sábado, 2 de julho de 2016

Com condiscípulos

Hoje almocei com alguns dos meus condicípulos.
P.e Adriano Alberto, Dr. Armando Vilela, Dr. Joaquim Carmo, Dr. Artur Marado.
Dos 56 pequenos que entrámos no Seminário de Resende em 1964, encontrei-me com 4.
É sempre um momento bonito partilhar, recordar, rir, analisar, projetar com gente que fez parte da nossa história.
Num tempo em que as relações humanas vão sendo substituídas pela virtualidade das novas tecnologias, é bom vivenciar momentos presenciais.
Nada é tão humanamente rico com as relações entre pessoas.
Como fim-de-semana para padre não é fácil, foi com pena que eu e o P.e Adriano tivemos que abandonar o convívio mais cedo. Mas dever chamava...
O 1ª dia de novena de Santa Helena exigia a minha presença cedo no local. Trabalho a fazer, contactos a realizar, situações a pensar, imprevistos a solucionar...
Também em Santa Helena encontrei pessoas felizes, recetivas, colaborantes. Santa Helena é uma festa de paz!
Bastante gente na Novena.
À noite, Via Lucis no espaço exterior.


sexta-feira, 1 de julho de 2016

O que muda hoje? IVA mais baixo, tabaco mais caro e 35 horas de regresso

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O início de julho fica marcado pela entrada em vigor de várias medidas previstas no Orçamento do Estado para 2016 (OE 2016), mas que ainda não tinham aplicação, como a redução do IVA na restauração e as 35 horas na função pública.
O OE 2016 entrou em vigor a 31 de março, com algumas das principais medidas orçamentais já em vigor desde janeiro, como a reposição trimestral dos salários da função pública ao longo do ano e a redução da sobretaxa em sede de IRS.
Outras medidas, como a redução do IVA na restauração e a reposição das 35 horas de trabalho semanal na função pública, começavam a ser aplicadas apenas em julho.
O IVA na restauração volta aos 13% a partir de hoje, com exceção do fornecimento de algumas bebidas – onde o imposto sobre o consumo será aplicado mediante a sua natureza -, depois de ter sido 23% nos últimos anos e da grande contestação do setor.
A título de exemplo, as bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias continuam a estar sujeitas à taxa máxima do IVA (23% no Continente, 18% nos Açores e 22% na Madeira), enquanto a água natural, chá, café, leite ficam com a taxa intermédia de 13%.
Também o preço do tabaco aumenta a partir desta sexta-feira, para refletir o aumento do imposto inscrito no OE 2016, que fará subir o preço médio do maço de cigarros para sete cêntimos, segundo estimativas.
As tarifas de gás natural descem a partir de hoje para todos os consumidores, com reduções que oscilam entre os 13% para as famílias e os 20% para a indústria.

Reposição das 35 horas

Os funcionários públicos portugueses recuperam a partir de hoje o horário de trabalho de 35 horas semanais, mas com algumas exceções, após quase três anos a trabalhar 40 horas com forte contestação.
A nova lei prevê a negociação com os sindicatos da função pública das situações de exceção que vão manter por mais algum tempo as 40 horas de trabalho para alguns funcionários, de modo a “assegurar a continuidade e qualidade dos serviços prestados”.
As exceções decorrem de uma norma transitória que permite a reposição do horário semanal de 35 horas ao longo do segundo semestre deste ano nos serviços em que se verifique a necessidade de proceder à contratação de pessoal, nomeadamente na saúde.
Em julho, os funcionários públicos recebem o ordenado com mais uma reversão do corte salarial aplicado desde 2011 aos vencimentos superiores a 1.500 brutos por mês.
A lei, que já está em vigor desde 1 de janeiro, prevê a devolução trimestral das remunerações dos funcionários públicos, sendo que esta reversão foi de 40% nas remunerações pagas a partir de 1 de janeiro, de 60% nas auferidas a partir de 01 de abril e será agora de 80%.
Os cortes salariais deixam de existir a partir de 1 de outubro.
Fonte: aqui

quinta-feira, 30 de junho de 2016

“[É] uma tentação que existe sempre na Igreja: a tentação de fechar-se em si mesma”, afirmou Francisco

