quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Há, por parte das pessoas, uma certa ambiguidade entre as celebrações correspondentes ao dia 1 de novembro (Todos os Santos) e ao dia 2 de novembro (Fiéis Defuntos).


1. Um de novembro, é  Solenidade de Todos os Santos

 
A Igreja católica honra todos os santos, conhecidos e desconhecidos. É um dia em que aproveita para recordar que a santidade não está “reservada a uma elite” e que todos os homens são chamados à santidade.
Como é do conhecimento de todos, a Santa Sé condescendeu com o pedido do Governo Português de suspender o feriado do dia 1 de Novembro.
 Mas esta solenidade, mesmo quando caia em dia útil de trabalho, mantem-se o preceito festivo.
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2. Dois de novembro, Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos
 
Novembro é o "Mês das Almas", na devoção popular. Mas neste mês, existe um dia de grande significado. É o dia 2, Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.
Saudade, gratidão, esperança e oração perpassam pelos corações.
O melhor túmulos dos mortos é o coração dos vivos. As pessoas queridas que partiram permanecem no nosso coração. E daí não há morte que as tire.
Lembrámos, gratos, tudo o que de bom e belo recebemos dos que já partiram. A gratidão é a memória do coração.
Dia em que sentimos, como crentes, a beleza imensa que emerge da Ressurreição de Cristo. Cristo ressuscitou e nós ressuscitaremos com Ele. Assim não vivemos para morrer, mas morremos para viver.
Se as flores murcham, se as lágrimas secam, se as velas se derretem, a oração recolhe-a Deus.  Então na comunhão dos santos em Cristo, rezemos a Deus pela paz e vida eternas dos que já partiram.

Mas ia-se ao cemitério em 1 de novembro. Porquê?


Liturgicamente, o ida da visita ao cemitério é 2 de novembro. É nesse dia que comemoramos os Fiéis Defuntos.
Como até ao ano passado o dia 1 de novembro foi feriado e assim as pessoas estavam mais disponíveis, muitas comunidades realizavam neste dia a visita ao cemitério.
Não é o caso atualmente. Um de novembro já não é feriado.
Então a visita ao cemitério terá que realizar-se de acordo com as indicações das dioceses, tendo em conta a real situação das pessoas e do calendário.

Na comunidade tarouquense, este ano a visita ao cemitério acontecerá em 2 de novembro (sábado).
Procissão sai da Igreja às 16 horas, seguindo-se a Missa no cemitério. Caso chova, então a Missa será na Igreja às 17 horas.

"É ofensivo dizer que os portugueses viveram acima das suas possibilidades"

Em entrevista à Renascença, o presidente da Cáritas Portuguesa diz que o Orçamento do Estado para 2014 volta a penalizar "os mesmos". E confessa o que mais o assusta: "É não saber quando é que isto vai acabar". "Isto" é a austeridade. 

Veja aqui a entrevista

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Três sábios conselhos:

  1)- Nunca se desespere antes.

  2)- Nunca comemore antes.

  3)- Nunca abandone o seu posto antes do final da batalha.

Câmara Municipal de Tarouca: voltam a vigorar os anteriores horários de trabalho, períodos de funcionamento e períodos de atendimento ao público





Veja aqui

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Tanto tempo para a violência, tão pouco tempo para a proximidade!



Os vários canais de televisão têm tratado até à exaustão o caso dos "camisas pretas". O grupo de 100 adeptos que provocaram distúrbios e se envolveram em confrontos com elementos dos Super Dragões, domingo, junto à Porta 25 do Estádio do Dragão, denominam-se ‘Sporting Casuals' e têm ligações à extrema-direita, conforme li aqui.
Mas as imagens que focam portistas e sportinguistas a presenciar o jogo lado a lado, essas passam a correr, sem merecer grandes destaques.
Parece que a comunicação social dá  relevo  àqueles que exatamente o procuram. O que tais grupos de desordeiros querem é chamar à atenção, dar nas vistas, marcar pontos nas audiências.
O fenómeno não  é novo. Outros países o enfrentaram ou enfrentam. E muitos destas países têm-no feito com bastante sucesso, como é o caso inglês.

Em vez de tanto tempo a dissecar, a comentar e visualizar estes arruaceiros, penso que seria muito mais interessante, positivo e realista dar ênfase a quem sabe estar no desporto e não confunde opositores com inimigos. Por que motivo não hão-de estar adeptos de clubes rivais lado a lado? Por que motivo não se hão-de respeitar nos gostos, emoções e vibrações?

