quinta-feira, 30 de abril de 2015

1 de maio, S. José Operário e início do Mês de Maria


José, o homem simples, servidor que, com o suor do rosto, sustentou a  sua família.
José, o trabalhador diligente, competente, aplicado, profissionalmente brioso.
José, o homem do silêncio para que as palavras não tirassem a voz às ações.
José, o eterno enamorado de Maria e o pai zeloso de Jesus.
José, um homem de família, disposto a tudo para preservar a integridade familiar.
José, a serenidade de quem se abre ao projeto de Deus e com Ele colabora.


Justo como era, se José vivesse hoje, ergueria a sua voz e empenharia a sua pessoa em favor da dignidade do trabalho e dos trabalhadores.
José dir-nos-ia que o trabalhador não é uma máquina na engrenagem da produção, mas uma PESSOA, que exige ser respeitada nos seus direitos, nas suas capacidades e aptidões.
José lutaria para que todos tivessem lugar à mesa do trabalho com salários justos e tratamento digno.
José diria que é preciso brio profissional, competência na profissão e valorização laboral..
José lutaria contra qualquer forma de menorizar os trabalhadores e contra toda a exploração.
José proporia a abertura a Deus de cuja paternidade deriva a igualdade como pessoas.


Maio, Mês da Mãe.
Maio, escola onde Maria é a mestra.
Maio, jardim e coração onde se derrama, abundante, o amor sempre primaveril de Maria.
Maio, com Maria em oração, para sermos famílias em missão.
Maio afirma que a vida é mais forte do que a morte, que somos chamados a ser apóstolos da vida.
Maio, ao colo de Maria, porque  a dor nos corrói.
Maio, seguidores de Jesus com a Mãe e pela Mãe.

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