quinta-feira, 30 de abril de 2015

1 de maio, S. José Operário e início do Mês de Maria


José, o homem simples, servidor que, com o suor do rosto, sustentou a  sua família.
José, o trabalhador diligente, competente, aplicado, profissionalmente brioso.
José, o homem do silêncio para que as palavras não tirassem a voz às ações.
José, o eterno enamorado de Maria e o pai zeloso de Jesus.
José, um homem de família, disposto a tudo para preservar a integridade familiar.
José, a serenidade de quem se abre ao projeto de Deus e com Ele colabora.


Justo como era, se José vivesse hoje, ergueria a sua voz e empenharia a sua pessoa em favor da dignidade do trabalho e dos trabalhadores.
José dir-nos-ia que o trabalhador não é uma máquina na engrenagem da produção, mas uma PESSOA, que exige ser respeitada nos seus direitos, nas suas capacidades e aptidões.
José lutaria para que todos tivessem lugar à mesa do trabalho com salários justos e tratamento digno.
José diria que é preciso brio profissional, competência na profissão e valorização laboral..
José lutaria contra qualquer forma de menorizar os trabalhadores e contra toda a exploração.
José proporia a abertura a Deus de cuja paternidade deriva a igualdade como pessoas.


Maio, Mês da Mãe.
Maio, escola onde Maria é a mestra.
Maio, jardim e coração onde se derrama, abundante, o amor sempre primaveril de Maria.
Maio, com Maria em oração, para sermos famílias em missão.
Maio afirma que a vida é mais forte do que a morte, que somos chamados a ser apóstolos da vida.
Maio, ao colo de Maria, porque  a dor nos corrói.
Maio, seguidores de Jesus com a Mãe e pela Mãe.

1.º de Maio: Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos exige «trabalho digno e justo»

Mensagem recorda milhões de pessoas que estão fora do mercado laboral

O Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC) apelou à construção de uma “sociedade justa, fraterna e sustentável”, onde haja “trabalho digno e justo para todos”, na mensagem para o 1.º de Maio deste ano.
“A maioria das pessoas nos países pobres trabalha sem qualquer tipo de regulamentação relativa ao dia laboral, à segurança no trabalho, à proteção social e à remuneração. Trabalho digno e justo para todos, sem importar a cor da pele, o sexo, a religião ou o país de origem da pessoa”, é uma das lutas do MMTC.
Na mensagem ‘Construamos uma sociedade justa, fraterna e sustentável’, enviada à Agência ECCLESIA, o MMTC recorda “o pouco progresso alcançado” em algumas partes do mundo desde 1889, data em que foi estabelecido o 1.º de Maio como Dia dos Trabalhadores.
Neste contexto, alerta para a “importância” de continuar a comprometer-se ativamente para “melhorar a situação” porque mesmo com “muitas declarações e reivindicações”, por exemplo, nas encíclicas sociais dos Papas, em publicações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a “exploração” e as condições de trabalho “similares à escravatura continuam a ser frequentes”.
O artigo destaca a realidade dos jovens na Europa onde as taxas de desemprego são elevadas e para conseguirem “um lugar” têm que aceitar, “com frequência, más condições de trabalho ou ir para outro país”.
Escândalo maior é o facto de milhões de pessoas estarem fora do mercado laboral, pois apesar de realizarem grandes esforços, não conseguem encontrar um posto de trabalho”, observa a MMTC.
Situações concretas de exploração na Ásia, África e América Latina, são outras realidades que servem de denúncia contra a “ganância e o dinheiro” que contam “muito mais” que a “natureza e a dignidade das pessoas”.
As multinacionais não têm o mais pequeno interesse nas pessoas, olham para elas como produtores ou como consumidores”, acrescenta o Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos que cita o número 53 da Exortação Apostólica ‘Evangelii Gaudium’, do Papa Francisco.
“Deixemo-nos inspirar pelo Papa”, pedem os movimentos do MMTC que lutam para que “todos” sejam considerados com a sua “dignidade e a sua alma como criaturas de Deus”, “não só” como matéria disponível para “servir os ricos e poderosos”.
O MMTC foi criado em 1966 e reúne mais de 70 organizações espalhadas por quatro continentes.
A Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Católicos (LOC/MTC) em Portugal é membro fundador do MMTC e, como tal, “identifica-se e associa-se” a esta mensagem.
Agência ecclesia

"Son tantas las personas afectadas por el terremoto que uno no sabe por dónde empezar"

Terremoto en Nepal


Veja aqui

E a vida pode ser tão curta….