Como ouvi ontem na TV adeptos a falarem do tempo em que iam ao estádio com amigos de clubes rivais. Na ida e na volta, iam lançando umas 'larachas', umas piadas, mas não deixavam que rivalidades manchassem o convívio e a amizade.
Dá a ideia que o avanço tecnológico contrasta com um claro retrocesso civilacional. Hoje a polícia tem que organizar pormenorizadamente as chamas 'caixas' por onde circulam as claques de modo a evitar ou reduzir ao mínimos os distúrbios. Tanto se clama por liberdade e depois as pessoas precisam de "jaulas" para que a liberdade dos outros tenha alguma garantia...

Depois surgem ainda estes fenómenos de marginalidade (camisas pretas) que a crise económica, social e ética exponenciam. Mas nunca justificam.
E penso cá para mim. " Que raio de crise é esta que permite que estes indivíduos façam centenas de quilómetros, viagem em carros particulares, comam em restaurantes?"

E volto ao refrão. Esta gente procura colmatar o vazio interior de valores com violência para dar nas vistas.
E fica a questão. Onde está a família????

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Oração do Papa Francisco à Santa Família

 
Oração do Papa Francisco à «Santa Família»... Gosto muito desta tradução «Santa» em vez de «Sagrada». Porque «Sagrada», sempre se considera ser uma, a de Jesus, Maria e José. «Santa», logo pensamos em todas as que já são santas e em todas as que venham a ser. Muito feliz esta tradução. Parabéns a quem a fez, fez-me pensar...

(Para facilitar a leitura, destaquem a imagem com o rato).

Fonte: aqui

Com Jesus não ocorre como com outras personagens da história

"Conhecê-lo não é uma curiosidade. É muito mais do que um fenómeno de cultura. É algo que põe em jogo a nossa existência. Porque com Jesus não ocorre como com outras personagens da história. Que César passasse o Rubicão ou não, é um feito que pode ser verdade ou mentira, mas que nada muda o sentido da minha vida. Que Carlos V fosse imperador da Alemanha ou da Rússia, nada tem que ver com a minha salvação como ser humano. Que Napoleão morresse derrotado em Elba ou que tivesse chegado imperador ao fim dos seus dias, não moverá um único ser humano a deixar a sua casa, a sua comodidade e o seu amor e pôr-se a falar dele numa aldeola no coração de África. 
Mas Jesus não, Jesus exige respostas absolutas. Ele a assegura que, crendo nele, o ser humano salva a sua vida e, ignorando-o, a perde. Este homem apresenta-se como “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6). Portanto – se isto for verdade –, o nosso caminho e a nossa vida mudam segundo a nossa resposta à pergunta sobre a sua pessoa. 
E como responder-lhe sem conhecê-lo, sem se ter aproximado da sua história, sem contemplar os segredos da sua alma, sem ter lido e relido as suas palavras?"
Martín Descalzo
Fonte: aqui

AVALANCHES na Paróquia de S. Pedro de Tarouca



Veja aqui

sábado, 26 de outubro de 2013

Porreirismo ou ídolos com pés de barro?

 
O condutor seguia pela estrada e ia dando boleia a quem lha pedia. Até o carro ter os lugares preenchidos. Fazia-o como quem ajuda, acolhe. Sentia-se feliz por isso.
Na mesma estrada, a horas diferentes, passou um segundo condutor. Repetiu a cena. Quantos lhe apareceram apanharam boleia. Iam amontoados, transgredia-se a lei? Não importava. O importante  para este condutor era dar nas vistas, ser referido como o melhor, o mais atencioso, o que resolvia todos os problemas.
 
O primeiro condutor chegou ao cruzamento e, porque estava o sinal vermelho, parou e aguardou que virasse verde. Um ou outro passageiro ainda lhe foi dizendo para seguir em frente, que não esperasse, que não vinha ninguém. Consciente, responsável, o este condutor foi explicando que a vida em sociedade tem regras que é preciso cumprir. Caso contrário não seremos uma sociedade organizada, mas uma selva.
 
O segundo condutor não ligava a sinais vermelhos. "Para a frente é que é o caminho", comentava narcisisticamente. Os passageiros aplaudiam. "O senhor é que é porreiro! Não nos faz esperar, chegamos mais depressa ao destino. Haviam de ser todos como o senhor!"
Entusiasmado, com o ego até aos cabelos, este condutor ainda abusou mais, cometendo todo o tipo de atropelos na estrada. E sempre com o aplauso dos passageiros.
 Os protestos, desabafos, queixumes de outros condutores eram mais do que muitos. As manobras que tiveram que fazer para evitar problemas foram sem conta. Mas que lhe interessava a ele? Estava na maior... Era um ídolo para aqueles que metera no carro.
Até que teve um acidente. E agora? Os que antes o aclamaram, barafustavam agora, queixavam-se, sentiram-se defraudados pela irresponsabilidade do condutor e marcados para a vida.
 
