quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Bolsa cheia

Procurou-me. Trazia a bolsa cheia. De ideias e de projectos que gostava de ver implantados na paróquia neste novo ano pastoral.
Ouvi atentamente. Depois perguntei se já conhecia o Plano Pastoral da Diocese ao qual o da paróquia tinha que se adaptar. Disse-me que não, que já o tinha procurado no Asas da Montanha, mas ... nada! Informei-a que agora podia encontrar a temática religiosa e paroquial no novo blog que a paróquia possui, o blog da Paróquia de Tarouca ( http://paroquiadetarouca.blogspot.com/), onde aliás já fora colocada a temática do novo ano pastoral, centrada no Ano Sacerdotal e na Eucaristia.
Informei-a ainda que vai ser enviado um esboço do Plano Pastoral a todos os membros do Conselho Pastoral como base de reflexão e de análise tendente à elaboração definitiva do referido Plano em reunião a realizar daqui a 15 dias.
Por isso, sugeri que confrontasse as suas propostas com a temática para este novo ano pastoral e depois as apresentasse aos representantes do seu povo e do seu grupo para eles as trazerem à reflexão do Conselho Pastoral. Disse-me que não sabia quem eram. Valha-me Deus! Então eleitos por voto secreto, divulgados à comunidade ao fim da Missa, anunciados através do jornal paroquial, com o nome no site da Paróquia... e não sabe!? Ficou calada.
Com calma, falei-lhe da função do Conselho Pastoral e da sua importância na vivência da dinâmica da comunhão paroquial. Indiquei-lhe os nomes. Ah! Agora já sabia.
- Então vou dizer todas estas coisas ao meu representante!
- Calma! Pedi-lhe que confrontasse os seus projectos com a temática deste ano pastoral, que tem a ver com o Ano Sacerdotal e a Eucaristia. Depois, os que achar que têm a ver, então apresente-os.
- Está bem. Então vou ver melhor no blog da paróquia e logo vejo.
- Óptimo - respondi.

Realmente é importante que todos conversem com os respectivos representantes no Conselho Pastoral, levando ideias e sugestões. É indispensável que os representantes oiçam os representados. Só assim geramos comunhão e partilha. Mas, não nos afastemos do tema do Ano Pastoral!!!

AVE-MARIA

A vida para mim é como uma mãe

Já partiu há uns anos. Mas nunca esquecerei a riqueza interior que me comunicou. A mim e a todos os que tiveram a dita de o conhecer.
Décadas numa cadeira de rodas, numa total dependência dos outros. Onde o deixassem, ali ficava, já que da cinta para baixo não executava qualquer movimento. Ah! Uma das mão estava paralítica. Para cúmulo, estava algaliado.
Mas era uma pessoa fantasticamente serena e optimista. Gostava imenso de viver e achava a vida linda.
E quando mais tarde teve acesso a uma cadeira ecléctica, era vê-lo pela estrada quando o tempo o permitia. Ia à Eucaristia, acompanhava a esposa ao campo, ia até ao povo para dois dedos de conversa.
Dado o seu estado, ouvia muito a rádio e via televisão. Também gostava de ler e entre outros, a Bíblia era companheira.
- A vida para mim é como uma mãe. Exige sempre mais de mim para eu ter a satisfação da conquista. Veja que até ler me é difícil, pois a posição em que me encontro não facilita nada as coisas. E se o livro cai, lá vai a leitura até que alguém mo levante...
Passava imenso tempo à janela.
- Bendita vidraça! Protege-me do frio e oferece-me a ocasião de sentir a vida. Deus recompense a quem inventou o vidro!
Nunca se queixava, porque achava que havia muita gente pior do que ele. E falava, encantado, da família.
- Oh! Deus nunca falta! Tenho uma esposa maravilhosa que me enche de carinho e atenções, que nunca me viu como um estorvo. A coragem dela é maravilhosa! Olhe que já cá estiveram dois enfermeiros fortes e não me conseguiram tirar da cadeira para a cama. E ela fá-lo sozinha. Não uma vez, mas todos os dias duas vezes! Tenho filhos, genros, noras e netos que não sabem o que me hão-de fazer. Telefonam constantemente, sempre preocupados. O seu desejo era que fosse viver com eles mais a mãe. E ao mínimo alarme, põem-se cá.
Sobre a vida lançava um olhar de poeta.
- É tão bom escutar o canto das rolas, absorver o perfume das flores, observar o saltitar dos pardais e a correria pequenina das formigas, sonhar debaixo da imensidão azul do céu, sentir as pessoas, como formigas gigantes, a movimentar-se, ora em passo apressado ora em passo lento...
O sorriso, a calma, a simpatia com que recebia quem o visitava, a piada fina e elegante, a palavra oportuna que dirigia, a forma nada piegas com que encarava o seu sofrimento... Tudo fazia dele um ser maravilhoso. Disse-lho muitas vezes quando, ao fim da visita, ele me agradecia: "Não agradeça. Eu é que tenho que agradecer. Afinal quem sai sempre mais rico daqui sou eu." E dizia-lho com o coração nas mãos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pai espanca filho na sala de aula por lhe ter tirado 20 euros