Na Oração dos Fiéis do último domingo, rezávamos:
"Para que o Papa Francisco e os bispos a ele unidos
exerçam com alegria o seu ministério de profetas,
em favor do povo santo de Deus,
oremos."
Na Missa da solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, padroeiros de Roma, o Papa alertou para a “tentação” de uma Igreja “fechada”: “[É] uma tentação que existe sempre na Igreja: a tentação de fechar-se em si mesma, diante dos perigos. Mas mesmo aqui há uma brecha por onde pode passar a ação de Deus: a oração”.
Foi Paulo VI que trouxe para o seio da Igreja a imagem. Evangelho numa mão, jornal na outra.
E que continuámos a ver?
Uma Igreja em concha, fechada sobre si mesma, virada para dentro. Os seus movimentos e grupos, a conservação dos  teres e haveres, a organização pastoral, as estruturas... Uma Igreja que fala a si de si mesma.
Quando leio as comunicações de alguns Conselhos Presbiterais, é esta precisamente a ideia que ressalta. Uma Igreja fechada!!! Uma Igreja esquecida do jornal. E como tal, pouco carenciada do Evangelho.
E lá vêm umas pinceladas do "eclesialmente correto".  É preciso acolher as pessoas, ir ao seu encontro, distribuir carinhos e sorrisos... Talvez para esconder a ausência de profecia e seus concomitantes incómodos.


A Igreja só cresce quando se abre ao mundo, aos seus problemas e anseios, à sua fome de justiça social, à necessidade da promoção da dignidade da pessoa humana.
Num interior desta país, sem voz nem vez, nem a Igreja empresta a sua voz às pessoas que a não têm. E penso que isso seria um imperativo do Evangelho.


A água no tanque só se renova quando está ligada à nascente e se abre aos campo que fertiliza. Fechada em si mesma, desligada da fonte, entretida com as suas ondulações, com medo de sair para os campos, essa água apodrece.

Somos contra o aborto não por sermos maus, mesquinhos ou antiquados, mas porque amamos as pessoas. É isso que temos que mostrar ao mundo”, afirmou o cardeal Sean O'Malley.


 Cardeal Sean Patrick O'Malley foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por serviços à comunidade portuguesa.

O Presidente da República distinguiu esta terça-feira o cardeal Sean Patrick O'Malley, conselheiro do Papa, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por serviços à comunidade portuguesa. 
 No final de uma conferência na Universidade Católica de Lisboa sobre "A missão do Papa Francisco e os desafios da Igreja no presente", Marcelo Rebelo de Sousa impôs a distinção ao arcebispo de Boston, dizendo que esta pretende distinguir os serviços prestados à comunidade portuguesa nos Estados Unidos.
O cardeal Sean O'Malley, nomeado pelo Papa para presidir à comissão pontifícia para a protecção de menores, esteve hoje em Lisboa para falar sobre a missão de Francisco e os desafios da Igreja.
Mais misericórdia e menos moralismo é a novidade deste pontificado do Papa Francisco, na leitura do arcebispo de Boston. E deu o exemplo do aborto.
“Algumas pessoas pensam que o Santo Padre deveria falar mais sobre o aborto. Tenho para mim que ele fala do amor e misericórdia para dar a todos o contexto dos ensinamentos da Igreja sobre o aborto. Somos contra o aborto não por sermos maus, mesquinhos ou antiquados, mas porque amamos as pessoas. É isso que temos que mostrar ao mundo”, afirmou o cardeal Sean O'Malley. 
Fonte: aqui