Assim é na vida. Parece que quem não cumpre, não respeita normas é que é porreiro, o maior. Os que cumprem são uns chatos, uns legalistas, uns antiquados, que só estorvam e chateiam.
As referências cívicas e humanas, que deviam pautar o nosso  viver  coletivo, são desprezadas, postas de lado.
O respeito pelos outros e por quem cumpre é atirado pela janela fora.
Surge assim o culto do porreirismo e dos porreiraços que, como ídolos com pés de barros, se expõem ao louvor efémero dos seus apaniguados. Até que estes descubram os pés de barro...
O porreirismo não passa de uma máscara para esconder a falta de trabalho sério e competente, de dedicação, de compromisso.
 
E isto não é só na sociedade. Também na Igreja abundam casos e mais casos. Infelizmente.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

"Senhor, ilumina-o ou elimina-o"

Belo artigo sobre a posição dos grupos conservadores em relação ao Papa que fala a partir da tradição original da Igreja, a de Jesus e dos ´Apóstolos.

"La tradición auténtica está del lado del Papa Francisco. Los tradicionalistas son solo tradicionalistas y no tradicionales. Están más cerca del palacio de Herodes y de César Augusto que de la gruta de Belén y de la casa del artesano de Nazaret."

Veja  aqui o artigo. Vale a pena.

As quedas no caminho da vida


Encontrei autarcas felizes, acolhedores e determinados

Camara Municipal Tarouca

Para tratar de assuntos institucionais que têm a ver com esta comunidade paroquial, estive ontem na Câmara Municipal onde me encontrei com o Presidente, Valdemar e os Vereadores, Dr José Damião e Arquiteta Susana.
Gostei de ver e sentir a alegria serena com que estão a começar o mandato. Embora conscientes  da realidade e dos problemas que têm que enfrentar, senti-lhes ânimo e vontade indomável de levar a autarquia para a frente.
É bom para qualquer cidadão encontrar os seus autarcas atenciosos, acolhedores, irradiando confiança e determinação.
Gostei da maneira prática e direta como foram encaradas as situações que apresentei . Sem delongas, com frontalidade, verdade e espírito de colaboração. Apreciei o modo como  estes autarcas se situam em relação a outras instituições: nada de ingerências, total colaboração quando está em causa o bem comum da comunidade.
Não vou à Câmara para tratar de questões pessoais. Vou quando preciso de resolver assuntos institucionais, em espírito de diálogo, abertura e mútua compreensão.
Não tenho que dizer de anteriores executivos. Mas hoje gostei muito. Só espero que continue a ser assim.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A ignorância é mesmo muito atrevida!

No facebook, vi este comentário de uma pessoa minha amiga:


"Hoje vinha uma senhora a explicar no comboio que é católica mas não é praticante e que a culpa é dos padres porque decidiram que vão celebrar o Dia de Todos os Santos no sábado em vez de celebrar no Dia 1 de Novembro.
Entre muitas outras baboseiras que a senhora disse durante a viagem. Para quem a quisesse ouvir, em qualquer carruagem do comboio. "


Parece uma anedota!  Mas acaba por meter dó a ignorância altifalante daquela senhora.
A ignorância é mesmo atrevida!!!

- Toda a gente sabe, menos aquela senhora, que o feriado de  Todos-os-Santos foi extinto, como foram outros, civis e religiosos.

- Toda a gente sabe, menos aquela senhora, que o dia 1 de novembro não é o dia dos Fiéis Defuntos. O dia 1 de novembro é Dia de Todos-os-Santos.

- O dia de ir ao cemitério  é o dia 2 de novembro, que é exatamente o Dia dos Fiéis Defuntos.

- Se em muitas terras se ia ao cemitério em 1 de novembro, era porque, sendo feriado, as pessoas estavam mais disponíveis e então esta data era-lhe mais favorável.

- E agora que acabou o feriado? E agora que as pessoas trabalham no dia 1 de novembro? Quando se vai ao cemitério?

- Algumas dioceses já estão a dar indicações quanto à ida ao cemitério. Como pode ver aqui: aqui.

