quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Novo ano lectivo: ano novo, vida nova


     O mês de setembro chegou e, com ele, o início de um novo ano letivo!

     No horizonte, novos desafios se perfilam. É tempo de renovar a esperança…

     A esperança que leva as escolas a traçar novos planos, a conceber novas/outras estratégias que lhes permitirão atingir um objetivo comum: a formação dos jovens, como cidadãos de pleno direito, autónomos, solidários, competentes e responsáveis.

     A esperança que  leva os estabelecimentos de ensino a fazer cada vez mais e, sobretudo, melhor, para“serem referência” na vida de cada um…

     Para tal, a escola precisa de todos!

    De professores dedicados, empenhados e competentes.

    De funcionários cumpridores, atentos e disponíveis.

     De pais/encarregados de educação presentes e cooperantes.

     Da comunidade em geral, na ajuda à concretização dos objetivos escolares.

      De Direções de Agrupamento empenhadas em promover o trabalho colaborativo, assente em critérios de transparência, rigor e exigência. 

     De crianças e jovens com vontade de aprender, dotados de espírito de superação, respeitadores e colaborantes, disponíveis para crescerem como cidadãos, que sabem distinguir claramente os tempos da vida, pois há tempo para brincar e tempo para estudar. O estudo não é exploração da mão-de-obra infantil!

 

     Também começarão por estas alturas as catequeses paroquiais. Aqui vale em larga medida o que foi dito sobre a vida escolar.

     Todos juntos, remando em sintonia, somos necessários para ajudar o crescimento na fé dos catequizandos. Cristo é a origem, o caminho e a meta da catequese.

 

      A todos um bom ano letivo e um bom ano catequético de 2016/2017!

Dedicado ao Pai que partiu

ENCONTRO


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Exaltação da Santa Cruz


Tu és rei, Senhor, e o Teu trono é a Cruz.

Tu és rei, Senhor, e Teu reino é o coração de cada Homem.

Tu és rei, Senhor, e estás presente no mais pequeno.

Tu és rei, Senhor, e estás à nossa espera no pobre.

Tu és rei, Senhor, e queres mais o amor que o poder.

Tu és rei, Senhor, e moras em tantos corações.

Tu és rei, Senhor, e primas pela mansidão e pela humildade.

Tu és rei, Senhor, e não tens exército nem armas.

Tu és rei, Senhor, e não agrides nem oprimes.

Tu és rei, Senhor, e não ostentas vaidade nem orgulho.

Tu és rei, Senhor, e a tua política é a humildade, a esperança e a paz.

Tu és rei, Senhor, e continuas a ser ignorado e esquecido.

Tu és rei, Senhor, e continuas a ser silenciado.

Tu és rei, Senhor, e vejo-Te na rua, em tanto sorriso e em tanta lágrima.

Tu és rei, Senhor, e vais ao encontro de todo o ser humano.

Tu és rei, Senhor, e és Tu que vens ter connosco.

Hoje, Senhor, vou procurar-Te especialmente nos simples, nos humildes, nos que parecem estar longe.

Hoje, Senhor, vou procurar estar atento às Tuas incontáveis surpresas.

Obrigado, Senhor, por seres tão diferente.

Obrigado por seres Tu:
JESUS!
João António, facebook

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Se se faz, é porque se faz; se se não faz, deveria fazer-se...