terça-feira, 28 de junho de 2016

Há escolas a passar estudantes com 7 negativas


Em algumas escolas do Ensino Básico, os alunos podem passar mesmo tendo sete negativas, enquanto noutras chumbam com três negativas, algo que acontece devido ao carácter excepcional da retenção e da diferente interpretação que é feita do conceito.
No Agrupamento de Escolas Poeta Joaquim Serra, no Montijo, os alunos não são, por norma, retidos até chegarem ao 9º ano de escolaridade, com excepção das situações em que há excesso de faltas ou problemas comportamentais.
O presidente da Associação de Pais do agrupamento, Mário Novais, refere ao Público que “todas as escolas do Montijo fazem o mesmo, porque o critério não é do estabelecimento escolar, mas sim do despacho ministerial que atribui à retenção um carácter excepcional”.
A retenção é aplicada a título excepcional nos 2º, 3º, 5º, 7º e 8º anos, porque não são anos de fim de ciclo educativo.
Assim, “há alunos que acabam por transitar de ano com cinco ou sete negativas”, constata Mário Novais, lamentando ao jornal que isso “não motiva os alunos” para melhorarem.
O facto de este critério “excepcional” não estar claramente definido e depender da interpretação que cada escola faz dele causa discrepâncias entre estabelecimentos, havendo por um lado os que chumbam com três negativas e, por outro, os que passam os estudantes mesmo que tenham seis ou sete negativas.
“Só no final de cada ciclo é que existem critérios nacionais definidos por lei para a retenção dos alunos”, explica ao Público o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima.
O mais recente despacho sobre a avaliação dos alunos, publicado a 5 de Abril deste ano, especifica apenas a retenção como norma nos casos de excesso de faltas.
A tendência das políticas educativas para a redução das retenções explica-se com a ideia de que são ineficazes em termos de aprendizagem, além de serem caras para os cofres públicos.
Fonte: aqui

segunda-feira, 27 de junho de 2016

" A nossa linda menina"

No contexto do tempo e do lugar, a família do Florindo e da Abília era abastada, unida e alegre. Foi a primeira família da terra onde entrou um gira-discos e a primeira a possuir um automóvel. Do seu casamento nasceram quatro filhos, dois rapazes e duas raparigas.
Tirando o anoitecer em que daquele lar saía o murmúrio da oração do terço e o merecido descanso nocturno solicitado pelo árduo trabalho diário, os restantes momentos do dia eram de boa disposição naquela família.
- Parece o palácio do riso! - comentavam alguns que ouviam as gargalhadas ao passar na rua.
- É a boa consciência que os põe assim! - sentenciavam outros.
Havia ali algo que saía dos parâmetros normais. Muito unidos, mas com imenso respeito pela liberdade de cada um, o que provocava interrogações ao comportamento estandartizado da terra.
- A tua mãe deixa-te sair sozinha com o teu namorado? - perguntava a velha da Rua dos Alguidares à Rita, sempre atenta aos desvios dos mais novos, porque "o perigo está em todo o lado".
- Ó tia Lúcia, se eu não me guardar, ninguém me guarda! Esteja descansada que eu sei o que faço...