E a vida pode ser tão curta….de um momento para o outro tudo se pode perder, tudo pode acabar... É verdade. Temos consciência disto mas não interiorizamos, pensamos que só acontece aos outros. Por isso….
Amem, Brinquem, Perdoem, Aproveitem a vida, Façam alguma coisa pelos outros...
Daqui nunca levamos o que temos, só o que damos!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Papa confirma que quer ir a Fátima em 2017

Visita marca os 100 anos das aparições.
O Papa Francisco confirmou a D. António Marto que, “se Deus [lhe] der vida e saúde”, quer estar na Cova da Iria para celebrar o centenário das Aparições de Fátima.
A notícia é avançada pelo site da diocese de Leiria-Fátima, que confirma que este desejo de Francisco foi dito em audiência privada este sábado.
D. António Marto diz à Renascença que foi "um momento de grande alegria ter ouvido da boca do Santo Padre esta certeza de que virá se tiver saúde nessa altura".
O bispo acrescentou que sentiu "o afecto do próprio Papa por Fátima e por Portugal também".
D. António Marto entregou ao Papa uma oferta do Santuário, destinada às acções de ajuda aos pobres do Sumo Pontífice. Francisco mostrou-se sensibilizado por este gesto de partilha com os mais pobres.
O bispo de Leiria-Fátima é o primeiro bispo português a reunir-se em audiência privada com o Papa Francisco.
Fonte: aqui

terça-feira, 28 de abril de 2015

Um autêntico cenário de guerra

Primeiro-ministro nepalês apela à comunidade internacional depois do sismo que devastou o país. Último balanço aponta para mais de cinco mil mortos.
Um autêntico cenário de guerra
Sushil Koirala, primeiro-ministro do Nepal, avançou esta terça-feira que o número de mortos causados pelo violento sismo do último sábado pode chegar aos 10 mil. Em entrevista à agência Reuters, Koirala apelou para que também fossem enviados mantimentos, medicamentos e tendas.
"O Governo está a fazer tudo o que pode no socorro e salvamento, num autêntico cenário de guerra. É um desafio e tempos muito difíceis para o Nepal", frisou Koirala na mesma entrevista. O político pediu que os esforços de resgate sejam acelerados e que as principais necessidades são tendas e medicamentos.
Apesar das estimativas, o balanço oficial aponta, neste momento, para mais de 5.000 mortos e perto de 8.000 feridos. As Nações Unidas estimam que tenham sido afetadas pelo sismo cerca de oito milhões de pessoas.
Milhares de nepaleses, diz o jornal "The Guardian", estão a dormir nas ruas, nas estradas e nos passeios, enquanto os hospitais já superaram a sua lotação. 
A ajuda está a chegar ao Nepal de todos os cantos do mundo. Várias equipas de busca e salvamento, bem como mantimentos e medicamentos estão a chegar à capital Katmandu. Até a rede social Facebook criou um botão para que os utilizadores da rede social possam contribuir.
O sismo do passado sábado, com uma magnitude de 7,8 na escala de Richter, teve o seu epicentro a cerca de 80 quilómetros de Katmandu, e foi sentido noutros países, como a Índia, China, Bangladesh e Paquistão.
Ler mais: aqui

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Já que o jogo não teve espetacularidade, os treinadores dão espetáculo

Foto EPA
Jorge Jesus e Julen Lopetegui protagonizaram momentos de alguma tensão no final do clássico entre Benfica e FC Porto.