Descontrolado por o filho ter tirado 20 euros da sua carteira, ‘António’ (nome fictício) dirigiu-se à Escola Bento da Cruz, em Montalegre, onde o menino de 10 anos frequenta o 5º ano para falar com ele. Amedrontada, a criança fugiu para a sala de aula. António seguiu-o e à frente de toda a turma, e também da professora, esbofeteou violentamente o filho.
In Correio da Manhã

Aqui está uma notícia que nos remete para a educação na família...
Que pensam da reacção do pai? Os castigos corporais terão algum significado educativo? A intervenção do pai foi oportuna ? É pedagógico castigar alguém diante dos outros? Que motivos terão levado aquele pai a agir daquela maneira ? Concordam com aqueles que afirmam que as prisões estão cheias de meninos que nunca levaram uma palmada na hora certa?

Vamos aqui partilhar experiências, saberes, ideias. Partilhe connosco. Obrigado.

Temporal

Upa! Que noite de temporal!
A trovoada abafada parecia um maestro a reger de longe a sinfonia da chuva. Ao sinal dado pelo surdo trovão, aparecia, instantes depois, a orquestra. Forte, impetuosa, em ritmo de marcha. Apostada em ensurdecer os ouvidos aos intranquilos assistentes.
Levantei-me várias vezes durante a noite e a madrugada. A força abocanhante das chuvadas parecia quer derrubar telhados, invadir a parte mais baixa das casas, abalar as árvores que, atónitas, estendiam para o céu as folhas já bastante reumáticas de Outono.
Pelo que me é dado saber, nesta zona não houve prejuízos de monta. Mas na vizinha Lamego, o caso piou mais fino. Estradas alagadas, casas inundadas, crateras nas vias públicas, muros caídos, telhados partidos. O mesmo aconteceu noutras zonas do país.
Há muito que as pessoas suspiravam por uma chuvinha mansa que aliviasse a seca, assentasse a poeira, favorecesse as uvas, refrescasse a fruta, inchasse as castanhas. Penso que, nesta altura, os vários frutos já nada beneficiaram da água abundante vinda dos "mundos superiores". Ao menos refrescou a terra que bem precisava.
Como diz o povo, "manda quem pode e obedece quem deve."

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Apareça! Comente!

Religião, fé, cristianismo, vida paroquial, Igreja, experiências humanas e cristãs, humanismo, tudo o que tem a ver com a dignidade do homem...

Entre no blog: http://paroquiadetarouca.blogspot.com/

Participe!
Obrigado.

Estou reformado!

