terça-feira, 10 de abril de 2012

Encantos primaveris e delícias pascais





segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pequenos ditadores

Por Paula Torres de Carvalho, in Público 2012-04-09

Aos consultórios médicos chegam cada vez mais "pequenos ditadores" que os adultos já não conseguem controlar. São filhos de pais que têm medo de ser tiranos. Mas as crianças sem limites não são livres, defendem especialistas

"Não vou". "Não quero". "Só faço se quiser". O problema não é uma criança dizer isto. O problema é quando ela faz precisamente o que diz e os adultos já não têm o poder de a contrariar. Não é uma questão portuguesa mas da generalidade das sociedades ditas desenvolvidas. Os consultórios dos pedopsiquiatras e dos psicólogos estão a encher-se de meninos-rei, pequenos ditadores, crianças sem limites, algumas a caminho da delinquência apresentadas por pais aflitos e referenciadas por professores fartos.

Mais do que um problema, a omnipotência destas crianças é um sinal. Tem a ver com a falta de limites que resulta de uma organização social desregrada, sem tempo para o investimento emocional na criança.

A perspectiva da necessidade de construir "uma cultura da diferença de tempos" defendida pelo filósofo e psicanalista francês Raymond Bénévenque, para quem "é no mundo dos adultos que se deve lutar por um outro futuro das crianças", encontra-se nos discursos do médico pedopsiquiatra Pedro Strecht e das psicanalistas Carmo Sousa Lima e Maria Teresa Sá. Por trás do problema das crianças sem limites, identificam a falta de tempo, a velocidade que muitas vezes não deixa pensar. E a incapacidade de pensar dá lugar à depressão que tem como uma das manifestações a chamada omnipotência infantil.

Em educação tem de haver tempo. "Para haver qualidade, tem que haver quantidade e disponibilidade", considera Pedro Strecht. "Os pais passam muitas horas a trabalhar, muitas crianças chegam a estar 10, 11 horas em jardins de infância e na escola. O reencontro no final do dia acontece numa situação de grande vulnerabilidade emocional com crianças cansadas, com birras, com pouco tempo para cumprir as rotinas e com pais extremamente cansados do trabalho, portanto num ponto de desencontro, de choque e de conflito. Pela falta de tempo e pela culpabilidade dos pais em relação a isso, a permissividade aumentou e aumentou aquilo que vários autores chamam os objectos compensatórios, no que respeita tanto a objectos como à própria relação". A delimitação de regras fica para trás e o que se observa muito hoje - diz Pedro Strecht - é que "temos cada vez mais miúdos que num registo familiar não têm estas balizas e que depois transportam para outros registos, a escola, a sociedade" toda a sua inquietação.

A dificuldade de impor e de aceitar limites paga-se "caro vida fora", adverte Maria Teresa Sá. "Os pais têm medo do poder. Como que sofrem de um excesso de democracia [entre aspas]. Há uma perversão, como na democracia. Muitos pais têm dificuldades com os limites porque têm medo de ser tirânicos. Têm medo de ser como os pais, como os avós ou como o modelo que eles intuíram da sociedade antes deles", diz Carmo Sousa Lima.

E os exemplos sucedem-se: na escola, António, dez anos. A professora anuncia: "Hoje é teste". Ele cruza os braços: "Não faço". E não faz.

Em casa: Rita, nove anos, filha única. A mãe diz-lhe para desligar o computador e ir para a mesa jantar. Ela continua imóvel à frente do ecrã. A mãe repete a ordem. A miúda não se mexe. Já irritada, a mãe aproxima-se e desliga o computador. Rita protesta, grita e volta a ligar o computador. Empurra a mãe, não vai jantar.

No consultório médico, Pedro, oito anos, para o pedopsiquiatra: "Olha, já parti portas, um dia se tu quiseres, também posso partir esta do teu consultório... Se quiseres ver..."

O número de casos "é muito significativo e, sobretudo em relação a anos atrás, é muito mais intenso", diz Pedro Strecht.