"As pessoas nunca estão contentes", ouve-se.
A insatisfação, por si mesmo, é boa, desde que seja saudável. Mas quando se torna doentia é um problema.
Estar uma pessoa insatisfeita consigo mesma, porque deveria ser melhor, mais criativa, mais participante e colaborante, é ótimo. Cada um de nós dever-se-ia sempre sentir desinstalado, nunca acomodado. Há tanto que cada um poderia melhorar em si mesmo!
Estar alguém insatisfeito com a injustiça, o compadrio, a preguiça, o ram-ram, é ótimo. Quem se acomoda com o mal é cúmplice do mal.
Há os profissionais da contestação. Para estes nada está bem, os outros é que erram. Se se faz, é porque se faz; se não se faz, é porque deveria fazer-se. Tais contestatários fazem da contestação o seu modo de vida. São uns alienados. Incapazes de qualquer compromisso com a vida e a sociedade. Vivem sob os efeitos da contestação dopante.
Há quem passe à margem de tudo. São os que afirmam: "Na minha terra não há nada".  Mesmo que haja muitas e muitas propostas. Nunca aparecem, nunca estão disponíveis, nunca nada lhes agrada.
Há os "cansadiços". Aderem a uma iniciativa para ver como é. Até são capazes de apreciar. Mas cansam-se depressa. Quando se repete a mesma ação, já não aparecem. Parecem libelinhas a saltar de flor em flor. Persistência não é com eles. Mesmo quando não têm que fazer grande esforço nem gastar dinheiro. Instáveis, estão sempre à espera da novidade desde que isso não lhes acarrete compromisso.
Há os enclausurados. Os que vivem em círculo fechado. Os que vivem como a água presa dentro do tanque. Incapazes de se abrirem à fonte e aos campos. Só querem saber da sua vidinha, das suas coisas, da sua família. São associais e, neste campo, anti-humanos, porque o homem é sociável por natureza.
Há os "artistas". Os que só aparecem para o aplauso. Têm que se sentir sempre os melhores, casa contrário ficam de "monca caída". Exigem sempre a ribalta do palco e indignam-se se não aparecem manifestações de louvor e gratidão. Para estes, o mundo tem a dimensão do seu umbigo.
Há os rogados. Para alinharem nalguma coisa, precisam se ser muito rogados, de se sentirem muito importantes. Uma espécie de extraterrestres que vêm fazer o favor de se associar aos humanos.
Há os teóricos. Têm ideias para tudo e mais alguma coisa, mas é para os outros fazerem... Pôr mãos à obra, tocar nas coisas, ser efetivo, não é com eles. Mas de boas intenções está o inferno cheio.
gente de ação. Pessoas que mesmo com consciência dos seus limites, nunca deixam de aparecer, dar o seu contributo, felizes por poder colaborar. Estes NUNCA são demais.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TAROUCA: ALUNOS COLOCADOS NO ENSINO SUPERIOR

Veja aqui

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Pala Câmara Municipal

MUNICÍPIO DE TAROUCA ISENTA PAGAMENTO DAS REFEIÇÕES ESCOLARES PARA PRÉ ESCOLAR E 1º CICLO E SUBSIDIA A AQUISIÇÃO DE LIVROS E MATERIAL ESCOLAR AOS ALUNOS DO 1ºCICLO

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domingo, 11 de setembro de 2016

Passei pela festa de Bodas de Ouro de um casal amigo

Depois de um sábado e domingo absolutamente esgotantes, passei pela festa de Bodas de Ouro de um casal amigo.
Muita gente, boa música, alegria, mesa farta. Sobretudo vi e senti o casal aniversariante muito feliz.
Quando regressei a casa, a festa ainda estava para continuar....
No bacadinho que por lá passei, reparei em expressões de admiração de muitos pela longevidade do matrimónio. É que hoje, "o politicamente correcto" não é um amor sem prazos de duração... O "casa, descasa e volta a casar" é que parece que está a dar. Basta reparar nas manifestações de admiração - quase escândola - de alguns jornalistas quando confrontados com casamentos de longa duração.
No fundo, no fundo, penso que as pessoas admiram, apreciam e louvam os casais que continuam felizes ao fim de 50 anos de matrimónio. Só que isso exige renúncia, espírito de sacrifício, humildade, capacidade de recomençar muitas vezes, perdão, aprendizagem, determinação, namoro... e Deus. E quantos estão para isso?
Parabéns, amigos Dimas e Céu! Longa vida e votos de que continueis a crescer no vosso amor!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

8 de setembro - NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA


Parabéns a Maria
Nesta data querida; ...
Obrigado, Mãezinha,
Por tanta ajuda sentida!



Hoje é dia de festa,
Cantam as nossas almas,
Para Nossa Senhora
Uma salva de palmas!


É com muita alegria no coração que comemoramos o aniversário do nascimento de Nossa Senhora. Uma data muito especial para todos nós que amamos a Nossa Querida Mãe.

Jovens obcecados e dependentes dos telemóveis




Telemóveis  (foto LUSA)
Um estudo feito junto de 207 alunos dos 6.º e 10.º anos de escolaridade, do Porto, e divulgado pelo JN, revela que existe uma ligação afectiva muito forte entre os adolescentes e os telemóveis. Enviam uma média de 236 sms por semana, têm mais de 125 registos na lista contactos e já tiveram, aos 16 anos, em média, mais de três telemóveis. Ao JN, os investigadores falam de «obsessão» e «dependência».