A partir de hoje estou reformado do ensino.
Pedi a minha reforma antecipada. Chegou hoje. Estou contente.
Claro que "apanhei no corpo" e muito! Isto de reforma antecipada tem os seus custos económicos...
Que motivos me levaram a pedir a reforma antecipada?
- A idade não perdoa. Quer na escola quer na paróquia as exigências são crescentes e, a certa altura, há que fazer opções....
- Há muito desemprego entre a gente nova, mormente no meu grupo (Português/História). Dar o lugar a outro quando o desemprego não pára de crescer, é uma forma de ser solidário...
- O desencanto. Os últimos quatro anos foram de um desencanto total com a política educativa do governo. Aliás, muitas vezes e de formas diferentes o manifestei neste blog. A educação passou, sob o reinado de Sócrates/Lurdes Rodrigues a sua pior fase desde que sou professor. Insuportável! Penso que, infelizmente, o país irá pagar muito caro tanto desaforo...

Neste momento, só quero dizer OBRIGADO a todos os alunos, encarregados de educação, colegas, órgãos de gestão, funcionários de todas as escolas com que me cruzei ao longo destes trinta e tal anos de professor. Com estes nunca tive problemas, felizmente! Com todos aprendi e cresci profissionalmente. Peço desculpa pelas minhas lacunas e falhas. Agradeço imenso todo o que recebi.

E agora?
Preciso de um tempo para me recentrar, reorganizar e reorientar. Um tempo de introspecção e de prospecção. Ajuda-me, Deus de bondade!
Como sempre, gosto muito mais de olhar para o futuro do que para o passado. Tenho saudades do futuro...

"Ninguém se fez, fizeram-nos" ...

Um colega sacerdote disse-me ontem, a brincar, que eu andava sempre triste, de cara fechada.
Sorri.
Não, não ando triste, nem sou triste, felizmente. Aliás, aprecio imenso umas boas gargalhadas quando as circunstâncias as favorecem.
A imagem que posso transmitir tem a ver com o feitio, a maneira de ser. Mas não com o coração.
E como cada um é como é, ou no dizer do povo "ninguém se fez, fizeram-nos", há que aplicar sempre a cada pessoa a orientação do Mestre: "Não julgueis para não serdes julgados."

Por outro lado, há pessoas que disfarçam muito bem e não dão a conhecer o que lhes vai na alma. Penso que a mim, aplica-se ainda a sabedoria popular: "O mal e o bem à cara bem". Às vezes bem tento, mas as pessoas apercebem-se, logo não consigo. Limitações.

Dos nossos antepassados não herdamos só a cor dos olhos ou a forma do rosto. Mas também predisposições psíquicas. A mim calhou-me a ansiedade.
O tempo foi-me ensinando a controlá-la. Mas dominá-la ainda não. E isso reflecte-se tantas vezes na expressão do rosto que apresento...

Só aceitando-nos como somos podemos melhorar-nos. Penso assim e sinto-me bem comigo mesmo, acreditando sempre na boa notícia da conversão evangélica. Aprecio a canção que dou comigo a trautear várias vezes: "Voa bem mais alto, livre sem alforges, sem prata nem ouro..."

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

As datas desta data

O Dia Mundial dos Professores é comemorado hoje, 5 de Outubro, com o objectivo de se chamar a atenção das opiniões públicas para os desafios e as dificuldades com que os educadores se confrontam.
A data, instituída em 1966 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), deve-se ao cumprimento das directrizes que norteiam a formação e as condições de trabalho dos professores.
Ambas organizações estabeleceram directrizes que norteiam a formação e as condições de trabalho dos professores, a participação deles e de seus representantes em decisões educacionais e as medidas que devem ser tomadas em cada país para a qualificação de profissionais e de ambientes de aprendizagem.
A data, segundo a Unesco, é aproveitada para comemorar a profissão, cujo papel na educação de jovens e adultos permanece essencial.
Todos os anos, comemora-se o Dia Mundial do Professor e esta data deve servir para lembrar o quanto é imprescindível, numa sociedade de futuro, o professor, aquele que ensina, através da transmissão de conhecimentos, aquele que educa, através do exemplo que dá, aquele que “marca” com a sua conduta amiga, acolhedora e responsável.
Hoje, ser professor é muito mais que estar ou saber estar na sala de aula.
Cada vez mais, escola é igual a sala de aula, mas também professores, alunos, não docentes, pais e encarregados de educação e uma infinidade de outros nomes.
Para todos os professores no activo, e para aqueles que já estão aposentados, um forte abraço, com muita esperança, optimismo e admiração por abraçarem uma profissão de enorme desgaste, físico e psicológico, a quem tudo se pede, em troco de muito pouco ou, quantas vezes, quase nada.
In http://aquarianus.blogspot.com/