A importância da autoridade

O que faltou ou o que tiveram a mais estas crianças para se tornarem assim? Strecht recua até aos primeiros tempos da vida da criança e da relação precoce com os pais. Refere o médico psicanalista inglês Donald Winicott e a sua ideia de "holding" para explicar a necessidade do envolvimento da criança "num círculo de amor e de força" juntando o afecto e o investimento emocional à fixação de limites. "Na própria relação com o bebé, é isso que se faz", explica o pedopsiquiatra. "Quando um bebé está inquieto, a pessoa pega-o ao colo, envolve-o fisicamente. A modelação emocional é feita também à custa de um "holding físico". O que acontece depois é que os miúdos vão integrando progressivamente e de forma cada vez mais autónoma o holding emocional sem ser preciso tanto o holding físico, de uma forma cada vez mais auto-regulada". Quando isso não sucede pode querer dizer "que não houve esse holding físico de delimitação, de força, no "sentido de contenção emocional e verbal."

A explicação para as manifestações de tirania por parte destas crianças passa então pela pergunta acerca do que tiveram elas a mais. Como nota a psicanalista Carmo Sousa Lima, "o excesso de sim perturbou a capacidade das crianças tolerarem o não", mas "é o não que faz valorizar o sim e não o contrário". Depois do período de "maravilha" e de "encantamento" que rodeia o bebé nos primeiros tempos, os pais devem educar os filhos para a realidade, defende. "Há aspectos da realidade de que os pais não podem proteger a criança sob pena de esta enlouquecer ou cair nessa omnipotência que agora é tão corrente aparecer nos consultórios". Há pais, mães que "são de uma ansiedade tal que a criança não pode sair de dentro delas e continua a viver numa espécie de uma bolha protectora, mas que a vai destruindo em termos de autonomia e de identidade", diz, sublinhando que "são os limites que protegem a criança".

Ao contrário do que muitos adultos ainda pensam, "uma criança sem limites não é uma criança livre", diz Teresa Sá, psicanalista e professora na Escola Superior de Educação de Santarém. Que se desfaça a confusão: "Uma criança sem limites é escrava das suas pulsões e não é feliz, vive angustiada". Entregue a si própria "não tem outro guia senão a satisfação imediata". Se quer uma coisa, agarra-a, se não está contente, bate. E se, a curto prazo, isto até pode ser agradável, "paga-se caro, vida fora". Teresa Sá explica como. "Constitui-se como um verdadeiro sofrimento psíquico, visto que o sujeito se encontra na impossibilidade de se frustrar minimamente, de dizer não a si próprio, e não somente de dizer não ao educador". O que correntemente se designa por omnipotência, "não é unicamente a vontade de dominar os outros e de não levar em conta senão o seu próprio desejo, mas, de igual modo, a impotência e a impossibilidade de se dominar a si mesmo, de se limitar", esclarece. "Parecendo dono do mundo, o sujeito está na verdade desmunido, pois não se sente dono do seu próprio mundo interno".

Daí, a importância da autoridade na educação. Carmo Sousa Lima fala antes do exercício de um "bom poder". A capacidade de lidar com os limites "é um poder muito bom, indispensável", diz. "Todos temos uma margem de poder que está em tudo. Podemos falar, comer, amar, mas há pessoas que não podem. Há patologias que não deixam. Por isso, a palavra o poder em si própria é uma palavra muito boa, com um sentido muito profundo". O bom poder "é o poder de dizer "não" na justa medida das coisas que são razoáveis dizer que não. E de dizer que sim naquilo que ajuda a criar uma melhor pessoa".

É a autoridade "exercida pelos educadores (pais, professores, instituição) que permite à criança e ao jovem integrar os interditos fundamentais ligados à socialização", salienta Maria Teresa Sá. "Um adulto que permite tudo não é, para a criança, um adulto que lhe dê segurança".As crianças reclamam, aliás, esses limites quando levam os adultos ao limite (a "passarem-se da cabeça e agirem"). É "como se a criança estivesse a levá-los a colocarem limites". E quando isso não se verifica, "pode acontecer que seja a própria criança ou jovem a colocar o limite, em escalada, geralmente com o corpo, caindo, magoando-se, pondo-se em perigo". Sem autoridade "a criança sentir-se-á insegura, deixada só nas perigosas marés da sua impulsividade e destrutividade, abandonada, negligenciada", nota Maria Teresa Sá.

