecido por ser negociador exigente.
No entanto, com a lei do tempo, veio também o desgaste. Traços marcantes da gestão viam-se menos e chegou o período mais duro: quatro épocas sem ganhar o campeonato (2014-2017) foram uma eternidade. Uma última investida, à boleia de Sérgio Conceição, repôs a normalidade em campo, mas a massa adepta que com Pinto da Costa se fez exigente e que durante décadas em nele tudo confiou, vaticinou outro rumo. Depois de alguns avisos, nas eleições de 2016 e 2020, o ato eleitoral mais participado de sempre deu a presidência a André Villas-Boas com 80% dos votos e Jorge Nuno, quase uma vida depois, recuperou o nome próprio e voltou a ser só adepto do FC Porto.
Um último livro, “Azul até ao fim”, impactou pela fotografia de Pinto da Costa ao lado do caixão que escolheu para o funeral que pagou do próprio bolso e de forma antecipada. Ao mesmo tempo que abraçou a inevitabilidade da morte com uma naturalidade desconcertante, assumiu mágoas e listou quem não queria presente nas cerimónias fúnebres.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
Para reconhecer uma pessoa INGRATA
Geralmente, a ingratidão comportamental esconde-se atrás da incapacidade de reconhecer o valor das coisas. São corações desprovidos de apreço e muito hábeis quando se trata de aproveitar a bondade dos outros.
Ingratidão: seu impacto no nível interpessoal é enorme e exaustivo. Uma pessoa ingrata é alguém sem habilidades de inteligência emocional e incapaz de se conectar profundamente com os outros. Porque a gratidão é alimentada pela apreciação.
1. A personalidade ingrata apresenta grande cegueira ao investimento emocional dos outros. São figuras que não sabem o que é a valorização dos outros e que nunca exercem essa palavra chamada “reciprocidade”.
2. Os ingratos normalizam e assumem que são sua prioridade e que você terá deferência com eles.
3. É comum que pessoas ingratas enganem primeiro com sua falsa bondade. Esses comportamentos, dominados a princípio pela referida deferência, nada mais são do que um engodo. Eventualmente, tirarão a máscara e agirão de acordo com sua essência: com egoísmo e ingratidão. Mas primeiro eles vão fazer você acreditar que são pessoas de confiança e essa mudança repentina, claro, é vivenciada de forma dolorosa. Perceber que você caiu nessa armadilha é frustrante.
4. É comum observar o seguinte nos ingratos:
- Regulam mal suas emoções.
- Não sabem como resolver conflitos.
- Sua comunicação não é muito hábil.
- Ficam com raiva com mais facilidade.
- Tendem a agir impulsivamente.
- Não percebem suas necessidades
- São pessoas que tendem a reclamar constantemente.
- Tentar agradá-los é frustrante e exaustivo.
- Não importa o quanto você tente, você nunca os verá felizes.
- Sempre menorizam o que você faz por eles.
"Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles." (Victor Hugo)
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
não se perde aquilo que já está perdido nem se afasta aquilo que já está afastado
Fonte: aqui
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - Em 2025, já morreram 4 mulheres!
Todos os anos morrem mulheres às mãos dos maridos, namorados ou ex-companheiros, vítimas de violência doméstica. Mas morrem também às mãos dos filhos e de outros familiares. E os homens também não escapam a estas estatísticas negras.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
É uma opinião...
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais.
Ia para escrever que tudo se resume à implementação (muito se implementa hoje em dia) dos conselhos pastorais paroquias e diocesanos. Mas escrevo antes:
Quase tudo se resume à implementação dos conselhos pastorais paroquias e diocesanos.
É tão pouco.
Fonte: aqui
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
D. AMÉRICO AGUIAR INCENTIVA JOVENS DE TAROUCA A FAZEREM A DIFERENÇA
A abordagem cativante do Cardeal despertou grande interesse junto dos estudantes, que escutaram atentamente os desafios deixados para refletirem sobre o que os torna verdadeiramente felizes e o impacto positivo que podem ter na sociedade.
A sessão contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Tarouca, José Damião Melo, e da Vereadora da Educação, Susana Gouveia. O Vice-Presidente destacou a relevância deste tipo de encontros para o crescimento pessoal dos jovens, sublinhando que “é fundamental proporcionar aos nossos jovens momentos como este, que os ajudam a refletir sobre os seus valores e o papel que podem ter na construção de um futuro melhor”.







