domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
A grande lição do Sábado Santo

O Sábado Santo é uma espécie de entretanto entre a comemoração da morte e a celebração da vida. Entre a Cruz e a Ressurreição, há a sepultura.
O trânsito ocorre aqui. A Páscoa está, literalmente, em marcha. A passagem da morte para a vida faz-se no silêncio da espera.
Nada há mais distante. Nada existe tão próximo. A morte é a negação da vida. A vida é a superação da morte. Entre uma e outra um dia de espera, de expectativa.
Há, aqui, uma realidade e um sentido, um significante e um significado.
Desde logo, não é para o alto que devemos olhar. É para as profundidades que temos de nos dirigir.
Estamos no fundo? Mas é do fundo que tudo parte.
A grande lição do Sábado Santo é que não há motivos para o derrotismo (próprio de Sexta-Feira Santa), mas também não há ainda razões para a euforia (aceitável em Domingo de Páscoa).
O Sábado Santo é a grande metáfora da vida humana. É preciso nunca deixar de acreditar, nunca desistir de trabalhar. Não há obstáculos intransponíveis.
Deixo, a este propósito, um texto magnífico de Carlo Maria Martini:
«Estamos no sábado do tempo, caminhando em direção ao oitavo dia: entre o "já" e o "ainda não", devemos evitar absolutizar o hoje com atitudes de triunfalismo, ou, pelo contrário, de derrotismo.
Não podemos deter-nos na escuridão de Sexta-Feira Santa, numa espécie de "cristianismo sem redenção"; mas também não devemos apressar a plena revelação da vitória da Páscoa em nós, que se realizará na segunda vinda do Filho do Homem.
Somos convidados a viver como peregrinos na noite iluminada pela esperança da fé e acalentada pela autenticidade do amor».
João António Teixeira
O trânsito ocorre aqui. A Páscoa está, literalmente, em marcha. A passagem da morte para a vida faz-se no silêncio da espera.
Nada há mais distante. Nada existe tão próximo. A morte é a negação da vida. A vida é a superação da morte. Entre uma e outra um dia de espera, de expectativa.
Há, aqui, uma realidade e um sentido, um significante e um significado.
Desde logo, não é para o alto que devemos olhar. É para as profundidades que temos de nos dirigir.
Estamos no fundo? Mas é do fundo que tudo parte.
A grande lição do Sábado Santo é que não há motivos para o derrotismo (próprio de Sexta-Feira Santa), mas também não há ainda razões para a euforia (aceitável em Domingo de Páscoa).
O Sábado Santo é a grande metáfora da vida humana. É preciso nunca deixar de acreditar, nunca desistir de trabalhar. Não há obstáculos intransponíveis.
Deixo, a este propósito, um texto magnífico de Carlo Maria Martini:
«Estamos no sábado do tempo, caminhando em direção ao oitavo dia: entre o "já" e o "ainda não", devemos evitar absolutizar o hoje com atitudes de triunfalismo, ou, pelo contrário, de derrotismo.
Não podemos deter-nos na escuridão de Sexta-Feira Santa, numa espécie de "cristianismo sem redenção"; mas também não devemos apressar a plena revelação da vitória da Páscoa em nós, que se realizará na segunda vinda do Filho do Homem.
Somos convidados a viver como peregrinos na noite iluminada pela esperança da fé e acalentada pela autenticidade do amor».
João António Teixeira
Bispo responsável por setor da Cultura destaca cineasta «apaixonado do absoluto»
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D. Pio Alves abordou morte de Manoel de Oliveira
Numa mensagem de homenagem àquele que era “reconhecido como o mais antigo cineasta do mundo em atividade”, D. Pio Alves destaca “a ardente procura do absoluto que todo o seu cinema configura, revisitando com sensibilidade a tradição cristã e auscultando também as interrogações de infinito que o coração humano não deixa de colocar”.
“De Manoel de Oliveira se pode dizer aquilo que dos grandes mestres se diz: que ele foi um grande apaixonado do absoluto e transmitiu esse amor de uma forma incomparável; que ele fez do cinema uma grande arte do espírito. Por tudo isto, a cultura portuguesa e a Igreja em Portugal lhe estão gratas”, realça o bispo auxiliar do Porto.