- Para esta senhora (e para tantos e tantas mais!), o que lhes interessa é uma Igreja, estilo supermercado, onde vão quando precisam, lhes interessa ou lhes convém! E quando, por uma razão ou outra, na prateira não encontram aquilo que procuram, aqui-d'el-rei !!!

- Tantos cristãos cujo deus são as tradições, os costumes, o sempre foi assim! Um vazio de Cristo que é confrangedor!

- Bem dizia há pouco tempo um bispo português que o maior problema do catolicismo português chama-se ignorância religiosa! E o pior é que existem cristãos que não querem sair dessa ignorância! Quando lhes são oferecidas ocasiões - e hoje existem imensas - para cultivar a fé ... não vão...

"EU SEI EM QUEM ACREDITO!"


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Tomada de Posse dos órgãos autárquicos de Tarouca - Assembleia Municipal e Câmara Municipa - quadriénio 2013/2017


Muita gente. Pessoas apinhadas nos corredores porque não havia espaço na sala. No dia 21 de Outubro, pelas 10.30 horas, no espaço da Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Tarouca. No ar ficavam algumas perguntas dos presentes. Teria que ser ali? Não seria melhor a sessão ter-se realizado no Auditório onde o espaço é muito maior? Será que, dada a hora, não estariam à espera de tanta gente?
Bom, o certo é que foi ali mesmo e tudo correu bem, pese a incomodidade das pessoas, dado o grande número de presenças.

Conforme estabelece a lei, foi o Presidente da Assembleia Municipal cessante que procedeu à instalação da nova Assembleia Municipal.

Nesta sessão de Instalação tomaram posse os quinze membros municipais eleitos diretamente para o órgão deliberativo Assembleia Municipal de Tarouca (por inerência de funções, os sete Presidentes de Junta de Freguesia), bem como os cinco eleitos para o órgão executivo Câmara Municipal de Tarouca.

Após o ato de instalação, os referidos órgãos autárquicos entraram imediatamente em funções.

Consumada a referida Tomada de Posse, a Assembleia Municipal de Tarouca reuniu para proceder à eleição da Mesa da Assembleia, constituída por um Presidente e dois Secretários.

Constituição da Assembleia Municipal de Tarouca para o quadriénio de 2013-2017, em função dos resultados eleitorais do passado dia 29 de setembro: total de 22 membros (15 eleitos diretamente, sete por inerência - presidentes das Juntas de Freguesia)

Membros eleitos diretamente: PSD elegeu 9; o PS, cinco; o BE, 1.

Membros por inerência (Juntas de Freguesia): o PSD elegeu cinco; o PS, dois.

Quanto à Câmara Municipal de Tarouca, este órgão é constituído pelo Presidente da Autarquia (Valdemar Pereira) e dois Vereadores eleitos pelo PSD; dois Vereadores eleitos pelo Partido Socialista.

Acrescente-se que os membros da assembleia municipal costumam ser erradamente chamados "deputados municipais". Não são deputados municipais mas sim "membros da assembleia municipal".

CÂMARA MUNICIPAL

Presidente: Valdemar Pereira
Vereadores: José Damião, Susana Pereira, José Amaro e Afonso Dias

ASSEMBLEIA MUNICIPAL
Presidente: Domingos Nascimento
1.º secretário : Rui Pereira
2.º secretário: Dina Tomé
Membros da Assembleia Municipal: Maria Amélia Pires de Albuquerque, António Luís Carrapa Sarmento, Luís Fernando Coelho de Barros Pereira, Manuel do Carmo Ferreira, Liliana Matias Soares, Maria Albertina da Silva Ferreira Adrega Cardoso, António do Carmo Santos, Paulo Jorge Dias Pereira, José Manuel Andrade Oliveira, Ana Palmira Botelho Figueiredo, Teresa Alexandra Carvalho Silva Ferreira, Manuel Leite dos Santos, Rufino Marcelo Queiroz, Manuel Francisco Pinto Laranjo, Tiago Jorge Martins Eusébio, Domingos dos Santos Rodrigues, João Manuel Santos Félix, Vítor Alexandre Cardoso Ferreira e Rui Fernando Guedes Raimundo.  

