O Zé, a Sofia e o Nelo frequentam o 5º ano. Colegas desde o Infantário, são como irmãos, dão-se lindamente e movem-se num espírito de cumplicidade confiante.
Naquela tarde, os três encontraram-se na casa do Nelo para realizar um trabalho de grupo para a escola. Trabalham lindamente em grupo apesar de serem temperamentalmente muito diferentes. Em trabalho não brincam, assim se habituaram e nesta orientação estão a crescer. Mas terminada a tarefa, aproveitam o tempo para longas conversas sobre os mais variados temas e para intermináveis brincadeiras.
Naquele dia a conversa versou sobre a família que os três apreciam demais, mas da qual se queixam pelo pouco tempo que os pais lhes dedicam.
Sempre mais espontâneo, o Zé foi o primeiro:
- Quando chega do trabalho, o meu pai lancha e vai para o café, regressando a casa para o jantar. A minha mãe cuida das tarefas da casa e vai espreitando a telenovela da hora. Manda-me para o quarto fazer os deveres e se lhe vou dizer que já os fiz, diz-me para ir ver televisão ou então que vá para o computador. Estais a ver. Ela não quer quem a distraia da telenovela. Depois jantamos e o meu pai não quer barulho nem conversas, porque quer ver e ouvir as notícias. Entretanto obrigam-me a ir para a cama. E é assim quase toda a semana.
A Sofia ouviu e tomou a palavra:
- O meu pai não perde tempo, gosta de estar sempre ocupado. Mal chega do trabalho, vai para o campo ou então dedica-se a consertar coisas em casa. A minha mãe não despega do telemóvel. Está a fazer o comer sempre com o telemóvel encravado entre o ouvido e o ombro. Não sei quem tanto tem que conversar! À refeição não querem barulho porque a um ou a outro sempre dói a cabeça. Mal comemos, mandam-me logo para o quarto ver TV ou navegar na net até à hora de ir pra a cama. E é quase sempre assim toda a semana.
O Nelo, que ouvira atentamente os colegas, deixa o seu testemunho:
- O meu pai é diferente. Chega a casa e vai ajudando a minha nas tarefas de casa. Os dois entendem-se muito bem e gostam de se ajudar. Parecem um casalinho de namorados. Não gostam de estar um longe do outro. Só que comigo.... Sabeis? São chatos, parecem polícias. Querem saber tudo o que se passou comigo na escola, quem são os meus amigos no face, para quem mando mensagens, como gastei o dinheiro, com quem converso no skype, que páginas visito na net, com quem andei a brincar... Todos os dias um interrogatório que se prolonga pela refeição. Depois tenho aquele tempo para estudar e estou proibido de ter o telemóvel comigo, de ter a televisão e o computador ligados. Só me posso ausentar para o meu quarto depois de todos terem comido e de ter ajudado a levantar a mesa. Que seca! Ah! E à horinha, lá está um deles a dizer-me que está na hora da higiene para ir para a cama. Sem qualquer tolerância.
- Ouviste o disse na aula o prof. de Português? - perguntou a Sofia. - Para haver comunicação tem que se saber ouvir e poder falar.
- Pois, mas os nossos pais ou não falam ou só falam - concluiu o Zé. Às vezes penso que a minha família é só para as pessoas lá irem comer e dormir. Gostava tanto de brincar, ouvir umas histórias, falar do futuro, dizer o que sinto... Mas os meus pais não estão para aí virados. Nem ao fim de semana! Eles lá vão à vida deles e eu fico sozinho em casa.
- Os meus pais controlam-me completamente - frisou o Nelo. - Importam-se muito comigo, é verdade, mas eu não queria pais-polícias, queria pais que fossem também companheiros, amigos, com quem me sentisse bem a partilhar o que sinto, o que penso e o que vivo.
sábado, 16 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
O JOVEM PRECISA DE QUEM O AJUDE, NÃO DE QUEM O IMITE
(sobre os últimos episódios de violência juvenil)
Não é inédito, mas é cada vez mais preocupante.
As imagens são arrepiantes e os factos aterradores.
Jovens agridem jovens, jovens deliciam-se a ver agredir jovens, jovens (muito possivelmente) matam jovens.