Em particular, D. Pio Alves refere um dos seus trabalhos mais “inesquecíveis”, “O Acto da Primavera”, filmado “na Páscoa de 1962” e dedicado à “vivência popular dos mistérios da Paixão de Jesus”.
“Ao iniciarmos esta Páscoa de 2015 vemos partir o grande criador”, escreve D. Pio Alves, que dá conta da “emoção” com que a Igreja Católica em Portugal, e mais concretamente o seu setor pastoral da Cultura, “se associa a todos quantos nesta hora relevam a perda de uma figura de primeiro plano da cultura portuguesa”.
Para o prelado, a vida e obra de Manoel Oliveira foram ao encontro do papel que o Concílio Vaticano II atribuiu às artes: serem “um componente necessário do património de cada comunidade humana” e ajudarem “a pessoa humana a chegar a uma autêntica e plena realização".
Sobretudo a partir de outros dois “traços” bem vincados na sua “ampla herança”, para lá da já citada “procura do absoluto”.
Em primeiro lugar, “a sua desassombrada aposta em recuperar a dignidade e a verdade da palavra como documento humano que é, contrariando com isso toda uma tendência de banalização e empobrecimento verbal”.
“A riqueza imagética do seu cinema é, por isso, indissociável do reconhecimento civilizacional que a palavra continua a ter como lugar de procura e de revelação de um sentido maior”, salienta o bispo.
Depois, a forma como recorreu ao cinema para, “escapando à tentação de ancorar-se unicamente na espuma do presente, e num desejo de compreendê-lo em profundidade, refletir de forma obstinada sobre o destino nacional”.
Neste particular, o seu trabalho “tornou-se um mapa particularmente fecundo”, conclui o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
Manoel de Oliveira faleceu hoje aos 106 anos de idade, depois de uma carreira como realizador que contou com mais de 50 filmes e que foi distinguida pela Igreja Católica em 2007, através da atribuição do Prémio de Cultura Padre Manuel Antunes.
In agência ecclesia
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O Papa lavou hoje os pés a 12 detidos

Francisco celebrou Ceia do Senhor com 300 detidos de um complexo prisional dos arredores de Roma
Fonte: aqui
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Tríduo Pascal

A Quaresma, caminho rumo à Pascoa da Ressurreição, começa na Quarta-Feira de Cinzas e termina na Quinta-Feira Santa, com a chamada “hora nona” da Liturgia das Horas. Ou seja, dura até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive (carta apostólica Mysterii Paschalis, 28). O documento utiliza o termo “exclusive”, não “inclusive”. Então, a Quaresma não inclui a Missa da Ceia do Senhor.
Com esta missa, à tarde, começa o Tríduo Pascal, que é o coração do ano litúrgico. Não podemos esquecer que o costume judaico-cristão considera o início do dia desde a sua véspera; por este motivo, a Sexta-Feira Santa começa no final da Quinta-Feira Santa.
Na Missa da Ceia do Senhor, Ele antecipa sua paixão; por isso, na missa, se faz o memorial da morte e ressurreição de Jesus.
“O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a missa vespertina da Ceia do Senhor, tem seu centro na Vigília Pascal e termina com as Vésperas do domingo da Ressurreição” (carta apostólica Mysterii Paschalis, 19).
A palavra “tríduo” sugere a ideia de preparação. Às vezes nos preparamos para a festa de um santo com três dias de oração em sua honra, ou pedimos uma graça especial mediante um tríduo de orações.
A Quaresma é preparação, e o Tríduo Pascal se apresenta não como um tempo de preparação, mas como uma só coisa com a Páscoa. O tríduo é uma unidade e precisa ser considerado como tal; nele se dá a totalidade do mistério pascal.
A unidade do tríduo está no próprio Cristo: quando Ele aludia à sua paixão e morte, nunca as dissociava da sua ressurreição.
O Evangelho fala delas em seu conjunto: “Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos pagãos para ser exposto às suas zombarias, açoitado e crucificado; mas ao terceiro dia ressuscitará” (Mt 20, 19).
A unidade do mistério pascal tem algo importante a ensinar-nos: ela nos diz que a dor não somente é seguida pela alegria, mas que já a contém em si mesma.
O tríduo se refere também aos três dias aos quais Jesus se referiu quando disse: “Destruí vós este templo, e eu o reerguerei em três dias” (Jo 2, 19).