Entre os quatro irmãos, a Rita era a mais dada, a mais respeitada, a mais alegre e a mais disponível para ajudar.
Era preciso dar injecções em pessoas ou nos animais? Era à Rita que se recorria. Era preciso começar os cantos na Missa? Era a Rita que o fazia. Havia um casamento ou uma festa  na aldeia? Era à Rita que se pedia que orientasse as coisas.
Ela era a "filha do povo", o "ai-Jesus" da povoação. Podiam estar os homens na taberna, a jogar, a beber e a conversar, mas se a Rita entrava para dar algum recado ou efectuar compras, os chapéus desciam nas cabeças, ouvindo-se mal fosse avistada: "Senhores, cuidado, vem aí a Ritinha!" E as línguas travavam a fundo para não sujar a "nossa linda menina".
Ao domingo à tarde, os filhos da Abília animavam a festa na eira. O mais velho tocava acordeão, onde rufavam as "modinhas" que o povo tanto apreciava. A Rita não parava um instante. Ora se juntava aos irmãos a cantar, ora redopiava pela eira numa dança elegante e irrepreensível.
Nunca o festival acabava, já Sol entradote, sem que o povo lhe pedisse:
- Menina, um fadinho da Amália! E a voz saía, profunda, sentida, linda, sãzinha. O povo estremecia e umas lágrimas comovidas banhavam as caras enrugada das velhas, para tudo terminar com uma acalorada e calorosa salva de palmas.
Se no calor da festa, chegava aos seus ouvidos algum palavrão de algum rapaz mas inadvertido, a Rita aparecia:
- Zé, doem-te os dentes!?
- Desculpa, Rita, foi sem querer...
Nos momentos mais lancinantes da vida, era a ela que as pessoas se dirigiam.
- Pai, é preciso que pegue no carro e vá  levar a Ana Biscoiteira ao hospital.
- Mas, Rita, o trabalho? E a despesa com a gasolina?
- Pai, desta vida só levamos o que damos, nunca o que temos!
E Florindo atirava com a sachola para o lado e lá ia à garagem pegar no carro para prestar auxílio à doente.
Pela estrada de terra batida, esburacada pela inclemência do Inverno ou pelos chiantes carros de bois, o pobre do veículo parecia um saltimbanco, fazendo o estômago vir às portas da boca várias vezes e pondo a cabeça a jogar ping-pong com o tecto. O que levava sempre a Rira a exclamar quando chegavam ao hospital:
- Se ainda não morreu da doença nem das aflições do carro, de certeza que tem cura!

Uma coisa a Rita não suportava: falar ou ouvir falar mal de alguém.
- Preciso dos ouvidos e da língua para coisas bem mais importantes! - comentava com ar sério sempre que alguém a sondava para a má língua.

Pancrácio Cara Linda

Pancrácio Cara Linda possuía a única taberna da aldeia. Pela sua maneira de ser, áspero e impaciente, era conhecido por Trombudo ou Espanta Clientes. Era um mastodonte, mal encarado e rabugento. De tal maneiras que as crianças se arrepiavam sempre as as mães as enviam à venda para fazer qualquer compra.
Realizava-se a Procissão da Senhora de Fátima na terra. D. Maria Gostava dos Prazeres e Morais precisava de velas para a família levar na procissão. Pediu aos filhos que fossem por elas à venda. Todos torceram a cara menos o Melchior. E lá foi o rapazito. Chegado à tasca, disparou para o taberneiro na sua inocência:
- Senhor Trombudo, tem belas bentas? (Os beirões confundem o B com o V).
Nem me atrevo a citar aqui o rol de asneiras e disparates que o Pancrácio vomitou por aquela bocarra fora... Os amigos leitores adivinhá-los-ão facilmente. O pequeno ficou com as orelhas a arder por mais de um mês!
Atávico pelo emaranhado do palavreado exaltado e truculento, o pobre do Melchior desejava sobretudo que um buraquinho se abrisse para desaparecer.
Perante o ar parado do miúdo, que interpretou como desafio, Pancrácio abriu a portinhola do balcão e preparava-se para vir cá trás com o seu enorme pezão para o estoirar contra o rabiosque do pequeno, não fora um último assomo de coragem que o levou a fugir a duzentos à hora. Com a raiva espumejante que o possuía, o Espanta Cientes teria sido bem capaz de fazer aterrar o garoto no Algarve!!!

domingo, 26 de junho de 2016

UMA TARDE NA LAPA

Na tarde deste domingo, acompanhei os catequistas da Paróquia de S. Pedro de Tarouca até Nossa Senhora da Lapa. Com eles rezei, reflecti, analisei, projectei, convivi.
(Ver aqui)
Há lugares que me marcam de forma especial por experiências passadas, pela envolvência que proporcionam, pela paz que transmitem, pela elevação do espírito que proporcionam. A Lapa é um desses lugares.
Meus antepassados ali foram e rezaram muitas vezes. Ali fui levado ao colo de minha mãe, quando aos 8 meses de vida, dando os primeiros passos, entornei sobre mim um pote de água a ferver, tendo ficado num estado lastimável e cujas marcas do evento perduram ainda no meu corpo; por lá passei muitas vezes ao longo da vida; aí fiz uma experiência cristã marcante quando, há anos, preguei na novena de agosto.
Depois na Lapa encontram-se sempre amigos e conhecidos. Hoje não fugiu à regra.