Pedro Strecht alerta, contudo, para o facto paradoxal de, a par da permissividade, existir um regresso ao autoritarismo" e para a necessidade de isso não acontecer. Face às ideias de que, para enfrentar os problemas da educação é preciso uma "educação espartana" e que "antigamente é que era bom", Strecht diz que "não há nada mais falso". "Sabemos que no campo da saúde mental e da infância, isso é absolutamente mentira". E lembra: "Se hoje as escolas estão cheias de problemas, em 1974 a escolaridade obrigatória limitava-se à quarta classe. E se formos ver, há cem anos não havia meninas nas escolas e a maioria da população escolar andava descalça e isso é que era um problema".

Tem de haver autoridade, sim, mas uma autoridade "protectora", defende o pedopsiquiatra. Que proteja as crianças "dos seus próprios movimentos mais primitivos, mais agressivos", nota Carmo Sousa Lima. Uma autoridade com afecto como defende o psiquiatra Daniel Sampaio. Para promover o desenvolvimento e a autonomia. E "passar de uma navegação à costa para uma navegação à distância", sem a perder de vista, exemplifica Pedro Strecht, deixando claro que se não for feito na infância, este trabalho se tornará muito mais difícil na adolescência.
Fonte: aqui

domingo, 8 de abril de 2012

PÁSCOA/2012

Da noite ressurgi pois sou a Vida

Ressuscitou o Senhor, o Homem Novo,
e com o seu olhar resplandecente
da gente cansada fez um povo
para louvar o Pai eternamente


Descrentes os discípulos choraram
junto ao túmulo vazio de Jesus
e pelo jardineiro o tomaram,
cegos no meio de tão intensa luz


Sou Eu! disse o Senhor, porque chorais?
Da noite ressurgi pois sou a Vida
ide pelo mundo, não temais!
dizei a todos que a morte foi vencida.


sábado, 7 de abril de 2012

Feliz Páscoa!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Procissão do Enterro do Senhor

Veja:

- Aqui fotos
- Aqui reportagem e fotos

Das 14:00 ÀS 15:00 horas - JESUS MORRE NA CRUZ.


Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado. Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniqüidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas. (Is 53, 4-5)

A QUINTA PALAVRA

Estendo para vós os braços; minha alma, como terra árida, tem sede de vós. Apressai-vos em me atender, Senhor, pois estou a ponto de desfalecer... (Sal 142, 6-7)

Em seguida, sabendo Jesus que tudo estava consumado, para se cumprir plenamente a Escritura, disse: Tenho sede. (Jo 19,28)

O VINAGRE

Na Minha sede deram-ME vinagre” (Sal 69, 22)

Havia ali um vaso cheio de vinagre. Os soldados encheram de vinagre uma esponja e, fixando-a numa vara de hissopo, chegaram-lhe à boca. (Jo 19, 29)

A SEXTA PALAVRA

“... e por meio Dele o desígnio de DEUS há de triunfar”. (Is 53, 10)

Havendo Jesus tomado do vinagre, disse: Tudo está consumado. (Jo 19, 30)

RASGOU O VÉU DO TEMPLO

Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros... Com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna. (Heb 9, 11-12)

O véu do templo rasgou-se então de alto a baixo em duas partes. (Mc 15, 38)

A SÉTIMA PALAVRA DE JESUS NA CRUZ

Mas eu, confiado na vossa justiça, contemplarei a vossa face; ao despertar, saciar-me-ei com a visão de vosso ser. (Sal 16, 15)

“Jesus deu então um grande brado e disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lc 23, 46)

A MORTE DE JESUS

...Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados - o Justo pelos injustos - para nos conduzir a Deus. Padeceu a morte em sua carne.. (1 Ped 3, 18)