As diferentes fases do mistério pascal se estendem ao longo dos três dias, como em um tríptico: cada um dos três quadros ilustra uma parte da mesma cena; juntos, formam um todo. Cada quadro em si é completo, mas precisa ser visto em relação aos outros dois.
terça-feira, 31 de março de 2015
Violência doméstica e delinquência juvenil estão a aumentar
A criminalidade diminuiu no geral 6,7% em Portugal entre 2013 e 2014, revela o relatório Anual de Segurança Interna. Porém, os casos de violência doméstica e delinquência juvenil aumentaram.

Os primeiros dados foram apresentados na segunda-feira pela secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda, que admite "ainda" haver muitas participações por violência doméstica, escreve o jornal Público.
A violência doméstica contra cônjuge ou análogo registou em 2014 mais 31 casos participados do que no ano anterior, ou seja, mais 0,1%.
A delinquência juvenil contou com mais 453 participações, ou seja, um aumento de 23,4% em relação a 2013, num total de 2393 casos no ano transato.
O relatório Anual de Segurança Interna, discutido e aprovado na reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, estará disponível esta terça-feira no site do Parlamento.
A criminalidade geral desceu 6,7% - 343.768 participações, menos 24.684 do que no ano anterior. Também a criminalidade violenta e grave diminuiu 5,4% - 19.061 participações, menos 1086 do que ano anterior.
No que toca à segurança rodoviária, há um aumento do número de acidentes, mas menos 43 mortos do que em 2013.
Fonte: aqui

Os primeiros dados foram apresentados na segunda-feira pela secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda, que admite "ainda" haver muitas participações por violência doméstica, escreve o jornal Público.
A violência doméstica contra cônjuge ou análogo registou em 2014 mais 31 casos participados do que no ano anterior, ou seja, mais 0,1%.
A delinquência juvenil contou com mais 453 participações, ou seja, um aumento de 23,4% em relação a 2013, num total de 2393 casos no ano transato.
O relatório Anual de Segurança Interna, discutido e aprovado na reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, estará disponível esta terça-feira no site do Parlamento.
A criminalidade geral desceu 6,7% - 343.768 participações, menos 24.684 do que no ano anterior. Também a criminalidade violenta e grave diminuiu 5,4% - 19.061 participações, menos 1086 do que ano anterior.
No que toca à segurança rodoviária, há um aumento do número de acidentes, mas menos 43 mortos do que em 2013.
Fonte: aqui
segunda-feira, 30 de março de 2015
Ao entardecer da vida, julgar-te-ão pelo amor
“Este mundo passa; somente permanece a alegria de se ter vivido para implantar, nele, o reino de Deus. Passarão pela boca do mundo todos os boatos, todos os triunfos, os capitalismos egoístas, os falsos êxitos da vida. Tudo isso passa. O que não passa é o amor, a coragem de reverter o dinheiro, os bens, a profissão ao serviço dos outros, a dita de compartilhar e de sentir todos os homens como irmãos. Ao entardecer da vida, julgar-te-ão pelo amor.”
Óscar Romero
Óscar Romero
Lamego é a cidade escolhida para o 10 de Junho

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, designou hoje a cidade de Lamego para sede das comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
"O Presidente da República assinou hoje um despacho designando a cidade de Lamego como sede, no ano de 2015, das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas", lê-se numa nota divulgada no 'site' da Presidência da República.
Esta é a primeira vez que Lamego será 'palco' do 10 de Junho, no último ano em que Cavaco Silva presidirá às comemorações, visto que o seu mandato como Presidente da República termina em março de 2016.
Por outro lado, será a quarta vez que Cavaco Silva designa uma cidade do interior para sede do Dia de Portugal, depois de no ano passado ter escolhido a Guarda, em 2013 Elvas e em 2011 ter optado por Castelo Branco.
Desde que tomou posse como Presidente da República, em 2006, Cavaco Silva escolheu sempre cidades diferentes para as comemorações oficiais do Dia de Portugal.
Em 2012, a cidade escolhida foi Lisboa, em 2010, o palco das comemorações do Dia de Portugal foi Faro e, no ano anterior, a cidade de Santarém.