99º Aniversário da Implantação da República
Em 5 de Outubro de 1910, a revolução republicana pôs termo a oito séculos de monarquia. Já lá vão 99 anos.
Agitação, mortes, perseguição e intolerância marcaram esse momento da nossa História Pátria. Sim, a perseguição religiosa foi também uma realidade.
"As perseguições ideológicas, sejam de que tipo for, são produto da mesma génese: a intolerância humana a ideias diferentes. No caso das perseguições religiosas da I República, será curioso atentar que elas se fundamentaram legalmente nas encetadas pelo Marquês de Pombal, sob a égide da Monarquia. Com efeito, logo em 8 de Outubro de 1910, o governo provisório repõe em vigor a legislação pombalina de 3 de Setembro de 1759 e de 28 de Agosto de 1767 sobre a expulsão dos jesuítas, bem como a legislação de 28 de Maio de 1834 que extinguia as casas religiosas e todas as ordens regulares. A história do desvario humano tem destas insuperáveis ironias..." (António, comentando em Mansidão)
Interessa que a serenidade se instale e sejamos capazes de analisar os factos contextuando-os. Sem afrontas nem fantasmas. É que vem aí o centenário da Implantação da República. Cem anos, se criam alguma distância sempre indispensável para a análise serena dos factos históricos, também não são ainda suficientes para encararmos esse espaço de tempo com a lucidez indispensável, até pela carga psicológica e sociológica que tal período repercute nos espíritos.
De um lado, maçónicos, republicanos fundamentalistas e ateus empedernidos tecem loas à República, exaltam as suas medidas e revêem-se nelas. Do outro, monárquicos, ultra-conservadores e católicos mais fundamentalistas tendem a exorcizar a Revolução Republicana, trazendo à tona o cortejo de vários tipos de vitimizados.
Que lucraremos em extremar as posições? O sectarismo resolve alguma coisa?
Penso que o centenário da implantação da República pode ser um momento interessante de nos encontrarmos como povo.

domingo, 4 de outubro de 2009

A memória fotográfica

No seu blog, Vítor Cardoso oferece aos visitantes momentos interessantes captados em fotografia. Neste caso, referentes às Festas de São Miguel.

- Corrida de cavalos
- A campanha política na Feira de São Miguel
- Costumes e tradições presentes na Feira

E ainda mais um ataque que o feroz fogo lançou à nossa Serra.

Veja em:
http://aquarianus.blogspot.com/

Mundo muçulmano

(Enviado por email)

sábado, 3 de outubro de 2009

São prepotentes, arrogantes, encantados consigo mesmos

Nasceram depois de 1970. São prepotentes, arrogantes, encantados consigo mesmos. Estão a ser educados para a auto-estima. E formam a geração eu.
Eis, em síntese, o retrato que Jean Twenge, professora universitária, faz dos jovens e dos adultos jovens da actualidade.

A pulsão para o individualismo sempre esteve alojada no fundo do ser humano. Gilles Lipovetsky já tinha advertido, há vinte anos, que estávamos a atravessar «a segunda revolução individualista».
Só que a tendência para o egocentrismo não tem parado de crescer. Estamos mesmo a sentir a hipertrofia do eu.