Dir-se-á que sempre foi assim e que, no passado, até terá sido pior.
Acontece que ao passado já não podemos acudir. Aos prevaricadores de outrora já não conseguimos corrigir.
O mal não é só o que foi feito no passado. O mal é também o bem que (não) está a ser feito no presente.
Esquecemos, muitas vezes, que a maior ajuda que podemos dar aos novos é educá-los, não imitá-los.
Há quem goste de parecer jovem mesmo quando a idade já é de adulto. Se até os adultos gostam de parecer jovens, que vontade terão os jovens de ter atitudes adultas?
Se os adultos não amadureceram, como esperar que os mais jovens amadureçam?
Educar é superar o que se é; é corrigir muito do que se faz; é introduzir o diferente. É ponderar para lá dos impulsos.
O panorama geral é pouco animador.
Mas, atenção, há jovens excepcionais. Há jovens que são um verdadeiro exemplo até para os mais crescidos.
E, graças a Deus, ainda são muitos!
Fonte: aqui
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Concerto na Igreja de São Pedro - Tarouca

A Associação Filarmónica de Tarouca tem o prazer de convidar todos sócios, simpatizantes e o público em geral a assistir ao concerto que se realizará no dia 22 de Maio na Igreja de São Pedro. Este concerto está inserido na angariação de fundos para o Centro Paroquial. Estão todos convidados.
Frederic Cardoso disse:
"No próximo dia 22 de Maio terei o prazer de interpretar na Igreja Matriz de Tarouca, minha terra natal, o Concerto de K. Kurpinski com a Associação Filarmónica de Tarouca.
Estão todos convidados."
(In faceboook)
Estão todos convidados."
(In faceboook)
quarta-feira, 13 de maio de 2015
"Não tenho tempo!..."
É capaz de passar horas no cabeleireiro à conversa com os amigos...
Mas para rezar não tem tempo...
É capaz de participar em todas as atividades desportivas marcadas para o domingo...
Mas diz que não tem tempo para ir à Missa...
É capaz de passar tempos infindos no café a beber, jogar, falar dos outros...
Mas diz que não tem tempo para ir a uma reunião de formação...
É capaz de passar horas frente à televisão a ver a telenovela ou o jogo de futebol...
Mas não tem tempo para rezar com os filhos...
É capaz de passar o fim de semana em passeio...
Mas nunca tem tempo para colaborar na vida da comunidade...
É capaz de gastar horas em frente de um computador ou de outras novas tecnologias...
Mas não tem tempo nem disposição para o diálogo, a brincadeira, a convivência com a família...
Está sempre disponível para um piquenique...
Mas nunca tem tempo para ir ao Mês de Maria ou outra oração comunitária...
Não tem vergonha de se emborrachar, de ir a todas as tainas, de frequentar "as meninas"...
Mas tem vergonha de se identificar e agir como cristão...
Tem todo o tempo para a "má língua"...
Mas nunca tem tempo para o compromisso em prol dos outros...
Tem todo o tempo para denegrir e atacar a Igreja...
Para se desculpabilizar dos seus deveres de batizado que não cumpre...
É capaz de gastar o que tem e não tem nos copos, nos vestidos, na aparência...
Mas não tem disponibilidade para ajudar os pobres nem para colaborar no bem comum...
É capaz de chorar e exigir tudo no funeral do pai...
Mas quando o pai precisou dele, não teve tempo...
É capaz de se entusiasmar perante um gesto do Papa Francisco...
Mas quando Francisco diz algo que o incomode, nem liga...
Nunca se interroga de onde veio, o que faz aqui e para onde vai...
Porque está demasiado preocupado em gozar a vida...
É capaz de se indignar com Deus perante o sofrimento...
Mas é incapaz de saber escutar e acolher os planos de Deus...
É capaz de exigir tudo à escola ou à catequese...
Talvez para de desculpar do mau exemplo que é para os filhos ou do mau educador que é em família...
Indigna-se com o bullying e outras formas de violência que acontecem nas escolas e na sociedade...
Mas em casa e com os amigos é capaz de ser superviolento, esquecendo-se que há palavras que ferem mais do que balas...
Mas para rezar não tem tempo...
É capaz de participar em todas as atividades desportivas marcadas para o domingo...