Viana do Castelo acolheu as comemorações oficiais em 2008, Setúbal, em 2007, e Porto, em 2006.
Desde 1977, dezenas de cidades já receberam as comemorações do Dia de Portugal.
Durante os dois mandatos de Ramalho Eanes, as cidades palco das comemorações do 10 de Junho foram Guarda, Portalegre, Vila Real, Leiria, Funchal, Figueira da Foz, Lisboa, Viseu e Porto.
Com Mário Soares em Belém, as cidades escolhidas foram Évora, Lisboa, Covilhã, Ponta Delgada, Braga, Tomar, Lisboa, a vila de Sintra, Coimbra e Porto.
Nos mandatos de Jorge Sampaio, as comemorações do Dia de Portugal realizaram-se em Lagos, Chaves, Lisboa, Aveiro, Viseu, Porto, Beja, Angra do Heroísmo, Bragança e Guimarães.
Fonte: aqui
Esta é a primeira vez que Lamego será 'palco' do 10 de Junho, no último ano em que Cavaco Silva presidirá às comemorações, visto que o seu mandato como Presidente da República termina em março de 2016.
Por outro lado, será a quarta vez que Cavaco Silva designa uma cidade do interior para sede do Dia de Portugal, depois de no ano passado ter escolhido a Guarda, em 2013 Elvas e em 2011 ter optado por Castelo Branco.
Desde que tomou posse como Presidente da República, em 2006, Cavaco Silva escolheu sempre cidades diferentes para as comemorações oficiais do Dia de Portugal.
Em 2012, a cidade escolhida foi Lisboa, em 2010, o palco das comemorações do Dia de Portugal foi Faro e, no ano anterior, a cidade de Santarém.
Viana do Castelo acolheu as comemorações oficiais em 2008, Setúbal, em 2007, e Porto, em 2006.
Desde 1977, dezenas de cidades já receberam as comemorações do Dia de Portugal.
Durante os dois mandatos de Ramalho Eanes, as cidades palco das comemorações do 10 de Junho foram Guarda, Portalegre, Vila Real, Leiria, Funchal, Figueira da Foz, Lisboa, Viseu e Porto.
Com Mário Soares em Belém, as cidades escolhidas foram Évora, Lisboa, Covilhã, Ponta Delgada, Braga, Tomar, Lisboa, a vila de Sintra, Coimbra e Porto.
Nos mandatos de Jorge Sampaio, as comemorações do Dia de Portugal realizaram-se em Lagos, Chaves, Lisboa, Aveiro, Viseu, Porto, Beja, Angra do Heroísmo, Bragança e Guimarães.
Fonte: aqui
quinta-feira, 26 de março de 2015
Este ano, o Folar da Páscoa é para o nosso 'Menino", o Centro Paroquial



Paróquia de São Pedro de Tarouca.
Nos próximos dias, vários colaboradores paroquiais vão passar por cada casa onde deixarão o Boletim APELO da Páscoa e um envelope.
Este ano, o Folar da Páscoa é para o nosso 'Menino", o Centro Paroquial.
...
Nos próximos dias, vários colaboradores paroquiais vão passar por cada casa onde deixarão o Boletim APELO da Páscoa e um envelope.
Este ano, o Folar da Páscoa é para o nosso 'Menino", o Centro Paroquial.
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Pedimos a sua melhor atenção e agradecemos a sua generosidade.
Copiloto provocou queda do A320 da Germanwings e impediu comandante de entrar no 'cockpit'

Foto "Correio da Manhã"
Vítimas só se deram conta do que estava a acontecer no último momento, pelos gritos que se ouvem na gravação recuperada da caixa negra do avião da Germanwings.
Foi o copiloto que iniciou a descida do avião da Germanwings que se despenhou nos Alpes, quando estava sozinho no cockpit, tendo impedido o comandante de regressar à cabine. A informação foi avançada por Brice Robin, da procuradoria de Marselha, em conferência de imprensa. E indica que o copiloto, Andreas Lubitz, de 28 anos, "queria destruir o avião", tendo sido responsável pelo desastre que tirou a vida a 150 pessoas, incluindo a sua.