Os dois treinadores começaram por cumprimentar-se cordialmente após o último apito de Jorge Sousa, seguindo-se algumas palavras de Lopetegui ao ouvido de Jesus que espoletaram reação enérgica do timoneiro das águias.

Lopetegui fez menção de esperar por Jorge Jesus no túnel de acesso aos balneários, obrigando à intervenção de elementos das duas equipas para serenar os ânimos exaltados.
Fonte: aqui

domingo, 26 de abril de 2015

RUI RAIMUNDO ELEITO PROVEDOR DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE TAROUCA

Neste domingo, decorreram as eleições para os órgãos sociais da Santa Casa. A lista Rui Raimundo obteve uma vitória clara - 68%.
Os irmãos disseram, está dito!
Parabéns aos vencedores!

A vida democrática das instituições vive da participação dos seus membros, da diversidade de projetos e de pessoas que os assumem.
Cabe aos eleitores a escolha.
Por isso, uma palavra de felicitações às pessoas da lista que perdeu as eleições....

Lucílio Teixeira, décadas à frente da Misericórdia, deixa uma obra que está à vista de todos. Encontrou uma instituição com história e transformou-a numa realidade atual plurifacetada. A 2ª maior empregadora do concelho, logo a seguir à Câmara.
Os homens passam, mas a obra fica.


Muito há a esperar do realismo humanista do novo Provedor, da sua capacidade de diálogo, do realismo face às situações.
Força, amigo!

sexta-feira, 24 de abril de 2015

"Somos todos pessoas" - De branco, no Domingo, pelas vítimas da indiferença no Mediterrâneo

#somostodospessoas

Migrantes socorridos no Mediterrâneo (foto reproduzida daqui)

Um pano branco à janela ou uma peça branca de roupa é o apelo de um conjunto de organizações católicas para o próximo Domingo. O objectivo é que cada pessoa manifeste a sua indignação pela tragédia que se tem consumado no Mediterrâneo e “pelos milhares de pessoas que têm sido engolidas pelo oceano”, como afirmou o presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, citado na Ecclesia.
A iniciativa inclui uma prece no momento da oração dos fiéis, em cada eucaristia celebrada, pedindo a Deus que ajude a construir “uma só família humana”.
Convocada poucas horas antes da reunião dos responsáveis políticos da União Europeia, a iniciativa #somostodospessoas pretende afirmar a solidariedade para com as vítimas dos naufrágios no Mediterrâneo. Ao mesmo tempo, os seus promotores pretendem afirmar a possibilidade de medidas “de maior humanização” para com os migrantes, mais do que a “excessiva preocupação securitária” por parte da Europa.
Na página da Cáritas na internet, afirma-se que estes migrantes que naufragam e morrem no Mediterrâneo “têm sido ultrajados na sua dignidade humana ao tentarem atravessar fronteiras à procura das mais básicas condições para a sua sobrevivência”.
Só nestes primeiros 112 dias de 2015, morreram já mais de 1500 pessoas, número 50 vezes superior ao de 2014. “Os acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente a morte de mais de 700 pessoas que se viram trancadas no porão do navio, e muitos outros já vividos não só no nesta região mas também noutros lugares onde a imigração é considerada irregular face às leis humanas vigentes, obrigam-nos a não ficar calados, sob pena de sermos cúmplices de um verdadeiro massacre que deveria envergonhar o mundo, particularmente os que têm responsabilidades políticas”, lê-se no site da Cáritas Portuguesa.
Os promotores da iniciativa recordam uma frase do Papa Francisco: “São homens e mulheres como nós, irmãos que procuram uma vida melhor, famintos, perseguidos, feridos, explorados, vítimas de guerras. Procuram uma vida melhor, procuravam a felicidade.” E acrescentam: “Acreditamos que a União Europeia pode e deve fazer mais por cada uma destas pessoas, nomeadamente, olhando de forma diferente para os seus países de origem. As organizações da Igreja Católica pedem medidas que ultrapassem a excessiva preocupação securitária e de controlo de fronteiras e que se pensem alternativas de maior humanização.”
As organizações que convocam a iniciativa, com o apoio da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, são Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa, Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal, Comissão Nacional Justiça e Paz, Comissão Nacional Justiça, Comissão Paz e Ecologia dos Religiosos, Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Obra Católica Portuguesa de Migrações, Rádio Renascença, Serviço Jesuíta aos Refugiados, Sociedade de São Vicente de Paulo. O Santuário de Fátima também já anunciou juntar-se à ideia.
Fonte: aqui