Uma equipa de investigadores da Universidade do Porto, liderados por Pedro Quelhas Brito, professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, decidiu, em Junho do ano passado, conhecer o grau de dependência que amarra os adolescente às novas tecnologias.

Para isso, estudaram alunos de quatros escolas do Porto (duas delas de ensino privado), frequentadas por adolescentes das classes média e alta, e utilizadores regulares do «messenger» (msn). Quelhas Brito explicou ao JN que o msn dá uma ideia do grau de envolvimento «digital» dos miúdos, já que ele implica a utilização de um computador, acesso à Internet, assim como uma rede de amizades para interagir.

Questionados sobre a posse de telemóveis, escreve o JN, a grande maioria dos pré-adolescentes (93,3%) afirmou ter um, enquanto no grupo dos mais velhos todos possuíam telemóvel. Nos dois grupos os aparelhos tinham, na sua maioria, câmara (78% nos pré-adolescentes e 87,4% nos adolescentes). Por outro lado, a maioria dos alunos de ambos os grupos já possuía telemóvel há muito tempo: 69% dos pré-adolescentes tinha começado a usar antes do ano de 2006, enquanto os adolescentes já os usavam antes de 2002.

Quanto ao número de telemóveis, o estudo revelou que 36,5% dos alunos do 6.º ano de escolaridade já tinham tido mais de três telemóveis. O mesmo acontecia a 77% dos adolescentes.

Em relação ao envio de sms, os investigadores chegram à conclusão que os pré-adolescentes enviavam uma média de 84,2 por semana. Já os colegas mais velhos chegavam às 235 sms por semana.

Uma diferença que é justificada pelo número de contactos presentes na lista dos mais novos, uma média de 87,2 contactos, enquanto os mais velhos tinham 125.     

Fonte: aqui 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Cabeça que não tem juízo, o corpo é que as paga...

AS DIABRURAS DO TOI
Toi. Só está bem a pregá-las. Claro que às vezes saem-lhe caras, se saem!...
Naquela manhã soalheira de Inverno, D. Pureza, com a bacia da roupa debaixo do braço, dirigiu-se ao estendal. Esticou os lençóis, toalhas e demais roupa. Entretanto Toi, sentado no chão, observava atentamente a dona. O cordel vazio por cima do estendedoiro, moilha-lhe a cabeça. Era cá um impulso para trepar pelo pau acima e fazer acrobacias no fio!
D. Pureza debanda e o bicho, matreiro e sabidão, acompanhou-a, ronceiro. Mal a patroa desapareceu porta dentro, ó pernas para que te quero!... Corrida doida para o estendal. Subiu ao cordel e, qual artista de circo, fez, durante largo tempo, todo o tipo de acrobacias. Até que um descuido o fez espanejar-se estrondosamente num lençol que ficou encotinhado, sujo e com as marcas indisfarçáveis do seu pelo castanho e branco. Aflito, deu às de vila diogo e foi especar-se no telhado.
A meio da manhã, D. Pureza pegou no regadorzito e foi borrifar a roupa. Toi saltou do telhado e acompanhou-a, caminhando à frente, rabo no ar, como se nada tivesse a ver com o que se passara no estendal.
Ao deparar-se com o estado em que se encontrava o seu melhor lençol, D. Pureza passou-se dos carretos. As marcas do mafarrico do gato eram claríssimas. Vira-se, vem cá trás com a mão e explodem dois valentes estoiros no cerro cilíndrico do Toi, daqueles cujo eco se prolonga até Coimbra. Atordoado, meteu a sexta velocidade e foi curar os ardumes para cima da rede do poleiro.
Não demorou muito tempo a pensar noutra. Mal passaram as ardências, começou a provocar a galinha pedrês que se esganiçava toda, correndo para aqui e para ali como dubadoira em volta dos filhotes. Tanto saltou, tanto cambalhotou que a rede da cobertura cedeu e caiu com estrondo no galinheiro. A pedrês pegou num cacarejar histérico, continuado, aflitivo. Parecia que lhe estavam a arrancar os fígados!
D. Pureza, que varria a casa, apareceu desassossegada à porta com a vassoura na mão. Passou-se de vez. Abriu o portilhol do galinheiro e, logo que o Toi se ia a esgueirar, caíram-lhe na lombada três vassouradas daquelas que fazer miar um hipopótamo.
Com o cerro em labaredas, fugiu para a cardenha onde se aninhou no meio do feno. Que pontadas! Até se lhe secava a boca e nem um miau conseguia soltar. Cansado de estar encotinhado, tentou erguer-se. Mas mal esticou as patas para se espreguiçar, parecia-lhe que os ossos rangiam. Uma dores! Então voltou a enovelar-se e mandou a fome às malvas. Jurou a si mesmo que iria ter juízo, pois o corpo não aguentava mais pagar as palermices da cabeça.
Três dias depois, aparece. Esgalgo, faminto, de vista turva. A dona viu-o, chamou-o e deu-lhe uma sardinha lombuda toda para ele. Consolou-se.
O cão Termudes não sentia qualquer afeição por ele. Mal o via, entrava numa ladradeira medonha, esticando-se todo a ver se lhe conseguia chegar. Valia o forte cadeado e a robustez do tronco da mimosa a que estava preso.
Naquela tarde, Termudes dormia a solto solto na casota e Toi aproveitou para se empoleirar no cima do atarracado tronco da mimosa, de onde se pôs a miar desafiantemente.
O quê!? Podia lá ser! Aquele mini-cilindro ali, no coração do seu território!? Era uma fúria viva, todo eriçado, com a dentola à mostra. Embora mastodonte, por mais que se esticasse, não conseguia chegar ao local onde estava o gato. E, quando se esticou mais, recebeu um par de arrebunhadelas, daquelas de fazer gritar uma pedra.
Completamente perdido, sem consciência do perigo, Bermudes esticou-se ainda mais e, numa das arremetidas, consegue agarrar o bichano por um quadril. Foi o lindo! Arrastou-o para o chão, pôs-lhe as patolas em cima, prendeu-lhe o rabo entre os dentes e há que o fazer girar no ar a uma velocidade superior à de uma nave espacial. Toi pensou que era o fim.
Caiu com estrondo na borda do tanque, deslizando a seguir para dentro da água. Saiu a custo, encharcado, dorido, esfarrapado. Ainda conseguiu olhar para trás e ficou mais sossegado ao ver que o rabo escapara ileso aos dentes do Termudes. Arrastou-se para o quentinho da boca da mina, onde se recuperou durante uns longos e sofridos oito dias.
Qual será a próxima, Toi?