sábado, 25 de junho de 2016

1º Dia das Festas de S. Pedro 2016

DESFILE DA MARCHA DE S. PEDRO
com que se abrem as Festas
Missa na Capela de São Pedro, Bairro de São Pedro
Ver programa completo das Festas: aqui

Britânicos querem segundo referendo

Mais de um milhão de cidadãos já subscreveu petição.
Veja aqui

A Igreja que somos

Bombeiro e porteiro de bares vai ser padre
Foi bombeiro voluntário durante seis anos, culturista, segurança e até porteiro de discotecas. Fernando Rafael Rocha - que não teve qualquer prática religiosa até que, já adulto, foi batizado - vai este domingo ser ordenado padre, aos 37 anos, na sua cidade natal, em Quarteira.
"Tive uma juventude normal, sem ligação à igreja, gostava de ginásio, festas, sair, namorar, conhecer o Mundo, e foi essa a minha vida até que algo foi despontando de forma diferente", relatou ao CM o diácono Fernando Rafael Rocha, acrescentando que aos 24 anos a namorada de então "começou a falar em casamento e em constituir família", mas ele não se "sentia capaz de corresponder ao que ela pedia".
"Comecei a refugiar-me, a procurar a solidão e a oração e a partir daí foi uma constante busca", explica Fernando Rafael Rocha. Quatro anos depois, acabaria por se batizar e entrar para o Seminário Diocesano. Para trás, deixava um período de grande dedicação à musculação e a ligação profissional à atividade da segurança, particularmente em espaços noturnos. "Fiz musculação durante anos e os meus amigos trabalhavam em bares e discotecas. Também eu cheguei a fazer umas noites na discoteca Kadoc e em alguns bares a fazer porta, mas nunca tive problemas". Além de Rocha, também José Chula, natural de Monchique, vai ser ordenado sacerdote, na igreja de São Pedro, em Quarteira, às 17h00 de domingo.
Fonte: aqui

Este ano, as vinte dioceses portuguesas vão ordenar apenas 25 sacerdotes
A crise de vocações voltou a bater à porta da Igreja Católica. Este ano, as vinte dioceses portuguesas vão ordenar apenas 25 sacerdotes, menos 15 do que no ano passado e menos dez do que a média dos últimos dez anos.
Em contraciclo está apenas a Diocese de Lisboa, que, este domingo, em cerimónia a realizar no Mosteiro dos Jerónimos presidida pelo cardeal-patriarca, D. Manuel Clemente, consagra sete novos presbíteros diocesanos e um da congregação dos Paulistas.
Este domingo há festa também nas dioceses do Algarve e de Viseu, (acrescente-se também Coimbra,  onde ordenados 3 presbíteros, NR) mas aqui com menor número de ordenações: duas e uma, respetivamente. O caso do Algarve é até o mais extraordinário, dado que é a primeira vez, na última década, que o bispo, D. Manuel Quintas, ordena dois padres.

Esta quebra nas ordenações foi generalizada, mas sentiu-se também em dioceses tradicionalmente produtivas, como Braga, que este ano não terá padres novos. No Porto, por exemplo, são três os padres a ordenar este ano.
Fonte: aqui
 
Nota: Este ano a diocese de Lamego não terá ordenações sacerdotais.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Reino Unido votou "Sim" à saída da União Europeia

* As consequências deste resultado já estão a fazer-se sentir
* David Cameron anuncia demissão depois de Brexit ganhar
* A vitória do Brexit pode, no entanto, provocar uma desintegração interna, nomeadamente, processos de referendo da Escócia e Irlanda do Norte sobre a pertença ao Reino Unido...
* Reações da Europa à saída do Reino Unido da UE
* Saída do Reino Unido pode demorar sete anos
* Eurocéticos e extrema-direita aplaudem resultado do referendo