Abril traz a brisa suave da esperança




Foi há 41 anos. E recordo a alegria, entusiasmo, esperança, liberdade que aquele 25 de Abril trouxe aos portugueses. Caíram as cadeias que esganavam a liberde e um povo agarrou-a e viveu-a até à exaustão. Dias únicos, inesquecíveis.
Dar um salto até Abril é retemperar forças, encher os pulmões de esperança, acreditar que pertencem a este povo as rédias do seu futuro.

O blog NA PAZ, A VERDADE retrata maravilhosamente o 25 de Abril em poucas palavras. Aqui as transcrevo como doce memória e como desafio:

Digam o que disserem, o 25 de Abril foi dos dias mais belos que tivemos na nossa história.
Poder ser contemporâneo de um acontecimento destes é um privilégio enorme e uma comoção sublime.
Sentia-se ali um amanhecer viçoso, o brotar de uma esperança.
E até uma certa ingenuidade dos começos lhe dava um encanto arrebatador.
Não desistamos das primaveras que se abriram naquela manhã sem fim!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Papa Francisco critica o machismo

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O Papa Francisco reforçou hoje a sua preocupação com a necessidade de respeitar e promover o papel das mulheres, na Igreja e na sociedade, alertando para as manifestações de machismo e de discriminação que as afetam.
“Pensemos nas múltiplas formas de machismo em que a dona era considerada como de segunda classe. Pensemos na instrumentalização e mercantilização do corpo feminino na atual cultura mediática”, referiu, na audiência pública semanal que decorreu na Praça de São Pedro.
Perante milhares de pessoas, Francisco falou numa “recente epidemia de suspeita, de ceticismo e mesmo de hostilidade” na cultura atual, em relação a “uma aliança entre homem e mulher que seja capaz, ao mesmo tempo, de refinar a intimidade da comunhão e proteger a dignidade da diferença".
O Papa recordou por várias vezes as famílias em dificuldades, inclusive na saudação aos peregrinos de língua portuguesa.
“Rezai por todas as famílias, especialmente aquelas que passam por dificuldades, na certeza de que as famílias são um dom de Deus e o fundamento da vida social”, apelou.
Francisco sustentou que a confiança de Deus na humanidade é contrariada pela “desconfiança” do “maligno”, que leva à desobediência e ao “delírio de omnipotência”.
“O pecado gera suspeita e divisão entre homem e mulher”, advertiu.
Numa referência à violência sobre as mulheres, o Papa sublinhou que esta relação homem-mulher é muitas vezes “prejudicada por mil formas de abuso e subjugação, da sedução enganosa e prepotência humilhante às mais dramáticas e violentas”.
Nesse sentido, Francisco convidou a um “sobressalto de simpatia” pela aliança entre os dois sexos, em favor das “novas gerações.
“A desvalorização social da aliança estável e geradora do homem e da mulher é certamente uma perda para todos”, lamentou.
A este respeito, o Papa sublinhou que a mulher não é uma “réplica” do homem e que a imagem da criação, relatada pelo livro do Génesis, o primeiro da Bíblia, não implica “inferioridade ou subordinação”.
“Pelo contrário, homem e mulher são da mesma substância e são complementares, têm esta reciprocidade”, prosseguiu.
In agência ecclesia