"Podemos falar uma ação deliberada para destruir o avião", disse o procurador, com base na gravação recuperada da caixa negra do avião. Segundo Robin, o copiloto do Airbus A320, de nacionalidade alemã, estava respirar normalmente, o que exclui a possibilidade de este se ter sentido mal. Além disso, tinha de estar consciente porque iniciou manualmente os procedimentos para provocar a descida do avião - uma queda de mil metros por minuto.
No entanto, depois de o comandante Patrick Sonderheimer sair da cabine, dizendo-lhe "deixo-te aos comandos do avião", depois de um início de voo normal em que tinham tido uma conversa educada, Andreas Lubitz não voltou a falar. Nem perante os murros na porta do colega, que foram ficando cada vez mais fortes. "Não disse nenhuma palavra durante os últimos 10 minutos."
"A caixa negra regista a conversa entre o comandante e copiloto. Temos os últimos 30 minutos de voo. Durante os primeiros 20 minutos os dois falam normalmente. Depois ouve-se o comandante a falar sobre a aterragem e a resposta do copiloto é lacónica. Depois ouve-se o comandante pedir ao copiloto para assumir o comando e ouvimos em seguida uma cadeira a afastar-se e uma porta que se fecha. Parece que saiu."
As autoridades francesas estão à espera de mais informação das autoridades alemãs sobre o copiloto, Andreas Lubitz. Questionados pelos jornalistas sobre a origem étnica e religião do piloto, Robin disse não ter informação, mas considerou que podem não ser importantes. Aliás, o procurador considera que não é provável que tenha sido um ato de terrorismo.
Brice Robin disse ainda que as vítimas só se deram conta do que estava a acontecer no último momento, pelos gritos que se ouvem na gravação. As mortes foram instantâneas uma vez que o avião bateu na montanha a 700 quilómetros por hora. Segundo as autoridades as operações para recuperar e identificar os corpos podem estender-se ao longo das próximas duas semanas.
Os últimos 30 minutos do voo:
- Nos primeiros 20 minutos os dois pilotos, o comandante Patrick Sonderheimer e o copiloto Andreas Lubitz, falam normalmente.
- Quando o comandante começa a discutir os procedimentos para a aterragem há uma resposta "lacónica".
- O comandante diz ao copiloto: "Deixo-te ao comando do avião".
- Ouve-se uma cadeira a arrastar-se e uma porta a fechar-se, o que leva os investigadores a pensar que Sonderheimer saiu da cabine.
- O copiloto inicia deliberadamente a descida - uma queda de mil metros por minuto. Não volta a falar.
- Ouve-se o comandante a bater à porta e a pedir para entrar.
- A gravação do cockpit mostra que o copiloto estava a "respirar normalmente", apesar de não responder.
- Ouve-se o controlador aéreo de Marselha a perguntar o que se passa, várias vezes. O controlador aéreo pede a outros aviões que tentam contactar com o Airbus.
- O comandante continua a bater à porta, cada vez com mais força.
- Ouve-se um alarme de aproximação a terra.
- Só nos últimos momentos é que se ouvem gritos dos passageiros.
- Há um primeiro impacto e depois o avião bate contra a montanha a 700 km/hora.
Fonte: aqui
"Podemos falar uma ação deliberada para destruir o avião", disse o procurador, com base na gravação recuperada da caixa negra do avião. Segundo Robin, o copiloto do Airbus A320, de nacionalidade alemã, estava respirar normalmente, o que exclui a possibilidade de este se ter sentido mal. Além disso, tinha de estar consciente porque iniciou manualmente os procedimentos para provocar a descida do avião - uma queda de mil metros por minuto.
No entanto, depois de o comandante Patrick Sonderheimer sair da cabine, dizendo-lhe "deixo-te aos comandos do avião", depois de um início de voo normal em que tinham tido uma conversa educada, Andreas Lubitz não voltou a falar. Nem perante os murros na porta do colega, que foram ficando cada vez mais fortes. "Não disse nenhuma palavra durante os últimos 10 minutos."
"A caixa negra regista a conversa entre o comandante e copiloto. Temos os últimos 30 minutos de voo. Durante os primeiros 20 minutos os dois falam normalmente. Depois ouve-se o comandante a falar sobre a aterragem e a resposta do copiloto é lacónica. Depois ouve-se o comandante pedir ao copiloto para assumir o comando e ouvimos em seguida uma cadeira a afastar-se e uma porta que se fecha. Parece que saiu."