Mas diz que não tem tempo para ir à Missa...
É capaz de passar tempos infindos no café a beber, jogar, falar dos outros...
Mas diz que não tem tempo para ir a uma reunião de formação...
É capaz de passar horas frente à televisão a ver a telenovela ou o jogo de futebol...
Mas não tem tempo para rezar com os filhos...
É capaz de passar o fim de semana em passeio...
Mas nunca tem tempo para colaborar na vida da comunidade...
É capaz de gastar horas em frente de um computador ou de outras novas tecnologias...
Mas não tem tempo nem disposição para o diálogo, a brincadeira, a convivência com a família...
Está sempre disponível para um piquenique...
Mas nunca tem tempo para ir ao Mês de Maria ou outra oração comunitária...
Não tem vergonha de se emborrachar, de ir a todas as tainas, de frequentar "as meninas"...
Mas tem vergonha de se identificar e agir como cristão...
Tem todo o tempo para a "má língua"...
Mas nunca tem tempo para o compromisso em prol dos outros...
Tem todo o tempo para denegrir e atacar a Igreja...
Para se desculpabilizar dos seus deveres de batizado que não cumpre...
É capaz de gastar o que tem e não tem nos copos, nos vestidos, na aparência...
Mas não tem disponibilidade para ajudar os pobres nem para colaborar no bem comum...
É capaz de chorar e exigir tudo no funeral do pai...
Mas quando o pai precisou dele, não teve tempo...
É capaz de se entusiasmar perante um gesto do Papa Francisco...
Mas quando Francisco diz algo que o incomode, nem liga...
Nunca se interroga de onde veio, o que faz aqui e para onde vai...
Porque está demasiado preocupado em gozar a vida...
É capaz de se indignar com Deus perante o sofrimento...
Mas é incapaz de saber escutar e acolher os planos de Deus...
É capaz de exigir tudo à escola ou à catequese...
Talvez para de desculpar do mau exemplo que é para os filhos ou do mau educador que é em família...
Indigna-se com o bullying e outras formas de violência que acontecem nas escolas e na sociedade...
Mas em casa e com os amigos é capaz de ser superviolento, esquecendo-se que há palavras que ferem mais do que balas...
Imagem peregrina de Nossa Senhora inicia visita ao país
Na oração de envio, D. António Marto disse esperar que Maria seja «conselho dos que governam» e recordou quem vive em «dificuldades»

O bispo de Leiria-Fátima manifestou hoje a esperança de que a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora às dioceses de Portugal, que agora se inicia, contribua para uma sociedade cada vez mais justa e solidária.
“Sê conselho dos que governam e dos que trabalham pela paz e olha para a condição dos que vivem as dificuldades do mundo contemporâneo”, exortou D. António Marto, na oração de envio da imagem peregrina, que durante os próximos 12 meses estará de passagens por todas as dioceses portuguesas.
Numa intervenção proferida no final da Missa de encerramento da peregrinação internacional de maio, na Cova da Iria, o prelado pediu a Maria que “acolha com solicitude materna o grito de louvor e a súplica de todos os que, em cada lugar de Portugal, procuram a força da sua intercessão” e “trabalham por um mundo melhor”.
Apelou ainda à intercessão de Nossa Senhora para “os bispos, presbíteros e diáconos” de cada diocese, para que Maria seja “o alento de todos os consagrados, a alma de cada família e a alegria dos agentes de pastoral”.
A passagem da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima pelo país está englobada na preparação das comemorações do centenário das aparições, marcado para 2017.
O início da iniciativa, esta quarta-feira, foi acompanhado por mais de 200 mil peregrinos, dos mais variados países e continentes, que encheram o Santuário de Fátima nas cerimónias 12 e 13 de maio, presididas este ano por D. Raymundo Damasceno Assis, cardeal-arcebispo de Aparecida.
Após deixar o Santuário de Fátima, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima fará de carro o seguinte percurso por Portugal: Viseu, Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Bragança-Miranda, Lamego, Coimbra, Guarda, Portalegre-Castelo Branco, Setúbal, Évora, Beja, Algarve, Santarém, Lisboa, Madeira, Aveiro, Açores, Porto, Leiria-Fátima.