Tutela do Meio Ambiente
Ao saudar os grupos presentes na Praça em várias línguas, o Papa recordou que neste dia 22 se celebra o Dia Internacional da Terra. “Exorto todos a verem o mundo com os olhos de Deus Criador: a terra é o ambiente a ser protegido e o jardim a cultivar. Que a relação dos homens com a natureza  não seja guiada pela avidez, pela manipulação e pela exploração, mas preserve a harmonia divina entre as criaturas e a criação, na lógica do respeito e do cuidado, para coloca-la a serviço dos irmãos, inclusive das futuras gerações.

terça-feira, 21 de abril de 2015

segunda-feira, 20 de abril de 2015

OS FANÁTICOS DO ISLÃO VÃO TOMANDO CONTA DE TUDO…


Esta é, de longe, a melhor explicação para a situação terrorista muçulmana que eu já li. Suas referências ao passado histórico são precisas e claras. Não é longa, fácil de entender, e vale a pena ler. O autor deste e-mail é o Dr. Emanuel Tanya, um psiquiatra conhecido e muito respeitado.
Um homem, cuja família era da aristocracia alemã antes da II Guerra Mundial, era dono de um grande número de indústrias e propriedades. Quando questionado sobre quantos alemães eram nazistas verdadeiros, a resposta que ele deu pode orientar a nossa atitude em relação ao fanatismo: ---"Muito poucas pessoas eram nazistas verdadeiros ", disse ele, "mas muitos apreciavam o retorno do orgulho alemão, e muitos mais estavam ocupados demais para se importar. Eu era um daqueles que só pensava que os nazistas eram um bando de tolos. Assim, a maioria apenas sentou-se e deixou tudo acontecer. Então, antes que soubéssemos, pertencíamos a eles, nós tínhamos perdido o controle, e o fim do mundo havia chegado. Minha família perdeu tudo. Eu terminei em um campo de concentração e os aliados destruíram minhas fábricas".
Somos repetidamente informados por "especialistas" e "cabeças falantes" que o Islão é a religião de paz e que a grande maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. Embora esta afirmação não qualificada possa ser verdadeira, ela é totalmente irrelevante. É sem sentido, tem a intenção de nos fazer sentir melhor, e destina-se a diminuir de alguma forma, o espectro de fanáticos furiosos em todo o mundo em nome do Islão.
O fato é que os fanáticos governam o Islão neste momento da história. São os fanáticos que marcham. São os fanáticos que travam qualquer uma das 50 guerras de tiro em todo o mundo. São os fanáticos que sistematicamente abatem grupos cristãos ou tribais por toda a África e estão tomando gradualmente todo o continente em uma onda islâmica. São os fanáticos que bombardeiam, degolam, assassinam, ou matam em nome da honra. São os fanáticos que assumem mesquita após mesquita. São os fanáticos que zelosamente espalham o apedrejamento e enforcamento de vítimas de estupro e homossexuais. São os fanáticos que ensinam seus filhos a matarem e a se tornarem homens-bomba.
O fato duro e quantificável é que a maioria pacífica, a "maioria silenciosa", é e está intimidada e alheia. A Rússia comunista foi composta por russos que só queriam viver em paz, mas os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de cerca de 20 milhões de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante. A enorme população da China também foi pacífica, mas comunistas chineses conseguiram matar estonteantes 70 milhões de pessoas.
As lições da História são muitas vezes incrivelmente simples e contundentes, ainda que para todos os nossos poderes da razão, muitas vezes falte o mais básico e simples dos pontos: os muçulmanos pacíficos se tornaram irrelevantes pelo seu silêncio.
Muçulmanos amantes da paz se tornarão nossos inimigos se não falarem, porque como o meu amigo da Alemanha, vão despertar um dia e descobrir que são propriedade dos fanáticos, e que o final de seu mundo terá começado.
Amantes da paz alemães, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinos, somalis, nigerianos, argelinos, e muitos outros morreram porque a maioria pacífica não falou até que fosse tarde demais.
Agora, orações islâmicas foram introduzidas em Toronto e outras escolas públicas em Ontário, e, sim, em Ottawa também,enquanto a oração do Senhor foi removida (devido a ser tão ofensiva?).
A maneira islâmica pode ser pacífica no momento em nosso país, até os fanáticos se mudarem para cá.
Na Austrália, e de fato, em muitos países ao redor do mundo, muitos dos alimentos mais comumente consumidos têm o emblema “halal” sobre eles. Basta olhar para a parte de trás de algumas das barras de chocolate mais populares, e em outros alimentos em seu supermercado local.
No Reino Unido, as comunidades muçulmanas recusam-se a integrar-se e agora há dezenas de zonas "no-go" dentro de grandes cidades de todo o país em que a força policial não ousa intrometer-se. A Lei Sharia prevalece lá, porque a comunidade muçulmana naquelas áreas se recusa a reconhecer a lei britânica.
Quanto a nós que assistimos a isto tudo, devemos prestar atenção para o único grupo que conta - os fanáticos que ameaçam o nosso modo de vida.
E NÓS, ESTAMOS EM SILÊNCIO.
Joaquim Correia Duarte, Historiador, in facebook