As autoridades francesas estão à espera de mais informação das autoridades alemãs sobre o copiloto, Andreas Lubitz. Questionados pelos jornalistas sobre a origem étnica e religião do piloto, Robin disse não ter informação, mas considerou que podem não ser importantes. Aliás, o procurador considera que não é provável que tenha sido um ato de terrorismo.
Brice Robin disse ainda que as vítimas só se deram conta do que estava a acontecer no último momento, pelos gritos que se ouvem na gravação. As mortes foram instantâneas uma vez que o avião bateu na montanha a 700 quilómetros por hora. Segundo as autoridades as operações para recuperar e identificar os corpos podem estender-se ao longo das próximas duas semanas.
Os últimos 30 minutos do voo:
- Nos primeiros 20 minutos os dois pilotos, o comandante Patrick Sonderheimer e o copiloto Andreas Lubitz, falam normalmente.
- Quando o comandante começa a discutir os procedimentos para a aterragem há uma resposta "lacónica".
- O comandante diz ao copiloto: "Deixo-te ao comando do avião".
- Ouve-se uma cadeira a arrastar-se e uma porta a fechar-se, o que leva os investigadores a pensar que Sonderheimer saiu da cabine.
- O copiloto inicia deliberadamente a descida - uma queda de mil metros por minuto. Não volta a falar.
- Ouve-se o comandante a bater à porta e a pedir para entrar.
- A gravação do cockpit mostra que o copiloto estava a "respirar normalmente", apesar de não responder.
- Ouve-se o controlador aéreo de Marselha a perguntar o que se passa, várias vezes. O controlador aéreo pede a outros aviões que tentam contactar com o Airbus.
- O comandante continua a bater à porta, cada vez com mais força.
- Ouve-se um alarme de aproximação a terra.
- Só nos últimos momentos é que se ouvem gritos dos passageiros.
- Há um primeiro impacto e depois o avião bate contra a montanha a 700 km/hora.
Fonte: aqui
8000 TRUTAS LANÇADAS AO RIO VAROSA PROMOVEM REPOVOAMENTO DA ESPÉCIE

O rio Varosa ganhou nova vida com as oito mil trutas que foram hoje lançadas nas suas águas.
A União das Freguesias de Tarouca e Dalvares, em parceria com a Câmara Municipal de Tarouca, atenta à necessidade de conservação da fauna e da flora no rio Varosa, bem como da consciencialização das pessoas para a preservação do meio ambiente fluvial, desencadeou esta ação de repovoamento de trutas.
O presidente ...da União das Freguesias de Tarouca e Dalvares, Rui Raimundo, recordou a importância da responsabilidade social da União das Freguesias a que preside, referindo que “o desenvolvimento sustentável também passa preservação da biodiversidade”.
"Além de devolver vida ao rio, e uma vez que o Varosa reúne condições de sobrevivência para esta espécie, o repovoamento visa sobretudo a reprodução da mesma", referiu na ocasião o presidente da Câmara Municipal de Tarouca, Valdemar Pereira, que fez também referência ao facto curioso de serem lançadas oito mil trutas ao rio, num concelho que tem aproximadamente oito mil habitantes.
In Município de Tarouca, facebook
quarta-feira, 25 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
ASAE

Lê-se na comunicação social que a ASAE fez uma intervenção em Tarouca, sem especificar propriedade nem freguesia.
Refere-se à apreensão pela ASAE de vários produtos alimentares e à detenção de um homem que tinha como função a gerência de uma empresa que comercializava produtos alimentares (carnes, enchidos, queijos...).
A segurança alimentar dos consumidores deve ser assegurada sem restrições. Está em causa a saúde pública e a qualidade de vida dos cidadãos.
Queixam-se muitos que trabalham no ramo que cai sob a intervenção da ASAE que muitas vezes esta implica com coisas que nada têm a ver com a segurança alimentar das pessoas, dentro de um burocratismo que sobrecarrega a vida dos que trabalham no ramo.
Bom, mas de burocracias estamos conversados. Nisto o país é campeão. Infelizmente.
Outra coisa é a segurança alimentar e a higiene que devem ser asseguradas a todo o custo para que não passe 'gato por lebre'. O cidadão paga demasiado caro as coisas, logo tem direito à qualidade das mesmas.
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