Jesus de novo lançou um grande brado, e entregou a alma. (Mt 27, 50)

“Nisto conhecemos o amor: ELE deu a sua vida por nós.” (1 Jo 3, 16)

“Inclinou a cabeça e rendeu o espírito.” (Jo 19, 30)
Fonte: aqui

quinta-feira, 5 de abril de 2012

QUINTA-FEIRA SANTA na paróquia de Tarouca




Veja AQUI

GOVERNO SUSPENDE REFORMAS ANTECIPADAS

A partir de amanhã e até 2014 estão proibidas todas as reformas antes dos 65 anos (antecipadas) no regime da Segurança Social.
O Governo aprovou a suspensão "imediata" do regime de flexibilização da antecipação da idade de acesso à pensão de velhice, mantendo, porém, esta possibilidade apenas para os desempregados involuntários de longa duração.
O novo regime que proíbe as reformas antes dos 65 anos foi aprovado no Conselho de Ministros de 29 de Março e promulgado hoje por Cavaco Silva, tendo sido publicado ainda hoje no Diário da República.
O diploma é assinado pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Solidariedade e Segurança Social.
A suspensão das reformas antecipadas entra em vigor já amanhã e durará até ao final do programa de ajustamento, ou seja, até 2014.
Os requerimentos que tenham sido apresentados na Segurança Social até à entrada em vigor do diploma serão apreciados de acordo com as regras actuais. Os pedidos posteriores já não serão aceites pelos serviços da Segurança Social, excepto para os desempregados involuntários de longa duração.
Fonte: aqui

Bento XVI condena apelos à "desobediência organizada"

O Papa Bento XVI na missa crismal,
na Basílica de São Pedro, no Vaticano

O papa Bento XVI condenou esta quinta-feira os apelos à "desobediência organizada" de um grupo de padres europeus, considerando que não constituem a via para a renovação de uma Igreja que vive uma situação "muitas vezes dramática".  
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"Recentemente, um grupo de padres num país europeu publicou um apelo à desobediência, dando exemplos concretos sobre a maneira de exprimir esta desobediência", referiu muito directamente o papa a 1.600 cardeais, bispos e padres reunidos na basílica de São Pedro para a solene "missa crismal", que abre o Tríduo Pascal na quinta-feira santa.
Esta contestação, precisou Bento XVI, foi pronunciada para a ordenação de mulheres, a propósito da qual "João Paulo II tinha declarado de maneira irrevogável que a Igreja não tinha recebido qualquer autorização da parte do Senhor".
O papa respondia ao movimento de cerca de 300 padres austríacos "Iniciativa dos Padres", que lançou em Junho de 2011 um "apelo à desobediência religiosa", pedindo reformas na Igreja tais como a ordenação das mulheres e de homens casados.
"A desobediência é um caminho para renovar a Igreja?" perguntou o papa, antes de contestar imediatamente esta concepção, afirmando que "o que é pedido é uma configuração em Cristo, e nisto necessariamente uma transcendência de nós mesmos, uma renúncia à tão elogiada auto-realização".
Bento XVI contestou que a Igreja romana queira "defender de facto, o imobilismo, o endurecimento da tradição", evocando o Concilio Vaticano II de 1962/65, que marcou a abertura da Igreja ao mundo moderno e dos quais foi um dos mais jovens participantes.
"Os elementos da fé, que antes qualquer criança sabia, são cada vez menos conhecidos", denunciou o papa que apelou à leitura da Sagrada Escritura, "que nunca conseguiremos ler e meditar suficientemente".
Na missa crismal de quinta-feira santa, em que se comemora a instituição do sacramento da ordem sacerdotal por Jesus Cristo durante a última ceia, os sacerdotes renovaram as promessas de pobreza, castidade. Durante a celebração foram abençoados os óleos dos catecúmenos e dos enfermos e consagrado o óleo do crisma, os quais serão levados esta tarde pelos padres de Roma para todas as paróquias, onde são utilizados na celebração dos sacramentos do Batismo, Crisma, Ordem e Unção dos Doentes.
O Papa desloca-se na tarde de quinta-feira santa à basílica de São João Latrão, a catedral de Roma, para celebrar a missa da última ceia, durante a qual tradicionalmente lava os pés a doze presbíteros.
Fonte: aqui

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Dois irmãos morreram em câmara frigorífica de fruta

Eram naturais de Formilo, Granja Nova.
Veja AQUIb e  AQUI a notícia.