domingo, 19 de abril de 2015

IV PASSEIO TODO O TERRENO DOS BOMBEIROS E PROVA INTERNACIONAL DE DOWNHILL MOVIMENTAM TAROUCA













O IV PASSEIO TODO O TERRENO DOS BOMBEIROS, que teve lugar no domingo passado, e a PROVA A CONTAR PARA A TAÇA DE PORUGAL DE DOWNHILL C2, que se realizou neste fim-de-semana,  trouxeram a Tarouca muita gente, muita ação.
O comércio local agradece.
Os amantes destes  desportos puderam consolar-se com tão belos espetáculos.
Parabéns às organizações e aos desportistas participantes.

sábado, 18 de abril de 2015

Aniversário natalício de D. António Couto, Bispo de Lamego


Neste dia ocorre o aniversário natalício do nosso Bispo, D. António Couto.
Parabéns, senhor Bispo!
Que Deus lhe conceda tudo o que de bom e de belo deseja o seu coração.
A certeza da nossa oração.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Os meus diálogos com...

Vou lá muitas vezes. Mas ele sempre vem até mim. Não me larga noite e dia, como uma obsessão, como um agridoce.
Vou por motivos de trabalho. Outras vezes vou porque me sinto bem ali, sozinho, a conversar com ele.
O tema da nossa conversa é variado.

Muitas vezes, fico a contemplar a generosidade que ele me mostra em cada placa, em cada tijolo, em cada escada... Sinto-o a dizer: "Se vou crescendo, deve-se à bondade e generosidade das pessoas e das instituições que, apesar da crise, me estão a ajudar a crescer. Sou de todos e a todos agradeço as ofertas, apoio e carinho. Serei para todos, com imenso orgulho."


Noutras ocasiões dou comigo a falar com ele sobre a História e a vida. Segundo os historiadores, a Igreja paroquial -  monumento do estilo românico, de transição para o gótico -  data dos fins do séc. XII, princípios do séc. XIII. O que quer dizer que, em 8 séculos, mais nenhum grande obra a comunidade cristã edificou. Claro que foram aparecendo outras construções. Basta ver as diversas capelas edificadas nos vários povos da Paróquia, Santa Helena e Cristo Rei. Mas uma obra de grande envergadura, envolvendo TODA a comunidade paroquial, não apareceu. Só agora o Centro Paroquial.
Não foi fácil às pessoas da Idade Médio que aqui viviam levar a cabo uma edificação tão bela como a Igreja Paroquial. Imaginaremos, embora com alguma dificuldade, as condições sócio-económicas daquele tempo. Se as analisarmos com olhos de hoje, chegaremos à conclusão que eram tempos de miséria generalizada.
Também em tempos de crise económica, cabe às pessoas que aqui vivem ou daqui são ou desta terra são amigas levar para a frente, no primeiro quartel do séc. XXI, a segunda grande construção que somos chamados a deixar para o futuro desta comunidade.
Só somos dignos do passado quando deixamos ao futuro algo de novo, que não herdámos!