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Santa Teresa de Calcutá

Madre Teresa de Calcutá foi proclamada santa pelo Papa Francisco. A canonização de Madre Teresa é uma das marcas do Ano da Misericórdia e indica ao mundo inteiro o valor de uma vida plena ao serviço dos mais pobres    O Papa Francisco canonizou hoje Madre Teresa de Calcutá, a “santa das sarjetas”. Na homilia (que pode ser lida em português, na íntegra, aqui), destacou, sobre o sentido do trabalho da fundadora das Missionárias da Caridade: “A sua missão nas periferias das cidades e nas periferias existenciais permanece nos nossos dias como um testemunho eloquente da proximidade de Deus junto dos mais pobres entre os pobres.

A acção de Madre Teresa de Calcutá tem sido posta em causa por vários textos, já desde antes da sua morte. Um exemplo mais recente disso mesmo é este texto de Krithika Varagur no Huffington Post, onde se recordam argumentos para criticar métodos, posições e ideias da fundadora das Missionárias da Caridade.

Alguns desses argumentos poderão ser discutidos – a forma como Madre Teresa falava sobre o aborto, por exemplo –, mas não se pode dizer, como se faz no final do texto, que ela deixava morrer pessoas doentes. Antes era alguém que pegava em moribundos que agonizavam nas ruas e no lixo, socorrendo-os e  permitia que tivessem uma morte digna, longe da miséria em que vegetavam. Também se diz que ela será a padroeira de pessoas brancas, mas não de indianos, esquecendo a popularidade de que ela goza(va) na Índia, apesar de ser uma freira católica num país maioritariamente hindu.
Noutra perspectiva, escreveu John Allen Jr., no Crux, que a principal razão para Madre Teresa ser declarada santa é a sua santidade, mas que a sua vida “também tem algo a dizer a outros níveis: a misericórdia tornada prática, a defesa da fé face aos críticos e o papel da mulher na Igreja católica”. (O texto pode ser lido aqui na íntegra, numa tradução portuguesa; aqui pode ser lido outro texto, em inglês, sobre a importância da santidade de Teresa de Calcutá)
Uma das notas da vida de Madre Teresa foi a sua continuada dedicação a uma missão de serviço, apesar de ela própria ter atravessado uma “noite espiritual” e muitas dúvidas de fé.
Fonte: aqui