O Santuário espera que esta iniciativa seja para os portugueses “uma forte experiência de fé” e recorda que “todos são convidados a participar”.
A primeira imagem peregrina, feita segundo indicações da irmã Lúcia, foi oferecida pelo bispo de Leiria e coroada pelo arcebispo de Évora a 13 de maio de 1947, tendo desde esta data, por diversas vezes, percorrido o mundo inteiro.
In agência ecclesia

O bispo de Leiria-Fátima manifestou hoje a esperança de que a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora às dioceses de Portugal, que agora se inicia, contribua para uma sociedade cada vez mais justa e solidária.
“Sê conselho dos que governam e dos que trabalham pela paz e olha para a condição dos que vivem as dificuldades do mundo contemporâneo”, exortou D. António Marto, na oração de envio da imagem peregrina, que durante os próximos 12 meses estará de passagens por todas as dioceses portuguesas.
Numa intervenção proferida no final da Missa de encerramento da peregrinação internacional de maio, na Cova da Iria, o prelado pediu a Maria que “acolha com solicitude materna o grito de louvor e a súplica de todos os que, em cada lugar de Portugal, procuram a força da sua intercessão” e “trabalham por um mundo melhor”.
Apelou ainda à intercessão de Nossa Senhora para “os bispos, presbíteros e diáconos” de cada diocese, para que Maria seja “o alento de todos os consagrados, a alma de cada família e a alegria dos agentes de pastoral”.
A passagem da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima pelo país está englobada na preparação das comemorações do centenário das aparições, marcado para 2017.
O início da iniciativa, esta quarta-feira, foi acompanhado por mais de 200 mil peregrinos, dos mais variados países e continentes, que encheram o Santuário de Fátima nas cerimónias 12 e 13 de maio, presididas este ano por D. Raymundo Damasceno Assis, cardeal-arcebispo de Aparecida.
Após deixar o Santuário de Fátima, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima fará de carro o seguinte percurso por Portugal: Viseu, Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Bragança-Miranda, Lamego, Coimbra, Guarda, Portalegre-Castelo Branco, Setúbal, Évora, Beja, Algarve, Santarém, Lisboa, Madeira, Aveiro, Açores, Porto, Leiria-Fátima.
O Santuário espera que esta iniciativa seja para os portugueses “uma forte experiência de fé” e recorda que “todos são convidados a participar”.
A primeira imagem peregrina, feita segundo indicações da irmã Lúcia, foi oferecida pelo bispo de Leiria e coroada pelo arcebispo de Évora a 13 de maio de 1947, tendo desde esta data, por diversas vezes, percorrido o mundo inteiro.
In agência ecclesia
Comunicamos ao longe, não comunicamos com quem está perto...

Não pode ser a comunicação social a definir e a comandar a vida das famílias. As famílias é que devem definir e comandar a sua relação com a comunicação social. É preciso perceber que, não raramente, para se acompanhar o que se passa nos extremos do mundo, deixamos de acompanhar como devíamos o que se passa ao nosso lado. Trata-se de uma espécie de «comunicação incomunicante», uma comunicação que não comunica com quem está na nossa casa, com quem faz parte da nossa família.
João António Teixeira
terça-feira, 12 de maio de 2015
Fátima: Imagem peregrina começa visita às dioceses portuguesas a 13 de maio
Iniciativa integra-se nos preparativos para as comemorações do centenário das aparições

A imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima vai iniciar esta quarta-feira, durante as celebrações do 13 de maio, uma peregrinação de 12 meses às dioceses portuguesas, no âmbito dos preparativos para as comemorações do centenário das aparições.
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou uma nota a respeito desta iniciativa, na qual desafiam as dioceses do país a acolher de forma “calorosa” e com “profundidade” de fé a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que se prolonga até maio de 2016.
Os responsáveis católicos consideram que esta é uma oportunidade para que Portugal possa ver a força de uma “Igreja em saída”, que quer ir “ao encontro” de todos, e de cada comunidade ou família retomar “a esperança” que por vezes parece “vacilar no meio dos dramas e incertezas do tempo presente”.