Há alturas, quando as coisas apertam, em  ralho com ele. Muito! "És um miserável, sempre insaciável! Quanto temos, quanto queres. Nada te chega. E ainda por cima, vais deixar-nos endividados. Não tens vergonha na cara, seu egoísta!"
Então olho para ele que me responde com aquela cor de cimento, muda, mas falante. Muito sereno, parece dizer-me: " Calma, não te zangues comigo! Até porque sei que és meu amigo. Vai com calma e não dês cabo da saúde porque preciso de ti. Ora pensa um bocadinho. Pensa na alegria que é a comunidade ter este espaço todo para si. Imagina o buliço das crianças quando aqui vierem ensaiar e representar. Sente o seu sorriso e alegria. Imagina as grandes reuniões de pais, comodamente instalados e a sua participação nas temáticas que lhes dizem respeito. Imagina as grandes reuniões de jovens e as diversas atividades que poderão realizar nestes meus espaços. Imagina os grupos, associações civis que se podem reunir, divertir, formar, conviver. Vês, até uma cozinha lhes vou oferecer para que tudo lhes seja mais fácil. Imagina tantos idosos isolados e sozinhos que, gratuitamente, aqui podem conviver e passar um bocado do seu dia. Imagina as grandes celebrações, quando a Igreja se torna pequena. Aqui todos podem ficar dignamente instalados, o que facilita o louvor a Deus.
Ah! E pensa: não gostas de ver as pessoas contentes? Então vê que as duas ruas laterais que me envolvem vão ficar mais largas...
Vês! Ainda está chateado comigo? Só preciso que me ajudem a crescer. Depois serei útil a todos."


Há coisas a nível construtivo que não percebo. Não é o meu campo de ação. Embora acompanhando, deixo para quem sabe,  Eng. Paulo, Comissão da Igreja e Trabalhadores. Entre todos tem havido um clima de boa e franca colaboração. Todos têm sido fantásticos e merecedores da gratidão da comunidade.
Vou procurando, dentro dos meus limites, antecipar assuntos que têm a ver com a funcionalidade do edifício e alguns elementos decorativos. Por exemplo, nestas últimas horas, tenho pensado muito em como colocar ali uma Imagem de Santa Helena, uma vez que ela é o patrono do Centro. Uma imagem digna de granito vai para dezenas de milhar de euros e euros não existem. Teremos que recorrer a outra maneira...
Há coisas que têm que ser vistas com antecedência. Desde a colocação ou não de uma porta, até à divisão de espaços, passando por materiais a utilizar. No respeito pela planta e na atenção à realidade e à funcionalidade.


Costumo dizer a mim mesmo que, neste momento, tenho três paróquias:
- Paróquia de S. Pedro de Tarouca
- Centro Paroquial Santa Helena da Cruz
- Jornal Sopé da Montanha, blogues e facebook
E o problema - também o desafio - é que cada uma delas se acha única e exige como se as outras não existissem...


E por fim, permitam-me este testemunho. Não há dia nenhum em que não fale com Deus sobre o Centro. Eu sei que nada de bom se consegue sem a oração. Eu sei que Deus não falha. Eu sei que só Ele move os corações. Eu sei que a Sua Bondade é sem limites.
Louvado seja Ele que me faz correr na vida!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Hoje eles. Amanhã...


Porquê???
Tanta indiferença...
Tanta animosidade......
Tanta mania....
Tanto autoconvencimento...
Tanta mania das importâncias...
Tanta egoísmo ...
Tanto maldizer...
Tanto malquerer...

Porquê?

A vida prova à saciedade que precisamos dos outros, agora ou logo.... Sempre!