Veja AQUI

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A União Europeia, Brexit e abanões

Na quinta-feira os eleitores do Reino Unido serão chamados a votar num referendo sobre o “Brexit”, ou a saída do Reino Unido da União Europeia. Se saírem, toda a UE poderá desmoronar.
Leia aqui o texto.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Quando Cristiano Ronaldo atirou o micro do jornalista para o lago

Veja a notícia aqui

E Daí?
Confesso que não apreciei o gesto, nem me parece correto.
Mas tento compreender. Este jornalismo, feito carracice permanente, é de pôr os cabelos em pé, mesmo aos mais calmos cidadãos. Este jornalismo que não liga a meios nem respeita as pessoas para obter mais audiências é abominável. Este jornalismo "pimba", mexeriquento, invasivo, para quem vale tudo, sem respeito pela privacidade da pessoa nem pela situação pela qual passa, é detestável.
À custa de tanto lidar com a comunicação social e do conhecimento que vão tendo dos meios que alguns jornalistas usam, tento perceber as reações de algumas figuras públicas que, sendo humanas, não terão sempre "nervos de aço."
Há dias li que um povo que faz do Correio da Manhã o seu jornal de referência, das telenovelas, do futebol e do facebook os seus passatempos favoritos só pode ser um povo culturalmente atrasado. Confesso que tendo a concordar.
O Correio da Manhã é o jornal das desgraças que explora até ao tutano; as telenovelas e o futebol como alienação; o facebook como explosão de superficialidade, do efémero. Parece que o facebook só exige olhos e emoção, só isto é que conta, é que recolhe "gostos", é que atrai "amigos"... Qualquer tema que postule alguma leitura, alguma reflexão, certa análise, é passado em frente...
É o povo que temos, mas é o povo que não gostaríamos de ter.
É possível ser diferente? Claro. Há muito caminho para andar. É preciso que se percorra.

terça-feira, 21 de junho de 2016

QUEM SAI DA IGREJA POR CAUSA DE PESSOAS, NUNCA ENTROU LÁ POR CAUSA DE JESUS


A GENTE DEVE IR À IGREJA POR CAUSA DE JESUS E NÃO POR CAUSA DO PADRE, MINISTRO OU SEJA LÁ QUEM FOR. O SER HUMANO É SEMPRE PROPENSO A DECECIONAR-NOS. JESUS É O ÚNICO QUE NÃO NOS DECEPCIONA.
CONSTRUA SEU CASTELO SOBR A ROCHA QUE É JESUS E NÃO NA AREIA QUE SÃO OS HOMENS.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Começa hoje o Verão

Não é frequente, mas acontece. Este ano, o Verão começa a 20 de Junho. Às 22h34, acontece o solstício.

domingo, 19 de junho de 2016

sábado, 18 de junho de 2016

Tarouca - Congresso da Cidadania 2016



Sábado, 18 de junho, Auditório Municipal de Tarouca. Congresso da Cidadania.
As pessoas estão disponíveis para apoiar, defender e desenvolver projetos e causas.
A discussão estéril e maçuda não as atrai, de todo.
Por isso, hoje em Tarouca, quem mandou foi o povo. Na forma de intervir , na apresentação e votação dos projetos.
As elites tardam em perceber que o mundo mudou e que há urgência na proximidade e informalidade.
O concurso cidadão participa foi muito bom!
A votação que é feita por prémios , a primeira para o primeiro, outra para o segundo e uma outra para o terceiro, provoca resultados interessantes, nitidamente evidenciando as dinâmicas de apoios entre várias associações.
Bonito perceber que a democracia é feita de entendimentos e de partilha de apoios.
Participar neste concurso de projetos é um ato de cidadania muito relevante e de grande significado.
Todos foram extraordinários!
TAROUCA, assim, com a participação dos cidadãos, tem mesmo mais vida!
Esta obra, de fazer participar os cidadãos, é a obra que a Assembleia Municipal pode fazer e que nos enche a alma!
In Domingos Nascimento, Facebook