 Presidente da Câmara fala de boa gestão das estruturas
 
Valdemar Pereira usou da palavra pela primeira vez na  qualidade de Presidente da Câmara. Um discurso claro na definição das novas linhas estratégicas para o Concelho.
Dar mais vida a Tarouca. A não prioridade de novas infraestruturas, mas sim a sua boa gestão. Atrair novos investidores para o Concelho como forma de criação de emprego. Também não foram esquecidos os mais desfavorecidos como uma prioridade, assim como os nossos jovens e emigrantes. Apelou aos Presidentes de Junta para a sua participação, porque para ele são parte integrante deste executivo devido ao seu papel fundamental junto das populações, dada a sua proximidade a estas. Também apelou à colaboração de todos na realização destes objetivos. Este executivo será um executivo aberto a novas ideias e à participação de todos.
A mudança, querida e expressa nas urnas, acarreta a esperança... Oxalá que os objetivos enunciados se cumpram para que Tarouca tenha mais vida e um futuro melhor.

 Presidente da Assembleia Municipal fala de participação cívica
Domingos Nascimento, falando pela primeira vez na qualidade de residente da Câmara Municipal de Tarouca, trouxe à comunicação um tema que há muito lhe é particularmente caro: cidadania, participação cívica, valores cívicos.
Foi um discurso marcadamente de esperança convicta. Sem deixar de assinalar o que sucessivas gerações de autarcas, contextuados no tempo em que estiveram à frente dos destinos do concelho, ofereceram de válido e positivo para o desenvolvimento de Tarouca, falou do presente e apontou ao futuro.
Insistiu na necessidade de dar voz aos cidadãos, referindo a propósito o contributo excelente dado pelas pessoas no último "Congresso para a Cidadania", afirmou que dos cidadãos vêm problemas e soluções. Em vez de um governar para, um governar com.
Referiu a excelência da Assembleia Municipal para o debate aberto, sereno e abrangente, salientando que a lealdade institucional não o coibirá de expressar os seus pontos de vista.
Pelo que foi escutado, a presença dos cidadãos junto da Assembleia Municipal, não é só bem-vinda, mas querida e desejada. 

Vereador da Oposição fala de colaboração  responsável 
José Amaro, durante 16 anos vereador da maioria, é-o agora mas pela oposição. Realçou detalhadamente o trabalho realizado durante os anteriores mandatos, falou de estruturas, programas, meios  hoje ao dispor da autarquia graças ao trabalho dos últimos mandatos e prometeu uma colaboração decidida quanto estivesse em causa o bem e o progresso do concelho. Afirmou uma oposição tenaz quando tal não acontecesse.
Salientou ainda a qualidade dos técnicos e funcionários ao serviço da autarquia.


Vídeo da tomada de posse

Autoria do vídeo: Tarouca Hoje

domingo, 20 de outubro de 2013

sábado, 19 de outubro de 2013

20 de Outubro: Dia Mundial das Missões

«Uma Igreja terna, pobre para os pobres»

 
O padre António Lopes, diretor nacional das Obras Missionárias Pontifícias (OMP), considera que a missão está no “ADN” da Igreja e que o compromisso missionário deve ser assumido em comunidade
“A missão é onde assentam todas as outras atividades e se perde isso perde-se o sentido de ser Igreja, porque é o seu ADN”, disse à Agência ECCLESIA o diretor das OMF ao apresentar o guião “Outubro Missionário”.

“O cristão devia estar atento, por natureza, para o facto de haver pessoas que ainda não conhecem Jesus, que nunca ouviram falar d’Ele e depois ajudar os missionários para que surjam novas Igrejas nesses locais. É o que faz a animação missionária: que cada cristão se sinta responsável por aqueles que nunca ouviram falar de Jesus”, considera o padre António Lopes.
Na mensagem para o Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco chama à missão “o paradigma da Igreja” porque é o “pano de fundo de todas as atividades pastorais e de cada cristão pelo batismo”, e não um programa individual, considera o diretor das OMP.
A primeira mensagem de Francisco para este dia “é de grande profundidade” e revela um “Papa missionário” que fala da missão constantemente, “quase a cada frase”, acrescenta.
O Papa também escreve sobre novos contextos e desafios da missão, “uma nova missão para os novos tempos”, considera o padre António Lopes que acrescenta que tanto na mensagem como na ação Francisco está apresenta uma nova maneira de estar e de ser da Igreja, “não a institucional pesada e fria mas uma igreja leve, alegre, aberta, terna e sorridente”.
O Dia Mundial das Missões assinala-se, em cada ano, no terceiro domingo de outubro, este ano a 20, assinalando também no programa Ecclesia na Antena 1 desse dia, pelas 6h00.
O programa 70x7 desde domingo, em emissão na RTP2 pouco depois das 11h00, analisa os novos territórios da missão que, mais do que geográficos, são defenidos por novos ambientes, nomeadamente os digitais.
In agência ecclesia