Nesse texto, os bispos sublinham que “a força da fé cristã e o modo como ela se vive” no país “não seriam os mesmos” sem a afirmação da “espiritualidade de Fátima”.
Ela é hoje “parte integrante” na “expressão da fé” das comunidades católicas, “em todos os recantos” de Portugal, das zonas rurais às urbanas, do mundo mais simples ao mais desenvolvido”.
Para os prelados, a Mensagem de Fátima é “plenamente conforme ao Evangelho de Jesus Cristo” e contém em si todos os “elementos constitutivos do cristianismo”.
Daí que ela esteja “no coração da Igreja”, realça a CEP, recordando “as peregrinações dos Papas Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI” à Cova da Iria, “bem como de inúmeros membros do episcopado, do clero e cristãos do mundo inteiro”.
A imagem que vai percorrer o país é a que foi entronizada na Basílica de Nossa Senhora do Rosário no ano de 2003 e que percorreu o mundo na década de 50 do século XX.
O reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, espera que esta “grande peregrinação festiva” seja “uma forte experiência de fé, através das celebrações, momentos de oração e expressões de piedade popular”.
Em declarações divulgadas pela sala de imprensa da instituição, o sacerdote deseja que esta ação chegue a “todas as faixas etárias” e seja um momento em que “todos tenham oportunidade de aprofundar o conhecimento e vivência da mensagem de Fátima”.
Apresentado como uma forma de sensibilizar e de chamar a atenção para o Centenário das Aparições, em 2017, o projeto da peregrinação nacional foi apresentado aos bispos portugueses que o acolheram com entusiasmo.
No âmbito deste projeto, o Santuário de Fátima preparou um guião, disponível online, com diversos materiais de apoio que facultou às dioceses, tendo em vista a preparação e concretização dos vários momentos da visita da imagem.
Após deixar o Santuário de Fátima, a imagem peregrina fará o seguinte percurso por Portugal: Viseu, Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Bragança-Miranda, Lamego, Coimbra, Guarda, Portalegre-Castelo Branco, Setúbal, Évora, Beja, Algarve, Santarém, Lisboa, Madeira, Aveiro, Açores, Porto, Leiria-Fátima.
A primeira imagem peregrina de Fátima, feita segundo indicações da irmã Lúcia, foi oferecida pelo bispo de Leiria e coroada pelo arcebispo de Évora a 13 de maio de 1947, tendo desde esta data, por diversas vezes, percorrido o mundo inteiro.
In agência ecclesia
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Festa Concelhia do Emigrante

Desde há alguns anos a esta parte, realiza-se a Festa do Emigrante no Concelho de Tarouca em 10 de maio.
Para além da parte desportiva e da projeção de um filme no Auditório, salienta-se a homenagem aos Emigrantes no Monumento que lhes é dedicado (junto ao Centro Escolar) e a celebração da Eucaristia na Capela de Santa Helena, animada por um coral formado por emigrantes, seguida de almoço-convívio no Parque das Merendas, na Serra de Santa Helena, onde decorreu a tarde recreativa.
Saliente-se que esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Tarouca e nela tomaram parte os autarcas do Concelho.
Marcada pela simplicidade, pela alegria e pela confraternização, esta atividade correu bem.
Tarouca é um concelho marcado por uma forte corrente migratória. Por isso este terra não pode esquecer os seus cidadãos migrados.
Mas a pergunta põe-se sempre. Qual será a melhor altura para a festa dos emigrantes? Nesta altura, está um grupo que merece toda a atenção. Mas os outros?
A Paróquia de Tarouca tem imensos emigrantes. Segundo sei, não estariam meia dúzia destes na festa, porque não estão por cá nesta altura.
Sei que está lavrado em ata que a Festa do Emigrante é no dia 10 de maio. Mas não deverá a lei estar atenta à realidade? Acima da lei estão as pessoas.
Talvez pensar na festa do emigrante em dois momentos, situando-os nos dois tempos em que maior número de cidadãos migrados do concelho esteja entre nós.
A festa dos emigrantes terá maior interesse se for inclusiva, vivida na comunhão com os residentes. Assim em cada ano, juntamente com a homenagem junto ao Monumento que lhes é dedicado, a Missa e o convívio deveriam decorrer numa freguesia diferente do concelho e não sempre na mesma. E a Missa poderia ser a paroquial. Assim se estreitariam os laços de comunhão entre os cidadãos deste concelho.