A linguagem quotidiana é reveladora. «Quero ser feliz; quero sentir-me realizado; quero encontrar-me a mim mesmo».
As pessoas estão demasiado concentradas em si mesmas. O hábito já é tal que nem nos apercebemos da mudança. Veja-se o que vendem as revistas que falam das chamadas personalidades ou o tempo que se dedica a adornos e a futilidades.

O problema é que esta geração (do eu, do mim e do migo) pende para o egoísmo por razões altruístas. Foi o altruísmo das gerações anteriores que encaminhou tudo para que à geração seguinte nada faltasse.
Mas parece que quanto mais têm, mais querem ter. A sede de ter é insaciável. Há sempre vontade de mais. De mais ter. Apenas. É pena.
http://padrejoaoantonio.blogs.sapo.pt/

Perguntas...

1. Ao ler este belo texto do Doutor João António Pinheiro, algumas inquietações me percorrem a medula.- O egoísmo que marca as gerações mais novas não caminhará de mão dada com o relativismo ético, moral, vivencial? Quando o mundo tem a dimensão do nosso umbigo, então é bom e belo o que nos convém que seja...

- As gerações do "eu" alertam-nos para a necessidade de darmos importância à pessoa humana, trazendo-me a mente o pensamento inglês: "A caridade começa em casa". Cada pessoa é imagem sagrada de Deus, nosso Pai. Cada pessoa é única e irrepetível. Cada pessoa merece tempo e espaço de carinho, atenção, acompanhamento.No tempo da globalização e da grande massificação, não quererão as gerações do "eu" lançar o alerta contra o carneirismo, a diluição da pessoa na massa?

Fantástico! O Douro é único.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Parto, ficando...

Sempre disse e repeti que este pobre blog é exclusivamente pessoal.

Agora mais do que nunca. Com o nascimento do blog da paróquia - http://paroquiadetarouca.blogspot.com/ - tudo o que diga respeito à vida paroquial: informações, relatos, impressões, directrizes, reflexões, etc, passa para aquele blog.

No meu "asitas", ficou eu mesmo, como cidadão, como crente, como padre. Eu. Apenas.

Faço um convite amigo. Vá até ao blog da Paróquia. Partilhe aí também.
Gostava tanto que o blog "Paróquia de Tarouca" fosse uma mesa fraterna de convívio, partilha de ideias, opiniões e experiências, esperança, anúncio e denúncia proféticos...
O amigo (a) pode oferecer-nos a alegria da sua presença.

PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DE TAROUCA RENOVA O SEU SITE

A Paróquia de São Pedro de Tarouca renova o seu site.
Pode ver:

http://paroquiadetarouca.no.sapo.pt/index.htm

Ainda não está totalmente remodelado, mas já dá para ver o seu novo rosto.

TEM:
- Nova disposição de assuntos e temas
- Mais fotografias
- Vídeos
- Pode ouvir música enquanto navega
- A Palavra de Deus acompanha-o enquanto consulta
- Um livro de visitas que pode usar
- Informações históricas
- Uma viagem pelos povos e pelos santuários
- Uma visita à Igreja Matriz
- Os meios de comunicação social que têm a ver com a paróquia
- O Plano pastoral
- E mais...

Ah! Tem agora um blog!!!
http://paroquiadetarouca.blogspot.com/
Convidamos todas as pessoas de boa vontade a usá-lo.

Dê-nos a alegria da sua visita!
Deixe a sua impressão, o seu comentário, o seu contributo!
Muito obrigado.

27º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano B

"Portanto, não separe o homem o que Deus uniu».

«Deixai vir a Mim as criancinhas, não as estorveis: dos que são como elas é o reino de Deus."

O lugar da verdade

"A verdade nunca é injusta; pode magoar, mas não deixa ferida."
(Eduardo Girão)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Magia



In jornal Record