Paz à suas almas. Profunda solidariedade com a família enlutada.

De cinco em cinco minutos morre um cristão por causa da sua fé

A diretora nacional da fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), Catarina Martins, afirmou esta terça-feira que os mais recentes números provam que os cristãos são os mais perseguidos e discriminados em todo o mundo.
"Há cerca de 200 milhões de cristãos que são perseguidos anualmente e de cinco em cinco minutos morre um cristão por causa da sua fé. A situação é dramática no mundo e nós assistimos a um agudizar das situações”, sublinhou esta responsável, em declarações à Renascença.
Um dos casos mais graves de perseguição atinge neste momento a minoria cristã na Síria, que já levou mais de mais de 50 mil cristãos a fugir para o Líbano.
“Esta ‘primavera árabe’ está a provocar muitas alterações políticas nestes países e os cristãos têm sido vítimas, uma vez que o regime ditatorial passa para um regime de ditadura religiosa”, diz a diretora da fundação AIS.
In agência ecclesia

terça-feira, 3 de abril de 2012

Pais que dão e não dão


(Retirado do facebook)

Portugal é claramente um país de "Chefes"


(Retirado do facebook)

O QUE É A HIPOCRISIA?

Se com alguma coisa Cristo se irritou, foi com a hipocrisia. Hipocrisia significa um juízo que está por baixo, subjacente, uma atitude sorrateira, o parecer e mostrar uma coisa, quando afinal o que se pretende é outra. A hipocrisia dá cabo das relações. E até o próprio, às vezes, já não sabe quem é nem o que quer.
Vasco P. Magalhães, sj, in NÃO HÁ SOLUÇÕES, HÁ CAMINHOS

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Programa da Semana Santa na Paróquia de Tarouca

Veja aqui.

Observação
Fico sempre grato a todos os visitantes que passam também pelo blog da Paróquia de Tarouca.
Peço que o façam sempre.
Basta clicar na imagem da coluna da direita onde diz: "Blog da Paróquia de São Pedro de Tarouca"

O sinal da cruz e a Semana Santa

Esta semana, vivamos a aliança, com Jesus, seguindo-O, no caminho da Cruz. Todos os dias, comecemos por fazer bem o sinal da cruz, ao levantar e ao deitar. Cada vez que o fazemos, devemos recordar que não podemos opor-nos a uma injustiça com outra injustiça, a uma violência com outra violência; devemos recordar que só podemos vencer o mal com o bem! O discípulo de Jesus não responde ao mal com o mal, mas é sempre um instrumento do bem, arauto do perdão, portador da alegria. Se deixarmos o amor de Cristo transformar o nosso coração, então poderemos mudar o mundo.
 Para isso, digamos, todos os dias:
“Senhor,
fazei de mim,
um arco-íris de bem, de harmonia e d’esp’rança.
Ele será um sinal da vossa eterna aliança”!
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Sinal da Cruz

Pelo sinal da santa cruz, livre-nos, Deus nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai , e do Filho e do Espírito Santo . Amen


Observação: Se já se esqueceu ou ainda não sabe como benzer-se e persignar-se (fazer o sinal da cruz), então veja aqui, do lado direito da página.

domingo, 1 de abril de 2012

Saiba o que muda no subsídio de desemprego

As regras de acesso ao subsídio de desemprego mudam a partir de hoje. A prestação vai ser mais baixa e os beneficiários vão recebê-la menos tempo. No entanto, os direitos adquiridos até ao fim de Março estão garantidos. A Renascença tenta esclarecer algumas alterações que vão ser feitas na lei, através da resposta a casos concretos.
VEJA AQUI