Têm a palavra a Câmara, a Assembleia Municipal, os emigrantes e a comunidade concelhia.
PROCISSÂO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Na Paróquia de S. Pedro de Tarouca
Terça-Feira, dia 12
PROCISSÂO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
- 20.30h , na capela de Gondomar, início das cerimónias com a Eucaristia...
- Procissão para a Igreja Paroquial
- Bênção das criancinhas com menos de 3 anos (os pais devem estar com elas na capela-mor da Igreja)
- Entrega de uma flor a Nossa Senhora
- Gratidão
Terça-Feira, dia 12
PROCISSÂO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
- 20.30h , na capela de Gondomar, início das cerimónias com a Eucaristia...
- Procissão para a Igreja Paroquial
- Bênção das criancinhas com menos de 3 anos (os pais devem estar com elas na capela-mor da Igreja)
- Entrega de uma flor a Nossa Senhora
- Gratidão
sábado, 9 de maio de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
A questão da vida e da sua defesa e promoção não é prerrogativa unicamente dos cristãos

Porque a vida humana é o primeiro e mais estimável dos bens, é urgente lutar por novos rumos e construir uma verdadeira cultura da vida (Cfr. Ev 95).
Tensões e contradições na família

1. Aumenta o valor do matrimónio entre os jovens e desce a taxa de
nupcialidade.
2. Aumenta a convicção de que um filho necessita de um lar constituído
por pai e mãe para crescer feliz. Contrariamente, aumenta o número de famílias
monoparentais e mães solteiras.
3. O adultério é cada vez menos aceite pelos parceiros e mesmo
socialmente. Contudo, os jovens reclamam cada vez mais, uma total liberdade
sexual.
4. Aumentam os sentimentos familiares, e valorizam-se, por oposição as
diversas fórmulas ou comportamentos de mera convivência.
5. Há uma maior sensibilidade para os direitos da criança, mas continuam
os abortos e baixa a taxa da natalidade.
6. Considera-se a família como o principal agente de valores e
comportamentos, mas assistimos ao predomínio cultural e educativo da televisão.
7. A mulher esforça-se por tirar cursos superiores e desempenhar
trabalhos e funções em todos os âmbitos, porém a sua imagem continua degradada
e mal utilizada nos meios de comunicação social.
8. Existe um paradoxo entre o que
dizem ser o grande valor da família e aquilo que os governantes e as leis
procuram implementar. Cada vez se defendem menos os valores de uma união
estável e com condições materiais e espirituais para criar os filhos. Numa
análise sobre os meios de comunicação social, é fácil de perceber um clima
hostil aos sentimentos familiares que, apesar de tudo aumentam na consideração
de jovens e adultos.
9. Há hoje um maior sentimento social de condenação da violência
doméstica, mas creio que essa violência tem aumentado não só em número mas
também em gravidade. Basta ver o grande número de mortes que todos os anos são
registadas.
Fonte: aqui
Fonte: aqui
quarta-feira, 6 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
Agenda de Eventos
As atividades culturais, recreativas e desportivas, que irão decorrer no concelho de Tarouca nos meses de maio e junho, já estão disponíveis na Agenda de Eventos publicada pelo Município de Tarouca.
Para aceder on line basta clicar As atividades culturais, recreativas e desportivas, que irão decorrer no concelho de Tarouca nos meses de maio e junho, já estão disponíveis na Agenda de Eventos publicada pelo Município de Tarouca.
Para aceder on line basta clicar aqui.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
domingo, 3 de maio de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
No Dia da Mãe, parabéns a todas as mães!

As duas coisas mais belas da vida: ser mãe e ter mãe. Mãe é mar de vida e oceano infindo de amor. É pela mãe que a vida é depositada no mundo. Nem todos podem ser mãe. Mas todos sabem o que é ter mãe. Todos sabem o que significa ter mãe. É por isso que a coisa mais triste é perder a mãe. Só que a mãe nunca se perde. Nem a morte faz perder a mãe. No tempo ou na eternidade, mãe nunca deixa de ser mãe! (João António Teixeira)
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