Senhor do Monte: Festa-convívio da Freguesia

11 de setembro de 2016
A capela do Senhor do Monte é propriedade da Junta da União de Freguesias Tarouca/Dalvares....
Há anos a esta parte, a Junta promove a Festa do Senhor do Monte como um espaço de convívio destinado a todos os cidadãos desta União de Freguesias.
Este ano terá lugar no próximo dia 11 de setembro.
Pelas 14.30h, sai a procissão do Bairro de S. Pedro a que se segue a Eucaristia.
Depois a tarde é de convívio, jogos, música, merenda.
Alinhe neste convívio da sua freguesia.

sábado, 3 de setembro de 2016

Respeitar a Criação - Papa aponta caminhos aos cidadãos, governos, empresas e opinião pública

1. Algumas coisas práticas que cada um de nós pode fazer para respeitar a criação:
“- Utilizar com critérios o plástico e o papel,
- não desperdiçar água, comida e eletricidade, ...
- diferenciar o lixo,
- tratar com zelo os outros seres vivos,
- usar os transportes públicos e partilhar o mesmo veículo com várias pessoas”.



2. “Os governos têm o dever de respeitar os compromissos que assumiram, enquanto as empresas devem responsavelmente cumprir a sua parte, e cabe aos cidadãos exigir que isto aconteça e também se aponte para objetivos cada vez mais ambiciosos”, exorta o Papa.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Meus livros de Verão

Autor sensação do romance histórico. O domínio da Igreja na Europa medieval.A luta pelo conhecimento e a defesa dos dogmas de fé.Uma história de religião, batalhas e alianças. Agosto de 1346. França e Inglaterra estão em guerra. No final da batalha de Grécy, o rei da Boémia, já moribundo, entrega a um cavaleiro francês, Maynard de Rocheblanche, um pergaminho com um misterioso enigma. Este obscuro texto faz referência a uma relíquia preciosa, o Lapis exilii. São muitos os que procuram apoderar-se dele, nomeadamente o ambicioso cardeal de Avinhão e o príncipe Karel do Luxemburgo, ansioso por se fazer imperador. Este é o primeiro livro da trilogia da Abadia.
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
Nascida em Inglaterra, em 1865, Maria Amélia de Orleães, princesa de França, desposa em 1886 o herdeiro do trono português, D. Carlos de Bragança. Aos quarenta e três anos é abalada pelo duplo assassínio do marido e do filho mais velho. Incapaz de evitar a revolução de 1910, é obrigada a exilar-se em Inglaterra e, mais tarde, em Versalhes, onde conhecerá a morte em 1951, aos oitenta e seis anos. Do exílio da sua família ao fracasso do seu próprio casamento, da morte do marido e dos dois filhos aos caminhos da errância, da revolução e da guerra, esta mulher terá conhecido todas as vicissitudes de uma existência romanesca.
A partir da correspondência e do diário da rainha D. Amélia, documentos inéditos pertencentes aos arquivos da Casa de França, Stéphane Bern imaginou as suas memórias, reflexo fiel de uma figura desconhecida da História contemporânea. Assina, desta forma, o seu primeiro romance no cruzamento de duas paixões, Portugal e a história das monarquias europeias, e partilha a excecional lição de vida da rainha D. Amélia.
***
Além destes três livros, outros li, embora de menor fôlego.
Fazem ainda parte da minha mesa de cabeceira outras obras, entre as quais as últimas publicações do P.e Doutor João António Teixeira.
Por necessidade e por curiosidade, vou lendo na internet artigos e informação variada. Mas nada substitui um bom livro.
Com um bom livro só se ganha tempo. Vale a pena ler. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Futebol Clube do Porto: Fechou o mercado e o sentimento é de revolta perante tanta incompetência

Veja aqui

QUANDO OS FILHOS VOAM


Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora.Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.
Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…
Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…
Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas. O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…
Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.
Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.
É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.
É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.
Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.
Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.
Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.
Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.
Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.
Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.
Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.
E não há estrada mais bela do que essa.
RUBEM ALVES, aqui